No princípio criou Deus os céus e a Terra


Como Noé e a sua família cuidaram de tantos animais?
Fevereiro 5, 2010, 9:38 am
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Esta é uma pergunta feita muitas vezes pelos cépticos na Bíblia.

Mas este problema não é novo. Em algumas partes do mundo, os donos de casas de criação de animais têm de abrigá-los durante muitos meses no inverno, o que é semelhante à tarefa de Noé. Nesses continentes, as pessoas resolveram os problemas de várias maneiras.

Um deles é visto na figura à esquerda, que mostra o interior de um estábulo (um curral de ovelhas) na Holanda, chamado de potstal. Nota os suportes de pedra na base das colunas de madeira. Isso permite que os detritos se acumulem durante o inverno sem que as estacas de madeira deteriorem com o passar dos anos.

O criador de animais adiciona palha continuamente em cima da camada existente, quando esta fica suja pelas excreções dos animais. Pelo fim do inverno, a camada já cresceu meio metro. Mas mesmo que os detritos se acumulem, o ambiente fica limpo, higiénico e a cheirar bem. Estábulos similares abrigam também vacas e cavalos.

O potstal foi muito usado no passado e ainda continua popular em fazendas ecologicamente correctas. No potstal, o criador de animais muitas vezes mantém a palha limpa acima deles, economizando espaço e trabalho.

A única vez que o estábulo cheira mal é quando ele é limpo no fim do inverno. Fazendas ecologicamente correctas acreditam que só precisam de limpar os estábulos uma ou duas vezes ao ano.

Outro tipo de estábulo é o grupstal (imagem em baixo). Nesse estábulo, os animais são abrigados sobre um andar com, por exemplo, palha. Uma “calha” (chamada grup na velha Holanda) atrás deles colecta o esterco e a urina. Este tipo de estábulo é fácil de limpar – apenas é necessário empurrar o esterco para um tanque. Só é necessária uma relativa pequena quantidade de palha. Se Noé tivesse usado um sistema como este, ele poderia ter despejado os detritos no mar, usando água (não pouca!) para manter o estábulo limpo.

Também é fácil alimentar os animais em estábulos assim, apenas colocando o alimento numa calha no começo do estábulo.

John Woodmorappe, no seu livro Noah’s Ark: A Feasibility Study, investigou algumas das técnicas salvadoras de trabalho que Noé poderia ter usado na Arca, não apenas para lidar com os detritos animais, mas também para alimentá-los e dar-lhes água (Ver posts da página Dilúvio e Arca de Noé).

Quando sabemos um pouco sobre cuidar de animais em climas frios, descobrimos que essa não teria sido uma tarefa tão difícil assim para Noé, particularmente porque ele e a sua família tiveram engenhosidade e talento para construir a notável Arca. Além disso, eles tiveram muitos anos para preparar os estábulos a bordo, incluindo equipamentos e suprimentos.
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Modificado a partir do original Considere a PossibilidadeComo Noé pôde cuidar de todos os animais?



A inutilidade dos relógios moleculares
Fevereiro 4, 2010, 10:03 am
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Uma das técnicas mais utilizadas pelos evolucionistas para descobrir o ancestral comum a diferentes espécies vivas é o chamado “relógio molecular”. Os biólogos moleculares adoram este relógio, que tem sido utilizado nas últimas décadas para traçar a evolução das diferentes espécies. Esta seria uma técnica que resultaria na perfeição, caso as mutações nos genes se acumulassem a um nível constante (e caso a evolução tivesse ocorrido), mas…

Um estudo publicado na PNAS mostrava que os relógios moleculares estão bons é para irem para a gaveta das antiguidades. A equipa liderada pelo geneticista Francisco Rodriguez-Trelles, da Universidade da Califórnia, obteve do GenBank as sequências de três genes – GPDH, SOD e XDH. Usaram os genes de 78 espécies diferentes, desde pinheiros a seres humanos. Os dados foram utilizados para traçar uma árvore evolutiva.

Para insatisfação dos fiéis dos relógios moleculares, eles descobriram que as taxas de mutação são bastante diferentes, inclusivé entre espécies próximas. Os relógios moleculares são inúteis para traçar uma linha de tempo evolutiva. Lê-se na introdução do artigo científico da PNAS [meu destacado]:

The observations are inconsistent with the predictions made by various subsidiary hypotheses proposed to account for the overdispersion of the molecular clock

molecular_clock2
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Os relógios moleculares estão partidos… ou nunca chegaram a funcionar. Os cientistas descobriram que a taxa de mutação não é constante. Nada que os criacionistas já não venham a dizer há anos. Aliás, o relógio molecular é uma técnica model-dependent, isto é, necessita da crença de que a vida evoluiu para poder servir de alguma coisa. Os evolucionistas primeiro assumem que as formas de vida evoluíram e depois usam os relógios moleculares para “provar” que as diferentes espécies tiveram um ancestral comum.

Se ainda havia dúvidas de que esta técnica é inútil, uma vez que, em muitos casos, os resultados moleculares contradiziam o registo fóssil (Exemplos: discórdia entre o registo fóssil do ornitorrinco e a evidência molecular; discórdia entre diferentes mamíferos; ver, também, artigo da Nature sobre esta questão), fica ainda mais difícil ter fé neles. Mas a fé em técnicas falíveis parece ser algo que abunda no lado evolucionista.



Quem encomendou o censo a Davi?
Fevereiro 3, 2010, 10:23 am
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Esta alegada contradição data do século passado e apenas corrobora aquilo que Paulo diz em I Coríntios 2:14:

Ora, o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque para ele são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente.

Os versículos apontados são os seguintes:

Então Satanás se levantou contra Israel, e incitou Davi a numerar Israel.” (I Crónicas 21:1)

A ira do Senhor tornou a acender-se contra Israel, e o Senhor incitou a Davi contra eles, dizendo: Vai, numera a Israel e a Judá.” (II Samuel 24:1)

Se perguntares ao ateu que lança a contradição para situar este episódio bíblico, ele ficará a olhar para ti – caso estejas cara a cara com ele – ou irá pedir ajuda ao Google - caso estejas teclado a teclado com ele. É o melhor da maioria dos ateus… não fazem a mínima do que se está a falar mas acham-se com autoridade para reclamar uma contradição.

Ambos os relatos descrevem o que aconteceu. Tanto Deus como Satanás podem ter encomendado a Davi o censo do povo. O mais provável é Deus ter usado Satanás para incitar Davi a numerar o povo, já que às vezes Ele permite a acção de Satanás para, no final, sair glorificado. Temos o exemplo de Jó, a quem Deus permitiu que Satanás afligisse e que, no final, saiu melhor do que o que estava.

Algo semelhante se passou com José do Egipto. José diz aos irmãos: “Vós, na verdade, intentastes o mal contra mim; Deus, porém, o intentou para o bem, para fazer o que se vê neste dia, isto é, conservar muita gente com vida.” (Génesis 50:20). Deus sempre está no controlo e tem autoridade sobre o próprio Satanás.



É oficial: decaimento radioactivo não é constante
Fevereiro 1, 2010, 10:27 am
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Para quem ainda tinha dúvidas (só os evolucionistas), novos dados recolhidos por geólogos seculares confirmam aquilo que os cientistas criacionistas dizem há décadas – a pressuposição de que o decaimento radioactivo é constante é falsa.

Os geólogos “datam” as rochas através dos métodos de datação radiométricos. Há mais de 100 anos que o decaimento radioactivo de elementos instáveis para elementos estáveis tem sido utilizado como um relógio natural para estimar a idade das rochas e da Terra. Porém, a maior parte das pessoas desconhece as pressuposições que os geólogos têm de assumir ao utilizarem este tipo de métodos.

Uma destas pressuposições assumidas pelos geólogos diz que o decaimento radioactivo permaneceu constante ao longo dos anos. Esta suposição é fulcral para a utilização dos métodos para “datar” a Terra. Eis o que Gregory Brennecka, coordenador do estudo, escreve na Science:

This assumption is a cornerstone of the high-precision lead-lead dates that define the absolute age of the solar system – (Esta suposição é um alicerce da grande precisão das datas do método chumbo-chumbo que definem a idade absoluta do Sistema Solar)”

Leiam de novo: suposição! Não é o Sabino que diz. É o geólogo evolucionista.

Como já é habitual, a ciência vem confirmar as previsões criacionistas

Geólogos da Universidade Estadual do Arizona mediram as quantidades relativas do isótopo 238 do chumbo e do isótopo 235, este último estável, de várias amostras recolhidas de um meteorito que caiu no México em 1969. Eles descobriram pequenas diferenças no rácio de isótopos em várias amostras do mesmo meteorito [*1].

A idade do Sistema Solar baseia-se na crença de que o decaimento radioactivo permanecia constante ao longo dos tempos. Mas se esta suposição é falsa, as milhares de idades atribuídas através deste método também são falsas.

Brennecka disse: “Esta variação implica algumas incertezas substanciais nas idades anteriormente determinadas pelo método chumbo-chumbo”. Gerald Wasserburg, professor emérito de Geologia, comentou a respeito desta descoberta: “Toda a gente confiava na estabilidade desta ferramenta, mas acontece que ela não é estável”.

Não era “toda a gente”

Os criacionistas nunca confiaram na estabilidade do decaimento radioactivo. Apesar da medição destes elementos ser bastante precisa, usá-la para determinar a idade da Terra é um grande salto de fé. Sem uma taxa de decaimento constante, o “relógio” está partido.

Muitos estudos conduzidos por criacionistas já tinham mostrado a inconsistência destes métodos.O geólogo criacionista Andrew Snelling publicou várias datas discordantes, retiradas da medição de isótopos de rochas da Austrália. Outro estudo relativamente aos isótopos de rochas do Grand Canyon mostrou novamente a inconsistência dos métodos.

Mas como a investigação é conduzida por criacionistas, os evolucionistas dizem que não se pode confiar nos estudos criacionistas porque eles são “falsos, mentirosos, anti-ciência” e outras frases feitas do género (como se fossem os criacionistas a terem no seu currículo uma longa história de fraudes e erros).

CONCLUSÃO

Os criacionistas têm a vantagem de terem a verdadeira História da Terra – a Bíblia. Quando uma pessoa parte para a investigação sabendo de antemão a verdadeira História da Terra, a propensão a tirar conclusões erradas é menor.

Os evolucionistas vão para o terreno com uma História da Terra deturpada. Não é, então, de admirar vê-los constantemente a serem humilhados à luz de novas descobertas (como os falsos elos perdidos Tiktaalik e Panderichtys, os falsos retrovírus, o falso ARN-lixo, os falsos órgãos vestigiais, etc).
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REFERÊNCIAS OU NOTAS:

[*1] – Isótopos são versões de um elemento químico com diferentes componentes nucleares.



À primeira, todos podem cair. À décima, só cai quem é burro
Janeiro 29, 2010, 8:47 am
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O debate entre Evolucionismo e Criacionismo não é um debate entre Ciência e Religião, mas sim entre duas cosmovisões do mundo: a naturalista e a bíblica. Quem pensa que o debate apenas se centra no aspecto científico ou no aspecto religioso é porque não está por dentro da discussão. É inocente ou ingénuo.

As nossas pré-concepções determinam a forma como olhamos para o mundo que nos rodeia e a forma como interpretamos as observações científicas. Elas serão sempre interpretadas dentro do paradigma adoptado por cada um.

Se um paleontólogo adopta uma cosmovisão naturalista, é normal ele esperar ver no terreno de actuação, por exemplo, fósseis transitórios que revelem os passos evolutivos graduais entre as grandes transições das formas de vida. As conclusões de um paleontólogo evolucionista estão limitadas ao paradigma adoptado pelo mesmo. Se ele acredita que os seres vivos evoluíram e se foi isso que lhe foi ensinado, é obrigatório ele ter de encontrar fósseis transitórios.

Paradigma falso = Conclusões falsas

Se o nosso paradigma for falso, ele vai produzir conclusões falsas. Isto é por demais óbvio. Já pensaram por que é que os evolucionistas passam por tantas humilhações a respeito dos alegados fósseis transitórios?

Ainda na primeira metade do século XX, o celacanto foi proclamado como o fóssil transitório entre peixes e animais de terra. Anos mais tarde, as especulações evolucionistas foram desmascaradas. Era, assim, necessário encontrar outros fósseis que preenchessem o lugar deixado vazio.

Em 2005 foi apresentado o Panderichthys, o novo elo entre peixes e tetrápodes. Em 2006 foi apresentado mais um elo de transição – o Tiktaalik. 4 Anos mais tarde, em Janeiro de 2010, as especulações evolucionistas foram desmascaradas. É, assim, necessário encontrar outros fósseis que preencham o lugar deixado vazio.

Ao longo das últimas décadas, muitos outros alegados fósseis transitórios foram desmascarados.

Por que devo confiar nas especulações evolucionistas a respeito dos supostos fósseis transitórios?

Alguém me pode dizer? Por que devo acreditar quando um evolucionista me diz, com toda a segurança, que o fóssil X ou Y são realmente elos transitórios, se a mesma confiança e certeza já me foi transmitida em relação a outros alegados fósseis transitórios agora descartados?

Atenção, se os ateus de plantão estiverem a pensar responder a esta pergunta, sejam objectivos e não mudem o tema de discussão. Não comecem a dizer que devemos acreditar na ciência porque ela funciona e já melhorou a nossa qualidade de vida. Eu não estou a perguntar por que devo confiar na ciência! Estou a perguntar por que devo confiar nas especulações evolucionista a respeito dos fósseis. Se estiverem a pensar responder, não respondam a uma acusação-espantalho.

CONCLUSÃO

Costuma-se dizer: à 1ª todos caem, à 2ª cai quem quer, à 3ª só cai quem é burro. Quantos falsos fósseis transitórios serão necessários para os evolucionistas se aperceberem que algo vai mal nas suas especulações?

Os fósseis transitórios servem como evidência circunstancial. São úteis para naquele momento se mostrar aos criacionistas que a teoria da evolução tem evidências incontestáveis. Isso até serem descartados à luz de outras descobertas. Aí deixam de ser as evidências inconstestáveis de outrora.

Cada alegado fóssil transitório que nos é apresentado na altura é um barrete que apenas está à espera de ser substituído por outro barrete… até vir outro barrete substituir esse barrete que já tinha substituído o barrete anterior. Uma grande colecção de barretes.

O evolucionista costuma dizer coisas como “este é o preço da ciência, bla bla… em ciência não há certezas, bla bla…“. Estranho, porém, nunca ouvirmos esse discurso de reserva aquando da apresentação dos putativos fósseis transitórios ao público. Nessas alturas o evolucionista esquece-se de que “em ciência não há certezas“.

Como dizia o outro,… só cai quem é burro!



Decifrado texto hebraico mais antigo
Janeiro 28, 2010, 9:24 am
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Para o ateu mais fundamentalista, a Bíblia é “culpada até prova em contrário”. Isso leva-os a lançarem as mais diversas críticas aos eventos históricos que descreve. Com o tempo, a Arqueologia e a História tratam de colocar estes ateus no seu devido lugar, caladinhos.

Desta vez, a Arqueologia derrubou a crítica de que os livros do Antigo Testamento não poderiam ter sido escritos antes do século VI A.C. porque ainda não existia um alfabeto hebraico.

O professor Gershon Galil, da Universidade de Haifa, decifrou o texto presente num artefacto de barro, datado do século X A.C.. O texto aborda a caridade para com as pessoas mais frágeis da sociedade e refere a figura de um rei. Eis a implicação da descoberta: “Indica que o Reino de Israel já existia no século X A.C. e que pelo menos alguns dos textos bíblicos foram escritos centenas de anos antes das datas que figuram na actual literatura“.

Galil indicou que a inscrição foi descoberta numa cidade provinciana da Judéia. Ele explicou que se existiam escribas na periferia, é seguro assumir que aqueles que habitavam a região central de Jerusalém eram escritores mais proficientes. Galil adiantou que este novo dado arqueológico mostra que no século X, durante o reino de Davi, já existiam escribas em Jerusalém capazes de escrever textos literários como historiografias complexas como o livro bíblico de Juízes ou Samuel.

O investigador também disse que esta descoberta refuta, de uma vez por todas, as alegações de que não existiam reis em Israel no século X.

CONCLUSÃO

Um cristão olha para notícias como esta e pensa: “Ok… nada que eu já não soubesse“. Elas apenas servem para derrubar as barbaridades ditas por ateus como o do blogue do Ceticismo, que nega que jamais existiu um reino de Davi ou de Salomão ou até mesmo Jesus Cristo.

Dificilmente esta nova evidência vai fazer com que este tipo de ateus repensem a sua posição, já que a mesma não se deve às evidências históricas e arqueológicas.
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Ainda fresco: Arqueologia cala a boca de mais uns quantos cépticos



Deu no twitter d’A Lógica do Sabino (3 de Dezembro)
Janeiro 27, 2010, 9:34 am
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Estes foram os tweets que A Lógica do Sabino lançou no dia 3 de Dezembro. Vou explaná-los um pouco mais aqui.
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1) Um cérebro grande não significa, necessariamente, mais inteligência. É o que lembram investigadores da Universidade de Londres. Apesar de possuírem um cérebro do tamanho da cabeça de um alfinete, pequenos insectos podem ser tão inteligentes quanto os animais grandes e com grandes cérebros.

Por favor, alguém avise os paleoantropólogos. Estes sujeitos afirmam que um cérebro mais pequeno que o normal é indicador de uma criatura mais primitiva e com menos inteligência.

Se os indivíduos a quem eles atribuem menos inteligência estivessem vivos hoje, isso seria considerado racismo, já que há indivíduos que têm cerebro pequeno mas são perfeitamente normais e humanos. Mas como os antepassados humanos estão mortos, não há problema em etiquetá-los de broncos primitivos.

Ver também: Homo erectus de Dmanisi derrubaram preconceitos evolucionistas
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2) Mesmo a mais simples célula é extraordinariamente complexa. Foi revelada a “planta” da maquinaria celular de um pequeno organismo, aumentando, assim, a compreensão da vida a nível celular. A Nature diz: “Mas a investigação também mostra o quão longe os biólogos estão de compreender a base bioquímica de uma das mais simples criaturas“. O título é sugestivo: “Organismo unicelular faz muito com tão pouco“.

Não existem organismos simples. Mesmo o mais simples organismo unicelular é extremamente complexo e a sua maquinaria celular funciona de forma complexa e harmoniosa. Um evolucionista acredita que construções biológicas como esta surgiram espontaneamente. É como se os componentes de uma placa gráfica e as instruções genéticas necessárias ao seu funcionamento surgissem e se juntassem naturalmente, sem intervenção de uma mente inteligente. A ideia é ridícula, mas os evolucionistas acreditam numa coisa parecida.

Nas palavras de Thomas Steitz, vencedor do Prémio Nobel da Química em 2009 [meu destacado]: “How evolution managed to progress from making a random peptide to messenger-directed synthesis, we haven’t a clue“. Ninguém faz a mínima de como a vida evoluiu através de métodos naturalistas, mas os evolucionistas ensinam isso aos miúdos como se fosse uma verdade científica. Poderosa fé.
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3) Formigas precisam das bactérias para se alimentarem. Certas espécies de formigas servem-se das bactérias como fertilizante. Cameron Curie, coordenador do estudo, disse que as formigas aumentam a sua colheita através de associações simbióticas com as bactérias.

Existem inúmeras simbioses entre distintas formas de vida. Este tipo de relações traz benefícios a ambas as partes envolvidas. Uma necessita da outra para subsistir e desenvolver-se. Para se vêr como isto é problemático para o gradualismo evolucionista, tentem imaginar o que ambas as formas de vida faziam enquanto uma esperava que a outra evoluísse.

Já de um ponto de vista criacionista, as relações de simbiose não são problema, já que os diferentes organismos foram criados com poucas horas de diferença uns dos outros.

Outro exemplo de simbiose: Há design na Natureza? Algas
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4) Mutações em 5 genes provocam doença de Parkinson. Cientistas descobriram que algumas pessoas com descendência japonesa e europeia têm versões mutantes de 5 genes, que os coloca com um risco maior de desenvolverem a doença de Parkinson.

Só destaquei esta notícia para lembrar o que as mutações fazem em grande parte: danificam o material genético existente. Praticamente todas as doenças se devem a mutações genéticas. O evolucionista afirma que este mecanismo destruidor e nocivo à saúde foi o responsável por criar nova informação genética ao longo dos mais de 500 milhões de anos de evolução.

O poder criativo da Nossa Senhora da Santa Mutação foi derrubado em 2004, quando evolucionistas propuseram que “centenas, senão milhares de mutações em centenas ou milhares de genes” moldaram o complexo cérebro humano. O que o poder da fé não faz.
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Para seguir diariamente estas e outras notícias a respeito do debate “Evolução vs. Criação”, segue A lógica do Sabino no twitter.



Maquilhagem, por favor! Vem aí o Neandertal
Janeiro 26, 2010, 9:31 am
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Artigo:
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Foram encontradas as primeiras evidências convincentes de que o homem do Neandertal pintava o corpo e usava bijuteria há 50 mil anos.

Uma equipa de investigadores liderada pelo português João Zilhão recolheu conchas que eram usadas como utensílios para a mistura e armazenamento de pigmentos em dois sítios arqueológicos em Múrcia, no sul de Espanha. O estudo que explica estas conclusões foi publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS).

Esta é a primeira evidência segura do uso de cosméticos”, anunciou o arqueólogo português da Universidade de Bristol (Inglaterra) à BBC, acrescentando que “a utilização destas receitas complexas é novidade. É mais do que tinta para o corpo.

Os cientistas encontraram fragmentos de um pigmento amarelo que, segundo eles, pode ter sido usado como base para maquilhagem e também descobriram um pó vermelho junto com manchas de um mineral negro brilhante.Algumas das conchas, esculpidas e pintadas com cores fortes, também podem ter sido usadas como bijuteria.

Estas evidências acabam com a ideia de que apenas os seres humanos modernos recorriam à maquilhagem como adorno ou para realizarem rituais. Deste modo, o uso de pinturas corporais e bijuterias demonstra um certo nível de sofisticação homem do Neandertal. “As pessoas têm que acabar com essa ideia de que os Neandertais eram débeis mentais”, afirmou João Zilhão.
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Se “as pessoas têm que acabar com essa ideia de que os Neandertais eram débeis mentais, por que razão a BBC colocou a representação de um neandertal brutamontes junto do artigo (em baixo à direita)? A BBC deveria, antes, ter colocado uma Paris Hilton versão neandertal. Os mitos evolucionistas demoram a morrer.

Uma das formas que os evolucionistas têm utilizado para propagar a sua teoria religiosa da evolução é o poder da visualização e da imagem. Colocar características primitivas nas representações dos antepassados humanos é uma excelente forma de convencer os outros. A pessoa esquece-se que está a olhar somente para uma representação artística e não para uma representação real.

CONCLUSÃO

Aqui está mais uma evidência de que os neandertais eram seres humanos como eu e tu (Se quiseres mais, vê o post O preconceito evolucionista e o Homem de Neandertal).

Se alguém anotasse numa lista todas as previsões evolucionistas falhadas, era necessário uma caneta nova a cada seis meses. Segundo a história evolucionista, era suposto o neandertal ser um sujeito bruto e sem inteligência. No entanto, as observações têm mostrado precisamente o contrário.

Por essa razão, alguns evolucionistas ardilosos vão tentando reescrever a história, de forma a minimizar os seus fiascos. Veja-se, por exemplo,  o evolucionista Ludwig neste post dedicado ao neandertal: “o neanderthal era um ser humano. Disso ninguém tem dúvidas (a não ser os criacionistas, mas esses é o que se sabe…“. Não se admirem se começarem a ver cada vez mais indivíduos a tentarem alterar o cenário que os evolucionistas sempre pintaram para o neandertal.

É o que é normal acontecer. Muitos sites e blogues pro-evolução têm listas daquilo a que eles chamam “erros criacionistas”, onde tentam explicar o que de facto aconteceu com fracassos evolucionistas como o Homem de Piltdown, o Homem de Nebrasca, o Archaeoraptor, etc, dizendo coisas do género: “Ah e tal, nunca foi dada grande importância ao Homem de Piltdown” ou “Ah e tal… o Homem de Nebrasca não apareceu quase em nenhum livro didáctico“, quando, na verdade, eles foram grandes fiascos do seu tempo.



Evolucionistas confirmam: o decaimento radioactivo não é constante
Janeiro 25, 2010, 8:14 am
Arquivado em: Evolução/Big-Bang

Ao se servirem dos métodos de datação radiométricos para estimar a idade das rochas e da Terra, uma das coisas que os geólogos assumem é que o decaimento radioactivo foi sempre constante ao longo dos anos. Como foi dito, isto é algo assumido. Ninguém acompanhou a História das rochas que estão a ser avaliadas. Ninguém as foi analisando regularmente para verificar se o decaimento foi constante.

Os evolucionistas ficam sempre muito chateados quando um criacionista aponta este calcanhar de Aquiles dos métodos radiométricos e recorrem aos clichés habituais: “vocês não percebem nada de ciência, são burros, desonestos, mentirosos, [colocar outro insulto qualquer]“. No entanto, recente análise científica conduzida por evolucionistas tem mostrado precisamente isso.

Os vários sistemas de decaimento radioactivo têm núcleos instáveis que emitem várias partículas e radiações até que estabilizam. Há algumas décadas, foram observadas flutuações estranhas em vários destes sistemas. Depois de algumas observações e experiências, foi estabelecido que estas flutuações sazonais correspondem à distância entre a Terra e o sol. Quando a Terra está mais perto do sol, os neutrinos solares aceleram o decaimento radioactivo.

Agora, investigadores italianos mostraram evidências de que um processo denominado “cavitação” acelerou o decaimento radioactivo do isótopo 228 do elemento químico tório. Eles observaram que, durante a experiência de 90 minutos, a cavitação fez com que a desintegração radioactiva do tório acelerasse 10.000 vezes mais do que a sua taxa normal de decaimento. A cavitação pode ocorrer sempre que a corrente de água seja tão rápida que chegue a produzir bolhas de água. Estas bolhas colapsam de maneira tal que produzem ondas de choque suficientemente poderosas para destruir motores de barcos e postos de abastecimento, erodir catastroficamente túneis de água e gerar fortes descargas elétricas.

CONCLUSÃO

Deve ser aborrecido para um evolucionista ver sempre as previsões criacionistas acabarem por ser confirmadas por cientistas evolucionistas. Os criacionistas bem os avisam, mas eles não querem ouvir. Eles são “ignorantes de propósito” (II Pedro 3:5).

Os métodos de datação radiométricos estão a entrar “em crise”. É uma questão de tempo até mais investigação evolucionista descobrir o que os criacionistas já descobriram há muito tempo.

Não se esqueçam que são estes métodos falhos que dão às rochas e à Terra a sua idade de milhões e milhões de anos. Agora cabe a cada um de vocês decidir se querem confiar nestes métodos duvidosos ou se preferem confiar naquele livro que permite previsões acertadas – a Bíblia.



O cumprimento da Palavra de Deus
Janeiro 23, 2010, 7:13 pm
Arquivado em: Convicções / Fé

Como já é hábito quando acontece alguma calamidade natural, muitas vozes ateístas levantaram-se a questionar a existência de um bondoso Deus, referindo-se ao terramoto que assolou o Haiti há pouco mais de uma semana. O que o ateu diz é mais ou menos o seguinte: “Se realmente existisse um Deus bondoso, coisas como esta nunca aconteceriam“.

Ora, fica difícil perceber como é que algo que confirma o que a Bíblia diz pode ser evidência contra o Deus da Bíblia. Ao descrever alguns sinais da 2ª vinda, Jesus disse [meu destacado]:

Pois se levantará nação contra nação, e reino contra reino; e haverá terremotos em diversos lugares, e haverá fomes. Isso será o princípio das dores.” (Marcos 13:8)

Se não pudessemos ver sinais do cumprimento da Palavra de Deus, aí sim teríamos razões para duvidar da existência de Deus. Mas nós vemos as coisas que a Bíblia descreve a acontecerem. Portanto, quando o ateu lança este tipo de objecção das duas uma: ou está a mostrar a sua ignorância bíblica ou está a apelar ao lado emocional do argumento.

A Bíblia também carrega uma promessa ao povo de Israel, desde os tempos de Moisés:

Lembra-te, pois, da palavra que ordenaste a teu servo Moisés, dizendo: Se vós transgredirdes, eu vos espalharei por entre os povos; mas se vos converterdes a mim, e guardardes os meus mandamentos e os cumprirdes, ainda que os vossos rejeitados estejam na extremidade do céu, de lá os ajuntarei e os trarei para o lugar que tenho escolhido para ali fazer habitar o meu nome.” (Neemias 1:8-9)

Esta promessa cumpriu-se a 14 de Maio de 1948, quando o Estado de Israel foi oficialmente reconhecido. A Bíblia não falha, por mais desesperante que isto possa ser para os ateus. Ela vai-se cumprindo. Os terramotos são apenas o cumprimento daquilo que já está escrito há uns 2000 anos. Outros terramotos aconteceram nestes dias em Taiwan e no Chile. E se repararam na parte final do 1º versículo citado, isto é só “o princípio das dores“.

Catástrofe esperada

Além do mais, ao que parece a catástrofe já era esperada. O terramoto no Haiti era apenas uma questão de tempo. As entidades governamentais ficaram à espera para ver se a previsão era verdadeira. Agora eles sabem que era.

Se um homem decide ir passear para um terreno com minas, não se vai culpar Deus quando ele calcar uma. Sabe-se que a zona do Haiti é altamente propícia a terramotos. Se calhar não se deveria construir edifícios ali…

A inconsistência do ateísmo perante uma tragédia

É quando acontece uma tragédia natural desta dimensão que nós nos apercebemos da insuficiência de uma cosmovisão ateísta. Segundo o ateísmo evolucionista, o ser humano é apenas um animal entre muitos outros. Foi a intensa disputa pelos recursos, ao longo de muitos milhões de anos, que nos colocou em cena. Durante este processo, os mais fracos foram sendo eliminados pelos mais fortes. Na morte do mais fraco está a ascensão do mais forte.

Se o evolucionismo ateísta fosse verdadeiro, então a morte deveria ser a coisa mais natural do mundo. Segundo uma cosmovisão ateísta, foram apenas 100 mil animais que perderam a vida no terramoto do Haiti. Mas nestas horas, todos os evolucionistas parecem esquecer-se daquilo que afirmam o resto do ano todo: somos todos apenas animais.

Nenhum ateu age de acordo com a visão de mundo que defende. É, por isso, inconsistente. Uma cosmovisão que não consegue ser consistente nem coerente é uma cosmovisão falsa. Essa é uma das razões pelas quais não sou ateu.

Especialmente criados

O que o ateu faz é pedir emprestado ao Cristianismo os conceitos do valor e dignidade da vida para depois argumentar contra o mesmo. O ateu argumenta contra a cosmovisão de onde ele retirou estes conceitos. É a cosmovisão cristã que dá as bases para se poder considerar a vida humana especial. Muitos versículos da Bíblia dizem que devemos ajudar o nosso próximo e fazer caridade. O ateísmo não tem nada disto.

CONCLUSÃO

A boa notícia o Mats já a disse:

A boa notícia disto tudo é que o ateísmo é falso, e a morte não é a resposta final. A tragédia afecta-nos tão profundamente porque “toda a criação geme” (Rom 8:22). Cada um de nós pode confortar-se com o facto de não existir nenhum processo evolutivo que mastiga espécies, e cospe o que resta sem se preocupar com quem ou o quê eles são: invés disso, existe sim um Criador cheio de amor que preparou um caminho para preservar o que de mais importante nós temos: a nossa alma.