No princípio criou Deus os céus e a Terra


A Bíblia e os dinossauros (Parte 7) – Arqueologia confirma relação entre humanos e dinossauros
Novembro 20, 2009, 7:27 pm
Arquivado em: Evolução/Big-Bang

Ver Parte 6.
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Imagina que alguém te dizia que a pessoa X nunca tinha visto uma bicicleta em toda a sua vida. Mas depois ias a um caderno dela e vias que X tinha desenhado homens em cima de bicicletas. Não somente uma mas várias bicicletas diferentes. Qual seria a conclusão que imediatamente te viria à cabeça?

Concluirias, imediatamente, que era altamente improvável X nunca ter visto uma bicicleta em toda a sua vida, uma vez que as desenhou em papel. De certeza que X já tinha visto bicicletas.

O mesmo se passa com os dinossauros. Se o ser humano nunca viu dinossauros vivos, como defende a teoria da Evolução, por que razão a história dos povos antigos está cheia de representações de dinossauros?

Evidências arqueológicas

Já foram reportadas dezenas de representações de dinossauros, feitas por povos que viveram muitos séculos antes de os seus ossos começarem a ser desenterrados e estudados. Pinturas rupestres, esculturas, gravuras,… as representações de animais que nós hoje sabemos que são dinossauros estão presentes em várias formas. Alguns exemplos:

1) Fran Barnes, uma reconhecida autoridade em arte rupestre do sudoeste americano, escreveu em Canyon Country Prehistoric Indians: Their Cultures, Ruins, Artifacts and Rock Art*: “Em San Rafael Sweel, há um pictograma que se parece muito a um pterossauro, um réptil voador do Cretáceo“.

pterosaur_pictograph_1pterosaur_pictograph_2

2) A Porta de Ishtar foi construída no século VI A.C. durante o reinado de Nabucodonosor, rei da Babilónia. O portão foi descoberto em 1887 pelo arqueólogo Robert Koldeway e continha representações de leões, auroques (bovinos actualmente extintos) e dragões. O ateu evolucionista tem de fazer um grande esforço mental para tentar explicar por que motivo eles representaram um animal que nós sabemos que é real pois está hoje connosco (o leão) e outro que supostamente o ser humano nunca observou (o dragão/dinossauro).

ishtar2ishtar1

3) O estilo desta estátua de bronze sugere que ela pertence à dinastia de Chou (1122 A.C. – 220 D.C.) ou à dinastia de Han (206 A.C. – 220 D.C.). Possuem várias características semelhantes aos dinossauros com rosto em forma de bico (como o oviraptor representado ao lado): patas com 3 dígitos, focinho bicudo, espécie de “poupa” na cabeça, pescoço longo, etc.

oviraptor1oviraptor2

4) Este artefacto chinês é identificado como pertencente à Idade do Bronze da China (2100 A.C.). As suas patas de 3 dígitos, a sua estrutura corporal e o seu longo comprido fazem lembrar um dinossauro do estilo do braquiossauro (Fong, Wen ed., The Great Bronze Age of China, Metropolitan Museum of Art, 1980, pág. 285.)

braquiossauro1braquiossauro2

5) Este artefacto da dinastia Shang (1766 A.C. – 1122 A.C.) faz lembrar o que actualmente é chamado de Saurolophus.

dino1dino2

6) Este vaso foi encontrado em Cária, uma antiga cidade localizada na Ásia Menor. Ele foi descrito por Thomas Carpenter, da Universidade de Ohio, e foi estimada em 530 A.C.. O animal maior lembra um mosassauro, um monstro marinho extinto. Ele é representado com outros animais que nós conhecemos: polvo, golfinho, etc. À semelhança do monstro representado, alguns mosassauros também tinham uma “crista”.

mosasauro1

Mais evidências arqueológicas que mostram que os dinossauros não viveram antes do ser humano na Parte 8.
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(PS: Se estás a pensar refutar aquilo que aqui foi dito, não te limites a usar insultos e ataques pessoais. Usa argumentos!)
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Mais informação em Ancient Dinosaurs Depictions.



A Bíblia e os dinossauros (Parte 6) – Relatos históricos sobre dragões
Novembro 19, 2009, 5:45 pm
Arquivado em: Convicções / Fé

Ver Parte 5.
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A História está cheia de relatos de encontros e visualizações dos chamados “dragões”. Alguns deles:

1) O Épico de Gilgamesh, um conto da civilização da Suméria, contém lutas com dragões;

2) Conta-se que figuras que se crêem lendárias, como Beowulf, São Jorge e Siegfried, tiveram encontros com dragões e mataram-nos. Talvez estes contos mitológicos estivessem apoiados numa raíz histórica – a existência de dinossauros (dragões) naqueles tempos. Colocar alguma pessoa a matar um portentoso dragão seria certamente uma boa forma de divinizar o herói em questão;

Alguns relatos e factos históricos mais importantes:

1) Marco Polo viveu na China durante 17 anos, no ano de 1271, e reportou que o imperador chinês criava dragões para puxarem as suas carruagens em desfiles;

2) No século IV A.C., Alexandre, o Grande, reportou que quando conquistava partes do que é hoje a Índia, os seus soldados ficaram assustados com os grandes dragões que viviam em cavernas;dragons1

3) Os últimos governadores gregos do século II A.C. trouxeram dragões vivos da Etiópia;

4) Livros antigos chineses reportam que algumas famílias chinesas criavam dragões para fins medicinais;

5) O dragão é um dos 12 animais do zodíaco chinês;

6) Nos tempos medievais, os Escandinavos faziam referência a dragões que nadavam nos mares;

7) Os Vikings utilizavam na proa das suas embarcações cabeças de dragão;

8 ) O grande médico naturalista suiço, Conrad Gessner, cuja obra Historiae Animalium (séc. XVI) foi considerada marcante para o princípio da zoologia moderna, disse que “os dragões são muito raros mas ainda criaturas vivas” (pág. 224).

9) O grande historiador grego Heródoto, que viveu no século V A.C., registou:

Há um lugar na Arábia, situado muito perto da cidade de Buto, onde eu fui quando ouvi a respeito de serpentes com asas; quando lá cheguei, vi ossos e espinhas de serpentes, em quantidades tais que seriam impossíveis de descrever. A forma da serpente é como aquela da serpente da água, mas com asas em vez de penas. Muito parecidas com as asas de um morcego” (Heródoto, Historiae, tr. Henry Clay, 1850, pp. 75-76)

10) O grande historiador judeu Flávio Josefo, que viveu no século I/II D.C., escreveu a respeito de pequenos répteis voadores na Arábia e no Egipto;

11) O rei assírio Sargão II, que viveu no século VIII A.C., deixou registado que navegava no mar Mediterrâneo quando viu uma serpente marinha;

12) Em 1611, o imperador chinês criou o posto de “Alimentador do Dragão Real”;

Tudo isto para além dos inúmeros testemunhos de individuais por todo o mundo, ao longo dos últimos séculos.

Mais informação em Dragons in History.

CONCLUSÃO

O astrónomo ateu Carl Sagan escreveu: “A difusão de mitos de dragões nas lendas de muitas culturas provavelmente não é um acidente” (Sagan, Carl, The Dragons of Eden, New York: Random House, 1977, p. 149). Claro que ele não acreditou que essas lendas têm por base a realidade.

dragons2A pergunta é: por que motivo pessoas como Marco Pólo e Alexandre, o Grande, iriam contar histórias destas se elas não fossem verdadeiras? Por que iria o poderoso e destemido Alexandre, o Grande, dizer que as suas tropas ficaram assustadas com os dragões que viviam nas cavernas, se isso não fosse verdade?

Por que razão iriam os grandes historiadores Heródoto e Josefo falar a respeito de criaturas que pela descrição são pterossauros, se elas não fossem reais? Ninguém duvida do que eles disseram de outras coisas, pois não? Mas disto já duvidam. Por que será…

Por que razão os chineses iriam incluir no seu zodíaco um animal mitológico juntamente com onze reais? Todos os restantes 11 estão vivos hoje e são considerados reais, naturalmente. Hum… a não ser que o dragão fosse um dinossauro que os antigos presenciaram;

Por que motivo o imperador chinês precisava de um “alimentador do dragão real”? Talvez para alimentar o dragão, não?

Dizem vocês: “Pois, mas relatos são sempre relatos. Não há maneira de saber se o que eles diziam era realmente verdade. Ainda se existissem evidências arqueológicas…“. E é precisamente aqui que vocês vêm para a Parte 7.

(PS: Se estás a pensar refutar aquilo que aqui foi dito, não te limites a usar insultos e ataques pessoais. Usa argumentos!)



Pensa lá um bocadinho…
Novembro 19, 2009, 12:23 am
Arquivado em: Desabafos, Evolução/Big-Bang

Estou prestes a propor a ideia insana de que o ser humano viu dinossauros vivos e foi contemporâneo dos mesmos. Eu sei, é uma sugestão louca. Para muitos, desafiar a ideia de que os dinossauros viveram milhões de anos antes do ser humano é quase como desafiar a ideia de a Terra ser redonda. Para afirmar tal, certamente terei de ter algum tipo de evidência. Os próximos posts servirão para isso.

Mas pensem lá um bocadinho… vocês acham que os dinossauros viveram milhões de anos antes do ser humano porque realmente analisaram as evidências para tal ou apenas porque foi isso que vos foi ensinado ao longo da vossa vida, desde que são miúdos pequenos?

Ao lerem os próximos posts, façam o esforço de se colocarem numa posição neutra ao analisar as evidências. Tentem quebrar os grilhões da prisão do pensamento evolucionista.



Estamos lá!
Novembro 18, 2009, 9:44 pm
Arquivado em: Desabafos

E acabou e vencemos e vamos lá estar e vou lá estar… em Espírito :D



Parece que vou passar férias a África do Sul
Novembro 18, 2009, 9:07 pm
Arquivado em: Desabafos

Bósnia – 0|1 – Portugal (faltam 20 minutos)

:D



Daqui a algumas horas saberei onde vou passar as minhas férias
Novembro 18, 2009, 6:43 pm
Arquivado em: Desabafos

Daqui a uma hora, Portugal vai jogar contra a Bósnia, em jogo a contar para o apuramento para o Mundial da África do Sul. Daqui a algumas horas saberei se vou passar as minhas férias a África do Sul ou à piscina de Espinho.

Força Portugal.



O evolucionista Ludwig e os seus argumentos vestigiais
Novembro 17, 2009, 9:53 pm
Arquivado em: Evolução/Big-Bang, Respostas a Ateus

E pronto. Aconteceu. O supra-sumo português do evolucionismo (aka Ludwig Kripphal) também recorreu ao argumento dos órgãos vestigiais para defender a sua religião mascarada de ciência. É sempre bom ver que o uso de argumentos obsoletos também vêm de quem supostamente tem conhecimento, porque mostra que o evolucionismo é defendido não por razões científicas mas sim por razões ideológicas.

O argumento evolucionista dos órgãos vestigiais é fácil de refutar por duas razões: 1) está baseado em especulação e circularidade e 2) é refutado pela investigação científica médica.

Funções degeneradas encaixam no modelo do criacionismo bíblico

Antes de mais, convém dizer que a existência de órgãos degenerados são consistentes com o modelo do criacionismo bíblico, uma vez que vivemos num mundo amaldiçoado pelo pecado e que se vem degenerando com o tempo. Como tal, membros ou órgãos atrofiados são consistentes com um mundo amaldiçoado à espera da redenção.

Assumir a evolução para provar a evolução

A razão pela qual os criacionistas apontam o fracasso deste argumento é porque ele não tem ponta por onde se lhe pegue. Vejamos,… o professor Ludwig diz:

[Os órgãos vestigiais] são legados de estruturas que foram úteis no passado mas cuja importância diminuiu de tal forma que deixaram de sofrer pressões selectivas, acabando por degenerar.”

O que importa é que [o apêndice] deixou de ser importante e já faz pouco pela sua função original.

Se o professor está tão certo disto, a única coisa que tem de fazer é mostrar-nos o mesmo órgão ou estrutura dos respectivos antepassados, para assim podermos compará-los com os nossos órgãos ou estruturas correspondentes, para vermos se, de facto, a sua função ou importância diminuiu ou alterou.

Claro que o Ludwig não pode fazer isto. O argumento dele é puro raciocínio circular. Ele assume que a evolução aconteceu e que todos os seres vivos descendem de outros para depois dizer que os órgãos com diferentes funções nos diferentes seres vivos deve-se à perda da sua função original. Mas se o Ludwig quer que este argumento seja realmente científico, deveria oferecer a possibilidade de comparar os órgãos acusados de serem vestigiais. Ele que nos mostre a sua função original.

Impor a sua interpretação à observação

O Ludwig diz que as “Estruturas vestigiais são evidências claras de antepassados comuns com outros animais e de evolução“. Ora,  mesmo que existissem órgãos degenerados ou sem função isso apenas seria evidência de que eles são degenerados e sem função. Qualquer conclusão que se tire a mais já está fora da observação (logo, fora da ciência) e passa a estar no campo da especulação e interpretação subjectiva.

O que vier à rede é peixe

O Ludwig diz: “Por isso os criacionistas têm de rejeitar que haja tal coisa. E o truque é o de sempre. Baralhar tudo e tentar distrair a audiência.” No entanto, quem baralhou tudo e alterou a definição de “órgão vestigial” foram os evolucionistas, dado o fracasso do argumento. No passado, quase 200 órgãos vestigiais foram contabilizados. Os avanços médicos reduziram a lista a praticamente zero, o que fez com que os evolucionistas tivessem de redefinir “órgão vestigial” para não perderem o argumento.

Actualmente, a definição de “órgão vestigial” é uma parecida com a que o Ludwig oferece:

«Estruturas vestigiais […] são geralmente degeneradas, atrofiadas ou rudimentares e tendem a ser muito mais variáveis que partes semelhantes. Se bem que as estruturas normalmente consideradas “vestigiais” sejam largamente ou inteiramente desprovidas de função, uma estrutura vestigial pode reter algumas funções menos importantes»

No entanto, no seu argumento original, os evolucionistas diziam que “órgão vestigial” era um órgão ou estrutura que já tinha tido uma função no passado mas que, entretanto, a perdeu.

“Vivemos bem sem ele, podemos ter problemas graves com ele”

Diz o Ludwig: “O facto é que sobrevivemos bem sem o apêndice, podemos ter problemas graves com ele“. O “vivemos bem” é uma opinião do Ludwig, já que os dados científicos mostram que o apêndice desempenha uma função importante no sistema imunitário. Também é possível viver bem só com um pulmão mas isso não quer dizer que nós não tenhamos dois por algum motivo.

Também podemos ter problemas que nos levem a amputar uma perna ou um braço, o que não quer dizer que eles sejam vestigiais. Ter problemas de saúde num membro ou órgão não faz dele vestigial.

A ignorância de um evolucionista convicto daquilo que está a dizer

Marquem bem esta frase dita pelo Ludwig: “Apesar dos esforços para lhe encontrar alguma função significativa, o nosso apêndice é essencialmente inútil.

Vamos ver se a ciência suporta as afirmações religiosas do Ludwig:

Durante anos, pensava-se que o apêndice tinha uma função fisiológica muito pequena. Contudo, hoje sabemos que o apêndice desempenha uma função importante no feto e em jovens adultos“. O apêndice desempenha importantes funções no crescimento do feto e faz parte do sistema imunitário de uma pessoa adulta.

Em 2007, um estudo revelou que o apêndice serve de “casa de segurança” para as bactérias necessárias na digestão da comida. O apêndice dá cobertura a estas bactérias, para que não sejam eliminadas por doenças como a cólera ou a disenteria (inflamação intestinal)” (1)

Darwin estava errado. O apêndice é muito mais do que apenas um remanescente evolutivo. Não só ele está mais disperso na natureza do que se pensava anteriormente, mas tem estado presente há mais tempo do que se julgava” (2)

Pois… parece que não!

O Ludwig disse: “O Marcos, por exemplo, defende que o apêndice não é vestigial mas nem sequer tenta mostrar que seja uma solução inteligente ou que problema aquela protuberância intestinal supostamente resolve.

O Marcos não tem de mostrar nada porque a função do apêndice já foi mostrada. O Ludwig, pelos vistos, é que ainda não sabia. Não é vergonha ser-se ignorante. A ignorância cura-se. A insistência na ignorância é que já é pior.

Direito a prémio

E o professor Ludwig ganha o prémio Afirmação Evolucionista Mais Estúpida da Semana, por esta frase:

Sem a protecção impiedosa da selecção natural, [o apêndice] apenas se aguenta porque, até recentemente, não tem estorvado*

Portanto, a força não-inteligente da selecção natural tem protegido um órgão que, segundo o Ludwig, “é essencialmente inútil“. Esta teoria científica é mesmo muito boa.

CONCLUSÃO

O zoólogo evolucionista Steven Scalding disse que não era correcto utilizar o argumentos dos órgãos vestigiais porque é impossível alguém colocar-se no lugar do dito órgão ou estrutura para dizer se ele tem ou não alguma função. Pelos vistos, o Ludwig já resolveu esse problema. Como tal, eu gostaria imenso que ele me dissesse como o fez.

Mas a principal razão que torna este argumento inútil é que “órgãos vestigiais” apenas mostram degeneração, involução. Mas o evolucionismo precisa de uma força que crie órgãos. Forças que destruam e prejudiquem órgãos nós já conhecemos e isso está de acordo com o criacionismo bíblico. Não conhecemos é uma força que crie órgãos do nada, como a religião evolucionista defende.

Ao usar este argumento, parece que o evolucionista te quer dizer que “foi através da perda de funções para os órgãos que os diferentes órgãos foram aparecendo”.



550 Milhões de anos depois, nada de novo debaixo do sol
Novembro 17, 2009, 9:13 am
Arquivado em: Evolução/Big-Bang

De vez em quando nós lemos “notícias evolutivas” e imaginamos como seria se os redactores removessem os óculos naturalistas. Neste artigo nós ficamos a saber que foram “descobertos três mil microorganismos semelhantes aos de há 550 milhões de anos“. Isso mesmo que vocês leram.

Segundo a cronologia evolucionista especulada, durante 500 milhões de anos, dinossauros vieram e foram, mamíferos surgiram sabe-se lá de onde, baleias apareceram de animais terrestres, etc… mas o microorganismo conseguiu ficar essencialmente na mesma durante 550 milhões de anos (550.000.000).

Cientistas mexicanos descobriram no deserto de Cuatro Ciénegas, no Norte do México, perto de três mil microorganismos com características muito semelhantes aos de há 550 milhões de anos (dizem eles que têm 550 milhões de anos), que podem desempenhar um papel-chave no estudo da evolução.

Mais uma descoberta que provavelmente vai “iluminar certos aspectos da teoria da evolução“.

Shedding-Light-on-Evolution

O artigo não diz, no entanto, como é que a descoberta de seres vivos totalmente funcionais e que são semelhantes aos de hoje vai servir de evidência para a teoria que afirma que as formas de vida tem uma origem não-inteligente e que se criaram a si próprias. Mas isso já seria pedir demais aos evolucionistas.

O que vemos são bactérias plenamente vivas e adaptadas (observação), que têm origem nas que há milhões de anos existiram ali, mas não sabemos se são muito ou pouco iguais (interpretação/especulação).

Metade desta frase é científica e depende das observações. A outra metade é interpretação baseada em pressuposições não confirmadas. Esta é uma das formas que os evolucionistas usam para manter a ilusão de rigor científico em torno da sua religião. É importante saber o que foi observado e demonstrado e separar o mesmo daquilo que é uma interpretação baseada no naturalismo.

O artigo diz que através do estudo destes microorganismos podemos entender como foi a origem da vida e a diversidade biológica da Terra. No entanto, não se entende como é que o estudo de formas de vida que, segundo os evolucionistas, estão essencialmente na mesma há mais de 500 milhões de anos nos pode ajudar a entender “como foi a origem da vida“.

Reparem como a discussão sobre a origem da vida flui naturalmente quando se fala em evolução. O artigo não tem a menor dificuldade em juntar a teoria da evolução com o estudo da origem da vida porque as duas estão umbilicalmente ligadas. Normalmente os evolucionistas costumam ser cuidadosos em distinguir uma da outra (devido ao manifesto fracasso das versões naturalistas sobre a origem do mundo), mas obviamente que não se podem pôr uma à parte da outra.

CONCLUSÃO

A ciência só tem a ganhar com este tipo de descobertas, mas contrariamente ao que os nossos amigos ateus possam afirmar, este tipo de observações não servem de evidência para os mitos de Darwin.

Se já é difícil de acreditar que a vida teve uma origem não-inteligente, mais ridículo é aceitar que microorganismos, que têm um tempo de vida muito curto, tenham ficado essencialmente na mesma durante mais de 500 milhões de anos.

Não se esqueçam que enquanto estes microorganismos se esqueciam de evoluir, todo o resto da biodiversidade “emergiu”. Não se esqueçam, também, que hoje em dia podemos observar, em poucos anos, a variação e adaptação de organismos efémeros como as bactérias. Aquando destas experiências, dizem os evolucionistas: “Vês? Vimos estas mudanças em poucos anos, imagina em milhões de anos”. Bem, não é preciso imaginar. Eles estão aí!

Ridículo.
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Modificado a partir do original Darwinismo550 Milhões de anos depois, nada de novo debaixo do sol



“I have a dream” – Martin Luther King
Novembro 16, 2009, 3:57 pm
Arquivado em: Multimédia

Aqui se pode ver o que é falar aquilo que se crê e se vive.

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Modificado a partir do original Resumo da ÓperaProfetas Modernos: Martin Luther King



A Bíblia e os dinossauros (Parte 5) – Poderás tirar com o anzol o leviatã?
Novembro 16, 2009, 8:39 am
Arquivado em: Convicções / Fé

Ver Parte 4.
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O leviatã, à semelhança do Beemote, é outro animal portentoso e temível descrito pormenorizadamente por Deus. A sua descrição aparece no capítulo 41 de Job, a seguir à do Beemote. Ao contrário deste, que pode ser facilmente identificável com um animal que nós conhecemos bem, não se sabe ao certo que tipo de animal foi/é o leviatã. No entanto, existem algumas sugestões.

Algumas versões mais modernas traduzem “leviatã” como “crocodilo”. Contudo, o animal descrito nesse capítulo de Job não é nem de longe nem de perto um crocodilo.

Eis algumas características do leviatã, de acordo com a bíblia:

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Poderás tirar com anzol o leviatã, ou apertar-lhe a língua com uma corda?” (Job 41:1)

Ninguém há tão ousado, que se atreva a despertá-lo; quem, pois, é aquele que pode erguer-se diante de mim?” (Job 41:10)

Não me calarei a respeito dos seus membros, nem da sua grande força, nem da graça da sua estrutura.” (Job 41:12)

Quem jamais abriu as portas do seu rosto? Pois em roda dos seus dentes está o terror.” (Job 41:14)

Da sua boca saem tochas; faíscas de fogo saltam dela.” (Job 41:19)

Dos seus narizes procede fumaça, como de uma panela que ferve, e de juncos que ardem.” (Job 41:20)

O seu hálito faz incender os carvões, e da sua boca sai uma chama.” (Job 41:21)

No seu pescoço reside a força; e diante dele anda saltando o terror.” (Job 41:22)

Se alguém o atacar com a espada, essa não poderá penetrar; nem tampouco a lança, nem o dardo, nem o arpão.” (Job 41:26)

As profundezas faz ferver, como uma panela; torna o mar como uma vasilha de unguento.” (Job 41:31)

Na terra não há coisa que se lhe possa comparar; pois foi feito para estar sem pavor.” (Job 41:33)

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Podemos ver por alguns versículos, especialmente pelo último citado, que o leviatã era uma criatura bem temível, difícil de ser caçada.

A ciência tem descoberto fósseis de grandes criaturas agora extintas, como se crê. Algumas delas podiam encaixar na descrição do leviatã. Algumas criaturas propostas, segundo o conhecimento que se tem actualmente:

Tanystropheus - Réptil aquático. Passava muito tempo fora da água. Tinha um extraordinário pescoço longo (Job 41:22).

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Cronosaurus - Um dos maiores plesiossauros encontrados. Chegava a medir até onze metros de comprimento. Os seus fortes dentes permitiam-lhe tragar praticamente tudo que se movesse debaixo de água (Job 41:14).

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Thalassomedon - Muito parecido ao Cronosaurus. Podia medir até 12 metros de comprimento, sendo que 6 eram do pescoço. Também possuía forte dentição.

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Tylosaurus - Possuía cerca de 15 metros de comprimento e era um carnívoro voraz.

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Da sua boca saem tochas? Dos seus narizes procede fumaça?

Esta é uma parte da descrição que os ateus utilizam para mostrar que o animal descrito é mitológico. No entanto, não há razão para não acreditar que um animal do passado poderia soltar qualquer coisa das suas narinas. Digo isto porque hoje temos conhecimento do besouro-bombardeiro, que produz uma reacção química que explode na cara do seu predador (Ver: Escaravelho africano bombardeia ateísmo).

O mesmo poderia acontecer, em ponto maior, a um destes ou outros monstros marinhos. O certo é que é muito difícil ter acesso aos interiores destas criaturas em versão fóssil. Por exemplo, nós nunca saberíamos que os cangurus têm bolsas somente a partir dos seus fósseis. É algo que não se consegue perceber só através dos ossos.

CONCLUSÃO

O leviatã era uma criatura temível, disso não temos dúvidas. Muitas criaturas podem encaixar na descrição de Job. Também pode ser o caso de a criatura que corresponde ao leviatã não ter sido ainda desenterrada. Quem sabe…

O que sabemos é que homens e dinossauros foram contemporâneos. Sabemos isso não só pela bíblia mas pelos vários relatos e testemunhos históricos e arqueológicos. Apertem os cintos e venham até à Parte 6.