A LiveScience voltou a usar a ideia há muito mostrada falsa de que os seres humanos e os chimpanzés partilham 98,8% do seu ADN.
Há poucos dias, a LiveScience também apresentou uma lista com os 10 principais órgãos vestigiais dos seres vivos. O 1º lugar foi atribuído ao apêndice, quando já se sabe há mais de 10 anos que o apêndice é um órgão que desempenha importantes funções no crescimento do feto e no sistema imunitário de um adulto.
Isto irrita-me. Por que razão é que ainda se usam argumentos falsos como evidência da teoria da evolução? Se ela tem tantas evidências como dizem os evolucionistas, por que motivo é que as evidências falsas são constantemente recicladas e apresentadas a nós como sendo verdadeiras?
Conhecem mais alguma teoria que se diz científica que usa constantemente mentiras para mostrar a sua veracidade?
Arquivado em: Convicções / Fé
Ver Parte 3.
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A segunda metade do capítulo 40 do livro de Job é absolutamente fenomenal. Mas, para quem não conhece, vamos contextualizar. Job 40:15-24 descreve um animal portentoso, como hoje provavelmente não há nenhum – o Beemote. A palavra “beemote” significa “besta”.
Qual a razão deste nome aparecer na bíblia?
Não é muito normal vermos animais descritos na bíblia com nomes que não reconhecemos. O normal é haver tradução directa dos nomes dos animais em hebraico para as restantes línguas. Se isso não fosse possível, quem iria saber, por exemplo, que akbar se refere ao rato e cuwc ao cavalo?
A tradução dos nomes dos animais do hebraico para outras línguas era fácil. Os tradutores poderiam atentar para as descrições físicas de alguns deles e aplicar o nome correcto. Mas quando os tradutores davam de caras com o animal chamado “Beemote”, não sabiam a que animal correspondia, uma vez que não existia nenhum animal vivo que correspondesse à descrição dada pela bíblia.
Por essa razão, a palavra não foi traduzida. Antes, foi transliterada. Isto é, as letras originais do hebraico foram substituídas com as respectivas letras no português e nas outras línguas – Beemote.
Que animal é um Beemote?
A descrição física do Beemote é espantosa. Alguns excertos:
“Eis que a sua força está nos seus lombos, e o seu poder nos músculos do seu ventre.” (Job 40:16)
“Os seus ossos são como tubos de bronze, as suas costelas como barras de ferro.” (Job 40:18)
“Eis que se um rio trasborda, ele não treme; sente-se seguro ainda que o Jordão se levante até a sua boca.” (Job 40:23)
Mas a característica chave é:
“Quando quer, move a sua cauda como o cedro…” (Job 40:17)
Os cedros estavam entre as mais robustas e maiores árvores do mundo antigo. Eis algumas passagens bíblicas que falam do cedro:
“…cortei os seus altos cedros…” (II Reis 19:23)
“…contra todos os cedros do Líbano, altos e sublimes…” (Isaías 2:13)
“Eis que o assírio era como um cedro do Líbano, de ramos formosos, de sombrosa ramagem e de alta estatura; e a sua copa estava entre os ramos espessos.” (Ezequiel 31:3)
Portanto, Deus compara a cauda do Beemote ao cedro. Que animal hoje conhecemos a quem esta comparação se adequa muitíssimo bem?
Algumas traduções mais recentes traduziram “Beemote” como “hipopótamo”. Outras como “elefante”. Eu quando estive no jardim zoológico de Lisboa (onde até tive o privilégio de ver um fóssil vivo), por mais que me esforçasse por contemplar o hipopótamo a mover a sua cauda como o cedro, a coisa não me parecia assim tão espectacular:

O mesmo para o elefante. O Beemote não é um hipopótamo nem um elefante:



E se…?

Eis alguém de quem se pode dizer que move a cauda como o cedro.

Deus se refere a ele como sendo “a obra prima dos caminhos de Deus” (Job 40:19), querendo isto dizer, portanto, que o Beemote foi o maior animal que Deus criou.
Não poderá ser uma figura mitológica?
As bíblicas católicas têm um apontamento no “Beemote” que diz que este animal era uma figura mitológica. Esta alegação não faz nenhum sentido, se levarmos em conta a narrativa conjunta. No capítulo 38 Deus descreve animais reais. No capítulo 39 Deus descreve animais reais. Chegamos ao 40, que dedica muito espaço à “obra prima dos caminhos de Deus” e já estamos a falar de um animal mitológico? Por que carga de água?
Além disso, Deus disse (e atentem para a parte a negrito): “Contempla agora o Beemote, que eu fiz contigo…” (Job 40:15). O Beemote não é um animal mitológico. É um animal que foi criado por Deus, tal como o ser humano.
CONCLUSÃO
Agora eu especulando… provavelmente por saber que o tema dos dinossauros iria ser um dos mais importantes para a discussão Criação vs. Evolução, Deus dedicou estes versículos todos a este dinossauro, para mostrar como homens e dinossauros conviveram juntos.
Mas Deus não parou por aqui. Vamos conhecer o leviatã (Parte 5).
Arquivado em: Evolução/Big-Bang
Estes foram os tweets que A Lógica do Sabino lançou entre os dias 12 a 13 de Outubro. Vou explaná-los um pouco mais aqui.
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1) Conheçam a aranha vegetariana. É a primeira aranha predominantemente vegetariana a ser identificada por cientistas.
Ao olharmos para animais como esta aranha, lembramo-nos de um mundo que uma vez foi muito bom, mas que foi amaldiçoado (e continua a ser) por nossa causa. Todavia, a promessa de Deus é que tudo um dia será novo. Novos céus e nova terra , sem predação, morte e outras crueldades. Isto está ao alcance de todos aqueles que acreditarem que Jesus Cristo morreu na cruz para estabelecer a ponte para chegarmos até Deus.
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2) Cientistas criam escaravelhos-robôs. Parte insecto, parte máquina, o escaravelho-robô foi testado com sucesso pelos seus criadores da universidade da Califórnia, em Berkeley. O escaravelho é controlado através de um computador portátil. A notícia diz-nos que a comunidade científica ficou em êxtase com este robô.
Olha que coisa. A comunidade científica responsável por este projecto fica excitada com a criação de um escaravelho artificial, mas, por outro lado, diz que é científico afirmar-se que os originais, maiores em complexidade, design e inteligência, não tiveram um criador mas surgiram através de erros genéticos aleatórios. Incrível!
O ateísmo cega as pessoas.
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3) Resultados científicos do passado, que sofreram revisão de pares, são agora questionados. Dois artigos científicos de um cientista especialista em engenharia de proteína do Duke University Center, nos Estados Unidos da América, estão agora a ser questionados. A reanálise dos dados dá resultados diferentes daqueles produzidos em 2003.
Isto é só um exemplo dos muitos existentes que mostram que o sistema de revisão de pares não é sagrado nem é sinónimo de ausência de erro. Só após 7 anos é que os resultados aparentemente falsos estão a ser colocados à vista. E isto trata-se de erros em ciência experimental, em ciência que se pode repetir as vezes que quiser. Agora imaginem a quantidade de erros e falsidades que os jornais “científicos” publicam a respeito da especulação evolucionista, aqueles dados que ninguém pode testar nem repetir em laboratório.
Só Deus sabe a quantidade de histórias falsas foram e são publicadas a respeito da evolução.
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4) Revistas científicas que possuem revisão de pares recebem constantemente imagens fabricadas em photoshop. O número de imagens manipuladas em photoshop publicadas nos jornais científicos é cada vez maior.
No seguimento do ponto anterior, estes casos servem para mostrar que não é o facto de algo ser publicado em revistas científicas com sistema de revisão de pares que aquilo que é dito neles é automaticamente verdade. Dezenas, ou até centenas, de falsas informações são publicadas todos os anos em revistas científicas. Algumas são descobertas, outras não.
O cristão nunca deve ficar “intimidado” com a informação publicada nessas revistas científicas que vão contra aquilo que diz a Palavra de Deus. A palavra humana é falível, a de Deus nunca falha.
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Para seguir diariamente estas e outras notícias a respeito do debate “Evolução vs. Criação”, segue A lógica do Sabino no twitter.
Ver Parte 2.
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A palavra tanniyn aparece várias vezes na bíblia. Ela é traduzida de diferentes maneiras em diferentes passagens. Às vezes como “dragão“, outras como “serpente voadora” ou só “serpente” e outras ainda como “monstro marinho“. Tanniyn parece ter sido algum tipo de réptil gigante. Estas criaturas são mencionadas quase trinta vezes no Antigo Testamento e são encontradas tanto em terra, como na água e no ar. Vamos ver alguns exemplos:
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“Naquele dia o Senhor castigará com a sua dura espada, grande e forte, o leviatã, a serpente fugitiva, e o leviatã, a serpente tortuosa; e matará o dragão que está no mar.” (Isaías 27:1)
“Desperta, desperta, veste-te de força, ó braço do Senhor; desperta como nos dias da antigüidade, como nas gerações antigas. Porventura não és tu aquele que cortou em pedaços a Raabe, e traspassou ao dragão” (Isaías 51:9)
“Assim saí de noite pela porta do vale, até a fonte do dragão, e até a porta do monturo, e contemplei os muros de Jerusalém, que estavam demolidos, e as suas portas, que tinham sido consumidas pelo fogo.” (Neemias 2:13)
“Criou, pois, Deus os monstros marinhos, e todos os seres viventes que se arrastavam, os quais as águas produziram abundantemente segundo as suas espécies; e toda ave que voa, segundo a sua espécie. E viu Deus que isso era bom.” (Génesis 1:21)
“Tu dividiste o mar pela tua força; esmigalhaste a cabeça dos monstros marinhos sobre as águas.” (Salmos 74:13)
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Neste link podem ver em que passagens foi utilizada a palavra hebraica tanniyn e como foi traduzida para o inglês. Se forem ver a correspondência na vossa bíblia portuguesa provavelmente vão ver a palavra traduzida em algumas passagens como “chacais”. Bem… não são chacais. Os tradutores apenas imposeram uma palavra moderna, sem saber a
que animal a bíblia se referia. O mesmo acontece com traduções noutras línguas.
Quando nós tiramos as lentes evolucionistas e partimos da bíblia para entender o mundo que nos rodeia, apercebemo-nos de coisas que nunca daríamos conta caso não atentássemos para ela. Por que razão os “monstros marinhos” que a bíblia fala não poderiam ser, por exemplo, criaturas como o Cronossauro ou o Plesiossauro?
Tem outras passagens interessantes que falam de uma “serpente voadora”:
“Oráculo contra a Besta do Sul. Através da terra de aflição e de angústia, de onde vem a leoa e o leão, o basilisco, a áspide e a serpente voadora, levam às costas de jumentinhos as suas riquezas, e sobre as corcovas de camelos os seus tesouros, a um povo que de nada lhes aproveitará.” (Isaías 30:6)
Por que é que esta serpente voadora não pode ser um Pterodon ou um Pterodáctilo?
Não se esqueçam que somos nós que damos os nomes às coisas. Não é pelos antigos terem chamado outros nomes àquilo que nós hoje chamamos de “dinossauros” que eles não tiveram contacto com eles ou que estavam a criar lendas e mitos.
Hoje em dia também existem dragões. Não existem? Claro que existem! Se fores à Indonésia vais ver dragões-de-komodo, ou não?
E todos os anos são encontrados dragões. Em Outubro de 2002, a BBC anunciou a descoberta de um “dragão marinho” pré-histórico. Em Outubro de 2004, a BBC voltou a anunciar a descoberta de outro “dragão”, desta vez um “dragão adormecido”. Em Dezembro de 2006, foi anunciada a descoberta de um “dragão” de duas cabeças. A semana passada, referindo-se à forma como morreu um Plesiossauro, a National Geographic disse: “Ossos de monstro marinho revelam apetite desordenado dos tubarões antigos“.
CONCLUSÃO
Portanto, quando algum céptico aparece aí com intenções de gozar e pergunta: “Crente burro, então acreditas em dragões?“, nós podemos facilmente fazê-lo notar a sua preguiça mental, dizendo algo como: “Claro que acredito. Alguns ainda estão vivos hoje. Além disso, todos os anos são desenterrados dragões“.
A resposta é: sim! A bíblia refere os dinossauros. E até descreve dois com grande pormenor. Descubram na Parte 4.
Ver Parte 1
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A bíblia utiliza a palavra hebraica tanniyn muitas vezes, referindo-se a criaturas portentosas. Em algumas passagens esta palavra foi traduzida como “dragão”. Não deixa de ser curioso os imensos relatos que povos por todo o mundo possuem a respeito de interacção com criaturas reptilinias, possuindo corpos alongados, pescoços serpentinos, cabeças contendo chifres, dentes aguçados, caudas longas, com ou sem asas membranosas. Estas histórias, chamadas de lendas de dragões, “têm estado com a humanidade desde o princípio da História” [*1], e são, segundo o famoso evolucionista Carl Sagan, “um fenómeno global” [*2].
“Antigamente, a forma como entendíamos o mundo baseava-se numa mistura de observação, imaginação e, por vezes, superstição. Contos de aventuras fantásticas e imaginativas e registos gráficos por vezes incompletos de criaturas vislumbradas parcialmente eram passados de mão em mão. Mitos e lendas sobre monstros marinhos misteriosos podem ser encontrados em todas as culturas costeiras do mundo.
Navegadores a caminho de novas descobertas, pescadores isoladores em ilhas desertas e em busca de sustento são apenas algumas das personagens que ao longo dos tempos imaginaram lendas e mitos acerca de misteriosos e terríveis monstros marinhos, para explicarem fenómenos que não eram completamente entendidos. O nosso medo de criaturas desconhecidas que se escondem sombriamente da superfície dos oceanos é uma constante em todas as culturas“.
Portanto, quem não teve estas experiências sabe que aqueles que tiveram as experiências só podiam estar a sonhar ou a ver mais do que o que era. Isto porque hoje sabemos que os seres humanos e os dinossauros nunca foram contemporâneos, uma vez que a “ciência” nos diz que os últimos viveram há milhões de anos, não é verdade?
As lendas sobre dragões têm alguma base de verdade?
Curiosamente, Adrienne Mayor, uma académica de Stanford, descobriu ligações sólidas entre certos fósseis de dinossauros e os relatos de dragões. Informação suficiente para encher três livros sobre o tema.
Lendas de dragões existem pelo mundo fora em muitas, senão todas as culturas antigas. Mayor acredita que estas lendas surgiram quando os povos antigos se depararam com os fósseis de dinossauros. Na sua óptica, se um antigo se tivesse deparado com um osso que parecesse como o Dracorex, o famoso dinossauro que se parece como um dragão, seria fácil especular sobre eles.

A respeito do Dracorex, Mayor disse que “o crânio é fortemente familiar a qualquer um que tenha estudado dragões! O Dracorex tem uma semelhança extraordinária com os dragões da antiga China e da Europa medieval“. O Dracorex foi desenterrado na América do Norte e não na China ou na Europa. Então, como é que os chineses, os aborígenes, os egípcios, os babilónios, os galeses e outros povos apareceram com lendas de dragões se, supostamente, os fósseis que deram origem às mesmas são raros e estão localizados no outro lado do planeta?
Este não é o único problema com este cenário. Lembram-se daqueles desenhos da coluna estratigráfica (vulgar coluna geológica) que aparecem nos manuais escolares? As camadas que supostamente pertencem aos dinossauros são a 4ª, 5ª e 6ª. Se os fósseis de dinossauros apareciam facilmente à superfície sem ser necessário desenterrá-los lá no fundo, isso quer dizer que as camadas superiores são fictícias, tal como se tem dito aqui. Só existem nos manuais escolares.
E quanto às referências a dinossauros na Bíblia?
Vamos até à Parte 3.
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REFERÊNCIAS OU NOTAS:
[*1] – “The Spread of Dragon Myths” (1981), Science Digest, 89:103, Maio
[*2] – Sagan, Carl (1977), “The Dragons of Eden“, (New York: Random House).
[*3] – Exposição última vez visitada em Setembro de 2008
Muitos cristãos ficariam sem saber como explicar aos seus amigos onde é que os dinossauros encaixam na História bíblica sem a subverter. Isto deve-se a duas razões essenciais: 1) a falta de exposição deste tema nas igrejas e congressos bíblicos e 2) a forte influência evolucionista que, sob a pretensão de ser ciência, desenvolveu uma teoria que contradiz o que a bíblia diz sobre a História da Humanidade.
Quando foram os dinossauros criados?
Vocês podem ficar surpreendidos mas a bíblia diz quando o T-rex foi criado. A sério!
O T-rex era um animal terrestre, aquático ou voador? Terrestre.
Em que dia Deus criou os animais terrestres? Dia 6 (Génesis 1:24).
Sendo assim, em que dia foram criados os T-rex? É isso mesmo. Dia 6. Não é muito difícil, pois não? Agora aplica o mesmo exercício aos restantes dinossauros. Os que voavam e viviam nas águas foram criados no dia 5 (Génesis 1:20-22), os terrestres no dia 6.
Se Deus criou os dinossauros, por que eles não são mencionados na Bíblia?
Deixem-me dar-vos uma novidade. A palavra “gato” também não vem na bíblia. Alguém tem dúvidas de que eles sempre estiveram por aí?
Relativamente à palavra “dinossauro”, ela nunca poderia aparecer na bíblia pois só foi inventada/criada em 1841. Richard Owen, naturalista britânico, juntou as palavras gregas deinos (que significa poderoso, terrível) e sauros (lagarto) e formou a palavra dinossauro, como hoje a conhecemos. A tradução da bíblia por João Ferreira de Almeida foi concluída em 1676. Creio que por esta altura já todos perceberam por que razão a palavra “dinossauro” não vem na bíblia.

Se a bíblia falar de dinossauros chamar-lhe-á outro(s) nome(s). Génesis 2:19 diz-nos que Adão deu nome aos animais, portanto, para encontrarmos a referência a estes animais temos de procurar os nomes hebraicos dados a estas criaturas.
Então que tal irmos à procura desses nomes? Vamos até à Parte 2.
Arquivado em: Desabafos
Como me têm dito que eu ainda não falei, de forma mais extensa, nos dinossauros e o seu lugar na história bíblica e como é um tema importante, vou apresentar uma série de posts sobre os dinossauros e a Bíblia, nos próximos tempos.
Exposição realizada pelo Dr. Rodrigo Silva a respeito das evidências arqueológicas da torre de Babel.
Ver também: Ao mesmo tempo – os efeitos de Babel
Resposta ao comentário feita pela krysynha no post 2 anos de Lógica do Sabino.
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O comentário da autora tem por base a defunta ideia da “lei da recapitulação”, que diz que o embrião de determinado ser vivo passa pelas mesmas fases de desenvolvimento das suas alegadas espécies ancestrais. Os embriões que Haeckel
apresentou como evidência da sua ideia eram muito diferentes dos verdadeiros embriões nas suas respectivas fases de desenvolvimento.
A fraude foi desmascarada em 1874 mas, por incrível que pareça, esta ideia de que a “ontogenia recapitula a filogenia” ainda continua bem presente nos manuais evolucionistas, apesar de ter levado uma nova roupagem.
Em 1965, o conhecido evolucionista George Gaylord Simpson disse: “O facto de que a ontogenia não repete a filogenia está agora bem estabelecido” [*1]. Keith Thompson, professor de Biologia na Universidade de Yale, disse: “É claro que a lei da recapitulação está bem morta. Foi finalmente exorcizada dos livros de biologia nos anos 50” [*2]. No entanto, esta ideia continua a ser ensinada em muitos manuais pós-anos 50.
A persistência da ideia
Actualmente, os evolucionistas dizem que o embrião humano atravessa vários estágios de evolução, como o ter fendas branquiais como os peixes ou caudas como os macacos. No entanto, aquilo a que eles se referem como “fendas branquiais” ou “cauda” não têm nada a ver com guelras de peixes ou caudas de macacos.
O termo mais correcto para definir as chamadas “fendas branquiais” são, na realidade, arcos faríngeos. Eles delineiam as estruturas da garganta e desenvolvem-se, posteriormente, na glândula do timo, na glândula paratireóide ou em canais auditivos, não tendo nada a ver com respirar, em cima ou em baixo de água.
A embrióloga J. Langman disse: “Uma vez que o embrião humano nunca tem guelras ou brânquias, foi adoptado, neste livro, o termo “fendas ou arcos faríngeos” [*3].
A “cauda” não é mais do que o coccix, um importante ponto de apoio de vários ossos.
Tristemente, os evolucionistas continuam a usar uma má definição de termos, de maneira a levar mais pessoas à crença evolucionista.
As semelhanças nos primeiros estágios de desenvolvimentos dos embriões são inevitáveis
É inevitável que haja semelhanças nas primeiras fases de desenvolvimento dos embriões dos diferentes seres. Mas isto faz sentido de um ponto de vista do design. Quando construímos alguma coisa, o nosso objecto começa por não ter forma. Só quando a nossa construção está avançada é que ele vai ficando definido, com mais detalhes e pormenores.
Uma boa ilustração é o barro e o oleiro. O oleiro começa apenas com um pedaço de barro, quer ele queira fazer um
cálice ou um vaso. Na fase inicial, não se sabe em que é que aquele barro se vai transformar. Se virmos fotografias de um vaso e um cálice nas suas fases iniciais, notaremos grandes semelhanças, ou melhor, a ausência de pormenores e detalhe.
Um embrião humano é sempre um embrião humano e um embrião de um peixe é sempre um embrião de um peixe. Os embriões não recapitulam as alegadas fases evolutivas, mas tornam-se cada vez mais específicos à medida que o processo avança.
Um estágio avançado
Por outro lado, estas semelhanças superficiais não surgem nos primeiros estágios de desenvolvimento do embrião, mas sim num estágio mais avançado. Se o argumento da “ontogenia recapitula a filogenia” fosse válido, seria de esperar que as parecenças fossem visíveis nos primeiros estágios de desenvolvimento. As fotografias que vos são mostradas são de uma fase mais avançada do desenvolvimento do embrião, já que as primeiras fases as diferenças não servem de evidência a este argumento.
As diferenças nos estágios iniciais não suportam o argumento das semelhanças embrionárias se deverem a ancestralidade comum.
Sir Gavin de Beer, embriólogo e antigo director do Museu Britânico de História Natural, escreveu a respeito da falta de base genética e de embriologia para o argumento da homologia na monografia Homology, an unsolved problem. Apesar de de Beer acreditar na evolução, ele mostrou que as similaridades eram apenas aparentes e não eram consistentes com ancestralidade comum.
Criador comum é a melhor explicação
Sem dúvida que as possíveis semelhanças no processo de desenvolvimento embrionário é mais bem explicado tendo em conta a visão de um Criador ou Designer comum, que utilizou um mecanismo funcional para diferentes criações suas.
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Para mais informação:
What about similarities and other such arguments for evolution?
Does homology provide evidence of evolutionary naturalism?
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REFERÊNCIAS OU NOTAS:
[*1] – Simpson & Beck (1965), An Introduction to Biology, p. 241
[*2] – K. Thompson (1988), Ontogeny and Phylogeny Recapitulated, American Scientist 76:273
[*3] – Langman, J. (1975), Medical Embryology, (3rd edition), p. 262.
Quando tratam do assunto das contradições bíblicas apontadas, Josh McDowell e Don Stewart, experientes apologistas cristãos, escrevem:
“O que é uma contradição? O princípio da não-contradição, que é a base de todo pensamento lógico, afirma que uma coisa não pode ser ao mesmo tempo “a” e “não-a”. Em outras palavras, não pode estar chovendo e não-chovendo ao mesmo tempo…
Ao encontrar possíveis contradições, é de extrema importância lembrar que duas afirmações podem diferir entre si sem serem contraditórias. Algumas pessoas não sabem distinguir entre contradição e diferença. Por exemplo, o caso do cego em Jericó. Mateus relata como dois cegos encontraram Jesus, enquanto Marcos e Lucas citam somente um. Contudo, as duas afirmações não se negam, mas são complementares.
Suponha que você esteja falando com o prefeito e o chefe de polícia de sua cidade no prédio da prefeitura. Mais tarde você encontra um amigo e conta que falou com o prefeito. Depois encontra um outro amigo e lhe diz que falou com ambos, o prefeito e o chefe de polícia. Seus amigos ao compararem as informações, encontrarão uma aparente contradição. Mas não há nenhuma contradição. Se você tivesse contado ao primeiro amigo que você falou somente com o prefeito, você estaria contradizendo a afirmação que fez ao segundo. As afirmações que você realmente fez para o primeiro e segundo amigos são diferentes, mas não contraditórias.
Do mesmo modo, muitas afirmações bíblicas são deste tipo. Muitas pessoas pensam que encontram erros em passagens que não leram corretamente.” (McDowell, J. e Stewart, D. (1997), Respostas Àquelas Perguntas -O que os céticos perguntam sobre a fé cristã, Editora Candeia, primeira edição, pág. 228)
Ver também: Contradição bíblica ou demasiado burro para entenderes?
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Modificado a partir do original Ler Pra Crer – O que é uma contradição?

