No princípio criou Deus os céus e a Terra


Actualização de Páscoa 2012
Abril 7, 2012, 1:15 pm
Filed under: Convicções / Fé

Olá caros leitores do blog,

Os visitantes assíduos do blog vão achar este post estranho, na medida em que já não escrevia nada há mais de um ano. Uma vez que falhei em dizer alguma coisa relativamente à minha longa ausência, achei que a época da Páscoa era a ideal para postar algo.

Só para dizer que ainda estou vivo ( :) ) e que não virei evolucionista (como alguns conhecidos me perguntam na brincadeira). Acontece apenas que não tenho a mesma disponibilidade que tinha na altura em que postava regularmente (bons tempos de estudante sem responsabilidades).

É para mim motivo de grande alegria ver que, mesmo sem postar há mais de um ano, o blog continua a ter uma média de 600 visitas diárias. Isso deve-se, em grande parte, ao grande número de conteúdos diversificados que o blog contém, trazendo assim muita gente do google.

Disfrutem dos conteúdos, usem-nos nas vossas discussões com evolucionistas ateus, partilhem… enfim, usem este blog como uma espécie de enciclopédia de discussão “Criacionismo/Evolucionismo”.

Com os melhores cumprimentos e com votos de uma feliz Páscoa,

Marcos Sabino



Dentes encontrados em Israel podem falsificar evolução humana como nos tem sido vendida
Janeiro 11, 2011, 8:16 pm
Filed under: Evolução/Big-Bang

Uma equipa de cientistas da Universidade de Telavive descobriu numa gruta em Israel fósseis que parecem ser do Homem moderno, mas que estão em camadas de terra com idade entre os 400 e 200 mil anos – mais antigas do que o nascimento dos antepassados directos do Homem. A descoberta deixou a comunidade científica em alvoroço.

A história da evolução humana é resumida assim: pensa-se que o Homem Moderno evoluiu há 200 mil anos, em África, tendo depois migrado para o resto do mundo, substituindo os humanos que existiam em cada local.

O autor do artigo diz que os dentes possuem tanto características de neandertais como de homo sapiens. Mas se estes dentes forem do homo sapiens, isso significa que toda a história da evolução humana como nos tem sido contada nos últimos anos, todos os dados e descobertas feitas para alimentar esta visão, não passam de banha de cobra.

O líder do grupo, Avi Gopher, parece o mais apreensivo com a sua descoberta: “É preciso sermos cuidadosos, não podemos atirar para o lixo um paradigma só por causa de alguns dentes“. Esta afirmação não deixa de ser curiosa, já que outros elos perdidos foram inventados apenas e só a partir de dentes (o caso mais insólito é o famoso Homem de Nebraska).

Os dados foram publicados no The American Journal of Physical Anthropology.
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A Nature perguntou ao investigador se estes dentes realmente ofereciam evidência de que o Homo sapiens não evoluiu em África. Ele respondeu: O que eu posso dizer é que eles deixam todas as hipóteses em aberto. Há uma tendência das pessoas a se acostumarem à hipótese “Fora de África”, utilizando-a exclusivamente e explicando todas as descobertas que não encaixam nela como novas ondas de migração para fora de África.

O que ele está a dizer é que os evolucionistas são pródigos em descartar os dados que não encaixam nos seus paradigmas pré-estabelecidos. Nada que nós já não soubéssemos.

Se eu tivesse de apostar, diria que tudo vai ser feito para que esta descoberta seja minimizada e descartada. É mais fácil dizer que os dentes, que têm tudo para terem pertencido ao homo sapiens, pertencem a uma espécie diferente, de modo a não atrapalhar a linha de tempo evolucionista. Já viram o que era ter de reconstruir toda a narrativa, toda a linha de tempo evolutiva? E como se explicariam os milhares de “estudos” que há uns anos a esta parte têm sido usados para alimentar a visão do “Fora de África”? Vai-se admitir que foi tempo e dinheiro perdido? É mais fácil e barato descarta novamente uma evidência contra (sim, novamente! Já aconteceu).

Os evolucionistas estão com muito medo e profetizo pressões vindas de todo o lado em direcção à equipa de paleoantropólogos liderada por Avi Gopher. É por isso que a Teoria da evolução não merece credibilidade. Uns simples dentes facilmente mostram que todas as histórias inventadas e que subsistiram por longos anos ou décadas não passam de pura fantasia e propaganda naturalista. Por sua vez, os criacionistas bíblicos não precisam de todos os anos andar a alterar as suas convicções a respeito da verdadeira origem das espécies.



Estudo revela que os neandertais afinal cozinhavam e comiam legumes
Janeiro 4, 2011, 7:16 pm
Filed under: Evolução/Big-Bang | Etiquetas:

O homem de Neandertal, extinto há 30 mil anos, alimentava-se de carne e de vegetais e cozinhava os alimentos, segundo um estudo publicado hoje na PNAS.

As investigações anteriores indicavam que os Neandertais eram sobretudo caçadores carnívoros, o que teria precipitado a sua extinção. Pensava-se que os primeiros homens modernos com os quais os neandertais coexistiram durante cerca de 10 mil anos teriam sobrevivido graças ao consumo de outros tipos de alimentos, como vegetais, peixes e mariscos, conforme os locais onde viviam.

O novo estudo parte da análise de partículas de alimentos contidas nas placas de tártaro dos dentes fossilizados de Neandertais descobertos em sítios arqueológicos do Iraque e da Bélgica.

(Público)
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Sim, os neandertais alimentavam-se de carne e de vegetais, como nós, e cozinhavam os alimentos, como nós. Qual é a novidade? São seres humanos como nós. Isto só ainda é notícia porque os evolucionistas mais casmurros ainda não abandonaram as suas noções pré-humanas a respeito dos neandertais.

Ignorem as datas propostas, baseadas em métodos que não acertam nem em materiais dos quais se conhece a idade, e isto é mais uma evidência de que o homem de neandertal era apenas e só um ser humano como eu e tu, que viveu numa época diferente, sob condições ambientais diferentes, possivelmente sujeito a pressões diferentes.



Montanha chinesa tem mais de 20 mil fósseis marinhos
Janeiro 3, 2011, 7:03 pm
Filed under: Evolução/Big-Bang

Mais de 20 mil fósseis de répteis, mariscos e outras criaturas marinhas pré-históricas foram localizados numa montanha na China. É afirmado que estes fósseis têm 250 milhões de anos.

Os fósseis encontram-se excepcionalmente bem preservados e mais de metade intactos. Entre estas estruturas excepcionalmente bem preservadas encontramse peles delicadas. Um talatossauro é a maior criatura encontrada pelos cientistas, cujo comprimento é de até três metros. Além dele, também havia um ictiossauro.
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Para quem leu a notícia meio ensonado ou com o cérebro desligado:

- Ninguém questiona o facto de estruturas moles, como peles, estarem perfeitamente conservadas apesar de nos dizerem que elas têm 250 milhões de anos, quando a ciência já mostrou que estruturas orgânicas desintegram-se em alguns milhares de anos, segundo aquilo que se sabe a respeito de deterioração molecular;

- O que fazem mais de 20 mil fósseis de animais MARINHOS em cima de uma MONTANHA? Será que essa montanha já esteve debaixo das águas, como a Bíblia diz que aconteceu aquando do Dilúvio? Ah não… isso não se pode dizer em ciência.

Aproveitem a viagem gratuita e leiam este e este post.



Feliz Natal a todos
Dezembro 24, 2010, 1:37 pm
Filed under: Desabafos, Multimédia

Eu, Marcos Sabino, desejo um bom natal a todos os leitores deste blog, passado na companhia daqueles que vos são mais queridos. E com alegria, já que Natal significa que o Salvador nasceu!

[Youtube=http://www.youtube.com/watch?v=_tgv5UeEAaw]



Ainda o “Zeitgeist Refutado”
Novembro 22, 2010, 7:01 pm
Filed under: Multimédia

Numa das suas raras manifestações públicas, Peter Joseph, o autor do documentário Zeitgeist, sentou-se à mesa com uma das suas fontes mais citadas no filme (mais de 30 vezes), Acharia S. O intuito da conversa amena era oferecer as respostas ao desafio colocado pelo site Zeitgeist Challenge, que oferece dinheiro a quem conseguir mostrar os registos históricos egípcios pré-Cristianismo que fundamentem as alegações do documentário, nomeadamente, que Jesus Cristo não existiu e é apenas uma junção de vários deuses pagãos.

A tentativa de defesa desta ocultista tão citada pelo autor de Zeitgeist roçou o patético. No decorrer do vídeo de refutação que o dono do site Zeigeist Challenge preparou, a autora admite que a fonte mais antiga que serve de sustento às alegações do filme é Plutarco e os seus escritos. Acontece que Plutarco viveu depois de Cristo (e, por conseguinte, depois do advento do Cristianismo) numa altura em que os hieróglifos egípcios, que segundo Acharia S. contém as inscrições da vida de Hórus e dos seus paralelismos com Cristo, mal eram compreendidos.

Isto para não falar que é reconhecido pelos historiadores modernos que Plutarco tinha uma agenda a defender e era conhecido por fabricar paralelismos entre diferentes divindades. Portanto, fontes egípcias originais que sustentem as afirmações não-históricas do Zeitgeist nem vê-las.

Mas esta não é a única parte anedótica. A meio da conversa Acharia S. começa a dizer que os termos “virgindade” e “crucificação”, referidos no documentário para desenhar paralelismos entre os deuses pagãos e Jesus Cristo, afinal não são bem aquilo que nós entendemos para o caso de Cristo.

Por exemplo, ela admite que os deuses pagãos citados não eram virgens quando deram à luz no sentido que nós damos a isso (não ter tido relações sexuais aquando da concepção). Pelo contrário, ela admite que os deuses egípcios podiam permanecer virgens mesmo depois de terem relações sexuais e darem à luz, uma vez que os egípcios adoptavam o conceito de “virgindade perpétua” para os seus deuses (Parte 5 do vídeo).

Outra coisa interessante admitida pela autora é que Hórus não nasceu apenas dia 25 de Dezembro, mas sim todos os dias. Acharia S. diz que Hórus, sendo o deus-sol (informação também incorrecta – Hórus era o déus dos céus) nascia todos os dias.

Basicamente, à medida que a conversa amena avança, os 2 intervenientes vão-se refutando a eles mesmos e mostrando que tiveram de permitir grandes liberdades criativas para traçarem os paralelismos que traçaram. A credibilidade, que já não tinham, fica ainda mais arranhada. E é esta informação-lixo que os ignorantes engolem e alguns deles inclusive gastam dinheiro nos livros destes ocultistas travestidos de académicos (por certo, um bom exercício para ti que acreditas neles seria listares todos os autores citados no Zeitgeist e procurares as suas habilitações académicas. Boa sorte!).

Tem mais pontos interessantes esta conversa mas como ouvi os vídeos no trabalho enquanto fazia outras coisas, isto foi o que me ficou na cabeça. Para quem gostar deste tema, pode ver os vídeos. São 10 partes em inglês ainda sem legendas. Fica aqui a 1ª parte, as restantes vão pelos vídeos relacionados.

[Youtube=http://www.youtube.com/watch?v=o6Kyxy0_hGg]



Ciência experimental em apuros? Que dizer então da ciência das origens?
Novembro 18, 2010, 9:20 pm
Filed under: Evolução/Big-Bang | Etiquetas: ,

A investigação médica baseia-se naquela que é considerada a melhor forma de obter evidências: os testes placebo. Neste tipo de testes, quando se quer avaliar o efeito de determinado medicamento/produto/etc existe sempre um ou mais grupos a quem é dado o produto a testar e um grupo de controlo, a quem é dado o placebo (a substância neutra que não tem qualquer efeito). Os elementos de ambos os grupos não sabem qual deles estão a tomar. No final, verifica-se se o produto testado fez realmente algum efeito naquilo que se estava a investigar.

É assim que se sabe, por exemplo, que os batidos de cereja aceleram a recuperação muscular após maratonas. Os resultados publicados no Scandinavian Journal of Medicine & Science in Sports mostraram que os atletas que beberam o batido de cereja recuperaram a força mais rápido do que os atletas do grupo do placebo, durante as 48 horas após a maratona.

No entanto, um paper submetido no Annals of Internal Medicine coloca em fogo a fiabilidade dos testes placebo. Segundo Beatrice Glomb, não existe nada que seja fisiologicamente inerte. Pior que isso, não há regulação sobre a constituição dos placebos e aquilo que está neles é muitas vezes determinado pelos fabricantes dos medicamentos a serem estudados, aqueles que têm interesse nos resultados do estudo.

Além disso, o investigador revela que na maior parte dos casos, nunca é revelada a constituição do placebo. É difícil conceber um placebo neutro. “Um efeito positivo ou negativo do placebo pode conduzir a uma aparência enganadora de um efeito negativo ou positivo do medicamento testado“, afirmou Golomb. “E um efeito [do placebo] na mesma direcção do medicamento pode fazer com que o verdadeiro efeito do medicamento seja perdido“, concluiu.

CONCLUSÃO

A ciência experimental, aquela que se pode repetir, testar no presente, está debaixo de fogo. Mas então, o que dizer da ciência das origens, aquela que não se pode repetir? Este é o tipo de ciência que alimenta a teoria da evolução. Não é possível repetir em laboratório o alegado processo de evolução via-zoo-até-tu. As “evidências” para a teoria da evolução dependem de inferências, especulação (e muita) e muita interpretação subjectiva.

É por essa razão que nós temos posições antagónicas a partir dos mesmos dados. Por exemplo, há evolucionistas que acham que o chimpanzé é o parente mais próximo do ser humano. Outros olham para os mesmos dados e dizem que o orangotango é que é o parente mais próximo. Há evolucionistas que acham que os dinossauros evoluíram para aves. Outros acham que foi ao contrário, que as aves é que evoluíram para dinossauros.

Se nós não podemos ter certeza na ciência que pode ser repetida vezes sem conta, por que haveríamos de confiar em cenários montados pelos evolucionistas a respeito de eventos que supostamente tiveram lugar há milhões de anos e não podem ser observados ou repetidos?

Pensa nisto da próxima vez que te disserem que aquele punhado de ossos encontrados debaixo da terra representam o teu ancestral.




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