No princípio criou Deus os céus e a Terra


Afinal, humanos e chimpanzés separaram-se há 8 milhões de anos, e não há 5
Novembro 9, 2010, 6:52 pm
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Era facto acentuado de que os seres humanos e os chimpanzés tinham seguido linhagens diferentes há 5 milhões de anos. Ou seja, o último ancestral comum destes dois seres tinha vivido há 5 milhões de anos. Isto é um facto científico. Ou melhor… era um facto científico. O novo facto científico diz que eles divergiram há 8 milhões de anos e não há 5.

Os autores do estudo afirmam que as espécies de primatas hoje existentes, o registo fóssil existente e a evidência molecular indicam que os seres humanos e os chimpanzés separaram-se há mais tempo do que o que se acreditava.

Este novo número foi ditado por um novo modelo estatístico utilizado por cientistas dos EUA. Como é que isto foi feito? Simples. O registo fóssil sobre a evolução é “magro“, admite o artigo. Assim, é necessário que o modelo estatístico utilizado por estes evolucionistas preencha as lacunas existentes. O evolucionista Robert Martin afirma que estes novos modelos estatísticos “podem dar aos cientistas uma perspectiva mais abrangente para interpretar os dados“.

Publicado no Systematic Biology.

CONCLUSÃO

Isto não é nada de mais. É “só” um erro de datação de 3 milhões de anos. E assim os evolucionistas vão ter aquilo que eles mais gostam: “uma perspectiva mais abrangente para interpretar os dados“. Eles gostam disto… liberdade criativa. Assim podem especular com mais facilidade a hipotética evolução humana.

Claro que isto levanta outras questões como, por exemplo, onde estão os fósseis que mostram a evolução humana. O evolucionista coordenador deste estudo sabe onde eles estão… ou melhor, onde eles não estão: “A evidência fóssil é a única forma directa de informação a respeito das espécies extintas e a sua evolução. Mas as grandes lacunas no registo fóssil tornam essa informação difícil de interpretar“.

E como não há evidência física que mostre essa evolução e suposta divergência das linhagens, então nada melhor do que um programa de estatística inventar dados para preencher as lacunas. Isto é o evolucionismo no seu melhor, com todo o rigor científico que lhe está inerente… quase nenhum.

Por que não considerar a outra hipótese: os chimpanzés e os seres humanos nunca divergiram de linhagem porque foram criados como seres diferentes? De certeza que poderemos arranjar um programa de estatística que nos preencha as lacunas que quisermos tapar, mas os criacionistas têm aquele mau hábito de apenas gostarem de usar ciência empírica para as suas conclusões.

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Orangotangos projectados para viajarem de ramo em ramo
Novembro 6, 2010, 11:00 pm
Filed under: Evolução/Big-Bang

Viajar através de uma rede complexa de pequenos ramos situados a alguns metros de altitude nas florestas tropicais à procura de alimento não é um desafio à altura de qualquer um. Este desafio é particularmente perigoso para animais de grande porte em que uma queda de 30 metros pode ser fatal.

O professor Robin Crompton, da Escola de Ciências Biomédicas da Universidade de Liverpool, explicou que este desafio é semelhante às dificuldades sentidas pelos engenheiros que projectaram a Millenium Bridge (à esquerda), situada em Londres:

Os problemas com a Millenium Bridge derivavam do grande número de pessoas que caminhavam sincronizadas com o pequeno movimento das partes laterais da ponte. Este padrão regular de movimento tornava o movimento de oscilação da ponte ainda mais instável. Nós identificamos um problema semelhante no movimento dos animais através das florestas tropicais, onde existem ramos altamente flexíveis“.

Os orangotangos são os maiores mamíferos arbóreos (animais que se deslocam através das árvores) e, por essa razão, lidam com mais dificuldades devido ao seu peso. O que os cientistas descobriram foi que as perigosas vibrações das árvores são contrapostas pela habilidade dos orangotangos, que se movem a um ritmo único.

O investigador explicou que se eles seguissem um padrão de movimento regular, como os seus parentes de menor porte, teríamos uma situação de “ponte cambaleante“, por meio da qual o movimento dos ramos aumentaria e, por conseguinte, seriam mais instáveis.

A investigadora Susannah Thorpe, da Escola de Ciências Biológicas da Universidade de Birmingham acrescentou: “os orangotangos desenvolveram uma forma única de lidar com estes problemas: eles deslocam-se num modo irregular que inclui caminhar de forma erecta e na mobilização dos quatro membros para a movimentação de árvore em árvore, o que lhes permite viajar para trás e para a frente, até estarem prontos para atravessar grandes lacunas de ramos existentes entre as árvores“.

Publicado na PNAS.

CONCLUSÃO

Eis mais um exemplo de uma “adaptação” que não poderia ter surgido de forma gradual através da tentativa-erro, como teorizam os evolucionistas a respeito de muitos aspectos dos comportamentos dos animais. Como é que os primeiros orangotangos se deslocariam de árvore em árvore sem o conhecimento da maneira ideal para evitar quedas já programado em si? Como é que sobreviveriam? Como é que eles aprenderam que aquela, e não outras, formas de movimentação entre as árvores era a ideal?

Referindo-se à capacidade de algumas aves voarem em V, abordada pelo blog Darwinismo, o evolucionista Ludwig Kripphal diz:

A explicação naturalista para a migração é bastante óbvia. Basta ver que as populações migratórias migram para sobreviver, para escapar à falta de alimento, predadores ou temperaturas extremas. A selecção natural encarregou-se de eliminar os pássaros que optassem por morrer de fome ou frio em vez de voar para outro lado. E se é preciso voar em V, então aqueles que teimassem voar noutra letra deixariam menos descendentes.”

Ele diz isto como se aves se tivessem separado em grupos e a cada um deles tivesse sido atribuída a tarefa de voar numa das 26 letras do alfabeto, de maneira a ver em qual das formações deveriam voar. E por que foram logo acertar com a formação em V quando existem milhares de formações possíveis?

Basicamente, a explicação naturalista para os comportamentos únicos dos animais resume-se a: “Eles fazem isso porque fazem isso e isso é o mais indicado para eles“. Mas o que nós queríamos era a explicação científica, e não especulativa, que nos dissesse como e porque começaram a fazer isso.

Os investigadores compararam o desafio enfrentado pelos orangotangos às dificuldades sentidas pelos engenheiros que conceberam a Millenium Bridge de Londres. Não é fascinante saber que o master-engineer do Universo já tinha resolvido o problema há muito tempo?



Evidências que derrubam o santuário dos milhões de anos

Toda a teoria da evolução assenta no pressuposto dos milhões de anos. A Terra precisa de ter muitos milhões de anos, os seres vivos precisam de ter muitos milhões de anos de maneira a tornar mais aceitável a ideia de que a vida evoluiu desde o ser unicelular até à biodiversidade hoje existente. Os milhões de anos não são uma condição necessária, mas sim uma condição essencial.

O problema para os evolucionistas é que nos últimos anos têm surgido várias evidências que mostram que nem os seres vivos nem as camadas sedimentares onde os fósseis dos mesmos são achados têm milhões de anos. Os cientistas sabem (porque existe trabalho empírico em laboratório) que o ADN de um organismo morto, privado dos seus mecanismos de constante reparação, desintegra-se rapidamente.

Os estudos publicados a este respeito estabelecem um tecto máximo para a preservação de ADN num organismo morto de 125 mil anos (125.000). Isto a 0ºC. A uma temperatura constante de 10ºC, mais natural no ambiente onde são encontrados os fósseis, este limite máximo cai para 17.500 anos. (Carregar na imagem para ver em tamanho decente)

Sendo assim, a pergunta perturbadora que se coloca aos evolucionistas é a seguinte: por que razão conseguimos nós detectar tecidos orgânicos em fósseis de animais que supostamente terão vivido há milhões de anos, quando estes, segundo aquilo que sabemos a respeito da desintegração molecular, já não deveriam estar lá?

Tecidos orgânicos encontrados em fósseis de penas de 100 milhões de anos (1)

Os melanossomos são organelos que armazenam a melanina e estão presentes nas células. Cientistas norte-americanos conseguiram encontrar esta estrutura orgânica em fósseis de penas que eles afirmam ter 100 milhões de anos. O autor da descoberta reconhece o enigma: “Mas como é que enquadras isto com o facto bem conhecido de que a maioria das moléculas orgânicas decaem em milhares de anos?“. Qual foi a sugestão dele? Um cenário especulativo, que é o melhor que os evolucionistas conseguem arranjar para se safarem das conclusões óbvias.

Melanossomos encontrados em pinguim de 36 milhões de anos (2)

Um grupo de cientistas norte-americanos conseguiu detectar melanossomos num fóssil de um pinguim que, ao que afirmam, tem 36 milhões. Como foi possível estas estruturas orgânicas, privadas dos seus sistemas de manutenção, durarem 36 milhões foi uma questão deixada no esquecimento pelos investigadores.

Resíduos de retina e melanossomos encontrados em fóssil de Mosassauro de 80 milhões de anos (3)

Os mosassauros são répteis que viveram no último período do Cretáceo (145MA – 65MA, segundo a cronologia evolucionista). Se assim é, por que é que os cientistas conseguiram encontrar aquilo que eles afirmam representar “restos da retina“, bem como melanossomos, ao analisar a região do globo ocular deste fóssil de 80 milhões de anos? A questão interessante de como este tipo de estruturas orgânicas resistem milhões de anos ficou novamente esquecida.

Micróbios sobreviveram num cristal de sal por 30 mil anos (4)

O título do artigo científico demonstra o espanto dos autores da descoberta: “Como é que procariontes sobrevivem em inclusões fluidas em halite durante 30 mil anos?“. O ingrediente é sempre o mesmo: especulação, especulação e especulação. Neste post reportei um caso mais absurdo: a sobrevivência de micróbios por 250 milhões de anos!

Produtores de cerveja fazem cerveja com levedura de 45 milhões de anos (5)

A levedura foi encontrada pelo microbiologista Raul Cano no aparelho digestivo de uma abelha fossilizada em âmbar que, alegadamente, tinha 45 milhões de anos. Ele já tinha conseguido ressuscitar bactérias de supostamente entre 25-40 milhões de anos que se encontravam em abelhas também fossilizadas em âmbar. Os adjectivos “miraculoso“, “maravilhoso” e “enigmático” utilizados pelo autor para descrever a descoberta dizem tudo a respeito deste assunto.

CONCLUSÃO

A existência de tecidos orgânicos e ADN funcional (como na imagem à esquerda) em organismos que supostamente ter-se-ão fossilizado há muitos milhões de anos testifica contra a história evolucionista dos milhões de anos. Não são casos pontuais. São vários casos espalhados pelo mundo (1,2,3,4,5). Muitos outros existem além destes aqui referidos e muitos outros continuarão a aparecer.

As evidências vão continuar a amontoar-se. Os evolucionistas continuarão a dar por comprovado aquilo que é necessário comprovar (nomeadamente, que é possível recuperar tecidos orgânicos de seres que têm milhões de anos). Mas, como foi dito no primeiro parágrafo, o estatuto de “condição essencial” atribuída aos milhões de anos evolucionistas fazem com que sempre se tenha de colocar o paradigma naturalista acima das evidências.

Isso acontece porque a teoria da evolução não é científica. Teoria que não tem hipótese de ser falseada não é uma teoria científica. Chama-lhe religião, chama-lhe filosofia de vida, chama-lhe ideologia, chama-lhe o que quiseres. Só não lhe chames científica.



Não foi um asteróide que matou os dinossauros. Foi o frio!
Outubro 28, 2010, 9:30 pm
Filed under: Evolução/Big-Bang

Esqueçam o asteróide destruidor. Esta é a nova teoria para a extinção dos dinossauros: os dinossauros podem ter sido extintos não pela ação de um cometa, mas por uma queda brusca de temperatura. Segundo investigadores da universidade de Plymouth, nos Estados Unidos da América, fósseis encontrados na Noruega indicam que a temperatura dos mares caiu de uma variação entre 9ºC e 13ºC para entre 4°C e 8°C há cerca de 137 milhões de anos (Em português).

De acordo com os cientistas, a extinção dos dinossauros deveu-se a uma série de eventos ambientais que começaram com a mudança na temperatura. Os pesquisadores afirmam que o frio foi muito severo para as espécies que viviam em locais mais quentes, como áreas mais rasas de oceanos, além da terra e pântanos. Esses animais teriam morrido por não aguentar a mudança.

CONCLUSÃO

Temos uma teoria que afirma que a extinção dos dinossauros se deveu a um evento catastrófico repentino, há 65 milhões de anos. Temos outra que afirma que a sua extinção foi gradual e provocada pela alteração da temperatura. Reparem como os mesmos dados permitem chegar a conclusões tão diferentes. O problema não são os dados existentes. O problema são as diferentes interpretações que se dão aos factos.

Os criacionistas sempre alertam para este facto. Todos os dados requerem uma interpretação. Os fósseis encontrados no solo requerem uma interpretação, as camadas sedimentares requerem uma interpretação, certos dados genéticos requerem uma interpretação. Os dados não se interpretam a si próprios. Se és daqueles que fica fascinado ao ler uma notícia sobre um suposto elo perdido encontrado, deverias pensar duas vezes e lembrares-te que aquela é apenas a interpretação daqueles que encontraram o fóssil e que o precisam de “vender”.

Quanto à extinção dos dinossauros, eu tenho outra teoria: o dilúvio global catastrófico reportado em Génesis foi o principal responsável pelo desaparecimento dos dinossauros. Só assim se explica a existência de largos cemitérios de dinossauros com uma excelente preservação, inclusive tecidos moles como vasos sanguíneos e ADN.



A Evolução é um facto… dissociado do conhecimento científico
Outubro 27, 2010, 10:29 pm
Filed under: Evolução/Big-Bang

Ouvimos (e lemos) muitos evolucionistas a papaguearem o cliché “A Evolução é um facto“. Por vezes, acrescentam algo do género: “e quem tal não reconhece é um ignorante que não percebe nada de ciência“. Os evolucionistas pensam que ao repetir vezes sem conta esta lenga-lenga ela vai-se tornar mais verdadeira. Se calhar… diz-se que se repetires constantemente alguma coisa ela irá ser aos poucos entendida como uma verdade.

Só que esta verdade evolucionista de que “a evolução é um facto” está dissociada do conhecimento científico. No mês passado (Setembro 2010), a publicar na Trends in Genetics, dois cientistas da Universidade de Cambridge dissertaram sobre os estudos sobre as adaptações genéticas nas populações naturais e concluíram de forma esclarecedora:

Nonetheless, most studies of recent evolution involve the loss of traits, and we still understand little of the genetic changes needed in the origin of novel traits.” – [A maioria dos estudos de evolução envolve a perda de características, e nós ainda entendemos pouco das mudanças genéticas necessária na origem de novas características].

É verdade. Virtualmente todos os estudos sobre mutações e alterações genéticas nos organismos envolvem perda de informação genética (Alguns exemplos na categoria “Genética“, debaixo de “O QUE DIZER DAS ALEGAÇÕES EVOLUCIONISTAS A RESPEITO DE EVOLUÇÃO EM ACÇÃO?“). Mas o que o conto evolucionista necessita é precisamente o contrário… o aparecimento de nova informação genética que produza novas funções e estruturas no ser vivo.

Afinal de contas… desde o ser unicelular que vivia sozinho no início de tudo até à tua pessoa são cerca de 100 triliões de células de diferença. De onde veio toda a informação genética que os seres vivos possuem? Das mutações, dizem os evolucionistas. O problema é que a maioria das mutações são prejudicias ao organismo e, como afirmam estes evolucionistas, “A maioria dos estudos de evolução envolve a perda de características“.

Se a evolução fosse de facto um facto, se ela fosse verdadeira, então o normal seria existirem estudos de sobra que mostrassem claramente a criação de nova informação genética, informação anteriormente não existente no ser vivo, que originasse novas características. Mas a verdade é que, não obstante os longos anos e dinheiros gastos com estudos de carácter evolutivo, “nós ainda entendemos pouco das mudanças genéticas necessária na origem de novas características“.

Mas eles lá continuarão a procurar, já que “a evolução é um facto”, apesar de não haver evidências científicas que expliquem como surgiram as milhares de características dos milhares de seres vivos que existem e existiram. Lembra-te das palavras destes evolucionistas da próxima vez que disseres que “a evolução é um facto”. Como é que pode ser um facto se “nós ainda entendemos pouco das mudanças genéticas necessária na origem de novas características“? Só na tua cabeça, mesmo!
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Vejam o comentário que o blogue Desafiando a Nomenklatura Científica fez a respeito deste assunto.



Quando o “ver para crer” quase não é suficiente
Outubro 22, 2010, 7:49 pm
Filed under: Evolução/Big-Bang

Eles estavam ali, mas ele não acreditava. Ele mostrou-os a outras pessoas, mas elas também não acreditaram. Estamos a falar de bactérias que foram encontradas num cristal de sal numa mina no México e que foram ressuscitadas em laboratório. Parece uma coisa banal, não fosse o facto de nos dizerem que o estrato sedimentar onde o cristal se encontrava tem 250 milhões de anos!!! (1) Mas qual a razão do cepticismo?

O cepticismo, mesmo por parte da comunidade evolucionista, tem razão de ser. A ciência mostrou que a molécula do ADN é muito complexa e instável. Ela necessita de constante manutenção que a impeça de se deteriorar.

O nosso sistema biológico já vem equipado com mecanismo de reparação do ADN (os evolucionistas acreditam que este mecanismo de reparação se criou a si mesmo através de erros genéticos…). Mas, quando morremos, os mecanismos cessam e as moléculas do ADN são deixadas à sua sorte, acabando por decair rapidamente.

O cientista Tomas Lindahl publicou em 2003 um estudo científico na Nature onde mostrou que o ADN, quando privado dos seus mecanismos de reparação, deteriora-se espontaneamente num tempo máximo de alguns milhares de anos. Um estudo mais recente estabeleceu um tecto máximo para a duração do ADN num dado organismo morto de 125 mil anos (125.000). Isto a 0ºC. A 10ºC este limite máximo cai para 17.500 anos.

Se o ADN resiste no máximo 125.000 anos num organismo morto, como é que é possível ressuscitar um organismo que tem 250.000.000 (2000 vezes mais do que o valor demonstrado cientificamente)? Dá para perceber o cepticismo do autor da descoberta e dos seus pares.

CONCLUSÃO

Apesar de tudo aquilo que a ciência já mostrou a respeito do ritmo de degradação do ADN, o autor do achado está convencido de que a sua descoberta mostra que as bactérias podem viver durante milhões de anos. Este é mais um exemplo que mostra como o paradigma se sobrepõe às evidências científicas. Contra todas as observações científicas, o paradigma evolucionista e os seus milhões de anos nunca são questionados.

Quando uma teoria é defendida não por razões científicas mas por razões ideológicas, como a teoria da evolução, não é de esperar que uma observação científica adversa a tire do trono. Mas aqueles que não estão enfeitiçados pelas histórias do tio Darwin conseguem concluir o simples raciocínio lógico:

  • A ciência mostrou que o ADN num organismo morto se decompõe em menos de 200.000 anos;
  • Foi detectado ADN funcional num organismo que é apresentado como tendo 250.000.000;
  • Logo, o estrato sedimentar onde foi encontrado este organismo não pode ter a idade afirmada.

Tão certo como 2+2 serem 4.



Paleoantropologia – uma “ciência” às aranhas
Outubro 20, 2010, 10:22 pm
Filed under: Evolução/Big-Bang

A Paleoantropologia é uma “ciência” peculiar: quanto mais se investiga e mais coisas se descobrem, mais confusa fica a história da evolução humana. Quer dizer, para os evolucionistas, claro. Quanto mais se investiga, mais se descobre que os nossos antepassados eram mais inteligentes do que anteriormente se pensava (falamos dos evolucionistas, já que os criacionistas sempre souberam que nunca houve tais coisas como “homem-primitivo” ou “homem-macaco”).

Vamos ver alguns exemplos mais recentes e ainda não abordados no blog:

1) Homem moderno já produzia pão há 30 mil anos na Europa. (1)

Uma equipa de investigadores encontrou vestígios em vários sítios arqueológicos na Europa que mostram que este alimento tinha um lugar importante na dieta dos caçadores-recoletores muito antes da existência de agricultura“, lê-se no Público.

2) Seres humanos já consumiam cereais há mais de 100 mil anos. (2)

Como os evolucionistas acham que o ser humano do passado era menos inteligente e mais primitivo, eles acreditavam que estes últimos alimentavam-se apenas à base de frutas, vegetais, nozes e tubérculos. O conto evolucionista dizia que o consumo de cereais só tinha surgido nos últimos 20 mil anos. E por quê? Porque a preparação de cereais requer alguma mestria e conhecimento (têm de ser triturados, cozinhados e tudo isto requer ferramentas especializadas).

Qual não foi a surpresa deles quando, segundo a sua datação, descobriram que o ser humano já consome cereais há pelo menos 100 mil anos.

3) Seres humanos de há 800 mil anos já dividiam as suas habitações em diferentes compartimentos. (3)

Os evolucionistas descobriram que os seres humanos que viveram há 800 mil anos já dividiam as suas habitações em cozinhas, salas de trabalho e quartos. Uau, e eles que pensavam que esta avançada noção de divisão do espaço era tipicamente homo sapiens sapiens (nossa). Mostra claramente que eles eram muito mais avançados do que anteriormente se pensava, disse o investigador Irit Zohar. Os criacionistas já conhecem bem este cliché evolucionista.

4) A australopiteca Lucy já comia carne e usava faca. (4)

Os evolucionistas dão-lhes estes nomes pomposos, mas falamos de alguém que supostamente viveu há 3.600.000 de anos mas cujas pegadas eram semelhantes às do homem actual. Agora, investigadores encontraram na região de Hadar, na Etiópia, fósseis de ossos de uma vaca e de uma cabra, que tinham marcas de cortes feitas por utensílios de pedra, que sugere que estes fulanos já se alimentavam de carne e usavam utensílios para a cortar e raspar dos ossos dos animais.

CONCLUSÃO

Nesta análise, consideramos a datação convencional evolucionista. Mas não se esqueçam que estas datas são provenientes de interpretação de dados (com muitas falhas já identificadas) e não de observação directa. Mas o ridículo da história evolucionista está mesmo aí… nas datas avançadas.

Quem é que acredita que um ser humano que já utilizava utensílios para cortar a carne ainda não era um humano como eu e tu (certamente não eram talheres da Hello Kitty, mas o princípio de utilizar utensílios estava com eles)? Quem é que acredita que seres humanos que dividiam as suas casas como nós hoje fazemos não eram humanos como eu e tu? Quem é que acredita que seres humanos que já produziam pão há 30 mil anos e já cozinhavam cereais há 100 mil anos não era humanos como eu e tu e que só começaram a praticar a agricultura há 10 mil anos?

Só os evolucionistas, claro. A sua necessidade de manter a narrativa da evolução humana exige que eles classifiquem estes sujeitos como pertencentes a outra espécie que não a nossa. Os dados vão-se amontoando mas os evolucionistas não se conseguem desprender da sua visão naturalista. A sorte deles é que as evidências não falam. Assim podem conjecturar à vontade.

A verdade é que eles não fazem a mínima a quantas andam. Concluo com as declarações honestas de um dos raros evolucionistas honestos do nosso tempo:

Eu não tenho a mais pequena ideia do que significa a capacidade cranial de um fóssil de hominídeo”. […] “Estamos em grandes e sérias dificuldades para tentar reconstruir a evolução da cognição“.