No princípio criou Deus os céus e a Terra


Evidências que derrubam o santuário dos milhões de anos

Toda a teoria da evolução assenta no pressuposto dos milhões de anos. A Terra precisa de ter muitos milhões de anos, os seres vivos precisam de ter muitos milhões de anos de maneira a tornar mais aceitável a ideia de que a vida evoluiu desde o ser unicelular até à biodiversidade hoje existente. Os milhões de anos não são uma condição necessária, mas sim uma condição essencial.

O problema para os evolucionistas é que nos últimos anos têm surgido várias evidências que mostram que nem os seres vivos nem as camadas sedimentares onde os fósseis dos mesmos são achados têm milhões de anos. Os cientistas sabem (porque existe trabalho empírico em laboratório) que o ADN de um organismo morto, privado dos seus mecanismos de constante reparação, desintegra-se rapidamente.

Os estudos publicados a este respeito estabelecem um tecto máximo para a preservação de ADN num organismo morto de 125 mil anos (125.000). Isto a 0ºC. A uma temperatura constante de 10ºC, mais natural no ambiente onde são encontrados os fósseis, este limite máximo cai para 17.500 anos. (Carregar na imagem para ver em tamanho decente)

Sendo assim, a pergunta perturbadora que se coloca aos evolucionistas é a seguinte: por que razão conseguimos nós detectar tecidos orgânicos em fósseis de animais que supostamente terão vivido há milhões de anos, quando estes, segundo aquilo que sabemos a respeito da desintegração molecular, já não deveriam estar lá?

Tecidos orgânicos encontrados em fósseis de penas de 100 milhões de anos (1)

Os melanossomos são organelos que armazenam a melanina e estão presentes nas células. Cientistas norte-americanos conseguiram encontrar esta estrutura orgânica em fósseis de penas que eles afirmam ter 100 milhões de anos. O autor da descoberta reconhece o enigma: “Mas como é que enquadras isto com o facto bem conhecido de que a maioria das moléculas orgânicas decaem em milhares de anos?“. Qual foi a sugestão dele? Um cenário especulativo, que é o melhor que os evolucionistas conseguem arranjar para se safarem das conclusões óbvias.

Melanossomos encontrados em pinguim de 36 milhões de anos (2)

Um grupo de cientistas norte-americanos conseguiu detectar melanossomos num fóssil de um pinguim que, ao que afirmam, tem 36 milhões. Como foi possível estas estruturas orgânicas, privadas dos seus sistemas de manutenção, durarem 36 milhões foi uma questão deixada no esquecimento pelos investigadores.

Resíduos de retina e melanossomos encontrados em fóssil de Mosassauro de 80 milhões de anos (3)

Os mosassauros são répteis que viveram no último período do Cretáceo (145MA – 65MA, segundo a cronologia evolucionista). Se assim é, por que é que os cientistas conseguiram encontrar aquilo que eles afirmam representar “restos da retina“, bem como melanossomos, ao analisar a região do globo ocular deste fóssil de 80 milhões de anos? A questão interessante de como este tipo de estruturas orgânicas resistem milhões de anos ficou novamente esquecida.

Micróbios sobreviveram num cristal de sal por 30 mil anos (4)

O título do artigo científico demonstra o espanto dos autores da descoberta: “Como é que procariontes sobrevivem em inclusões fluidas em halite durante 30 mil anos?“. O ingrediente é sempre o mesmo: especulação, especulação e especulação. Neste post reportei um caso mais absurdo: a sobrevivência de micróbios por 250 milhões de anos!

Produtores de cerveja fazem cerveja com levedura de 45 milhões de anos (5)

A levedura foi encontrada pelo microbiologista Raul Cano no aparelho digestivo de uma abelha fossilizada em âmbar que, alegadamente, tinha 45 milhões de anos. Ele já tinha conseguido ressuscitar bactérias de supostamente entre 25-40 milhões de anos que se encontravam em abelhas também fossilizadas em âmbar. Os adjectivos “miraculoso“, “maravilhoso” e “enigmático” utilizados pelo autor para descrever a descoberta dizem tudo a respeito deste assunto.

CONCLUSÃO

A existência de tecidos orgânicos e ADN funcional (como na imagem à esquerda) em organismos que supostamente ter-se-ão fossilizado há muitos milhões de anos testifica contra a história evolucionista dos milhões de anos. Não são casos pontuais. São vários casos espalhados pelo mundo (1,2,3,4,5). Muitos outros existem além destes aqui referidos e muitos outros continuarão a aparecer.

As evidências vão continuar a amontoar-se. Os evolucionistas continuarão a dar por comprovado aquilo que é necessário comprovar (nomeadamente, que é possível recuperar tecidos orgânicos de seres que têm milhões de anos). Mas, como foi dito no primeiro parágrafo, o estatuto de “condição essencial” atribuída aos milhões de anos evolucionistas fazem com que sempre se tenha de colocar o paradigma naturalista acima das evidências.

Isso acontece porque a teoria da evolução não é científica. Teoria que não tem hipótese de ser falseada não é uma teoria científica. Chama-lhe religião, chama-lhe filosofia de vida, chama-lhe ideologia, chama-lhe o que quiseres. Só não lhe chames científica.


24 comentários so far
Deixe um comentário

É, onde estão seus milhões de anos agora, caros evolucionistas?
Será que Deus terá de descer aqui e dizer: Pessoal, foi EU quem fez isso tudo! Agora querem parar de brigar?
Não acho o evolucionismo inútil, pois foi tentando provar esta tese que muitas outras coisas foram descobertas.
Mas que são teimosos, isto não tenho nenhuma dúvida!
Mas este é o lado bom! Enquanto tiverem que provar tal tese, muitos benefícios surgirão por este meio!
Obrigado evolucionistas! Deus vos abençoe!

Comentar por Rafael

uhum, chama la seu deus.

Comentar por Jesus Cristo

O que é que contestas?A idade da terra ?
Nesse caso não seria só a evolução que fica em xeque-mate, a geologia, a astronomia, cosmologia, fisica…a ciência toda. Quem definiu uma terra de milhões de anos não foram os evolucionistas.
OU o DNA de milhões de anos?
O conhecimento científico evolui ao andar do tempo e não sabemos tudo. Sempre nos surpreenderemos com a natureza. Agora SABEMOS que afinal moléculas biológicas podem permanecer relativamente viáveis por mais tempo. Eu acho que devias discutir os factos científicos das publicações.

Comentar por hermogenes

Olá Hermogenes,

“Nesse caso não seria só a evolução que fica em xeque-mate, a geologia, a astronomia, cosmologia, fisica…a ciência toda. Quem definiu uma terra de milhões de anos não foram os evolucionistas.”

Antes do advento dos milhões de anos a geologia, a astronomia, a cosmologia e a física já trabalhavam. Muitos criacionistas pioneiros nestas áreas não acreditavam numa terra com milhões de anos e não era por isso que deixavam de fazer ciência nesta área.

“Agora SABEMOS que afinal moléculas biológicas podem permanecer relativamente viáveis por mais tempo.”

Tu não sabes (até porque há estudos científicos que mostram o contrário). Tu acreditas que sim apenas porque não podes descartas os milhões de anos. Repara que és tu que ignoras os estudos empíricos, não os criacionistas.

Paz*

Comentar por Marcos Sabino

q estudos?da me 2 apenas

Comentar por hermogenes

Será que ele se convenceu?!

Comentar por Fernando

Sabino,

Peço que revejas a tabela dos tempos de meia-vida do DNA… LOL

Não sabes ler tabelas?

Comentar por Dário S. Cardina Codina

Dário,

“Using the kinetics of DNA depurination, members of the ABG have conducted a comprehensive estimate of the limit of DNA survival, which they believe to lie at 17500 years at a constant temperature of 10ºC (Table 1)”

Não sabes ler textos?

Comentar por Marcos Sabino

Sei pois,

Repara que o DNA é uma grande molécula. Pode não estar intacta mas não desaparece totalmente. Tem um tempo de meia-vida (como está na tabelinha). Podem faltar bases mas dá para trabalhar

Comentar por Dário S. Cardina Codina

LOL!!
Mantenha a paciência, Sabino!

Comentar por Fernando

Sabino,

Pelo que sei, a datação de fósseis se baseia na idade das rochas. Estariam os métodos de datação errados?

http://pt.wikipedia.org/wiki/Geocronologia

“Isso acontece porque a teoria da evolução não é científica. Teoria que não tem hipótese de ser falseada não é uma teoria científica. Chama-lhe religião, chama-lhe filosofia de vida, chama-lhe ideologia (…)” – O que falta para o Evolucionismo ser ciência? E partindo desse pressuposto, o Design Inteligente seria então uma religião?

Comentar por ThiagoZiul

Olá ThiagoZiul,

“Pelo que sei, a datação de fósseis se baseia na idade das rochas. Estariam os métodos de datação errados?”

Há evidências práticas que mostram que sim. Vê estes dois textos: https://alogicadosabino.wordpress.com/2009/04/13/se-os-metodos-de-datacao-fossem-aquilo-que-os-evolucionistas-gostariam-que-eles-fossem/ e https://alogicadosabino.wordpress.com/2009/09/08/metodos-de-datacao-seguidores-e-nao-lideres/

“O que falta para o Evolucionismo ser ciência?”

Ter a possibilidade de ser falseável, como todas as outras teorias científicas.

“E partindo desse pressuposto, o Design Inteligente seria então uma religião?”

Se achas que a ciência deve ser naturalista, então nunca poderias considerar o design inteligente como ciência. Se achas que ela é uma religião porque não é falseável, creio que estás equivocado. Os defensores do DI apontam exemplos para mostrar que é falseável: http://www.uncommondescent.com/intelligent-design/michael-behe-on-falsification/

Paz*

Comentar por Marcos Sabino

Sabino,

“Há evidências práticas que mostram que sim. Vê estes dois textos” – Existem métodos diferentes, realizados sob condições diferentes, que são passíveis de erro.

“Ter a possibilidade de ser falseável, como todas as outras teorias científicas.” – Essa afirmação contradiz com o propósito do seu blog; que é justamente expor situações onde estudos evolucionistas, por qualquer rezão que seja, foram revistos e atualizados. Isto não seria ser “falseável”?

“Se achas que a ciência deve ser naturalista, então nunca poderias considerar o design inteligente como ciência” – Se o DI não é uma ciência naturalista, a que tipo de ciência se enquadra?

“Se achas que ela é uma religião porque não é falseável, creio que estás equivocado. Os defensores do DI apontam exemplos para mostrar que é falseável” – Ok. Suponhamos que o DI seja falseável, portanto é uma CIÊNCIA. O DI, pelo que entendi no pouco tempo que estou lendo sobre o assunto, caminha lado-a-lado com a religião. Seria então a Bíblia falseável?

Não consegui conectar o DI falseável, com a religião não-falseável; de acordo com sua explicação.

Comentar por ThiagoZiul

“Os defensores do DI apontam exemplos para mostrar que é falseável: http://www.uncommondescent.com/intelligent-design/michael-behe-on-falsification/
Hum… nesse site Behe faz uso do exemplo do flagelo bacteriano como sendo de complexidade irredutível, em pleno ano de 2006, mesmo depois de ter declarado, em juízo, que desconhecia qualquer exemplo de complexidade irredutível, durante o julgamento sobre o ensino do DI nas escolas americanas, caso Kitzmiller vs. Dover Area School District.
É interessante a resposta dada por Kenneth Miller, sobre a complexidade irredutível:
“O Defeito da Ratoreira

O design inteligente falha no exame da bioquímica.

Por Kenneth R. Miller

Para poder entender porque a comunidade científica não está muito impressionada pelos intentos de ressuscitar o chamado argumento do desenho, ninguém precisa ver mais além que o próprio ensaio de Michael J Behe. Ele afirma que os sistemas bioquímicos complexos não podem ter sido produzidos pela evolução porque possuem uma qualidade que ele chama de complexidade irredutível. Igualmente às ratoeiras, estes sistemas não podem funcionar a menos que cada uma de suas partes se encontre em um lugar apropriado. Dado que “a seleção natural só pode escolher entre sistemas que já estão funcionando” não existe nenhuma forma pela qual os mecanismos Darwinianos podem ter produzido os sistemas complexos que se encontram nas células vivas. E se estes sistemas não podem ter evoluído, eles devem ter sido desenhados. Essa é a totalidade da “evidência” bioquímica para o design inteligente.

Ironicamente, o exemplo do próprio Behe, a ratoeira, mostra porque a idéia está equivocada. Elimine duas das partes (o gatilho e a barra de metal) e pode ser que não se tenha uma ratoeira mas tem-se uma máquina de três partes que faz um clipe de gravata ou um clipe de papel totalmente funcional. Tirando a mola, tem-se um chaveiro de duas partes. O gatilho de algumas ratoeiras pode ser usado um anzol e a base de madeira como um peso de papel, aplicações úteis das demais partes incluem uma grande variedade de coisas como palitos de dente a quebra-nozes e clipes de papel. O ponto, entendido desde muito tempo pela ciência, é que pedaços e peças das máquinas supostamente irredutivelmente complexas podem ter tido diferentes (mas ainda úteis) funções.

A contestação de Behe de que todas e cada uma das peças de uma máquina, mecânicas ou bioquímicas, devem estar montadas em sua forma final antes que algo de útil possa emergir, é simplesmente falsa. A evolução produz máquinas bioquímicas complexas por meios de copiar, modificar e combinar proteínas previamente usadas para outras funções. Quer exemplos? Os sistemas do ensaio de Behe nos servem muito bem.
Ele escreve que a ausência de “praticamente qualquer uma” de suas partes faz com que o flagelo bacteriano “não funcione”. Mas, adivinhe só. Um pequeno grupo de proteínas do flagelo funciona sem o resto da máquina. É usado por muitas bactérias como um dispositivo para injetar veneno em outras células. Apesar de que a função levada a cabo por esta pequena parte é diferente quando trabalha sozinha, ainda assim pode ser influenciada pela seleção natural.

As proteínas chave que aglutinam o sangue seguem este padrão também. Elas são, na realidade, versões modificadas de proteínas que são usadas pelo sistema digestivo. O elegante trabalho de Russell Doolittle tem mostrado como a evolução duplicou, redefiniu e modificou estas proteínas para produzir o sistema de coagulação do sangue nos vertebrados.

E Behe pode levantar as mãos e dizer que ele não pode imaginar como os componentes que movem as proteínas entre os compartimentos intracelulares podem ter evoluído, mas os cientistas que trabalham com estes sistemas estão completamente em desacordo. Em um artigo da revista científica Cell em 1998, um grupo de cientistas do Instituto Sloan-Kettering liderado por James Rothman, descreveu a extraordinária simplicidade e uniformidade destes mecanismos. Eles também notaram que estes mecanismos “sugeriam de uma forma natural como os muitos e variados compartimentos das células eucarióticas poderiam ter evoluído”. Parece então que os pesquisadores ativos vêem algo muito diferente do que Behe vê nestes sistemas. Eles vêem a evolução.

Se Behe sugerir que as complexidades da natureza, a vida e o universo revelam um mundo de significado e propósito consistente com uma inteligência divina, seu ponto de vista é filosófico, não científico. Incidentalmente, é um ponto de vista filosófico que eu compartilho. Entretanto, para apoiar este ponto de vista, não devemos achar necessário fingir que sabemos menos do que realmente sabemos sobre a evolução dos sistemas vivos. Numa análise final, a hipótese bioquímica do design inteligente fracassa, não porque a comunidade científica de feche a ela, senão pela razão mais básica de todas: porque está irresistivelmente contradita pela evidência científica.”

Comentar por anonymous coward

um tecto máximo para a preservação de ADN num organismo morto de 125 mil anos

o tempo de meia vida não tem nada a ver com isto, 125 mil anos é uma referência matemática.
algo como:
125.000 1000 kg
250.000 500 kg
375.000 250 kg
500.000 125 kg
625.000 62,5 kg
750.000 31,2 kg
875.000 15,6 kg
1.000.000 7,81 kg
1.125.000 3,90 kg
1.250.000 1,95 kg
1.375.000 976, g
1.500.000 488, g
1.625.000 244, g
1.750.000 122, g
1.875.000 61,0 g
2.000.000 30,5 g
2.125.000 15,2 g
2.250.000 7,62 g
2.375.000 3,81 g
2.500.000 1,90 g
2.625.000 0,95 g
2.750.000 0,47 g
2.875.000 0,23 g
3.000.000 0,11 g
http://en.wikipedia.org/wiki/Half-life

Tecidos orgânicos quer dizer que possuem na sua estrutura Carbono e Hidrogénio.
Tendo o ADN estes dois átomos, parece-me que nada foi afirmado sobre a descoberta da molécula de ADN nos fósseis, ou seja, por se encontrar compostos orgânicos não é obrigatório que a estrutura do ADN se encontre intacta.
http://en.wikipedia.org/wiki/Organic_compound
http://en.wikipedia.org/wiki/DNA

São conceitos diferentes., tenta algo mais geral como a decomposição dos tecidos orgânicos.

Comentar por Nuno Dias

Nuno Dias,

“Tendo o ADN estes dois átomos, parece-me que nada foi afirmado sobre a descoberta da molécula de ADN nos fósseis, ou seja, por se encontrar compostos orgânicos não é obrigatório que a estrutura do ADN se encontre intacta.”

No registo fóssil encontras ambas as situações. Qualquer das situações é improvável, segundo aquilo que se conhece a respeito dos índices de deterioração das estruturas moleculares. Os evolucionistas que fazem as descobertas estão cientes disso.

Paz*

Comentar por Marcos Sabino

Sabino, MAIS UM TIRO NO PÉ

1
http://www.biochemist.org/bio/02403/0012/024030012.pdf

Este artigo não contesta a evolução, pelo contrário assume que ela é um facto. O que está em DISCUSSÃO são os métodos de determinação de DNA “velho”:

“…In the case of DNA,some of these issues have been raised and recent reviews have called for more methodical and rigorous approaches to alleviate the present levels of skepticism

Sim, há cepticismo mas não que o DNA possa durar milhões de anos mas sim no método e rigor de extração do própio DNA. Convenientemente te esqueceste de dizer (quanto aos 125 000 anos de durabilidade do ADN):

…The predicted order of survival is DNA, collagen, osteocalcin. This order supports the contention that proteins offer a more stable substrate for ancient biomolecular studies4. These limits are appropriate at burial sites where the thermal history is the determining factor…

Portanto, a duração de biomoléculas depende das condições ambientais. Algo que já me fartei de repetir.

2-http://rstb.royalsocietypublishing.org/content/354/1379/77.abstract

Neste artigo é a mesma coisa, eles assumem que a evolução é um facto. Tu não leste ou se leste não entedeste o artigo. Este paragráfo resume tudo:

…This model was used to evaluate whether useful amino acid and DNA sequence information is preserved in a variety of human, amber entombed insect and dinosaur specimens. Most skeletal remains of evolutionary interest with respect to the origin of modern humans are unlikely to preserve useful biomolecular information although those from high latitude sites may be an exception. Amber entombed insects contain well preserved unracemized amino acids, apparently because of the anhydrous nature of the amber matrix, and thus may contain DNA fragments which have retained meaningful genetic information. Dinosaur specimens contain mainly exogenous amino acids, although traces of endogenous amino acids may be present in some cases. Future ancient biomolecule research which takes advantage of new methologies involving, for example, humic acid cleaving reagents and microchip–based DNA–protein detection and sequencing, along with investigations of very slow biomolecule diagenetic reactions such as the racemization of isoleucine at the β–carbon, will lead to further enhancements of our understanding of biomolecule preservation in the fossil record…

Mais calma…

Comentar por hermogenes

Hermogenes,

“Este artigo não contesta a evolução, pelo contrário assume que ela é um facto. O que está em DISCUSSÃO são os métodos de determinação de DNA “velho”:”

Em nenhuma altura eu disse que o referido artigo contesta a evolução. Naturalmente que os evolucionistas desse estudo não contestam a evolução. O paradigma naturalista é assumido sobre qualquer evidência. Andas distraído e não tens lido os meus posts.

“Sim, há cepticismo mas não que o DNA possa durar milhões de anos mas sim no método e rigor de extração do própio DNA. Convenientemente te esqueceste de dizer (quanto aos 125 000 anos de durabilidade do ADN):

Portanto, a duração de biomoléculas depende das condições ambientais. Algo que já me fartei de repetir.”

Mas o interessante seria vocês darem algum tipo de estudo empírico que mostre isso que vocês tanto afirmam. De especulações e de verbos no condicional (poderiam, deveriam,…) já estamos nós fartos.

Resumindo: trabalho empírico mostra que o ADN num ser morto não se aguenta por mais de 125 mil anos. Os evolucionistas só têm de arranjar algum tipo de dado empírico que rejeite isto.

Paz*

Comentar por Marcos Sabino

A ciência toda está horrorizada.

O Sabino sabe que a ciência não é mais que uma grande conjura contra a versão que ele tem da Bíblia.

Embora os Cristãos de todo o mundo digam que ler no Génesis uma leitura textual seja disparate, os cientistas digam que nada daquilo é possível, o Sabino – mais meia dúzia de fundamentalistas – defendem que sim que é verdade.

Sabem, como nós todos, que não.

Dá-lhes visibilidade.

Enfim!

Como diria alguém cujo nome não me ocorre agora : que Deus lhes perdoe!

Se calhar são ateus disfarçados a tentarem difamar a religião com coisas disparatadas.

Comentar por Joao Melo De Sousa

O desejo de que este paradigma se afirme como ciência “atropela” os dados empíricos em favor da confirmação do Naturalismo e de quebra do Evolucionismo.Há muitas Insuficiências neste Modelo que vão desde a pensamento circular da datação de rochas e fósseis,problemas da datação radiométrica(será que o Uniformitarismo é real?a taxa de decaimento é igual a inicial na Terra?) e no estudo da Diagenesis onde há muitas dúvidas quanto á metodos aplicados ou resultados considerados “esdrúxulos”,mas tudo precisa se acomodar na premissa Naturalista.Se há Dna preservado ou só partes dele ou material orgânico deveria-se avaliar sem pré-conceitos os dados “duros” da investigação.Na Diagenesis percebe-se que há um rompimento do padrão quirial dos aminoácidos e isto me deixa intrigado;porque será que a quiralidade “apareceu” na montagem das Biomóleculas???Aminoácidos “esquerdos” e acúcares “direitos”, a homoquiralidade é um fato,mas a explicação empírica deste, segundo o pensamento Naturalista é um boato.A explicação dos naturalistas é porque há “algumas” reações abióticas que produzem quiralidade ou as ampliam, a explicam.Já é um ato heróico e religioso para o Naturalismo explicar o DNA como código e todas as suas implicações,quanto mais a estrutura quirial deste.

Comentar por jonas

OH meu palhaço,

1. Geogénese (fromação da Terra) e Biogénese (formação de vida) são coisas diferentes.
Lá porque um pinguim datou de há 3 mil anos não quer dizer que a Terra só tenha 3 mil anos…

2. A datação não é feita pelos melanossomas, mas sim no carbono presente neles, ou outro método qualquer.
Se te desses ao trabalho de investigar decentemente descobririas que, no caso dos pinguins, a datação foi feita por argon-argon e não por ADN ou melanossomas…
Muitas vezes os autores destes estudo usam fósseis de museus que foram datados previamente, não só o fóssil em si como O TERRENO GEOLÓGICO ONDE ELE FOI DESCOBERTO.

3. Vários métodos de datação são usados, cada um em seu caso específico.
Como eu já conheço as tuas respostas poupa-me o choradinho das falhas da datação por carbono ou algo parecido.

4. Não percebo DE TODO porque continuas a agrupar estes casos sobre ‘Evolução/Bigbang’. Apesar de não serem mutuamente exclusivos, não têm nada a ver.

Não respondas para não ficares mal Sabino…

Comentar por André

Cara, uma velha lei fisica diz que a materia nao se perde, mas se transforma. quando falamos que materia biologica se decompoe nao falamos que ela desaparece, afinal um material que esta preso entre rochas, mesmo com açao de microorganismos nao vai sair de la de jeito manera né!?
essa fotinha mostra apenas o material morto que foi decomposto mas permaneceu na rocha fossil.
Faça uma experiencia:
jogue sangue numa pedra e a cubra com argila.volte milhoes de anos depoisi.
toda a umidade sai mas a coloraçao avermelhada fica.
as moleculas organicas se disfazem mas devido ao fato de ter penetrado na rocha ainda tera alguma coisa.

Comentar por Anderson du Lustoza

Desejaria saber se a teoria que a Terra tem 4,5 bilhões de idade não comprometeria a idade do Sol, o qual, também deveira ter a mesma idade. Este não deveria ser, então, muito mais quente do que hoje, torrando qualquer tipo de vida na Terra então?

Comentar por ivan souza cerveira




Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s



%d bloggers like this: