No princípio criou Deus os céus e a Terra


Que credibilidade tem um paleontólogo evolucionista? (Ou: como medir o teu nível de ingenuidade)

A reavaliação do fóssil Ardi e as subsequentes conclusões de que ela não pertence à linhagem humana veio perturbar alguns evolucionistas que frequentam este blogue. Eu compreendo… deve ser duro estar sempre a perder “elos perdidos”. Mas eu não tenho culpa, meus ricos. São vocês que decidem acreditar constantemente em indivíduos que desenterram meia dúzia de ossos do chão e os tornam em antepassados vossos.

Eu fico surpreendido (bem, na verdade não fico) com o facto de os evolucionistas amadores (os que andam pela blogosfera) não pensarem nem por um momento algo do género: “Por que é que os alegados elos perdidos são constantemente desmentidos?“. O evolucionista lê no jornal online “Encontrado elo perdido” e nem sequer se questiona “Visto dezenas de outros elos perdidos terem sido falsamente anunciados, será que este é mesmo aquilo que eles dizem ser?“.

Os elos perdidos deveriam ser a coisa mais normal

Se a evolução tivesse realmente acontecido, a coisa mais normal do mundo seria encontrar elos perdidos. Todos os meses, ou até todas as semanas, deveria ser anunciado um elo perdido. Afinal, se todos os animais actualmente vivos estão todos ligados numa gigantesca  árvore da vida, então deveriam existir milhões de elos perdidos e não apenas aqueles anunciados de longe a longe (e mesmo esses disputados por outros evolucionistas).

Infelizmente para os evolucionistas, não é isso que acontece. Eles rejubilam de alegria quando um alegado elo perdido é anunciado. É aí que eles se apercebem da escassez dos mesmos. E para piorar a situação, mesmo esses acabam por ser desmascarados. Mas o mais engraçado é que eles nem sequer desconfiam de que algo de errado se passa.

Os elos que já estiveram perdidos

O celacanto foi, outrora, um grande elo perdido que provava que os peixes tinham rastejado para fora da água. Deixou de o ser quando foi pescado ainda vivo, igual ao seu fóssil de sensivelmente 400 milhões de anos (!!!). Depois, recentemente, apareceu o Tiktaalik para o substituir nessa posição. Foi descartado há pouco tempo.

Daqui a algum tempo vai aparecer outro para ocupar o trono que se encontra sem rei. Eu não tenho dúvida alguma. E vai ser engraçado ver os evolucionistas virem para aqui dizer: “Viste… foi encontrado o elo transitório entre peixes e terópodes. A evolução é real“. Neste processo, esquecem-se dos casos do celacanto e do tiktaalik e nem colocam a hipótese de lhes estar a ser vendido gato por lebre novamente.

Outros que já foram perdidos

A Ida foi até há bem pouco outro ícone evolucionista, festejado com grande pompa. A Lucy foi um elo perdido durante 35 anos até ser descoberta a Ardi. A descoberta da Ardi retirou a Lucy desse estatuto. Agora dizem-nos que a Ardi também não é uma antepassada humana.

Perante tudo isto, que credibilidade pode ter um paleontólogo evolucionista? E a desculpa ronda sempre a mesma treta: “a ciência é assim, está sempre a construir-se“.

Já imaginaram se o evolucionista conseguisse pensar fora da sua caixa?

O constante destronar de elos perdidos deveria fazer os evolucionistas pensarem que algo de estranho se passa. Se os evolucionistas têm dificuldade em encontrar elos perdidos que não sejam disputados, então é porque, se calhar, a evolução não aconteceu. Mas o evolucionista não pode admitir isso porque a outra forte opção, o criacionismo, é impensável porque não naturalista.

Neste processo, eles ignoram o facto de pegadas humanas que supostamente têm 3,6 milhões se encontrarem dentro da variação humana hoje existente.

Para concluir… uma boa maneira de saberes se és uma pessoa ingénua é avaliares com que entusiasmo recebes a notícia “Encontrado elo perdido”. Experimenta da próxima vez. É giro!



Tiktaalik e Panderichthys – 2 coelhos de uma cajadada só
Janeiro 7, 2010, 9:14 pm
Filed under: Evolução/Big-Bang | Etiquetas: , , ,

A fértil imaginação evolucionista e a sua rapidez em tirar conclusões precipitadas de ossos encontrados na terra já são características conhecidas de todos nós. A necessidade de encontrar elos perdidos que comprovem a não-existente evolução biológica faz com que os evolucionistas inventem elos transitórios onde eles não existem.

Tiktaalik

Era assim que os evolucionistas desenhavam o Tiktaalik, um peixe que foi anunciado, em 2006, como sendo o elo definitivo entre peixes e anfíbios. Até o pintaram a sair para fora de água, tal como já haviam feito com o celacanto:

Panderichthys

Este foi outro peixe anunciado como elo transitório entre peixes e tetrápodos. Pintado desta maneira:

Agora, paleontólogos anunciaram a descoberta de pegadas de patas dianteiras e traseiras feitas supostamente 18 milhões de anos antes do aparecimento do Tiktaalik. O que isto significa é que animais tetrápodos já andavam pela Terra muito tempo antes da existência dos alegados elos transitórios mencionados acima. Segundo a Nature:

Elas forçam uma revisão radical do tempo, ecologia, e ambiente da transição peixe-tetrapódo, bem como da perfeição do registo fóssil de corpos“.

Na manhã deste dia, a Physorg trazia uma declaração de Jenny Clark, um paleontólogo de Harvard, a dizer que estas pegadas “explodiam toda a história do “para fora de água“”. Curiosamente, a Physorg tirou a declaração do texto. Compreendo… é uma declaração muito forte que pode colocar dúvidas na cabeça de alguns fiéis da religião evolucionista.

Eis o que o site evolucionista Panda’s Thumb disse na altura a respeito do Tiktaalik:

Once again, science is slowly unraveling the transitions from fish to tetrapod in exquisite detail. Don’t you wish ID had something similar to contribute to our scientific understanding?” (Mais uma vez, a ciência está aos poucos a revelar as transições de peixe para tetrápodo em grande detalhe. Não desejarias que o Design Inteligente tivesse qualquer coisa semelhante para contribuir para o nosso conhecimento científico?)

Mas que grande treta…

Também me pergunto como se estará a sentir o meu amigo do Ceticismo, ele que escreveu a respeito do Panderichthys:

Panderichthys é largamente reconhecido como a forma transicional da evolução dos tetrápodes (sabe como é, né… aqueles fósseis transicionais que os criaBURRIcionistas alegam que não existe)“.

Como ele próprio diria: “BANG! Tiro no pé!”

CONCLUSÃO

A falsa ciência da evolução acabou de levar outro golpe. Mais uma vez, as fantasias dos evolucionistas foram expostas. O evolucionismo é uma vergonha para o bom nome da Ciência. É uma vergonha estes evolucionistas receberem dinheiros públicos para inventarem este tipo de coisas!

Os criacionistas interpretaram estes fósseis como sendo “criaturas-mosaico”, isto é, criaturas que possuem características encontradas em vários tipos de animais, mas que em si mesmos não são transicionais como, por exemplo, o ornitorrinco e o Archaeopteryx. Esta nova descoberta vem dar razão aos criacionistas e detonar os delírios evolucionistas.

O criacionista sabe que é só uma questão de tempo até que as fantasias evolucionistas sejam derrubadas.

PS: Vejam também o comentário que o Creation Safaris fez desta descoberta. Os evolucionistas acreditam em fantasmas… eheh. Hilariante!