No princípio criou Deus os céus e a Terra


Cientista admite: falsa informação e exagero evolucionista tem como propósito atrair a miudagem
Junho 10, 2009, 3:18 pm
Filed under: Evolução/Big-Bang

Todos devem ter ouvido falar da Ida, o fóssil lémur-macaco que foi aclamado como o elo que faltava encontrar para comprovar de vez a teoria que diz que seres humanos e bananas são parentes afastados. Se tu que estás a ler isto ainda não desceste à Terra, aconselho-te a fazê-lo. A Ida não é tudo aquilo que alguns evolucionistas tentaram vender. Depois da revista TIME ter denunciado o alto sensacionalismo em torno da Ida, foi a vez de o PÚBLICO escrever sobre o assunto. Título: Era uma vez a Ida, a maior descoberta de todos os tempos…

O artigo denuncia a forma como o fóssil foi apresentado ao público, transmitindo a ideia de que as ossadas eram a maior descoberta de sempre de um elo perdido e que iriam revolucionar tudo o que se sabia até aqui sobre a evolução do Homem, quando a informação presente no artigo científico era bastante diferente. “Se mais nada fosse dito, e se ninguém estivesse atento, Darwinius masillae ficava na História como nosso antepassado directo com 47 milhões de anos“.

idaÉ provável que pudesse ter sido publicada uma pesquisa mais detalhada“, disse o paleontólogo Christophe Soligo, referindo-se ao resultado dos dois anos de estudo de Ida. O cientista disse ainda: “E pelo menos um dos autores (Phil Gingerich) parece admitir que estiveram sob pressão para coordenar o artigo com os planos de publicidade“.

Portanto, a bajulação da Ida nada mais foi do que uma estratégia publicitária. O que esteve por detrás deste fóssil foram os cifrões e não o interesse científico. Os autores do estudo chegaram a comparar a descoberta da Ida à Mona Lisa, à ida à Lua, ao Santo Graal… disseram também que ela era a 8ª maravilha do mundo. Quando os meios de comunicação ouviram outros paleontólogos sobre o assunto, foi possível perceber que estas alegações eram um autêntico absurdo.

Mas vamos ao que realmente me fez voltar a escrever sobre a Ida. Será que a razão do show em torno do lémur-macaco foi apenas monetária ou terá havido outra preocupação?

É triste, mas é mesmo assim

O Público diz [meu destacado]:

Em resposta a acusações parecidas, Jorn Hurum atenuou o significado do elo perdido.Nós não estamos a alegar que [a Ida] é o nosso ancestral directo. Isso é de mais. Nós só existimos há poucos milhões de anos e a Ida esteve viva há 47 milhões de anos.Mas o cientista assume o espectáculo, que aliás, já tinha sido utilizado no Predador X, que segundo o paleontólogo é a melhor forma de pôr os miúdos interessados em paleontologia.Qualquer banda pop ou atleta faz o mesmo tipo de coisas. Nós, na ciência, temos que começar a pensar da mesma forma“, disse, citado pela “Times Online“.

Incrível. Eles sabiam que as suas declarações à imprensa popular eram exageradas mas admitem que o fizeram porque essa “é a melhor forma de pôr os miúdos interessados em paleontologia“. Com declarações como esta, fica difícil não chamar “religião” ao naturalismo evolucionista.

Só é pena é que os jornais como o Público se deixem cair no ardil montado por aqueles que estão mais preocupados em distorcer a verdade com o intuito de “aliciar” a juventude do que em divulgar o verdadeiro conhecimento científico. A triste palhaçada em torno da Ida era desnecessária se o devido trabalho jornalístico tivesse sido feito.

Dedicatória final

As dedicatórias costumam fazer-se no início, mas decidi colocar esta no final. Neste post, o leitor que assina como Marcus disse:

Caro,

Depois do IDA como tem pretensão de ser cristão?

Pois é Marcus… como diria o rei Salomão (Provérbios 17:28): se tivesses ficado calado tinhas passado por inteligente.

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Os dentistas da “Pré-História”
Junho 8, 2009, 11:18 pm
Filed under: Evolução/Big-Bang

A teoria evolucionista ensinou-nos a pensar que quanto mais recuarmos no tempo, menores serão os sinais de inteligência encontrados. E a Arqueologia mostra-nos isso, certo? Certo?
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Pequenos buracos encontrados em dentes de homens “pré-históricos” revelam que que a odontologia (medicina dentária) já era praticada há 8000-9000 anos (cronologia evolucionista). As pessoas daquele tempo eram extremamente sofisticadas. Praticavam agricultura e faziam jóias complexas a partir de conchas e pedras preciosas.

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Os arqueólogos descobriram pequenos buracos perfeitos em dois dentes molares pertencentes a homens diferentes. Através do microscópio, os cientistas descobriram que os buracos nos dentes eram perfeitamente redondos, excluindo a possibilidade de acção bacteriana. A análise dos dentes indica que a população deste tempo já poderia utilizar brocas de pedra.

Um porta-voz da Associação Dental Britânica disse que a utilização de ferramentas de pedra para tratamento de dentes poderia ser possível mas “surpreendente“, uma vez que a prática de medicina dentária só emergiu muito mais tarde.

O surpreendente preconceito

Claro que notícias destas não surpreendem aqueles que sabem que Deus criou seres humanos racionais e inteligentes. Mesmo levando em consideração a datação evolucionista, vemos que as evidências empíricas não suportam a crença de que o Homem “pré-histórico” era menos capaz do que o Homem de hoje. O que acontece é que o Homem de hoje tem acesso a mais informação, assim como daqui a 200 anos o Homem dessa época terá acesso a mais informação do que aquela que nós possuímos.

Se os evolucionistas não estivessem tão religiosamente comprometidos com o naturalismo evolucionista não seriam constantemente surpreendidos. Por sua vez, este facto encaixa muito bem no criacionismo bíblico. Deus criou o ser humano à Sua imagem e semelhança, um ser racional e inteligente. O evolucionista quer que tu acredites que o homem “anatomicamente moderno” só ao fim de 200 mil anos na Terra é que descobriu que podia tratar os dentes, quando em 6000 anos de história registada nós descobrimos como pôr pessoas na lua.

Darwin stories



Âncora inspirada no design dos moluscos
Junho 7, 2009, 12:03 am
Filed under: Convicções / Fé, Evolução/Big-Bang

Os barcos sofreram grandes alterações nos últimos milénios. No entanto, uma parte deles permaneu praticamente inalterada: a pesada âncora de metal. Em Dezembro do ano passado (2008), cientistas do Instituto de Tecnologia de Massachussets (MIT), inspirados pela habilidade surpreendente de escavação de alguns pequenos moluscos, criaram uma âncora leve e do tamanho de um charuto que desempenha as mesmas funções dos moluscos.roboclam-324x2051

Anette Hosoi, uma das cientistas envolvidas na investigação, disse: “De facto, os moluscos são escavadores muito rápidos. Um dos meus estudantes diz que os lingueirões [tipo de molusco] que observámos são os Ferraris do mundo dos moluscos“.

O RoboClam escava a terra da mesma maneira que os lingueirões. Os cientistas afirmam que este engenho poderá ajudar na exploração dos recursos naturais, como o petróleo.
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Aqui está mais um exemplo da verdadeira ciência a trabalhar para o benefício de todos nós. Se os cientistas partissem para o estudo dos seres vivos tendo em mente que eles exibem características de design, porque criados por uma entidade inteligente, se calhar mais depressa poderíamos aplicar os seus mecanismos em engenhos para nosso usufruto.

Segundo os evolucionistas, os moluscos são dos primeiros animais que apareceram na Terra. Apesar de serem dos animais mais antigos, as suas características de design são já extraordinárias. Mais surpreendente ainda é o facto de eles surgirem no registo fóssil sem antecedentes evolutivos. Segundo os evolucionistas, há muitos milhões de anos ocorreu uma explosão da vida e estes “Ferraris do mundo dos moluscos” simplesmente surgiram.

Os criacionistas já têm uma fé. Por que haveríamos de substituir a nossa fé por outra?



6000 anos para a Eva mitocondrial
Junho 4, 2009, 5:46 pm
Filed under: Evolução/Big-Bang

(Admito que o título foi mal pensado pois já retirou o elemento surpresa. Façam de conta que ainda não viram aquele número ali : D)
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Provavelmente já ouviram falar da “Eva mitocondrial“. Se não ouviram, ainda vão a tempo. Há alguns anos, com base na genética, os cientistas concluíram que todos os seres humanos descendem de uma única mulher – a chamada Eva mitocondrial. Com base no ADN mitocondrial que, pelo que consta, apenas é transmitido pela mãe, conseguiram afunilar todos os seres humanos até uma só mulher.

Antes de continuar, convém dizer que os evolucionistas não acreditam que a Eva mitocondrial era a única mulher à face da Terra, naquela altura. Eles acreditam que ela foi a única mulher que produziu uma linhagem directa de descendentes até ao presente dia mas que co-existiu com outras mulheres.

Os criacionistas sempre rejubilaram com esta descoberta científica, pois reforça o que a Bíblia diz acerca da verdadeira história das origens:

Chamou Adão à sua mulher Eva, porque era a mãe de todos os viventes.” (Génesis 3:20)

Uma das formas de os evolucionistas desconsiderarem este facto era afirmar que o relógio mitocondrial indicava que a Eva mitocondrial tinha vivido entre 100 a 200 mil anos. Lá se ia assim a história dos 6000 anos bíblicos. No entanto, este é um dado model-dependant, isto é, é necessário assumir a Evolução para estes números surgirem.

Como surgiram estas datas?

Como em todas as teorias das origens, como ninguém estava lá no início para accionar o cronómetro, é necessário assumir certas coisas.

Ocorrem mutações no ADN mitocondrial. Assumindo uma taxa de mutação relativamente constante, é possível usar estas mutações como um relógio biológico.  Este relógio foi calibrado tendo em conta a crença de que os humanos e os chimpanzés partilham um ancestral comum. Por exemplo, crê-se que ambos partilharam um ancestral há X milhões de anos. O número de diferenças entre o ADN mitocondrial de um chimpanzé e de um ser humano é Y. Logo, a taxa de mutação é de Y/X. A partir deste valor, faz-se a extrapolação.

Uma data impensável

Alguns anos depois de se ter chegado a esta data, um novo estudo genético veio lançar para a mesa um número tabu para os evolucionistas. Baseando-se no ADN de um antigo czar russo, os investigadores descobriram que talvez o ADN mitocondrial esteja a sofrer mutações 20 vezes mais rápido do que se pensava [*1].

Os autores também fazem referência a um outro estudo onde os investigadores sequenciaram 610 pares de base do ADN mitocondrial de 357 indivíduos de 134 famílias diferentes e repararam que as mutações ocorrem com muito mais frequência do eles pensavam. Estudos evolutivos anteriores fizeram os investigadores pensar que iriam encontrar uma mutação a cada 600 gerações (uma a cada 12.000 anos). No entanto, ficaram “estonteados” por encontrarem alterações em 10 pares de base, o que dá uma mutação a cada 40 gerações (uma a cada 800 anos).

Mais para a frente, o artigo apresenta a controvérsia [meu destacado]:

researchers have calculated that “mitochondrial Eve”–the woman whose mtDNA was ancestral to that in all living people–lived 100,000 to 200,000 years ago in Africa. Using the new clock, she would be a mere 6000 years old.” – (Os investigadores calcularam que a “Eva mitocondrial” – a mulher cujo mtADN foi ancestral de todos os seres humanos – viveu entre 100.000 a 200.000 anos atrás em África. Utilizando o novo relógio, ela teria uns meros 6000 anos)

Os autores tratam de salientar que “ninguém pensa que esse é o caso“, não vão os seus pares pensar que eles são criacionistas e vedar o acesso às publicações científicas e a uma carreira estável numa universidade. Fica claro, mais uma vez, que o que se está a discutir são visões do mundo e não evidência científica. “Ninguém pensa que esse é o caso” porque os autores são evolucionistas e, como tal, não podem pensar que esse é o caso.

CONCLUSÕES

1) Esta nova data de 6000 anos para a Eva mitocondrial é consistente com o relato bíblico sobre a primeira mulher que viveu na Terra. Apesar de não provar a Eva bíblica, é consistente com ela e foi algo que não foi previsto pelos evolucionistas;

2) As datas antigas atribuídas, primeiramente, à Eva mitocondrial deviam-se ao facto de se utilizarem crenças evolucionistas para calibrar os relógios moleculares. Utilizando as taxas de mutação actuais de seres humanos, a data obtida bate em cheio com a Eva bíblica – a mãe de todos os seres viventes;

3) Um cristão nunca deve duvidar da Palavra de Deus apenas porque as circunstâncias do momento parecem ir contra o que ela diz. A Eva mitocondrial foi de 200.000 a 6.000 anos num relativo curto espaço de tempo. Cabe agora aos evolucionistas recorrerem às suas explicações ad hoc para lançar fora este valor (sei de um leitor daqui do blogue que deve estar desejoso de apelar para as suas hipóteses auxiliares : P);

4) Nunca devemos esquecer que todos os cálculos sobre o passado não observável implicam assumir conjecturas que não são passíveis de repetição. Mesmo esta nova data assume certas conjecturas. Esta data de 6000 anos não deve ser o motivo pelo qual a nossa fé fica maior. Este dado apenas serve para mostrar que a ciência, quando correctamente estabelecida, e a bíblia, quando correctamente interpretada, nunca estarão em conflito.
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REFERÊNCIAS OU NOTAS:

[*1] – Artigo integral pode ser lido AQUI.



A proteína do T-rex e o desespero evolucionista
Junho 2, 2009, 11:14 pm
Filed under: Evolução/Big-Bang

No post Quando o paradigma vale mais do que a evidência empírica, a respeito da existência de colágeno num dinossauro supostamente de 80 milhões de anos, eu disse o seguinte:

Quando vocês usam este tipo de evidência e quando vêem as respostas furadas dos evolucionistas, com o intuito de salvarem a sua religião, vocês poderão ver quão desesperados eles estão e quão ameaçada está a sua religião.

O Arnaldo é um destes leitores que tem tentado, ferozmente, salvar a sua religião. No entanto, as suas tentativas de desconsiderar as implicações desta descoberta científica apenas revela que o ateu evolucionista está agarrado a um paradigma e não às evidências científicas. No seu blogue, ele diz coisas que mostram isso.

O Arnaldo comenta aquilo que vem neste site (a vermelho a informação do site, a verde os comentários do Arnaldo):

Contrariando a idéia de que fósseis tão antigos não passariam de rocha em forma de osso, os pesquisadores conseguiram obter quantidades pequenas, mas significativas, de proteína.

– Aqui, o autor(a) mostra que a idéia de fósseis antigos sem quantidade de proteína é uma idéia defasada e que podem em certos casos (que imaginam ser mais numerosos) ter proteínas preservadas. Ou seja, contrariaram a hipótese auxiliar de um fóssil antigo sem proteínas. Portanto é possivel as duas possibilidades: somente rocha e com proteínas.

Isto é uma afirmação movida pela força do paradigma e recorre ao raciocínio circular. O Arnaldo, assim como a Schweitzer, sabe que o T-rex tem 68 milhões de anos e como foi possível encontrar proteína num osso dele, então conclui-se que a proteína pode durar milhões de anos. Isto é puro raciocínio circular, como mostrado neste post. A autora não mostra nada, ela apenas encaixa as novas observações no seu paradigma pré-estabelecido, apesar de essas observações irem contra tudo aquilo que se sabe a respeito da preservação de colágeno em organismos de milhões de anos.

E dizem que é possível repetir a façanha com outros fósseis bem-preservados, o que pode, no futuro, revolucionar a compreensão que temos sobre a evolução dos seres vivos.

– O “revolucionar” não parece ser sinônimo de “refutar”, mas sim de aperfeiçoar a teoria da evolução que está ainda em aberto e sendo aperfeiçoada.

Ingenuidade detectada. O Arnaldo, assim como praticamente todos os evolucionistas, não consegue ver que qualquer observação científica que se faça no futuro, por mais controversa que seja, servirá apenas para “aperfeiçoar a teoria da evolução” e não para refutá-la. Isto porque ela não é científica… tem por trás um poderoso sistema filosófico – o naturalismo.

Todo mundo sempre assumiu que, em qualquer fóssil com mais de 1 milhão de anos de idade, não haveria mais traços de biomoléculas”, contou em entrevista coletiva a americana Mary Higby Schweitzer, paleontóloga da Universidade do Estado da Carolina do Norte e uma das líderes da pesquisa. “Mas o fato é que o microambiente desses fósseis acabou contrariando essa predição.” Schweitzer e seu colega John “Jack” Horner, da Universidade do Estado de Montana, assombraram o mundo em 2005, quando revelaram ter obtido vasos sangüíneos e células de tiranossauro de um fêmur (osso da coxa) do animal.

– Ora, parece que a cientista deixa claro quanto a hipótese que parece não coincidir: de que fósseis com esta duração não tivessem mais tais proteínas (informação divulgada em alguns blogs sensacionalistas). Além do mais, os dados empíricos da duração do colágeno não são necessariamente da teoria da evolução, são auxiliares. Mesmo assim podemos assumir que as predições de que a proteína não seria achada era na verdade uma predição aceita temporariamente e não em definitivo – além de ser uma hipótese auxiliar e não necessariamente participar do núcleo duro da teoria.

Aqui vemos, mais uma vez, o que realmente move a fé do Arnaldo… a posição filosófica (paradigma), e não as evidências científicas. Reparem como o Arnaldo tenta desconsiderar os dados científicos que existem a respeito da preservação de proteína em restos fósseis, tratando-os por “hipóteses auxiliares“. Os dados científicos não deixam o colágeno aguentar num organismo fóssil por mais de 2,7 milhões de anos, no melhor dos cenários. Mas como isso não agrada ao Arnaldo, ele tem de deixar de lado a ciência que tanto ama e chamar a estes dados “hipótese auxiliar“. Reparem como é o evolucionista que tem de fazer contorcionismo para salvar a sua religião.

O trabalho atual é uma continuação dessa fase de descoberta. Nele, os pesquisadores mergulharam ainda mais nas moléculas componentes do fóssil, em busca de algum traço das proteínas que compunham o osso durante a vida do dino carnívoro. E, para sua própria surpresa, eles conseguiram obter colágeno � um dos principais componentes não-minerais dos ossos, e relativamente resistente à degradação química que normalmente ataca as moléculas dos seres vivos após a morte.

– A proteína em questão parece ser relativamente resistente, apesar de sofrer degradação. Como veremos na citação abaixo a quantidade encontrada é muito pequena. Isto parece sugerir que o dinossauro é realmente muito velho.

Reparem como o Arnaldo tenta minimizar a descoberta. A questão não é se encontramos muita ou pequena quantidade da proteína em questão. A questão é termos encontrado a proteína em questão, quando não deveria ser possível encontrá-la nesse e noutro fóssil. Isto é claro, tendo em conta os dados científicos, coisa que parece não interessar ao Arnaldo e aos restantes evolucionistas em geral.

– Agora, na citação abaixo, vem o núcleo duro da investigação:

A comparação foi reveladora: as principais semelhanças do colágeno de dinossauro foram com a mesma proteína encontrada em galinhas modernas. Trata-se da primeira confirmação molecular (e pode-se até dizer genética, já que as proteínas são codificadas pelo DNA) do parentesco próximo entre aves e dinossauros, uma ligação aceita quase universalmente pelos paleontólogos hoje.

– Ou seja, a teoria leva em consideração que estas proteínas, que são “codificadas pelo DNA” são muito similares a de aves. Isto é mais um dado no mundo que gira em torno do parentesco entre aves e dinossauros; o que é um indício de que as aves podem ser evoluídas de dinossauros.

– Criacionistas que dizem que esta pesquisa é suficiente para refutar o evolucionismo, devem, portanto, estar agora de acordo que esta pesquisa está é correlacionando evolução de espécies e não o contrário.

Aqui vemos uma táctica evolucionista muito usada: seleccionar os dados que convêm e esconder do público o cenário geral. É preciso colocar estes dados em perspectiva. No paper publicado, a equipa de Schweitzer revelou que a percentagem de similaridade entre a galinha e o T-rex era de 58%, enquanto que a similaridade entre o T-rex e o sapo e o tritão era de 51% [*1]. A diferença não é grande. Mas não fica por aqui. No mesmo paper, os cientistas apontaram que a percentagem de similaridade entre o ser humano e o sapo é de 81%. Vamos rir um bocado. Se a similaridade entre seres humanos e sapos, que supostamente são parentes afastados, é 23% maior do que a similaridade entre o T-rex e as galinhas, que supostamente têm laços próximos de parentesco, é suposto estes dados servirem de evidência irrefutável de que as aves evoluíram dos dinossauros?

dinossauro_ervaDeterminar percentagens de similaridade depende muito do material genético que é analisado. Nesta comparação, houve sequências do T-rex que se assimilaram mais à galinha, outras que se assimilaram mais ao sapo, outras ao tritão, e outras ainda ao peixe e ao rato. Por outro lado, faltou a comparação com outros répteis como, por exemplo, o aligator e o crocodilo, que poderiam dar similaridades mais significantes. Isto é tudo aquilo que os meios de divulgação científica popular não contam.

E o que é que as similaridades genéticas provam, em termos de alegadas ancestralidades e divisões de ramos? A nível genético, os cavalos estão mais próximos dos morcegos do que das vacas, porouriço exemplo, e a sua fisionomia não tem nada a ver. Os cangurus têm grande similaridade genética com os seres humanos. Os seres humanos e as bananas têm uma similaridade percentual de 50%. Os ouriços do mar têm uma percentagem de similaridade de 70% com os seres humanos. Isso prova alguma coisa? Prova! Prova que os ouriços do mar e os humanos têm uma similaridade genética de 70%. Qualquer interpretação que se dê aos números não passa disso mesmo… interpretação.

As percentagens de similaridade entre os organismos provam aquilo que nós quisermos provar.

CONCLUSÃO

O resto do post do Arnaldo é mais do mesmo: “É possível proteína durar 80 milhões de anos num dinossauro porque foi encontrada proteína num dinossauro de 80 milhões de anos”. Os evolucionistas recorrem a hipotéticas explicações para justiticar a presença de colágeno em dinossauros, encostando para o canto os dados científicos, que passam apenas a meras curiosidades sem valor.

Não censuro o Arnaldo por estar a tentar salvar a sua fé evolucionista, nem por apenas citar textos de meios de comunicação populares. Se eu fosse um evolucionista ferrenho se calhar também estaria a fazer o mesmo. O Arnaldo recorre aos artigos da Agência noticiosa FAPESP e a um site que tem o nome de Enciclopédia. Menção ao paper sobre o trabalho empírico realizado a respeito da duração do colágeno nem vê-lo. E no fim ainda tem a coragem de dizer:

Uma das minhas conclusões pessoais, é que é obvia: não acredite em qualquer mídia que lê. Algus blogs vem deturpando a bel prazer dados – com os mais obscuros objetivos.

Irónico. O meu desejo é que continuem a usar esta grande evidência contra os milhões de anos evolucionistas e deliciem-se com o espernear dos evolucionistas.
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REFERÊNCIAS OU NOTAS:

[*1] – Resumo pode ser visto neste link.



Carimbo encontrado em Jerusalém prova existência de família bíblica
Junho 1, 2009, 2:02 pm
Filed under: Convicções / Fé

Arqueólogos israelitas encontraram em Jerusalém um sinete (uma espécie de carimbo) com cerca de 2.500 anos de idade que, segundo eles, mostram o valor da Bíblia como fonte de documentação histórica. O sinete estampa o nome da família Tema, a qual, de acordo com o Livro de Neemias, estava entre os exilados que retornaram à Judéia no ano 537 aAC. após o fim do cativeiro na Babilónia.

É um nexo entre as provas arqueológicas e o relato bíblico, ao evidenciar a existência de uma família mencionada na Bíblia“, diz a arqueóloga Eilat Mazar, que dirigia as escavações.

Mazar explicou que, segundo a Bíblia, os Tema viviam numa região de Jerusalém conhecida como Ofel, designada especialmente aos servidores do Primeiro Templo, construído pelo rei Salomão no século 10 a.C.. O relato bíblico conta que, após os israelitas terem sido deportados à Babilónia por Nabucodonosor, depois de este conquistar Jerusalém em 586 A.C., os Tema estavam entre as primeiras famílias a retornar à Judéia.
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Modificado a partir do original Arqueologia BíblicaCarimbo prova existência de família bíblica



O Homo erectus falava? E esta, hein?
Maio 30, 2009, 1:38 am
Filed under: Evolução/Big-Bang

Ossos da coluna vertebral de 5 espécies de Homo erectus descobertos em Dmanisi, na Geórgia, suportam a ideia controversa de que eles falavam. Os fósseis descobertos foram datados de 1,8 milhões de anos e compreendiam 5 vértebras – duas torácicas, duas cervicais e uma lombar [*1].

A equipa de cientistas do Georgian State Museum, em Tbilisi, comparou o tamanho, a forma e o volume das vértebras dos hominídeos de Dmanisi com mais de 2,200 ossos correspondentes de humanos, chimpanzés e gorilas. “A coluna vertebral de Dmanisi encontra-se dentro da variação humana e poderia acomodar, confortavelmente, a medula espinhal de um humano moderno“, afiançou Meyer [meu negrito].

O cientista afirmou que as vértebras fossilizadas eram capazes de providenciar estruturas amplas para sustentar os musculos respiratórios, necessários para articular palavras. “Embora seja impossível confirmar se o nosso antepassado pré-histórico falava, o Homo erectus de Dmanisi não enfrentava limitações respiratórias na fala“, avançou Meyer.

skulllb12David Frayer, da Universidade de Kansas, em Lawrence, observou que “as vértebras de aparência moderna de Dmanisi são compatíveis com estudos anteriores sobre crânios fossilizados e indicam que as primeiras espécies do género Homo possuíam uma extensão vocal preparada para falar.

Robert McCarthy, da Universidade Atlântica da Florida, não concorda que o Homo erectus tivesse capacidade para falar. O cientista afirma que todos os membros do género Homo possuíam um pequeno conjunto de vértebras cervicais, que resultaria numa extensão vocal com variedade limitada de sons e fala.

Meyer responde dizendo que muitas populações hoje, incluindo os aborígenes da Austrália, possuem vértebras cervicais comparáveis àquelas que a equipa de McCarthy considera inadequadas para falar.
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Aqui está mais um exemplo de como os indivíduos classificados de Homo erectus eram seres humanos como eu e tu, cujas características se encontram dentro da variação humana. A raça humana é muito variada, não é verdade? Coloca um aborígene da Austrália ao lado de um europeu industrializado e terás ali dois indivíduos que podem indicar uma separação cultural de milhões de anos mas que, no entanto, são contemporâneos e nenhum é mais humano que outro. O facto de podermos dizer que o europeu industrializado evoluiu do aborígene australiano não significa que isso aconteceu na realidade.homo_erectus2

Esta evidência mostra-nos que o Homo erectus tinha tudo o que era preciso para falar. Por que razão Robert McCarthy e a sua equipa negam que os erectus podiam falar? Por que razão o artigo refere, no primeiro parágrafo, que a ideia de que os erectus falavam é “controversa”? Simples. Porque, segundo o paradigma evolucionista, ainda não era suposto o ser humano falar há 1,8 milhões de anos [*2]. É cedo demais. Estes fósseis do Homo erectus são os mais antigos que se conhecem. Como explicar o facto de o ser humano já falar há 1,8 milhões de anos e só se ter lembrado de registar a sua história há coisa de 6000 anos? Como explicar o facto de o ser humano já falar há 1,8 milhões de anos e só se ter lembrado de criar civilizações e erigir monumentos megalíticos há coisa de 6000 anos? Será que em 1,8 milhões de anos nenhum erectus se ia lembrar de dizer: “Ei Mike, e que tal inventarmos uma forma de escrita para não esquecermos coisas mais importantes?

Realmente, é verdade que a ciência evolucionista está sempre a evoluir. A fala era uma característica atribuída apenas ao Homo sapiens. Entretanto, novas evidências indicam que o Homo neanderthalensis tinha tudo o que era preciso para falar. As evidências indicam, também, que o Homo erectus tinha tudo o que era preciso para falar. As novas descobertas cada vez vão mais ao encontro do relato bíblico da Criação, que diz que o ser humano foi criado já com inteligência e capacidade de comunicar.
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P.S.: Não se esqueçam… A Lógica do Sabino é o sítio onde vocês podem ver a teoria da Evolução ser refutada à medida que novas descobertas são feitas.
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REFERÊNCIAS OU NOTAS:

[*1] – Já tinha este post no arquivo há alguns meses e reparei hoje, ao colocá-lo online, que o artigo já só está disponível para assinantes. Podem visualizá-lo completo AQUI.

[*2] – Quem é leitor assíduo do blogue já sabe que eu não aceito estas datas de milhões de anos atribuídas aos fósseis. Mas para quem não sabe, nunca é demais lembrar que apenas as uso para mostrar a irracionalidade da teoria evolucionista, mesmo utilizando os seus conceitos.