No princípio criou Deus os céus e a Terra


Criacionismo no XV Congresso Nacional de Jovens
Outubro 18, 2010, 6:03 pm
Filed under: Desabafos

Este ano, o congresso nacional de jovens evangélicos em Portugal vai abordar o tema do Criacionismo e Defesa da Fé. Devo tirar o chapéu a quem sugeriu este tema, pois é um tema muito pouco falado nas igrejas evangélicas actualmente. Esta é a prova de que o assunto está a ficar cada vez mais vivo.

E isto é bom… significa que mais jovens vão ficar a conhecer melhor a teoria não-científica da evolução, juntamente com as suas falhas e pontos fracos e vão estar mais bem preparados para defender a verdadeira origem das espécies – o criacionismo bíblico.

Portanto, inscreve-te já!

Data: 30/10 a 1/11 de 2010
Local: Inatel Quinta do Castelo, Santa Maria da Feira

Podes-te inscrever através do site http://jovens.lifeofgame.net. Regista-te, pesquisa “Inscrição” e preenche os dados. Depois é só seguir as instruções.

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“Fósseis vivos” encontrados no espaço
Outubro 15, 2010, 7:24 pm
Filed under: Evolução/Big-Bang

Galáxias que só deveriam ter existido há muito tempo, afinal de contas, estão vivas. A descoberta foi feita por cientistas da Universidade de Swinburne, que se referiram a este achado como aos “dinossauros vivos” do espaço: “galáxias que simplesmente tu nunca esperarias encontrar no mundo de hoje“. Publicado na Nature.

Pensava-se que as galáxias muito turbulentas representavam os estágios mais antigos da evolução do Universo, afirma o artigo. Então, algo está errado. “A sua existência mudou as nossas ideias a respeito do que alimenta a formação das estrelas e de como é importante o seu conhecimento“, disse Karl Glazeburg, porta-voz do grupo. “Pensávamos que estas galáxias não existiam. Descobrimos que afinal existem, mas são extremamente raras“, completou.

Isto traduzido para português corriqueiro significa: “aquilo que julgávamos saber está errado… mais uma vez”. O professor Glazeburg e os seus homólogos perdem a credibilidade quando dados que deveriam ter falsificado as suas teorias são readaptados em novos esquemas retóricos, como “fósseis vivos” – uma contradição de termos. Se eles estão vivos, se calhar nunca estiveram mortos. Parece lógico, não?

Como é que alguém deposita uma confiança cega em sujeitos que estão constantemente a dizer “agora é que é”? Um monte de incongruências são descobertas mas eles nunca admitem (salvo raríssimas excepções) que não fazem ideia do que estão a falar.

Quanto a ti… talvez não fosse má ideia, de vez em quando, desconfiar um pouco das grandes declarações feitas pelos cientistas… e então se forem evolucionistas…



Fóssil de Pelicano Embaraça Evolucionistas
Outubro 14, 2010, 9:46 pm
Filed under: Evolução/Big-Bang

Em mais um exemplo de um animal que se esqueceu de evoluir:

“Segundo recentes descobertas fósseis, pelicanos que se assemelham aos pelicanos actuais já andavam a capturar peixes enquanto os nossos ancestrais ainda se baloiçavam nas árvores.”

Impressionante. Em menos de 6 milhões de anos, os ancestrais dos seres humanos desceram das árvores, desenvolveram cérebros maiores, adquiriram uma postura erecta e todas as outras coisas que nos distinguem deles, mas o nobre pelicano, em 30 milhões de anos, ficou essencialmente na mesma.

“A identificação de um bico de pelicano com 30 milhões de anos (e extremamente bem preservado) levanta questões sobre o porquê da evolução ter deixado esta ave praticamente na mesma durante este longo período de tempo.”

Nunca lhes passa pela cabeça que se calhar esse “longo período de tempo” nunca aconteceu ou que a evolução nunca aconteceu.

“Segundo Antoine Louchart da Universidade de Lyon (França), o praticamente completo fóssil do bico, datado com a idade de 30 milhões de anos e encontrado na área de Luberon (sudeste da França), assemelha-se aos bicos de outros 7 pelicanos modernos. As semelhanças são tais que o animal a quem pertencia o fóssil foi englobado no genus Pelecanus.”

Notem a constante referência aos “30 milhões de anos”. O motivo de tal reforço de ideia não é científico, uma vez que dizer-se que o fóssil tem 30, 40 ou 100 milhões de anos não vai aumentar o nosso conhecimento sobre o animal em causa. Se eu disser que o fóssil tem 3 mil anos, será que ele deixa de ser tão semelhante aos animais da mesma espécie que ainda existem? Não.

A constante referência aos não-existentes milhões de anos tem apenas um propósito ideológico; serve para tentar manter o achado dentro da mitologia da evolução. O nosso conhecimento não vai aumentando à medida que o texto vai repetindo “30 milhões de anos, 30 milhões de anos, 30 milhões de anos”.

Existe explicação evolutiva?

Claro que os adivinhos evolucionistas tiveram que inventar um esquema para explicar a não-evolução deste animal:

“A falta de modificação evolutiva pode sugerir que o bico [do pelicano] atingiu um estado evolutivo óptimo, tanto para o voo como também para alimentação.”

É isso! O facto do bico deste animal se ter mantido praticamente na mesma durante os imaginados “30 milhões de anos” não é porque os 30 milhões de anos são falsos e nem é porque a evolução nunca aconteceu, mas sim porque o bico já tinha atingido a forma “perfeita” para as funções que os pelicanos modernos ainda desempenham. Não se sabe como é que eles estão cientes que a forma actual do bico do pelicano é a forma “óptima”, mas palpito que a resposta será tautológica:

  • O bico não evoluiu porque atingiu a forma óptima.
  • Nós sabemos que atingiu a forma óptima porque não evoluiu.

CONCLUSÃO

No blogue Darwinismo podem ler uma conclusão mais completa a este post. Eu fico-me por constatar que enquanto os evolucionistas não conseguirem pensar fora da sua caixa naturalista, vão continuar a acumular surpresas em cima de surpresas. Claro que para criacionistas estes dados não são nenhuma surpresa.



O anão mais forte do mundo
Outubro 12, 2010, 9:14 pm
Filed under: Evolução/Big-Bang

Estava há uns dias no site da Prozis a comprar os meus suplementos desportivos e dei com uma notícia relativa ao culturista mais pequeno do mundo. Que coisa fofa:

Chama-se Aditya Romeo, é indiano e mede apenas 84cm!

Na região onde vive todos conhecem a sua proeza de conseguir levantar halteres de 1,5kg. 1,5kg em cada braço pode parecer muito fraquinho, mas tendo em conta que Romeo apenas pesa 9kg (!!!) não é assim nada de se subestimar.

Grande variação humana

Quando eu vi esta notícia lembrei-me logo da grande variabilidade humana. O nosso planeta acolhe tanto homens com mais de 2 metros e meio como homens como Aditya Romeo, com menos de 90cm de altura. O senhor Romeo é um ser humano como eu e tu. Acho que ninguém tem dúvidas disso. Não é mais primitivo que eu ou tu nem está a caminho de evoluir para outro ser.

Felizmente o senhor Romeo vive hoje entre nós. Se o senhor Romeo apenas existisse na versão fóssil, o seu crânio provavelmente estaria hoje exposto num museu de História Natural como um antepassado primitivo do ser humano moderno. Um elo perdido, talvez.

Afinal de contas, o Homo floresiensis tinha cerca de 1 metro de altura (mais 26cm do que o Romeo) e a maioria da comunidade evolucionista não o classifica como um Homo Sapiens Sapiens. Imaginem o que não diriam de indivíduos como o senhor Romeo.

Ninguém se atreveria a classificar o senhor Romeo como uma espécie diferente. E se o fizessem, ele estaria cá para se defender. A história é diferente no que toca ao Homo floresiensis. É que este já morreu e dele já só temos os ossos. Como os ossos não falam, os evolucionistas estão à vontade para fantasiarem os seus cenários miraculosos e racistas, sem que ninguém lhes aponte o dedo. O Homo floresiensis não se pode defender.

Quanto a ti, pensa só que se engolires e defenderes tudo o que os paleoantropólogos evolucionistas dizem a respeito dos homo não-sapiens sapiens poderás estar a discriminar uma pessoa como o senhor Romeo.



Mito sobre o Homem de neandertal finalmente morreu?
Outubro 11, 2010, 10:00 am
Filed under: Evolução/Big-Bang | Etiquetas: ,

Se já abandonaste as carteiras da escola há algum tempo, provavelmente mostraram-te imagens como esta associada ao homem de neandertal:

Não te podiam mostrar um homem como o teu pai como ilustração de um homem que viveu há 300 mil anos e se extinguiu há uns 30 mil anos. Afinal de contas, há uma história evolutiva para manter, um cenário que deve mostrar que o ser humano moderno evoluiu de seres mais grotescos, mais primitivos, mais brutos e menos inteligentes. Em suma, menos humanos. E nada melhor para isso do que usar o poder da imagem para gravar algo na memória da criançada.

Neste processo, nem passa pela cabeça da criança que aquilo que está a ver é apenas uma representação arbitrária do tal ser humano em questão e, na maioria dos casos, longe de corresponder à verdade. Afinal de contas, é o próprio Viktor Deak, um dos mais conhecidos paleoartistas da actualidade que o afirma: Recriações desse tipo são hipóteses. Dez especialistas diferentes produzirão dez imagens diferentes.

Cartada final?

Agora, uma nova análise levada a cabo por cientistas da University of Colorado Denver mostra que os neandertais foram subestimados e, na realidade, são mais avançados do que se pensava (1). Os evolucionistas pensavam que os neandertais só conseguiam desenvolver ferramentas modernas quando em contacto com o Homo Sapiens. No entanto, segundo os autores deste novo estudo, os neandertais conseguiam adaptar-se, inovar e desenvolver tecnologia por eles próprios (algo que outros investigadores já tinham mostrado).

Julien Riel-Salvatore, coordenador do estudo, disse que o mesmo desafia meio século de sabedoria convencional que defendia que os neandertais eram homens das cavernas primitivos que foram ultrapassados por humanos mais avançados. Ele afirmou: “Basicamente, eu estou a reabilitar os neandertais“. “O facto de os neandertais conseguirem adaptar-se a novas condições e serem inovadores mostra que eles eram culturalmente semelhantes a nós“, disse.

Concluiu dizendo: “A minha investigação sugere que eles eram tipo de humano diferente, mas humano, apesar de tudo. Nós somos mais irmãos do que primos distantes“. Isto é aquilo que os criacionistas têm vindo a dizer neste último meio século. Pelos vistos estamos 50 anos à frente dos evolucionistas. Os neandertais eram diferentes, mas humanos. Tal como um romeno é diferente de um brasileiro, ou um moçambicano é diferente de um dinamarquês, ou um pigmeu é diferente de um japonês. Diferentes, mas humanos.

Neandertais também tinham sentimentos

Para além de se maquilharem, eles também tinham uma grande sentido de compaixão, uma das características tipicamente humana. Foi a conclusão de um estudo realizado por investigadores da Universidade de York (2).

CONCLUSÃO

Perante tudo isto, é difícil perceber por que razão a ScienceDaily mantém uma representação grotesca do homem de neandertal (à esquerda). À falta de evidências que corroborem o conto fantasioso da teoria da evolução, nada melhor do que continuar a usar o poder da imagem e mostrar um homem de neandertal que está longe de se adequar ao que dizem os factos científicos.



Ritmo de afastamento da Terra em relação ao Sol refuta longevidade da Terra
Outubro 10, 2010, 1:11 am
Filed under: Evolução/Big-Bang

Um dos factores que possibilita a existência de vida no nosso planeta é a distância do Sol em relação à Terra, que permite temperaturas amenas. No seu livro Home Alone in the Universe, o cientista Guillermo González, defensor do Design inteligente, chama a atenção para este mesmo facto. Se o Sol estivesse um pouquinho mais perto da Terra, a água evaporaria. Um pouco mais distante, a água congelaria.

O cálculo mais preciso da distância do Sol em relação à Terra foi concluído em 2004 pelos cientistas russos Gregoriy Krasinsky e Victor Brumberg: uma Unidade Astronómica (UA), que corresponde a 149.597.870,696 quilómetros. É muito quilómetro. Mas também descobriram outra coisa. Descobriram que a Terra se está a afastar do Sol a um ritmo de 15cm por ano. Não parece muito, mas é o suficiente para a Terra passar por um resfriamento global daqui a algumas centenas de milhões de anos.

Só que isto faz-nos voltar ao 1º parágrafo: se o Sol estivesse um pouquinho mais perto da Terra, a água evaporaria. Um pouco mais distante, a água congelaria.

Então a pergunta incómoda é: se a Terra tem 4.700.000.000 de anos, como defendem big-bangers e os evolucionistas, como é que a Terra sempre esteve habitável durante todo este alegado tempo que decorreu?

Se nos mantivermos fiéis aos princípios uniformitaristas defendidos pelos geólogos evolucionistas, que acreditam que os processos são constantes, isto é, acontecem sempre ao mesmo ritmo, e aplicarmos isso à evolução do Sistema Solar, podemos ver que há 4.700.000.000 anos o Sol estaria 705.000 km mais perto da Terra. É claro que isso nunca pode ter acontecido, caso contrário o primeiro ser auto-reprodutivo nunca poderia ter nascido não se sabe bem do quê ou de onde.

É nestas alturas que a máxima de James Hutton de que “o presente é a chave do passado” é metida na gaveta e é assumido que as coisas nem sempre foram como são agora. Isto, de maneira a manter uma história evolutiva passível de ser razoável.

CONCLUSÃO

Estes são os dados que existem e aquilo que podemos observar. Criacionistas e evolucionistas têm acesso aos mesmos dados. A forma como cada um interpreta os dados é que é diferente. Este afastamento de 15cm/ano da Terra em relação ao Sol mostra que não podem ter decorrido tantos anos como aqueles que os evolucionistas afirmam que a Terra tem. Não haveria condições para a existência de vida.

Este é apenas um dos vários métodos não-radiométricos que atentam contra a antiguidade da Terra.
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Editado: corrigido de 705.000.000km para 705.000km


Tinta de 150 milhões de anos que ainda escreve (e olha ali o Pai Natal a voar)
Outubro 7, 2010, 8:22 pm
Filed under: Evolução/Big-Bang

É difícil de acreditar que um pneu furado que ainda está a perder ar tem dezenas de anos. Não pode ser. Já não haveria ar dentro dele. Da mesma maneira, é difícil imaginar como é possível existirem partes tão moles e “aguadas” como uma bolsa de tinta dentro de uma rocha que tem 150 milhões de anos. Não sou eu que o digo (apesar de concordar), é o Dr. Phil Wilby, o responsável pela descoberta. E ele explica por quê:

O processo de decomposição normalmente significa que apenas as partes duras de um animal são preservadas“. (BBC)

O cientista disse que esta lula (de 150 milhões de anos) é semelhante às lulas modernas (às que vivem hoje). Por semelhante leia-se “iguais”. O “semelhante” é um eufemismo evolucionista para disfarçar a falta de evolução patente. Mas o facto de terem transcorrido 150 milhões de anos e não haver sinais de evolução nesta lula não é o mais surpreendente. Espantem-se:

A estrutura [da tinta] é semelhante à tinta de uma lula moderna e por isso podemos escrever com ela“.

O DailyMail afirma que a probabilidade de encontrar algo tão delicado como uma bolsa de tinta intacta de uma lula depois de tanto tempo é de um num bilião. Ou seja, um número que torna o evento impossível. Mas só é impossível caso realmente o tempo transcorrido tenha sido de 150 milhões. Assim sim, é impossível. Mas se a Terra apenas tiver alguns milhares de anos, como esta e muitas outras evidências assim sugerem, então este é um evento normal. Interessante, ainda assim, mas normal.

Perante tal evidência, o Dr. Phil Wilby admite que os fósseis não demoram um longo período de tempo a formarem-se:

We call it the Medusa effect – specimens turn to stone within a matter of days, before the soft parts can be eaten away.”(Chamamos-lhe o efeito Medusa – os espécimes ficam em pedra numa questão de dias, antes que as partes moles possam ser comidas).

CONCLUSÃO

É difícil imaginar como é possível existirem partes tão moles e “aguadas” como uma bolsa de tinta dentro de uma rocha que tem 150 milhões de anos“, disse o evolucionista Phil Wiilby. Os criacionistas concordam e vêem evidências palpáveis que claramente apontam para um enterro recente.

Casos de preservação extrema brotam constantemente em todos os continentes. Se o evolucionista não estivesse comprometido com uma visão naturalista do Universo, ele conseguiria ver que nem esta criatura nem a rocha onde ela foi encontrada tem milhões de anos.

Tinta com 150 milhões de anos semelhante à tinta das actuais lulas e que ainda escreve? Sim, é ridículo e, por acaso, até vai contra aquilo que se sabe a respeito dos processos de decomposição dos organismos vivos… mas se és evolucionista já sabes que, não poucas vezes, tens de fechar os olhos ao que os dados científicos dizem.