No princípio criou Deus os céus e a Terra


Católica praticante “márcia” comenta sob o nome de “carlos BINNA” e fala bem si própria
Maio 29, 2010, 1:40 pm
Filed under: Desabafos, Estupidez/Fanatismo/Ignorância ateísta

O escritor português Fernando Pessoa é célebre por ter escrito sob a forma de heterónimos, autores fictícios com personalidade própria. Esta moda dos heterónimos também chegou aos blogues.

Há dias, o Mats do blogue Darwinismo denunciou um ateu que deixou um comentário com outro nome, onde defendeu a suposta outra pessoa e criticou os cristãos que, segundo ele, não conseguiram “responder direito aos argumentos deles“. Além disso, encarnou numa cristã incrédula.

Agora, também aqui n’A Lógica do Sabino pudemos há dias ter a honra de receber o heterónimo “carlos BINNA”, autor fictício criado pela católica praticante márcia. A márcia provavelmente não acompanha o blog Darwinismo, senão saberia que o wordpress regista os IP’s de quem comenta e escusava de passar por esta situação embaraçosa.

Eis o comentário que ela deixou através do nome “carlos BINNA”:

Meus caros Sabino e Isaías; vocês estão ficando encurralados, quando não encontram saída, apelam para o velho jargão: conversa de ateu; realmente a resposta de quem está sem saída.
Primeiro era o Franco, agora a Márcia. Misericórdia, não queria estar na pele de vocês.
Vocês não conseguem responder nada com coerência.
Afinal, porque nascem pessoas tão diferentes? pobres, ricos, doentes, cegos, aleijados e tantos outros flagelados. Será que Deus escolhe, tipo, você vai nascer rico, você pobre, você com saúde, você doente e assim por diante?
O Franco perguntou e ninguém de vocês conseguiu responder, por quê?

E o print screen:

A minha pergunta é: por que razão uma católica praticante, que  já terá visto em algum lado na bíblia que mentir desagrada a Deus, faz-se passar por quem não é para dar alguma força ao seu comentário? Uma vez que a márcia não acredita no Deus de Adão e Eva, talvez o deus em que ela acredita não se importe com este tipo de atitudes.

Aproveito para dizer que ninguém aqui está a combater para ficar por cima ou para não ficar mal. Este espaço apenas serve para trocas honesta de ideias. Não é necessário deixar comentários com nomes de outras pessoas para dizer que a pessoa X (a mesma pessoa) é que está certa naquilo que diz.



Mais evidências irrefutáveis do Evolucionismo
Março 27, 2010, 6:29 pm
Filed under: Estupidez/Fanatismo/Ignorância ateísta, Evolução/Big-Bang

Atenção… o professor Ludwig deu mais uma evidência de como é possível toda a biodiversidade existente ter surgido de um único ser de uma célula: a existência de lagartos de cores diferentes.

O evolucionismo e as suas evidências irrefutáveis…



A César o que é de César, a Deus o que é de Deus
Março 2, 2010, 10:37 pm
Filed under: Convicções / Fé, Estupidez/Fanatismo/Ignorância ateísta

Estamos numa altura muito peculiar na História registada da Humanidade. Estes últimos anos têm sido marcados pelas constantes catástrofes naturais que têm assolado diversas regiões do planeta. Nada que seja de estranhar, à luz do que a Palavra de Deus diz sobre os últimos tempos.

No entanto, estas alturas são também alturas em que os ateus saem à rua com o cliché habitual do “se Deus existisse não haveria catástrofes“, esquecendo-se do que a própria Bíblia diz sobre as catástrofes e o por quê de existirem tais coisas neste mundo. Apesar disso, a fúria do ateu está mal direccionada. O ateu procura culpar os inocentes e inocentar os culpados. Estou convicto que as catástrofes naturais são o resultado da acção humana, que tem cortado à natureza em nome da globalização. Se eu fosse adepto da hipótese Gaia, diria que as catástrofes naturais são o grito da Terra, quando esta se queixa do mal que lhe têm feito.

Terramoto no Haiti

A Physorg trouxe há algumas semanas os desabafos de Kathleen Tierney, directora do Natural Hazards Center, nos EUA. O título dizia: “O terramoto do Haiti lembra-nos que os desastres se podem evitar“. Habituada a lidar com situações de catástrofe, ela diz que “não existem desastres inevitáveis” e que “não existe tal coisa como desastre natural“. Ela não está a dizer que há forma de “expulsar” os tornados ou os terramotos, mas sim que os seres humanos pouco fazem para minimizar as perdas e os estragos. Relativamente ao terramoto do Haiti, eis o ponto:

A cidade de Port-au-Prince aumentou em tamanho e população sem que tivesse sido dada atenção ao facto de que se situa numa zona sísmica, localizada na fronteira entre duas placas continentais. Não foram feitos esforços no sentido de se construírem edifícios resistentes a sismos. Não foram colocadas restrições relativamente ao como e ao onde os edifícios foram construídos. Muitas casas foram construídas em locais susceptíveis a deslizamento de terra“.

Inundações na Madeira

A ilha da Madeira, que pertence a Portugal, foi atingida por sucessivas inundações na semana passada. Mais de 40 pessoas perderam a sua vida, para além dos milhões de euros em prejuízos materiais. O que poderá causar revolta em muita gente é o facto de este ser um desastre que já vinha sendo anunciado desde pelo menos há 2 anos a esta parte.

Enviaram-me para o mail um excerto do programa Biosfera que passa na RTP 2. O vídeo fala sobre o perigo que pode advir do facto de se cortar à natureza para construir infra-estruturas. O interessante é que o vídeo é de Abril de 2008. Podem vê-lo. Tem 5 minutos:

[Youtube=http://www.youtube.com/watch?v=aTf0h3nobAs]

A César o que é de César, a Deus o que é de Deus

Realmente é muito fácil culpar Deus por qualquer coisa que de má que acontece na nossa vida ou na vida das outras pessoas. Pena é que o contrário não acontece. Estes que procuram culpar Deus pelas coisas más, esquecem-se de atribuir a Deus as coisas boas. Culpar Deus é querer fugir às responsabilidades pessoais. É querer seguir pela via fácil. Mas os desastres naturais não são evidência contra Deus. Aliás, a bíblia diz que eles vão acontecer.

Vamos passar a culpar os verdadeiros culpados e não querer seguir pela via fácil e parva típica do lado ateísta.



Os macacos shakespeareanos
Fevereiro 10, 2010, 11:50 pm
Filed under: Estupidez/Fanatismo/Ignorância ateísta, Evolução/Big-Bang

É provável que muitos de vocês já tenham ouvido o “argumento” dos macacos a escreverem uma obra de Shakespeare durante muitos milhões de anos. Se não, a história reza mais ou menos assim: um número muito grande de macacos a dactilografar numa máquina de escrever durante milhões de anos acabariam por escrever um trecho de uma obra de Shakespeare.

Este argumento é avançado para disfarçar a impossibilidade das forças naturais do acaso criarem o design e a biodiversidade existente na Terra. Do tipo: “Eu sei que em pouco tempo isto é impossível, mas se deres milhões de anos…“. Para os naturalistas, uma coisa impossível passa a ser exequível se lhe deres muito tempo para ela acontecer. O tempo é assim uma espécie de manto para debaixo do qual são varridas as impossibilidades naturalistas.

Mas não é que, há alguns anos, alguém decidiu experimentar esta ideia? Quer dizer, parte dela… arranjar milhares de macacos era caro e os autores da experiência não tinham assim tanto tempo de vida para gastar na experiência. Foi colocado um computador numa jaula com 5 macacos no Paignton Zoo, na Inglaterra. Os macacos puderam, então, mostrar toda a sua criatividade e gosto literário.

Depois de um mês, os autores desta experiência bizarra anunciaram os resultados: os macacos não conseguiram formar nenhuma palavra, apenas digitando letras à sorte, sem qualquer nexo. Além disso, os macacos destruíram parcialmente o computador, usando-o como uma sanita.

E se fossem milhões de anos em vez de 1 mês?

Eu sempre gostei das extrapolações evolucionistas, pois são um salto de lógica e fé. Neste caso, um evolucionista poderia dizer: “Ah, mas só foi um mês e não milhões de anos“, o que nos levaria a pensar por que razão ele acha que em milhões de anos a coisa seria diferente. O evolucionista acharia que num mês os macacos largaram pesos pesados e líquidos mal cheirosos em cima do computador mas que em milhões de anos eles já não iriam fazer isso. A manta dos milhões de anos é muito conveniente e serve para esconder as dificuldades da teoria da evolução.

Os saltos de lógica e fé evolucionistas

Hoje em dia, o carácter das extrapolações evolucionistas assemelha-se a esta história dos macacos shakespeareanos. Por exemplo, hoje em dia tudo aquilo que observamos a nível de mutações é que elas são maioritariamente neutras e deletérias e nunca foi registada uma mutação que tivesse aumentado a informação codificada no genoma. Tudo o que xiste é marketing evolucionista e tentativa de confundir a audiência ao dizerem que a mutação X fez com que o organismo Y evoluísse Z, quando o que aconteceu foi eliminação de informação genética (um pouco como se me cortassem as mãos e eu ganhasse resistência a algemas. Eu ganhei resistência a algo porque perdi alguma coisa).

Não obstante, o evolucionista acredita pela fé que debaixo dessa manta dos milhões de anos não visíveis, as mutações acrescentaram milhares de novas informações aos organismos e criaram a biodiversidade.

Considerem, também, por exemplo a especiação. Tudo o que é possível documentar é a variação dentro do mesmo tipo de animal. Os animais mudam, sim. A bíblia diz em Génesis 1 que isso vai acontecer. No entanto, o tipo de mudanças que assistimos não é daquelas que vai transformar um animal terrestre num animal do mar. Não obstante, o evolucionista diz-te: “Só os vemos a variar dentro do seu tipo, mas se lhes deres milhões de anos…”… e mais uma vez o manto dos milhões de anos serve para esconder a fé evolucionista.

A bíblia descreve o que é a fé: “Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se vêem.” (Hebreus 11:1). Ora vejam lá se a descrição não está bem adequada aos evolucionistas…



A Aposta de Pascal
Janeiro 22, 2010, 9:40 am
Filed under: Estupidez/Fanatismo/Ignorância ateísta

Em discussões sobre religião e Deus, sempre que o cristão usa a “Aposta de Pascal” a objeção ateísta comum é: “Qual deus? Odin, Zeus, etc?” Você pode ver como isso acontece nesse vídeo aqui, ou de uma forma modificada nessa sessão de stand-up comedy do Dawkins.

Essa é a objeção dos “muitos deuses”. Na lógica ateísta, se nessa aposta você não consegue estabelecer a identidade exacta do deus verdadeiro, isso é uma prova de que o teísmo é falso e o cristianismo mais falso ainda. Tal objecção ateísta pode ser respondida de várias formas, mas destaco duas respostas simples aqui:

1) O argumento de Pascal claramente se refere ao Deus bíblico-cristão e não a “um deus”. A Aposta de Pascal é se “Deus”, aquele em quem Pascal acreditava, existir. Portanto a pergunta “qual deus” já é respondida: o Deus da Bíblia. A objeção dos “muitos deuses” ignora quem era Pascal, ignora quem é o interlocutor e ignora tudo o que o cristianismo já escreveu sobre a existência de Deus.

Em suma: a objecção dos muitos deuses é um atestado de ignorância (já que ignora tantas coisas).

A Aposta de Pascal é apenas um fragmento de uma obra mais ampla escrita por um teísta cristão. É um argumento pragmático dependente de verdades anteriores.

Com base em argumentos anteriores, Pascal reduz as opções de vida a 2 caminhos: o teísmo cristão e o não-“teísmo cristão”. Ao contrário do que possa parecer, sua Aposta não é “teísmo x ateísmo”. Por isso, o argumento é mal utilizado por cristãos e mal refutado por ateus.

2) Ateus não apostam? Mesmo ignorando o fato de Pascal estar a referir-se ao Deus cristão, que promete vida eterna (o que elimina várias outras divindades), a objecção dos “muitos deuses” é um atestado de burrice: “Ok, admito que o teísmo é correto. Mas como não me deste a identidade exacta do deus verdadeiro eu prefiro continuar a não acreditar em deus nenhum”.

Assim, a objecção dos muitos deuses acabaria com todas as loterias e sorteios. O ateu coerente nunca apostaria em nada e nunca entraria num sorteio. O argumento dos “muitos deuses” pode transformar-se em argumento dos “muitos números”, e já que ninguém sabe que número será o premiado, o mais seguro e inteligente é não jogar.

Analisando friamente, seria mais inteligente arriscar num deus qualquer do que nenhum, pois o prémio é muito grande e não ganhar significa perder muito mais que milhões. O ateísmo continua a ser a pior opção, mesmo distorcendo a Aposta de Pascal.

Mas para não perder a ilustração aqui: a Aposta de Pascal não se refere a acertar o deus correcto. A Aposta dele é simplesmente apostar ou não no Deus bíblico. Ateus e crentes esculhambam o argumento de um dos maiores pensadores cristãos de todos os tempos.

Como usar a Aposta de Pascal?

a) Apresenta todas as evidências e argumentos racionais a favor da existência de Deus que conheces. É teu dever conhecê-los.

b) No final da apresentação, usa a Aposta de Pascal.

c) O ateu usa a objecção dos “muitos deuses”, arrancado sorrisos sarcásticos do auditório.

d) Pergunta-lhe: “Estavas a dormir durante o ponto a)?” E passas a exigir dele uma argumentação em favor de Odin, Zeus, etc, do mesmo nível que a sua no ponto a). Seja educado, mas tão duro quanto possível.

Se ele não consegue argumentar racionalmente em favor de Odin, do Homem-aranha e do dragão de Sagan, então por que levantou essa objecção? Apenas para ganhar tempo ou para expor a própria tolice?

Não permitas que ele mude de assunto enquanto ele não listar os argumentos racionais em favor da existência da divindade citada. Você já o fez no ponto a), agora é a vez dele.

A Aposta de Pascal tem sido humilhada porque os crentes em geral fracassam no ponto a), ou ignoram-no.

Usa correctamente ou então não uses

Se a conversa ou o debate for devidamente dirigido, seguir uma sequência lógica e não pular etapas, a Aposta de Pascal pode ser uma bem-sucedida cartada final. Mas raramente os debates proporcionam tal oportunidade.

Meu conselho é: não precisas de usar a Aposta de Pascal. Mas se resolveres usá-la, certifica-te de ter estabelecido previamente as evidências a favor da existência de Deus, e não te curves diante de uma objecção tão estúpida.
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Modificado a partir do original Resumo da ÓperaEstão avacalhando a Aposta de Pascal



A curiosa raça dos pseudo-cépticos
Janeiro 17, 2010, 2:42 pm
Filed under: Estupidez/Fanatismo/Ignorância ateísta

Cristão: “Tudo o que começa a existir tem uma causa.”
Cético-de botequim: “Por quê?”
Cristão: “Bem, podemos constatar isso todos os dias em nossa realidade.”
Cético-de-botequim: “Por quê?”
Cristão: “…” (sensação de tempo perdido…)

O ceticismo é uma forma de pensamento (?) que tem adquirido certo status de “padrão do homem racional”. Existem muitas formas de ceticismo, mas uma bem comum nos corredores das universidades e nas conversas informais é esse ceticismo infantil, que duvida por duvidar.

Esse tipo de cético não argumenta em defesa de sua visão, mas apenas responde as nossas afirmativas com perguntas do tipo “tem certeza?”, “como você sabe?”; ou criando cenários absurdos do tipo “e se nós estivermos num sonho? ou na Matrix?” e ainda: “e se Deus for o diabo?” [esta tem direitos de autor].

Quando a questão é respondida, esse cético apenas repete a questão infinitamente ou acrescenta outras perguntas do mesmo nível. Essa forma de ceticismo tem nome: bobagem.

O cidadão leu em algum lugar que devemos questionar as afirmações dos outros e achou isso chique. Assim, ele se sente um intelectual sofisticado ao fazer essas perguntas que nunca levam a lugar algum. Ele não quer desenvolver argumentos seriamente, e fica apenas tomando nosso tempo nesse jogo verbal.

Se você detectar esse tipo de “intelectual”, denuncie-o claramente, mude de assunto e poupe o seu tempo e seus argumentos para situações mais sérias.

O ceticismo metodológico utiliza a dúvida como instrumento para direccionar e ajudar as pessoas a compreenderem o conhecimento. O cristão pode e deve usar o ceticismo como método, mas deve cuidar para não tornar o ceticismo um traço de caráter. Cinismo e perda de fé são os resultados imediatos desse tipo de dúvida alimentada. Além disso, o ceticismo como traço de caráter torna impossível o conhecimento, já que se duvida de tudo. Como cristãos, procuramos o equilíbrio: desenvolver a fé e o conhecimento, mas de modo algum cultivamos a ingenuidade e a credulidade.

Resumindo: ceticismo metodológico é uma virtude intelectual. Mas o ceticismo de botequim é uma besteira cínica intelectualóide travestida de erudição. Não perca tempo com isso.
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Modificado a partir do original Resumo da ÓperaNão aguento mais pseudo-céticos



Ateu indignado com prioridades da Câmara Municipal de Lisboa
Janeiro 6, 2010, 9:09 pm
Filed under: Estupidez/Fanatismo/Ignorância ateísta

O Portal Ateu, site mantido pelo grupo religioso do Movimento Ateísta Português, escreveu um post a respeito da sua indignação com as prioridades da Câmara Municipal de Lisboa (CML):

De acordo com o Jornal “Público”, a Câmara Municipal de Lisboa vai pagar apoio em falta para a construção da igreja projectada pelo arquitecto Troufa Real“.

O valor em questão é de 205 mil euros, o que causa a indignação do autor do texto. Para ele, há coisas mais importantes onde investir. Algumas delas:

– A cidade de lisboa continua a carecer da construção de mais habitação social e de programas de recuperação, uma vez que muito do parque imobiliário está degradado, não dando garantias de segurança e de dignidade a quem lá habita;”

– A segurança continua à espera de uma solução, quer numa perspectiva de estratégia geral, quer ao nível de muitos dos bairros mais problemáticos

– Lisboa precisa de mais hospitais, escolas e centros de dia para idosos que continuam a não passar das intenções e das promessas eleitorais

Concordando ou não com o valor que a CML vai pagar à Igreja Católica, a verdade é que apenas vai cumprir uma obrigação que já tinha há alguns anos: pagar uma dívida. Mas não é essa a razão pela qual escrevo. Escrevo para apontar que a sua crítica está mal direccionada.

Caro ateu Hélder Sanches… talvez se o dinheiro dispendido nas clínicas de aborto fosse antes investido na melhoria dos hospitais existentes ou centros de dia para idosos, a coisa fosse diferente. Talvez se o dinheiro dispendido mensalmente para apoiar clubes que têm jogadores que num mês recebem o que a maioria de nós aufere em 5 anos, a coisa fosse diferente. Talvez se não existisse corrupção a coisa fosse diferente.

Por outro lado, este ateu parece não saber que a Igreja também desempenha a sua acção social, quando a CML falha. Mas o Sanches parece não saber disso… ou então não se quer lembrar.

A preocupação real do Sanches não é a degradação social de Lisboa. A indignação do Sanches vai contra a Igreja. Como o bom ateu que é, o Sanches indigna-se contra tudo aquilo que cheira a “religião”. A causa dos problemas sociais de Lisboa não está na dívida que a CML tem para com a Igreja Católica, apesar de este ateu assim o sugerir.