No princípio criou Deus os céus e a Terra


Ritmo de afastamento da Terra em relação ao Sol refuta longevidade da Terra
Outubro 10, 2010, 1:11 am
Filed under: Evolução/Big-Bang

Um dos factores que possibilita a existência de vida no nosso planeta é a distância do Sol em relação à Terra, que permite temperaturas amenas. No seu livro Home Alone in the Universe, o cientista Guillermo González, defensor do Design inteligente, chama a atenção para este mesmo facto. Se o Sol estivesse um pouquinho mais perto da Terra, a água evaporaria. Um pouco mais distante, a água congelaria.

O cálculo mais preciso da distância do Sol em relação à Terra foi concluído em 2004 pelos cientistas russos Gregoriy Krasinsky e Victor Brumberg: uma Unidade Astronómica (UA), que corresponde a 149.597.870,696 quilómetros. É muito quilómetro. Mas também descobriram outra coisa. Descobriram que a Terra se está a afastar do Sol a um ritmo de 15cm por ano. Não parece muito, mas é o suficiente para a Terra passar por um resfriamento global daqui a algumas centenas de milhões de anos.

Só que isto faz-nos voltar ao 1º parágrafo: se o Sol estivesse um pouquinho mais perto da Terra, a água evaporaria. Um pouco mais distante, a água congelaria.

Então a pergunta incómoda é: se a Terra tem 4.700.000.000 de anos, como defendem big-bangers e os evolucionistas, como é que a Terra sempre esteve habitável durante todo este alegado tempo que decorreu?

Se nos mantivermos fiéis aos princípios uniformitaristas defendidos pelos geólogos evolucionistas, que acreditam que os processos são constantes, isto é, acontecem sempre ao mesmo ritmo, e aplicarmos isso à evolução do Sistema Solar, podemos ver que há 4.700.000.000 anos o Sol estaria 705.000 km mais perto da Terra. É claro que isso nunca pode ter acontecido, caso contrário o primeiro ser auto-reprodutivo nunca poderia ter nascido não se sabe bem do quê ou de onde.

É nestas alturas que a máxima de James Hutton de que “o presente é a chave do passado” é metida na gaveta e é assumido que as coisas nem sempre foram como são agora. Isto, de maneira a manter uma história evolutiva passível de ser razoável.

CONCLUSÃO

Estes são os dados que existem e aquilo que podemos observar. Criacionistas e evolucionistas têm acesso aos mesmos dados. A forma como cada um interpreta os dados é que é diferente. Este afastamento de 15cm/ano da Terra em relação ao Sol mostra que não podem ter decorrido tantos anos como aqueles que os evolucionistas afirmam que a Terra tem. Não haveria condições para a existência de vida.

Este é apenas um dos vários métodos não-radiométricos que atentam contra a antiguidade da Terra.
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Editado: corrigido de 705.000.000km para 705.000km

8 comentários so far
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[…] há 4.700.000.000 anos o Sol estaria 705.000.000 km mais perto da Terra.

Acho que te enganaste nas contas:

4 700 000 000 anos x 15 cm/ano =
7 0500 000 000 cm =
705 000 km.

Compare-se o valor de 750 000 km com este valor: anualmente a distância Terra-Sol varia 4 999 627 km.

Comentar por Jaime

Estive a ver num site (www.badastronomy.com/bad/misc/seasons.html) como calcular a
temperatura da Terra em função da distância ao Sol.

Se não me enganei nas contas, um
afastamento de 750 000 km faz a temperatura da Terra baixar aproximadamente 0,7 °C.

Comentar por Jaime

O Sabino tem essa tendência… para manipular os factos e falsear os cálculos…

(A seguir o Sabino vai dizer: “Quem manipula os factos e engana as pessoas são os evolucionistas!” E vais dizer que isso — o seu erro — é secundário e que o que importa é outra coisa qualquer de que ele se lembrou na altura…)

Comentar por Inês

Fraquito…

Este post e o da tinta estão fraquitos.

Talvez não citando os artigos consigas melhores resultados.

E atenção às contas…

Comentar por joao melo de sousa

De facto, muito mau.

Em primeiro lugar tinhas de provar que a Terra se afasta desde sempre do Sol e a uma taxa constante.

Em segundo a faixa de habitabilidade é curta, sim, mas tem uma certa margem.

Em terceiro, se a Terra estivesse mais perto do Sol, fritava. Se estivesse mais afastada congelava. Se fosse verde era verde, se fosse quadrada era quadrada, se não houvesse oxigénio morríamos, ou então respirávamos outra coisa. Se a Terra estivesse mais perto do Sol podíamos ser feitos de metais. Se, se, se. Esse argumento é tão mau… Temos que nos cingir à realidade e não andar por aí a pensar “se fosse muito forte batia em toda a gente”, “se eu tivesse rodas era um carro” Epah, mas não sou! A quastão nem se coloca. Espera, então, até teres rodas para poderes saber se é possível e como te compostas.

Lê este artigo, encontraram um planeta na faixa habitável:

http://astropt.org/blog/2010/10/01/gliese-581-g-o-1%C2%BA-planeta-como-a-terra/

Comentar por Dário S. Cardina Codina

Ainda por cima censura posts. Já li muita coisa crítica deste tema do afastamento ao Sol aqui que foi eliminada nos últimos dias. Lamentável.

Comentar por Ivan

Sabino:

“Só que isto faz-nos voltar ao 1º parágrafo: se o Sol estivesse um pouquinho mais perto da Terra, a água evaporaria. Um pouco mais distante, a água congelaria.”

Mas a terra não fica a mesma distância do sol em todo o ano, pois a órbita é elíptica.

Eu entendi pouco, ou se pode concluir que no verão a terra se incendia e no inverno o mar passa para o estado sólido? Uma vez que nesta órbita elíptica deve haver uma variação bem maior do que 15 cm.

Comentar por Clayton Luciano

Outra conclusão… Isso fala da idade da terra… Não da idade da vida na terra… Sem mais delongas…

Comentar por Pablo Magno




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