No princípio criou Deus os céus e a Terra


Evolucionistas confirmam: o decaimento radioactivo não é constante
Janeiro 25, 2010, 8:14 am
Filed under: Evolução/Big-Bang

Ao se servirem dos métodos de datação radiométricos para estimar a idade das rochas e da Terra, uma das coisas que os geólogos assumem é que o decaimento radioactivo foi sempre constante ao longo dos anos. Como foi dito, isto é algo assumido. Ninguém acompanhou a História das rochas que estão a ser avaliadas. Ninguém as foi analisando regularmente para verificar se o decaimento foi constante.

Os evolucionistas ficam sempre muito chateados quando um criacionista aponta este calcanhar de Aquiles dos métodos radiométricos e recorrem aos clichés habituais: “vocês não percebem nada de ciência, são burros, desonestos, mentirosos, [colocar outro insulto qualquer]“. No entanto, recente análise científica conduzida por evolucionistas tem mostrado precisamente isso.

Os vários sistemas de decaimento radioactivo têm núcleos instáveis que emitem várias partículas e radiações até que estabilizam. Há algumas décadas, foram observadas flutuações estranhas em vários destes sistemas. Depois de algumas observações e experiências, foi estabelecido que estas flutuações sazonais correspondem à distância entre a Terra e o sol. Quando a Terra está mais perto do sol, os neutrinos solares aceleram o decaimento radioactivo.

Agora, investigadores italianos mostraram evidências de que um processo denominado “cavitação” acelerou o decaimento radioactivo do isótopo 228 do elemento químico tório. Eles observaram que, durante a experiência de 90 minutos, a cavitação fez com que a desintegração radioactiva do tório acelerasse 10.000 vezes mais do que a sua taxa normal de decaimento. A cavitação pode ocorrer sempre que a corrente de água seja tão rápida que chegue a produzir bolhas de água. Estas bolhas colapsam de maneira tal que produzem ondas de choque suficientemente poderosas para destruir motores de barcos e postos de abastecimento, erodir catastroficamente túneis de água e gerar fortes descargas elétricas.

CONCLUSÃO

Deve ser aborrecido para um evolucionista ver sempre as previsões criacionistas acabarem por ser confirmadas por cientistas evolucionistas. Os criacionistas bem os avisam, mas eles não querem ouvir. Eles são “ignorantes de propósito” (II Pedro 3:5).

Os métodos de datação radiométricos estão a entrar “em crise”. É uma questão de tempo até mais investigação evolucionista descobrir o que os criacionistas já descobriram há muito tempo.

Não se esqueçam que são estes métodos falhos que dão às rochas e à Terra a sua idade de milhões e milhões de anos. Agora cabe a cada um de vocês decidir se querem confiar nestes métodos duvidosos ou se preferem confiar naquele livro que permite previsões acertadas – a Bíblia.


27 comentários so far
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MAs, ò Sabino, isto é a “ciência” em acção. O que hoje é verdade, amanhã é mentira.

A propósito: o Teu Deus não existe!!

Comentar por Mats

Isso é mais frase de quem quer se auto-convencer do que de alguém que quer convencer outro.
Deve ser horrivel acordar todo dia e ficar fazendo esforço pra ignorar que a existência não pode ter sido feita a toa.

Por isso ateismo é o pior dos pensamentos, é uma auto-mutilação do ser.

Comentar por O Aforista

Só para me ajudares a perceber onde queres chegar, podes explicar-me como é que a cavitação pode ocorrer na natureza? (enuncia um ou dois fenómenos naturais que envolvam/provoquem cavitação)

Comentar por Xavier Pita

Talvez seja necessário falar um pouco sobre decaimento. Pois bem, todos os elementos radioativos têm a propriedade de perder espontaneamente sua massa emitindo partículas ou radiações eletromagnéticas. À medida em que emite essas partículas, o núcleo do átomo pode alterar-se, provocando o aparecimento de outro núcleo diferente. Quando uma substância se desintegra e o átomo formado é também radioativo, haverá novas desintegrações, que se sucederão até o aparecimento de um átomo estável, como o do Chumbo.

O problema é que, para se realizar uma datação por esse método, deve-se ter a garantia de que não havia qualquer quantidade de Chumbo por ocasião da formação da rocha a ser datada, ou então, conhecer a quantidade inicial desse elemento. Como isso é totalmente impossível, cientistas costumam lançar mão de hipóteses a respeito dos percentuais iniciais. Dependendo, porém, das condições iniciais admitidas, a conclusão a respeito da idade da rocha em questão pode variar, desde recente até excessivamente antiga.

Como se ter certeza de que nem Chumbo, nem Urânio ou Tório foram acrescidos ao sistema, ou dele retirados, desde a época de sua formação? Sabe-se que com o calor tanto o Urânio quanto o Chumbo podem se esvair das formações rochosas, sobretudo se forem rochas sedimentares. O Urânio também se esvai com a água, por processo de lixiviamento, à medida em que esta se infiltra e penetra no solo; mas o Chumbo é praticamente preservado, por ser menos solúvel na água. Bastaria, portanto, que, no passado, um vulcão tivesse entrado em erupção nas proximidades do local onde se encontrava a rocha, cuja idade está sendo pesquisada, e o calor produzido na região poderia permitir que grande parte do Urânio e do Chumbo ali contidos se esvaísse para regiões mais profundas. As rochas situadas mais abaixo poderiam, durante esse evento, ter recebido mais Urânio e mais Chumbo das rochas acima. Tais alterações, é claro, teriam se dado fora de qualquer controle e os percentuais finais – de Urânio e Chumbo – certamente não teriam mais nada a ver com os iniciais.

Alagamentos, chuvas excessivas, ou mesmo o efeito continuado das redes fluviais através dos anos, certamente permitiriam constantes alterações na quantidade de Urânio presente no planeta. Assim, é muito remota, senão impossível, a chance de que as proporções hoje detectadas no laboratório tenham qualquer relação com as iniciais. “Utilizar-se o método Urânio/Chumbo ou qualquer outro método radioativo é sustentar a hipótese absurda de que a rocha a ser datada tenha estado na Natureza, supostamente durante bilhões de anos, como se estivesse em um laboratório, apenas se processando a transformação Urânio/Chumbo.”

A História da Vida, Michelson Borges

Comentar por Fabricio Lovato

Sabino:

Só que para a Terra (ainda tem a questão do universo, que é mais antigo) ter 6000 anos, esta “velocidade MÉDIA de decaimento” teria que aumentar em:

750.000 (setecentos e cinquenta mil vezes),

(4,5 bilhões / 6000 anos)

Pior é que aumentar na “velocidade MÉDIA de decaimento” e não em apenas momentos determinados.

Conclusão: Estão querendo que uma pequena mudança na mesma estrada, para desviar de um carro quebrado, tenha força de sair de MG-Brasil e ir até Portugal.

Comentar por Clayton Luciano

Clayton, o que estas descobertas mostram é que a afirmação dogmática de que o decaimento radioactivo nunca foi verdadeira. Por outras palavras, criacionistas tinham razão, evolucionistas não. Agora que o evolucionistas descobriram isso (tardiamente, diga-se), a partir daqui há muito mais a fazer. Muitos outros factores podem estar envolvidos na aceleração do decaimento.

Comentar por alogicadosabino

Sabino:

“Por outras palavras, criacionistas tinham razão, evolucionistas não.”

O cientísta pode até ter compartilhado a mesma opinião com voces.

A grande questão é fazer esta opinião estar amparada pelo método científico.

Mas dar opinião sem ter que se submeter a regras que tem a função de excluir os achismos, qualquer um pode, eu mesmo não disse sobre os ETs (e se comprovar? eu sou o messias?).

“Agora que o evolucionistas descobriram isso (tardiamente, diga-se)”

Não, agora é que a CIÊNCIA (a partir método científico) está com esta conclusão.

Quando um cientísta diz que tal evento aconteceu de tal maneira, deve-se entender como premissa maior, porém em parênteses:

“(a partir do método científico e na atualidade) acreditamos…”

Um verdadeiro cientísta, quando afirma algo profissionalmente

(no churrasco com os amigos, seu achismo, ele pode dizer o que quiser)

ele não pode atribuir a informação uma certeza absoluta, e sim:

“(a partir do método científico, atualmente)” concluimos…”

A conclusão é que pela eficiência que a ciência tem nos mostrado ao longo dos tempos,

coloquialmente, as pessoas atribuem a ela como “dona da verdade”, mas o processo não é assim.

Os não científicos são igual a jogo de loto, chuta, se der certo, vai reclamar o Prêmio Nobel.

Comentar por Clayton Luciano

luciano,

“Não, agora é que a CIÊNCIA (a partir método científico) está com esta conclusão.”

Dantes também estava. Não era uma apenas uma opinião dos criacionistas. Eles conduziram estudos que mostraram as discrepâncias dos métodos. Posso linka-los, se quiseres.

Comentar por alogicadosabino

Caro Sabino,
gostaria que lhe pedir a referência bibliográfica desde trabalho conduzido pela equipe Italiana. Com certeza uma descoberta desta deve estar publicado em algum periódico científico indexado.
Att.

Comentar por Teo

Vale lembrar que nem todos os criacionistas acham que a Terra tem 6 mil anos.

Comentar por arthgar

O mesmo em relação à idade do Universo.

Comentar por Fabricio Lovato

Sabino:

“Dantes também estava.”

Então qual a novidade desta matéria então?

“Não, agora é que a CIÊNCIA (a partir método científico) está com esta conclusão.”(Clayton Luciano)

Se voce quer ficar mais confortável, adiciona dentro do parênteses:

(a partir do método científico, na atualidade, e agora em maior parte).

Comentar por Clayton Luciano

Não é querendo defender o criacionismo ou evolucionismo,é como o nosso amigo Mats disse o que é verdade hoje amanhã pode virar mentira!!!!

Comentar por Renato Giatti

Isso é uma desculpa para quem não quer acreditar em algo em ciência

Comentar por Dário Cardina

“permite previsões acertadas – a Bíblia.”

pois é, tudo pode estar errado, mas ainda têm um problema mais sério do que os a “ciência criacionista” tem. O de provar que Deus existe.

E se estas falhas/descobertas/melhorias servem para desacreditar a “ciência criacionista”, a verdade é que não produzem qualquer ciência.

Comentar por Nuno Dias

perdão
“ciência evolucionista”

Comentar por Nuno Dias

Nuno Dias

pois é, tudo pode estar errado, mas ainda têm um problema mais sério do que os a “ciência criacionista” tem. O de provar que Deus existe.

A ciência então tem que provar que Deus existe???

Comentar por Adalberto Felipe

os criacionistas são quem têm que provar que Deus existe, se quiserem com a ciencia

Comentar por Nuno Dias

Mas não é a ciência que prova que Deus existe. Sabe muito bem disso.

Comentar por Adalberto Felipe

Logo, logo, não vai restar outra alternativa para essas pessoas que insistem em negar a existência de um Deus pessoas que criou todas as coisas, infelizmente irão continuar inventando qualquer outra explicação que lhe satisfaçam o seu vazio existencial
Imagino o que essas pessoas vão criar, afinal de contas eles tem uma imaginação muito fértil, e vale tudo para negar a existência daquele que os criou

Comentar por Jocemar

Dário Cardina, se essa frase foi para mim vou falar apenas uma coisa como vc pode afirmar que meu post é desculpa para não acreditar em algo sem ao menos me conhecer ?

Comentar por Renato Giatti

“os criacionistas são quem têm que provar que Deus existe, se quiserem com a ciencia”

E a ciência já provou que a evolução de Darwin não existe.
“ora, como todas as formas da vida
tendem também ao aperfeiçoamento, ele explica a existência atual dos organis-
mos muito simples pela geração espontânea”-Darwin, em A origem das Espécies.
Organimos simples? Geração espontânea? Como já havia dito antes, a suposta teoria de Darwin está errada desde a base. E, quando a base está errada, toda a estrutura cai.
Não é por acaso que muitos cientistas estão abandonando o evolucionismo.
Quanto a Deus, não é possivel provar cientificamente que ele (ou ETs)existe, mas também não é possível provar cientificamente que ele (ou ETs)não existe. Pelo menos os criacionistas tem, cientificamente falando, o benefício da dúvida.

Comentar por Isaias S. Oliveira

A resposta a este post aqui:

http://ktreta.blogspot.com/2010/02/jornalismo-criacionista.html

Comentar por Mário Miguel

Logo, logo, não vai restar outra alternativa para essas pessoas que insistem em negar a existência de um Deus pessoas que criou todas as coisas, infelizmente irão continuar inventando qualquer outra explicação que lhe satisfaçam o seu vazio existencial
Imagino o que essas pessoas vão criar, afinal de contas eles tem uma imaginação muito fértil, e vale tudo para negar a existência daquele que os criou
06/06/2010

Comentar por Niki Jo Suehara

Acabei entrando neste site por acaso. Estou trabalhando com contaminações ambientais por metais pesados e vinha fazendo uma pesquisa científica sobre “estados da matéria”. Realmente desconhecia esta propriedade de transformação do urânio em chumbo. O que me intriga é que, já fui cética, e ao longo dos anos, me vi uma pessoa completamente crente em Deus. Sou cientista, e nem por isso desconsidero o criacionismo ou o evolucionismo. Acho que simplesmente as duas coisas se completam. Uma dica que dou para quem critica demais a ciência, é começar se desvencilhando de todos os seus “aparatos” da modernidade. Talvez fizesse bem, como para o clássico Throreau e a desobediência civil. Discutir é muito saudável, mas criticar é sempre mais fácil e pouco profundo. Particularmente acredito que isso não tenha afinidade com Deus.
Nós, seres humanos, imensos egoístas que somos, não respeitamos o desabrochar dos sentimentos alheios e isso é realmente difícil. O entendimento da Existência, que seja catalogado como “Deus”, ainda é grandiosamente misterioso perto da nossa humilde percepção, infelizmente. Enquanto o homem não entender que cada semente tem seu tempo para desabrochar, é porque ele ainda aprendeu pouco, e precisa observar mais a Natureza. Talvez, aprender um método milenar de plantio, possa ser chamado de ciência….Vou me sentir feliz quando ciência e arte sejam uma coisa só, quando deixar de ser entendida como uma ferramenta metodológica apenas. Que a ferramenta artística da ciência tenha como simples objetivo, fazer as pessoas mais felizes e também espero que a Verdade de cada existência possa deixar de ser “catalogada” de forma displicente. Gostei de ter lidos estes posts, relembrou minha infância! Curtia muito esse tipo de discussão.

Comentar por claudia sperandio

Aliás, parabéns às pessoas que já leram à todos os postulador de Darwin. Eu não consegui ler todos. Mesmo assim,velhinho era ****. Grande observador da natureza.
Muito além de qualquer um de nós, que nunca escreveu um postulado que é lido um século depois, discutido por milhares de pessoas. Várias vezes, vejo artigos furadíssimos sobre partes que já li, com informações totalmente distorcidas do que está lá, por pessoas que nunca chegaram a estudá-la. Pra quem ao menos já leu a obra na íntegra, independente da conclusão….tiro meu chapéu.

Comentar por claudia sperandio

Sabino,
gostaria que lhe pedir a referência bibliográfica desde trabalho conduzido pela equipe Italiana. Com certeza uma descoberta desta deve estar publicado em algum periódico científico indexado.
Att.

Comentar por Teo




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