No princípio criou Deus os céus e a Terra


Âmbar mostra fragilidades da coluna geológica evolucionista
Novembro 24, 2009, 11:44 pm
Filed under: Evolução/Big-Bang

Os cientistas que se debruçam sobre o estudo do âmbar, a resina fossilizada proveniente da casca das árvores, dividem-no em duas categorias, consoante a sua composição química. Um tipo de âmbar é formado por resina das gimnoespérmicas (plantas com sementes e que não produzem flores), o outro por resina das angiospérmicas (plantas com sementes e que produzem flores) (1).

No entanto, âmbar descoberto num depósito de carvão em Illinois, nos Estados Unidos da América, vem novamente revelar a inconsistência da coluna geológica. A composição química ao âmbar descoberto é semelhante ao âmbar formado pela resina das angioespérmicas mas data 200 milhões de anos antes do aparecimento destas plantas, segundo os métodos de datação convencionais.

Ken Anderson, um dos cientistas envolvidos na descoberta, disse que quando descobriram o âmbar eles assumiram que este tinha de estar associado às gimnoespérmicas, uma vez que as angioespérmicas não existiam naquele tempo ainda. “Mas acabou por ser muito como o âmbar que encontramos nas modernas angioespérmicas e isso foi uma grande surpresa“, disse.

Os cientistas dizem que esta descoberta mostra que as plantas evoluíram resinas mais cedo do que se pensava. “Em última análise, queremos saber que tipo de plantas produziu este âmbar“, concluiu o cientista.

Publicado na Science.
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Acabaram de assisir a mais um exemplo que falsifica a coluna geológica evolucionista (outros exemplos reportados nos últimos 9 meses: Pegadas humanas de 1,5 milhões revelam a humanidade do Homo erectus, Primo do T-rex evoluiu 60 milhões de anos demasiado cedo e Uma nova certidão de óbito para os dinossauros).

Supostamente, este âmbar apareceu 200 milhões de anos mais cedo do que as flores que lhe deram origem. 

E reparem como o evolucionista tenta a todo o custo salvar o seu paradigma, inventando cenários ad hoc. A composição do âmbar descoberto é completamente semelhante ao âmbar formado pela resina das angioespérmicas. No entanto, como os evolucionistas são escravos dos métodos de datação, e como não podem admitir que a coluna geológica é inconsistente, têm de avançar com um hipotético cenário, para o qual não existem evidências, de que um outro tipo de planta foi responsável pelo âmbar encontrado.

É a isto que se chama não conseguir pensar para além das palas evolucionistas.

Por sua vez, este dado não incomoda os criacionistas, uma vez que estes afirmam que os estratos geológicos representam não a História da Terra mas sim a ordem segundo a qual os organismos foram depositados aquando do dilúvio bíblico.
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(PS: Está o âmbar a querer tornar-se um dos melhores amigos dos criacionistas? Já aqui a investigação científica mostrou que o dilúvio bíblico é consistente com aquilo que se conhece sobre o aprisionamento de seres vivos marinhos em âmbar.)


9 comentários so far
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“A conclusão pode ter implicações religiosas, mas não depende de pressuposições religiosas.” Dr Michael Denton

Comentar por Jocemar

Concordamos plenamente. A ciência não precisa de nenhuma religião. Muito menos da religião evolucionista.

Comentar por Isaias S. OLiveira

Tenho esse livro!

Comentar por Mats

“Em 1879, em uma carta para Hooker, Darwin considerou a origem das angiospermas um “mistério abominável”. Esse assombro foi causado pelo aparecimento repentino das angiospermas no registro fóssil, contradizendo a hipótese de evolução gradual dos seres vivos (Darwin 1859). Desde então, desvendar esse mistério tem representado um dos desafios mais fascinantes da botânica.”
http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/angiosperma/angiosperma-8.php

Desafio para os evolucionistas, claro.

“Deus pôs na parte seca o nome de “terra” e nas águas que se haviam ajuntado ele pôs o nome de “mares”. E Deus viu que o que havia feito era bom.
Em seguida ele disse: —Que a terra produza todo tipo de vegetais, isto é, plantas que dêem sementes e árvores que dêem frutas! E assim aconteceu.
A terra produziu todo tipo de vegetais: plantas que dão sementes e árvores que dão frutas. E Deus viu que o que havia feito era bom.”
Gênesis 1:10-12, NTLH

Comentar por Fabricio Lovato

Fabrício Lovato:

“Deus pôs na parte seca o nome de “terra” e nas águas que se haviam ajuntado ele pôs o nome de “mares”. E Deus viu que o que havia feito era bom.
Em seguida ele disse: —Que a terra produza todo tipo de vegetais, isto é, plantas que dêem sementes e árvores que dêem frutas! E assim aconteceu.
A terra produziu todo tipo de vegetais: plantas que dão sementes e árvores que dão frutas. E Deus viu que o que havia feito era bom.”
Gênesis 1:10-12, NTLH

Mera alegação.

Comentar por Luciano

“Mera alegação.”

Compatível com os dados observáveis.

Comentar por Fabricio Lovato

Luciano!
E o que tens de empírico para refetutar essa alegação.Será que nos falará da “mirabolante” Seleção natural como formadora de novas estruturas e orgãos,ou do acaso ultra otimizado e gestor conjuntamente com ela(seleção natural)para que toda essa complexidade irredutivel e essa informação complexa e especificada,”gradualmente” fosse se formando?

Comentar por jonas

“Much progress in understanding the molecular genetics of terpenoid formation has been made with angiosperms as genes encoding a monoterpene synthase (25), a sesquiterpene synthase (38), and a diterpene synthase (79) were first isolated from these species. Each of these initial genes was isolated using tools developed from the corresponding protein. The first terpenoid synthase cDNA acquired from a conifer (the diterpene cyclase abietadiene synthase from grand fir) was also obtained by the reverse genetic approach (115A). However, because gymnosperm terpene synthases resemble in primary sequence their angiosperm counterparts, most recent cloning efforts have involved homology-based approaches (13, 109) with which seven monoterpene synthase genes (14, 15), three sesquiterpene synthase genes (11, 107), and two diterpene synthase genes (115A, 119) have been isolated and confirmed by functional heterologous expression. All these genes have been obtained from grand fir with the exception of one, the diterpene cyclase taxadiene synthase from yew (Taxus) that catalyzes the first committed step in the biosynthesis of the anti-cancer drug Taxol (119).

Nearly 40 cDNAs encoding gymnosperm and angiosperm terpene synthases have now been acquired, consisting of six phylogenic families. Based on sequence similarity, the conifer synthases are clustered in the Tpsd gene family. The monoterpene synthases and diterpene synthases are encoded as preproteins bearing plastidial transit peptides, whereas the sesquiterpene synthases bear no obvious N-terminal targeting information befitting their cytosolic localization. The sequences of all conifer terpenoid synthase types thus far examined contain conserved elements, including the DDXXD motif involved in substrate binding and aromatic residues that may be involved in stabilizing carbocation intermediates of the reaction sequence (13, 121). Tandem arginines near the N terminus of mature monoterpene synthases appear to play a role in the isomerization step required by most enzymes of this class (120). Although no crystal structures of conifer terpene synthases are yet available, modeling studies based upon the structure of epi-aristolochene synthase from tobacco (106) suggest that all terpenoid synthases may share a similar overall folding pattern.”

Comentar por rasp

rasp!
Este artigo setá em conformidade ao que o sabino falou em seu post.Este artigo simplesmente fala dos terpenóides e suas formação genética,genes com “elementos conservados” que a seleção natural tem muita dificuldade de explicar,e que todas as terpenóides sintases compartilham de um modelo global drobável semelhante, o que é natural porque são plantas,então no seu genoma há muitas semelhanças.O que é dificil de explicar para evolução como plantas consideradas “mais evoluídas apareceram antes das “menos evoluídas”!!!

Comentar por jonas




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