No princípio criou Deus os céus e a Terra


Bem-vindos ao mundo da Paleofantasia – Bombista evolucionista explode edifício paleoantropológico
Outubro 20, 2009, 10:12 pm
Filed under: Evolução/Big-Bang

Entrada proibida a menores de 18 anos. Desligue os telemóveis e quaisquer aparelhos sonoros. Deixe ficar o seu casaco na entrada e seja bem-vindo ao Mundo da Paleofantasia.

disneyland paris_1195132957Foi em Fevereiro do ano passado, na reunião anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência, que um dos evolucionistas mais honestos que a era pós-Darwin alguma vez conheceu – Richard Lewontin, da universidade de Harvard – admitiu o que criacionistas sempre andaram e andam a dizer. Apertem os cintos. Entrada proibída a evolucionistas sensíveis e inseguros da sua fé.

Título do filme: “Não sabemos nada sobre a evolução da cognição” (Guardian)

——————————————————————————————————–

Ele [Richard Lewontin] desconsiderou cada suposição acerca da evolução do pensamento humano, concluindo que os cientistas ainda estão completamente às escuras relativamente à forma como a selecção natural promoveu o aumento maciço do cérebro humano”

O principal problema é o registo fóssil. Apesar de uma mão cheia de fósseis de hominídeos que vão até 4 milhões de anos atrás ou coisa parecida, não podemos ter a certeza de que qualquer um deles seja um ancestral directo nosso. Muitos deles, senão todos, poderiam ter pertencido a ramos secundários.

Pior que isso, os fósseis que temos são difíceis de interpretar. “Eu não tenho a mais pequena ideia do que significa a capacidade cranial de um fóssil de hominídeo“, confessou Lewontin. O que é que nos diz um determinado tamanho de cérebro relativamente às capacidades do animal a quem o mesmo pertence?

Ele até é céptico de que os paleoantropólogos possam assegurar que espécies caminharam de forma erecta e que espécies arrastavam as articulações. Uma postura vertical é crucial para libertar as mãos de maneira a estas fazerem outras coisas úteis.

Resumindo, apesar de milhares de papéis científicos e inúmeras manchetes da National Geographic, não fizemos muitos progressos na compreensão de como o nosso complicado e misterioso órgão surgiu. “Estamos em grandes e sérias dificuldades para tentar reconstruir a evolução da cognição“, disse Lewontin.

——————————————————————————————————-

O que acabaram de ver aqui foi uma série de ataques bombistas suicidas no quartel-general dos fiéis de Darwin, incitado por um dos principais padres darwiníacos. Pode a paleoantropologia recuperar depois destas múltiplas bombas? Isto não foi o ignorante Sabino que disse, mas sim o próprio Senhor “Não-Podemos-Permitir-Um-Pé-Divino-Na-Porta”.

mickey-mouseLewontin disparou em todas as direcções. Parecia o Rambo nos seus dias descontrolados do pós-Vietname.

Toda a propaganda evolucionista a respeito dos fósseis de alegados antepassados humanos são pura fantasia e especulação. Mentiras puras travestidas de ciência. E é isto que andam a ensinar aos miúdos como sendo “conhecimento científico”. Estes shamans da religião evolucionista usurpuram o lugar dos verdadeiros académicos, como Newton, Faraday e Pasteur, e substituíram a verdadeira ciência por especulação e fantasia mickeyana. Seria de rir, caso as consequências não fossem eternas.

Lembrem-se de declarações como estas da próxima vez que vos apresentarem um achado paleoantropológico “que prova, de uma vez por todas, a teoria de Darwin”. Lembrem-se de declarações como estas da próxima vez que o PÚBLICO fizer capa com o elo perdido que mostra que um dia éramos mais chimpanzés que seres humanos. Lembrem-se destas declarações da próxima vez que um evolucionista vos mostrar um macaco a fazer truques com bananas ou a atirar pedras.

Depois ainda há evolucionistas com a lata de chamar “História” às especulações nunca registadas por ninguém, sobre os paleolíticos inferiores e superiores (1). Grandes e meticulosos historiadores do passado, como Josefo e Tácito, estariam a dar voltas nos seus túmulos se soubessem o que fizeram à disciplina de História nos dias de hoje.

Advertisements

15 comentários so far
Deixe um comentário

Sinceramente não vi nada de bombástico, o homem disse aquilo que pensa e ponto final!

Comentar por hermogenes

A unica coisa que vi foi SABINO mais uma vez tirando suas conclusões UNICAS!

O que ele disse foi o que sempre disse aqui!
“AINDA NÃO EXISTE VERDADE IMUTAVEL”
E ele não citou “PÉ DIVINO” algum!
Nem na parte do texto que SABINO transcreveu nem no texto original!

POIS É EXISTE UM TEXTO ORIGINAL DE ONDE UM TRECHO FOI EXTRAIDO POR UM OUTRO BLOG E SABINO RETRANSCREVEU SÓ O QUE LHE CONVEM!

…CONCLUSÃO!
Mais uma vez suas fontes são RIDICULAS!

Comentar por ROMANO LIMA AROS

ROMANO AROS,

“E ele não citou “PÉ DIVINO” algum!
Nem na parte do texto que SABINO transcreveu nem no texto original!

POIS É EXISTE UM TEXTO ORIGINAL DE ONDE UM TRECHO FOI EXTRAIDO POR UM OUTRO BLOG E SABINO RETRANSCREVEU SÓ O QUE LHE CONVEM!

…CONCLUSÃO!
Mais uma vez suas fontes são RIDICULAS!”

Aconselho-te a limpar as remelas dos olhos

Comentar por alogicadosabino

Ele [Richard Lewontin] desconsiderou cada suposição acerca da evolução do pensamento humano, concluindo que os cientistas ainda estão completamente às escuras relativamente à forma como a selecção natural promoveu o aumento maciço do cérebro humano”

O principal problema é o registo fóssil. Apesar de uma mão cheia de fósseis de hominídeos que vão até 4 milhões de anos atrás ou coisa parecida, não podemos ter a certeza de que qualquer um deles seja um ancestral directo nosso. Muitos deles, senão todos, poderiam ter pertencido a ramos secundários.

Pior que isso, os fósseis que temos são difíceis de interpretar. “Eu não tenho a mais pequena ideia do que significa a capacidade cranial de um fóssil de hominídeo“, confessou Lewontin. O que é que nos diz um determinado tamanho de cérebro relativamente às capacidades do animal a quem o mesmo pertence?

Ele até é céptico de que os paleoantropólogos possam assegurar que espécies caminharam de forma erecta e que espécies arrastavam as articulações. Uma postura vertical é crucial para libertar as mãos de maneira a estas fazerem outras coisas úteis.

Resumindo, apesar de milhares de papéis científicos e inúmeras manchetes da National Geographic, não fizemos muitos progressos na compreensão de como o nosso complicado e misterioso órgão surgiu. “Estamos em grandes e sérias dificuldades para tentar reconstruir a evolução da cognição“, disse Lewontin.

vi não cara!

Comentar por ROMANO LIMA AROS

São as DENOMINAÇÕES evolucionistas surgindo. E depois, eles criticam a existência de denominações cristãs. Até nisso o evolucionismo se assemelha a religião.

Comentar por Isaias S. OLiveira

Depois que conheci Isaias, Sabino, Adim e outros (me perdoem mais esqueci).

Parei de visitar sites de PIADAS.

Essa é nova Isaias DENOMINAÇÕES EVOLUCIONISTAS é?

Ele so disse o que todos os cientistas tem na cabeça ! Que é dificil e só o que temos não da para reconstruir a evolução!
Em nenhum momento ele disse que não houve evolução!

Comentar por ROMANO LIMA AROS

E mesmo assim a evolução é um fato?! (segundo vcs).

Ainda bem que outras ciências (não a maioria, espero) faz isso, imagine vc chegar no médico e ele dizer que vc asté com câncer, como um FATO, e depois de vc fazer por um longo tempo o tratamento de químio, ele falar que não pode provar que vc tinha cânce, aí vc vai processá-lo, então o juiz não aceita sua acusação, dizendo que ele disse que não pode provar o câncer, mas em nenhum momento falou que não houve câncer!!

Comentar por Edrick

Depois de seu comentário ERICK , quase tive um A.V.C. !

Se eu for num medico ele disser que tive um avc me passar medicação eu não voltar a te-lo e ele me disser que ele não pode provar que eu tinha…Espera ai …

minha cabeça ta doendo outra vez…
…vamos parar por aqui!

Comentar por ROMANO LIMA AROS

CRIACIONISMO :

Os argumentos criacionistas

Existem infundados argumentos criacionistas contra a Paleontologia, Geologia e Sistemática. Esses argumentos não levam em conta a metodologia utilizada por essas disciplinas, que são os métodos estatísticos e computacionais da Cladística, como a máxima parcimônia e o bootstraping, utilizados pelos sistematas. Também não existem argumentos consistentes contra os métodos de datação radiométrica de fósseis e rochas utilizados pelos geólogos e paleontólogos.

Criacionistas questionam também experiências relacionadas à demonstração da seleção natural, como aquela relativa às mariposas cujas cores foram influenciadas pelas mudanças advindas da Revolução Industrial. Nesse caso, especificamente, apontam falhas irrisórias na metodologia como confirmação de que não existiria seleção natural.

Classificação dos argumentos criacionistas

Criacionistas costumam focar os seus argumentos contra o estudo científico da origem da vida ou abiogênese. Em um artigo do prestigiado periódico Biology & Philosophy, Richard Carrier demonstrou que todos os argumentos criacionistas contra a abiogênese recaem em seis classes de erros:

1. Fontes obsoletas.
2. Omissão de contexto.
3. Uso incorreto da Matemática (bad math).
4. Falácia da confusão dos jogadores com o vencedor.
5. Estimativa tendenciosa do tamanho do protobionte (begging the size of the protobiont).
6. Confusão de características desenvolvidas ao longo da evolução com estruturas espontâneas (confusing evolved for spontaneous features).

É importante salientar que existem vários outros artigos criticando os argumentos criacionistas acerca da abiogênese.

Toda a argumentação criacionista quanto ao desconhecimento sobre como a vida teria se originado naturalmente não raramente tenta levar a crer que, sem essa resposta, todas as demais áreas da ciência às quais se opõem, em especial a evolução biológica, desmoronam como conseqüência. Essa é uma falácia non sequitur – a conclusão não decorre das premissas – pois as evidências das diversas áreas que compõem o evolucionismo não são totalmente dependentes umas das outras, e dessa forma, é possível ainda se estabelecer os laços de parentesco entre todos os organismos, mesmo sem saber de onde teria vindo o ancestral comum de todos eles.

Argumentos contra o criacionismo

Durante mais de trinta séculos, a crença criacionista perdurou como uma verdade absoluta em diversas partes do mundo, interpretada literalmente da forma como está escrita nos textos sagrados das diversas literaturas religiosas, não dando chance a qualquer opinião discordante, menos por imposição das autoridades da época e mais por uma ausência de necessidade prática de um maior questionamento.

Somente nos últimos dois séculos, com a valorização do direito do homem à liberdade de pensamento, uma série de argumentos foram levantados contra esse predomínio eminentemente religioso. A interpretação criacionista literal perdeu sua unidade, sendo questionada com maior profundidade.

De acordo com praticamente todos os cientistas, todas as ramificações do criacionismo ferem importantes princípios filosóficos da ciência. Para os que pensam dessa forma, os principais argumentos comparativos propostos são:

1. O criacionismo não pode ser considerado como uma ciência, nem sequer uma teoria. Uma teoria requer análises, estudos, testes, experiências, modificações e, finalmente, adequações. Uma teoria evolui com o decorrer do tempo, à medida que o ser humano amplia seus conhecimentos e suas descobertas. Naturalmente, a ciência, no sentido usado nesse contexto, não pode nem afirmar nem negar que o criacionismo seja verdadeiro – é não-falseável e portanto não-científico. Este argumento, no entanto, não significa muita coisa, uma vez que o ato de ser não-científico não significa, necessariamente, que é incorreto ou desprezível.
2. A evolução é uma estrutura teórica bem definida, que embasa a Cladística, a Biologia do Desenvolvimento, a Paleontologia, a Genética de Populações e todas as demais áreas da Biologia; ao passo que o criacionismo é constituído de uma multiplicidade de superstições, sem unidade, criadas pelas centenas de religiões e mitos hoje existentes ou que já existiram outrora.
3. A evolução é uma teoria fundamentada em achados fósseis concretos e em experimentos realizados, enquanto que o criacionismo é abstrato, indemonstrável e desprovido de bases científicas.
4. Os argumentos neocriacionistas, que utilizam recentes descobertas da ciência, de uma forma geral, são falácias que poderiam provar a veracidade de qualquer crença, seja ela judaico-cristã, muçulmana, hinduísta, umbandista, pagã, animista ou de qualquer outra mitologia.
5. O evolucionismo esforça-se em buscar explicações para os eventos da Natureza, enquanto que o criacionismo esforça-se em adaptar os eventos da Natureza à sua visão de mundo.
6. O criacionismo não possui bases cientificas, portanto é certamente uma visão de mundo, não podendo se apresentar como ciência, pois não tem indicios para tal e não é comprovada cientificamente.

Não sendo o design inteligente(ou qualquer outra forma de criacionismo) científico, não existem debates científicos entre ele e a evolução. A teoria da evolução é suportada por muitas evidências e é aceita por virtualmente todos os cientistas do mundo, enquanto o criacionismo não possuí evidências, apenas escrituras antigas. Trata-se de uma discussão entre conhecimento científico e crenças religiosas, portanto.

Quanto aos poucos cientistas que acreditam no criacionismo, eles representam, segundo a revista Newsweek, apenas 0,15% de todos os cientistas da vida (biólogos) e da Terra (geólogos) com alguma crendencial acadêmica respeitável . São 700, entre os 480.000 cientistas isto somente no EUA.

Uma pesquisa da Organização Gallup chegou à conclusão de que cinco por cento dos cientistas americanos acreditam no criacionismo da Terra Jovem, quarenta por cento acreditam que nós humanos evoluímos de outras formas de vida em um processo evolutivo de milhões de anos, mas que Deus guiou o processo, e cinqüenta e cinco por cento acreditam que nós evoluímos de outras formas de vida e que Deus não teve participação nenhuma nesse processo.

Mas essa pesquisa não considerou apenas biólogos e geólogos como a outra, mas cientistas de todas as áreas, engenheiros químicos, bacharéis em ciência da computação etc. Portanto, há pouquíssimos cientistas que defendem o criacionismo e freqüentemente eles pertencem à áreas de atuação que não têm relevância na discussão, além de não se basearem em nenhuma pesquisa científica séria para sustentar sua posição.

A afirmação de que nenhuma vida pode surgir de não-vida foi recentemente desafiada a partir de experimentos onde um vírus é sintetizado em laboratório. Outra questão levantada pelos criacionistas é que esse tipo de experimento na verdade comprovaria a necessidade de uma inteligência e intencionalidade por trás do processo. No entanto, é imprescindível lembrar-se de que experimentos laboratoriais são fundamentalmente diferentes de processos de simples montagem intencional, pois na realidade visam a reproduzir as situações em que um fenômeno ocorreria naturalmente, espontaneamente.

Design Inteligente

O termo “design inteligente” originou-se em resposta a decisão judicial de 1987 da Suprema Corte Americana no caso Edwards v. Aguilard que envolveu a separação da igreja e do estado. [4] Seu primeiro uso significativo em publicações foi em “Of Pandas and People” (Sobre Pandas e Pessoas), um livro didático de 1989 publicado com a intenção de ser usado em aulas de biologia do ensino médio. [22] Vários livros adicionais sobre o design inteligente foram publicados nos anos de 1990. Na metade da década de 1990, defensores do design inteligente começaram a se aglomerar ao redor do Discovery Institute e a defender mais publicamente a inclusão do design inteligente no currículo da escola pública. [23] Com o Discovery Institute e seu “Center for Science and Culture” (Centro para Ciência e Cultura) servindo como alicerce central no planejamento e financiamento, o “movimento do design inteligente” cresceu significativamente em publicidade no final da década de 1990 e no início de 2000, culminando no “julgamento de Dover” em 2005 que contestou o uso intencional do design inteligente em salas de ciências do sistema público de ensino.[7]

No caso Kitzmiller v. Dover Area School District, um grupo de pais de estudantes do ensino médio contestaram a exigência de um distrito escolar público para que professores apresentassem o design inteligente em aulas de biologia como uma “explanação alternativa para a origem da vida”. O Juiz Distrital Americano John E. Jones III sentenciou que o design inteligente não é ciência, e que “não pode se desaclopar de seus antecedentes criacionistas, e consequentemente religiosos” e concluiu que a promoção do design inteligente realizada pelo distrito escolar violava a Clausula de Estabelecimento da Primeira emenda da constituição dos Estados Unidos da América.

Comentar por ROMANO LIMA AROS

O criacionismo não deve ser ensinado nas escolas, pois é uma questão de fé. Ningém viu. E o evolucionismo também. É preciso ter fé para acreditar em Deus, assim como é necessário ter fé para acreditar que o Homem veio dos SIIIIIMIOS (macacos não, certo?).

Comentar por Isaias S. OLiveira

Comentários como os de ISAIAS sobre meu comentario vão aparecer dezenas.

Não lerão tudo…

o pouco que leu vão intepretar de maneira turva à favorecer sua crença…

E AO FINAL DIRÃO AQUILO QUE JA ACOSTUMARAM :
…..BESTEIRA…..

e eu que tomo remédios Sr. Isaias?
(o sr. diz acima que para acreditar na evolução tem que ter fé)

O Sr. ja viu religião que se adapta-se as diversas descobertas?Pois é assim na evolução!

Não o Sr. não viu, pois o que existe é RELIGIÃO querendo adptar as descobertas às suas CRENÇAS IDIOTAS!
CRENÇAS IDIOTAS porque ja vi ESTORIAS ANTIGAS melhor elaboradas!

Comentar por ROMANO LIMA AROS

Criacionistas costumam focar os seus argumentos contra o estudo científico da origem da vida ou abiogênese. Em um artigo do prestigiado periódico Biology & Philosophy, Richard Carrier demonstrou que todos os argumentos criacionistas contra a abiogênese recaem em seis classes de erros:

1. Fontes obsoletas.
2. Omissão de contexto.
3. Uso incorreto da Matemática (bad math).
4. Falácia da confusão dos jogadores com o vencedor.
5. Estimativa tendenciosa do tamanho do protobionte (begging the size of the protobiont).
6. Confusão de características desenvolvidas ao longo da evolução com estruturas espontâneas (confusing evolved for spontaneous features).

Vamos enumerar os erros dos crentes na abiogênese:

1- Abiogênese nunca foi provada, nunca foi observada, e nunca foi testada.

Fim da lista. É, parece que os criacionistas têm cinco erros a mais, então a abiogênese deve mesmo ser verdade 😀

Sobre os ataques ao criacionismo:

2- Dizes que A evolução é uma estrutura teórica bem definida, que embasa a Cladística, a Biologia do Desenvolvimento, a Paleontologia, a Genética de Populações e todas as demais áreas da Biologia; ao passo que o criacionismo é constituído de uma multiplicidade de superstições, sem unidade, criadas pelas centenas de religiões e mitos hoje existentes ou que já existiram outrora.

Mas espera, nunca foi visto e nem comprovado que um peixe vira sapo, nem que réptil vira pássaro, independente de quanto tempo passe.

Isso se trata de “multiplicidade de superstições”, cada animal virando outro com o passar de muito, muito tempo.

No 3 dizes que: 3. A evolução é uma teoria fundamentada em achados fósseis concretos e em experimentos realizados, enquanto que o criacionismo é abstrato, indemonstrável e desprovido de bases científicas.

Esta é sem dúvida a maior bobagem que um ateu poderia escrever, mesmo no trabalho 😀

Sabes que os fósseis corroboram com o dilúvio, e a ausência dos transicionais (Segundo Darwin, Inumeráveis) não foram encontrados durante 150 anos. Será que precisam de milhões de anos para procurar?

Ou será que a presença de informação codificada mantendo a vida como ela é, não identifica um Criador inteligente? Se não, o que é que esta evidência nos diz?

No 5, dizes O evolucionismo esforça-se em buscar explicações para os eventos da Natureza, enquanto que o criacionismo esforça-se em adaptar os eventos da Natureza à sua visão de mundo.

Estás a inverter os papéis. Quem tem mantido o paradigma errado é a evolução. A ponto de não considerar fósseis ou datações que não estejam de acordo com o pré-estabelecido.

Por fim, no 6 dizes O criacionismo não possui bases cientificas, portanto é certamente uma visão de mundo, não podendo se apresentar como ciência, pois não tem indicios para tal e não é comprovada cientificamente.

Então apenas o que é científico é verdadeiro? Antes de ser científico, um fato não seria verdadeiro?

Falácia sua.

o 1 e o 4 são simplesmente irrelevantes.

Comentar por MVR

O mano ficou nervoso, tal de Romanos… Parece o Guga LV da Criacionismo Maior (comunidade de orkut)

Comentar por Marcelo P. Rocha

É engano meu ou o título original diz: “Como a inteligência humana evoluiu – Isso é ciência ou ‘paleofantasia’?”?

Comentar por Marcelo P. Rocha

Não adianta os Ateus fazem força para não enxergar os factos que vão contra sua Religião.

Comentar por Douglas




Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s



%d bloggers like this: