No princípio criou Deus os céus e a Terra


As águas do Dilúvio
Agosto 18, 2009, 5:36 pm
Filed under: Convicções / Fé

Relativamente ao dilúvio bíblico, uma das coisas que os cépticos mais gostam de papaguear é: a água proveniente das nuvens não era suficiente para cobrir toda a Terra. Eles dizem também que, mesmo que tal acontecesse, a temperatura gerada mataria todos os que estivessem na arca. Também dizem que se as águas tivessem cobrido o Evereste, a pressão atmosférica mataria toda a vida marinha. Este post do blogue Ceticismo pretende “desmascarar” o dilúvio de Noé. Entre outros pontos já discutidos e refutados (Ver: Dilúvio e Arca de Noé), um dos que tem especial atenção é este da origem das águas. Uns bons 70% do post são dedicados a mostrar como a água das nuvens não poderia ter cobrido pontos altos como o Evereste.

O problema, claro está, é que este tipo de críticas ataca um dilúvio de palha. O que isto quer dizer é que os críticos criam para si o seu próprio acontecimento diluviano, que está em desacordo com o dilúvio bíblico, e depois refutam a caricatura que eles próprios criaram. Dois erros fundamentais são cometidos:

1) Assumem que a água só veio das nuvens;
2) Assumem que as formações rochosas mais altas de hoje já existiam aquando do dilúvio.

A água não veio só das nuvens

A Bíblia diz-nos de onde vieram as águas que inundaram o planeta:

No ano seiscentos da vida de Noé, no mês segundo, aos dezessete dias do mês, romperam-se todas as fontes do grande abismo, e as janelas do céu se abriram” (Génesis 7:11)

Ou seja, as águas não vieram só de cima. Também vieram de baixo. As fontes do grande abismo referem-se a uma espécie de sistema subterrâneo de reservatórios de água que, aquando do dilúvio, se precipitaram sobre a superfície terrestre. Muito provavelmente como hoje vemos os geysers actuarem.

Relativamente a isto, é interessante notar que, mesmo hoje, existe água suficiente debaixo da Terra para substituir a água dos oceanos mais de 10 vezes.

Mesmo nos oceanos temos água suficiente para cobrir toda a Terra. A superfície terrestre não está nivelada. As bacias oceânicas são extensas e profundas e as áreas terrestres são elevadas. Se a superfície terrestre estivesse ao mesmo nível, a água que temos nos oceanos seria suficiente para cobrir o globo.

Ocean_Floor

Fonte: Ocean Floor Bathymetry

As águas estiveram em cima do Monte Evereste?

Eu gosto de dizer que não foram as águas que estiveram em cima do Monte Evereste mas sim que o Monte Evereste esteve em baixo das águas. Isto é, já existiam montanhas altas antes do dilúvio, no entanto, eram bem mais baixas do que as montanhas mais elevadas que existem hoje. A elevação de partes da superfície terrestre está enquadrada no modelo criacionista da Tectónica de Placas Catastrófica, proposta pelo geofísico John Baumgardner (1,2).

A existência de fósseis marinhos no topo de altas montanhas como o Evereste e os Himalaias mostram isso mesmo, que eles já estiveram debaixo das águas.

Salmos 104:8 dá umas luzes a respeito deste cenário: “Elevaram-se as montanhas, desceram os vales, até o lugar que lhes determinaste[*1].

CONCLUSÃO

Eu compreendo os cépticos. Realmente, é mais fácil atacar um dilúvio que não está na bíblia, e que os criacionistas não subscrevem, do que atacar aquele que está lá descrito. Atacar as caricaturas por nós concebidas é sempre mais fácil do que atacar aquilo que os opositores verdadeiramente defendem.

____________________________________________________________

REFERÊNCIAS OU NOTAS:

[*1] – Já vi cristãos a usarem este versículo como se ele se referisse à semana da Criação. No entanto, ele enquadra-se melhor na narrativa do dilúvio. Referindo-se às águas, o versículo 9 do mesmo salmo diz: “Limite lhes traçaste, que não haviam de ultrapassar, para que não tornassem a cobrir a terra.” Se estes versículos se referissem à semana da Criação, esta ordenança teria sido quebrada aquando do dilúvio.

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52 comentários so far
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A água também veio de baixo? Pronto, então ficou um grande volume sem nada, com ar. Como é que não colapsa?

Será que a água voltou para de onde veio?

Como isso aconteceu e porquê?

Outra coisa, porque não vemos acontecer o mesmo “hoje”?

Comentar por Dário Cardina

Quando surgiu “bola mística”(big bang)?
O quê causou a suposta explosão?
Quando ocorreu a suposta geração espontânea?
Outra coisa: Por quê não vemos acontecer o mesmo hoje?

Comentar por Isaias S. Oliveira

Isaias,

A tua pergunta, não anula em nada a pergunta (com suposta resposta implicitamente incluída) do Diário Cardina.

Comentar por Mário Miguel

O que tem haver um evento geologico que provavelmente nao ocorreu com cosmologia ou astronomia?
porque a luz de estrelas distantes sao visiveis se o universo tem menos de 10 mil anos?
A formaçao da vida aconteceu depois da formaçao da terra mas antes do primeiros seres vivos!
quanto a geraçao espontanea, nao ocorre mais porque nunca aconteceu, geraçao espontanea é um tipo de criacionismo sem Deus. o que provavelmente ocorreu foi a Biogenese, mas esta nao ocorre mais pela diferença na atmosfera e pelo fato de que os seres vivos que ja existem se alimentariam do material gerado!!!

Comentar por Anderson du Lustoza

Primeiro, não há problema com um colapso, porque a terra estaria coberta d’água, tomando forma do mesmo modo, e segundo, a água do dilúvio continua aí, se moras no litoral podes vê-la ao vivo.

E não vemos o mesmo a acontecer hoje porque Deus disse que não faria novamente…

Comentar por MVR

“não há problema com um colapso, porque a terra estaria coberta d’água, tomando forma do mesmo modo”

E o peso da água sobre um volume vazio não ía provocar nenhum colapso? Claro que ía.

“a água do dilúvio continua aí, se moras no litoral podes vê-la ao vivo.”

Então e o que ficou no lugar da água que estava lá em baixo? Temos de pensar em física.

“E não vemos o mesmo a acontecer hoje porque Deus disse que não faria novamente…”

Para mim, os “diz que disse” não é resposta. Para isso dizia que não houve dilúvio porque o sr.João diz que não houve e eu acredito muito nele porque tira umas boas imperiais.

Pode ter sido verdade mas que haja provas disso, ou melhor que haja explicação para o não colapso.

Comentar por Dário Cardina

“E o peso da água sobre um volume vazio não ía provocar nenhum colapso? Claro que ía.”

E o que foi que eu disse? Disse que não haveria colapso, ou que não poderia haver? Disse que não há problema com um colapso da terra porque a mesma estaria coberta de água.

“Então e o que ficou no lugar da água que estava lá em baixo? Temos de pensar em física.”

Se houve um colapso, então a terra passou a ocupar o lugar da água.

Comentar por MVR

“a água do dilúvio continua aí, se moras no litoral podes vê-la ao vivo.”

Então e o que ficou no lugar da água que estava lá em baixo? Temos de pensar em física

É exatamente o que propõe o modelo criacionista, no lugar da água que havia no subterrâneo da terra, foi depositado as rochas que haviam acima dela, formando as atuais montanhas existentes hoje, isso é muito simples e fácil de compreender, basta meditar sobre o versículo a seguir; Salmos 104:8 dá umas luzes a respeito deste cenário: “Elevaram-se as montanhas, desceram os vales, até o lugar que lhes determinaste”. quanto a prova de que o dilúvio foi real, basta meditar sobre as águas encontradas a uma profundidade de até 16.000 metros de profundidade, duas vezes mais salgadas que as águas do mar, essa descoberta esclarece e comprova duas coisas, 1º que tinha sim e ainda hoje é possível comprovar a existência de uma camada de água abaixo da terra, formando um clima ideal para a sobrevivência na superfície da terra. 2º que somente a descoberta dessas águas já é prova suficiente de que a terra não foi formada a princípio quente e foi se resfriando aos poucos, conforme modelo evolucionista, pois se fosse assim, aquelas águas subterrâneas não poderiam estar lá.

Comentar por Jocemar

“no lugar da água que havia no subterrâneo da terra, foi depositado as rochas que haviam acima dela”
Mas como ouve essa inversao? sendo assim a terra era mais elevada que hoje, entao precisaria de ainda mais agua pra cobrir tudo isso. o morro do pao-de-açucar onde o Cristo redentor ta deveria estar na altura atual do monte everest, e o everest deveria ter uns 40 kilos metros de altura, ou seria 40 quilometros abaixo de zero como disse o Sabino?

Comentar por Anderson du Lustoza

É interessante tu estares preocupado com putativos problemas da Física no que toca ao acontecimento diluviano, mas estares confortavel com a Física no que toca ao princípio de todas as coisas.

Como dizem uns iluminados: para a pessoa normal, o nada significa mesmo nada. Mas para o físico quântico, o nada representa, de facto, alguma coisa.

Ou isso ou então deixas o naturalismo de lado e abraças teorias que postulem coisas fora do nosso espaço-tempo.

Comentar por alogicadosabino

Sr. Sabino sou teísta como vós!! mas não idolatro a biblia o problema não é nem a questão de onde veio as aguas se é possivel ou não.
O negócio é: Apenas 3 familias sairam da arca e co toda certeza seus filhos casaram-se entre si.
Misturando-se assim as raças embora eu creio que ja era uma mistura mesmo.
Ai vc conta de Noé até Abraão 10 gerações.
10 Estas são as gerações de Sem: Sem era da idade de cem anos e gerou a Arfaxade, dois anos depois do dilúvio.
11 E viveu Sem, depois que gerou a Arfaxade, quinhentos anos, e gerou filhos e filhas.
12 E viveu Arfaxade trinta e cinco anos, e gerou a Selá.
13 E viveu Arfaxade depois que gerou a Selá, quatrocentos e três anos, e gerou filhos e filhas.
14 E viveu Selá trinta anos, e gerou a Éber;
15 E viveu Selá, depois que gerou a Éber, quatrocentos e três anos, e gerou filhos e filhas.
16 E viveu Éber trinta e quatro anos, e gerou a Pelegue.
17 E viveu Éber, depois que gerou a Pelegue, quatrocentos e trinta anos, e gerou filhos e filhas.
18 E viveu Pelegue trinta anos, e gerou a Reú.
19 E viveu Pelegue, depois que gerou a Reú, duzentos e nove anos, e gerou filhos e filhas.
20 E viveu Reú trinta e dois anos, e gerou a Serugue.
21 E viveu Reú, depois que gerou a Serugue, duzentos e sete anos, e gerou filhos e filhas.
22 E viveu Serugue trinta anos, e gerou a Naor.
23 E viveu Serugue, depois que gerou a Naor, duzentos anos, e gerou filhos e filhas.
24 E viveu Naor vinte e nove anos, e gerou a Terá.
25 E viveu Naor, depois que gerou a Terá, cento e dezenove anos, e gerou filhos e filhas.
26 E viveu Terá setenta anos, e gerou a Abrão, a Naor, e a Harã.

Ai Abraão vai peregrinar no Egyto(me admira o Egyto ja ser uam nação qdo Abraão chega la)

Mas a pergunta é amigo Sabino: De onde veio os Asiáticos com seus olhos diferentes e os negros com a pele bem mais escura?
Em 10 gerações depois do diluvio deu tempo pra tudo isto acontecer?

Comentar por ADAMANTDOG

Sabino, o que tu sabes de Física Quântica ?

Quer discutir sobre o Gato VIVO E MORTO aqui ? È contra qualquer questão Bíblica.

Ou podemos falar sobre Bohr, Planck, Schrodinger, Heisenberg e Dirac, os *papas* da Física Quântica ?

Comentar por Ricardo Muradas

nosso amigo ADAMANTDOG abordou o tema genetica, tudo bem pois ambos assuntos tem relação aos problemas na historia de diluva. Legal, o Sabino quer discutir fisica quantica que nao tem nada haver nem com janetica nem geolojinha!
Sendo assim vamos falar sobre “Sansão e Eva”.

Comentar por Anderson du Lustoza

A física é sempre física. Pode ser difícil de compreender para quem não está familiarizado com ela. Parece que há contracensos para quem não conhece a estória científica por detrás da explicação.

O nada será o vazio absoluto. O universo é um tecido, um campo e tem partículas. O vazio tem energia. Muito pouca mas tem.

Comentar por Dário Cardina

Então não é tão vazio assim, se tem energia, hehe

Comentar por MVR

Pressão atmosférica ou da coluna d´água, cria ignorante?

Comentar por Blog Mallmal

vazio é uma expressão, não quer dizer mesmo vazio. é quase quase, mas não é. Continuou-se a chamar vazio pois é mais fácil e já estava interiorizado. O efeito Casimir demonstra que o vácuo tem uma energia.

Comentar por Dário Cardina

http://www.pos-darwinista.blogspot.com

Comentar por Marlon Silva

Acho interessante o Sabino não colocar em causa a validade dos resultados dos estudos que faz referência.

Não é preciso ser cientista para ter noção da dificuldade que está associada à quantificação do que quer que seja que se encontra abaixo da superfície da terra. O erro associado é muito grande, e há muita interpretação e suposição pelo meio.

Não estou a refutar nada, mas penso que vale a pena chamar a atenção para o facto de esta descoberta, tal as que sustentam teorias menos queridas por este blog, deverem ser vistas com alguma prudência. São estudos interessantes, que se encaixam em certas teorias e visões da Terra, mas que talvez não estejam verificados o suficiente para constituirem prova.

O próprio Lou Bergeron, que escreve o artigo sobre a água no interior da Terra, coloca alguma incerteza nos resultados da sua pesquisa, como se pode ler no resumo do artigo:
“Vast amounts of the stuff. In fact, more than 400 kilometres inside the Earth there may be enough water to replace the surface oceans more than ten times.”
O “there may be”, na minha interpretação, quer dizer que segundo o autor, há água, muita até. Mas talvez não seja tanta como 10 vezes a quantidade dos oceanos. Ele não deve saber exactamente quanta (porque nunca a conseguiu medir directamente), nem nós sabemos.
Mas parece-me uma maneira prudente e correcta de apresentar os resultados do seu trabalho.

Quanto ao trabalho do John Baumgardner sobre a “catastrophic plate tectonics”, só quero sublinhar que, no estado actual do conhecimento, nem é possível prever com certeza o movimento do café dentro da chavena quando o mexemos (e nós vemos o café, a chávena e a colher!). Perceber a mecânica da Terra é dificil, e criar um modelo numérico que a simule envolve muitas hipóteses e simplificações. Não pondo em causa as descobertas do John Baumgardner (quem sou eu) vale a pena lembrar, que o modelo “catastrophic plate tectonics” (e outros modelos) é uma representação da realidade. E o trabalho do John Baumgardner, com certeza, será uma aproximação de um possivel cenário da mecânica da Terra (haverão outros).
Seja como for, se futuras investigações do mesmo cientista e de outros, confirmarem estes resultados, será mais uma boa achega no sentido de caminhar para uma visão da formação e dinâmica da Terra.

E já agora, deixo a pergunta para os mais entendidos, será que um modelo envolvendo a “catastrophic plate tectonics” e a colisão de asteroide com a Terra faz algum sentido?

Comentar por Xavier Pita

“E já agora, deixo a pergunta para os mais entendidos, será que um modelo envolvendo a “catastrophic plate tectonics” e a colisão de asteroide com a Terra faz algum sentido?”

Xavier,

Não tenho o livro do Nahor (ainda), mas me lembrei deste post do Michelson:

http://criacionista.blogspot.com/2008/05/meteoritos-do-dilvio.html

Comentar por Darjo

Não sei. O asteróide não fez nada demais. Abriu uma cratera, como de costume.

Comentar por MVR

MVR, há de concordar que depende do tamanho e do número de do asteróides. Tanto quanto sei, a colisão de um asteróide pode criar um tsunami de proporções “dilúvicas”, se me estou a fazer entender (para além de outros efeitos).

O link apresentado pelo Darjo apresenta mais ou menos o que tinha em mente. Uma violenta colisão de um asteróide ou asteróides, que pudesse afectar a dinâmica de placas.
Tal como o John Baumgardner diz, é necessário que alguma coisa desencadeie o movimento rápido das placas:
“To initiate motion in the model, some sudden trigger “cracks” the ocean floors adjacent to the supercontinental crustal block, so that zones of cold ocean-floor rock start penetrating vertically into the upper mantle along the edge of most of the supercontinent.”
A minha pergunta é: Há por estas bandas alguém que saiba mais de geologia que eu, para dizer se faz sentido que o movimento rápido possa ter sido causado pela colisão de um corpo celeste?

Comentar por Xavier Pita

Xavier, acho que o melhor era enviares um mail com as tuas questões para o pessoal do Answers in Genesis. Eles são doutorados na área e certamente saberão responder isso melhor que ninguém. Eu nunca me debrucei muito na leitura da TPC do Baumgardner.

Comentar por alogicadosabino

Xavier,

Aconselho você procurar antes no site do Talk in Origins, ou então, caso você não encontre, aí sim você tem respostas científicas, sem apelos criacionistas.

Comentar por Ricardo Muradas

O Ricardo Muradas disse: “Aconselho você procurar antes no site do Talk in Origins, ou então, caso você não encontre, aí sim você tem respostas científicas, sem apelos criacionistas.”

Sim, aí não tem apelos criacionistas. Só evolucionistas : \

Comentar por Marcos Sabino

Correção Sabino :

“Sim, aí não tem apelos criacionistas. Só evolucionistas ”
:: ai não tem apelos criacionistas, somente CIENTÍFICOS.
Ficou melhor

Comentar por Ricardo Muradas

O pior Sabino não é o malabarismo que é necessário para que acontecesse o “diluvio”. É esse deus matar indiscriminadamente tudo(crianças inocentes, animais e plantas) vagarosamente só porque mesmo sendo onisciente não conseguiu prever as estripulias humanas, o que o levou a se arrepender de ter criado o homem. Ao invés de simplesmente sumir com os “maus”, preferiu uma maneira mais ortodoxa, de difícil explicação. Que como diria muitos teólogos. Para testar a fé dos seus.

Comentar por Pedro

Que malabarismo é necessário?

Comentar por alogicadosabino

Os céticos é que fazem malabarismos. Não crêem em Deus sob a principal alegação de que ele nunca foi visto. Mas crem na “Bola Mística”, geração espontânea… E outras fábulas semelhantes, nunca vistas.
E além disso, em um passado não muito distante, os céticos, que sempre acusaram Deus de crueldade, causaram a morte de mais de 200 milhões de pessoas em nome de sua ideologia anti-Deus.

Comentar por Isaias S. Oliveira

Só um adendo, dizem que não pode existir um Deus sem que tenha sido criado, mas crêem que a matéria sempre existiu.

Sem falar na expansão que cria o tempo…

Comentar por MVR

Espera um pouco, *céticos* ? Negativo, esta sua afirmação é totalmente falsa.

Céticos não significam aqueles que perguntam “…. Mas como ? ou Porque ?”.

Do tipo. Mas se a terra foi coberta de água, onde está toda a água ? Ou, como ocorreram as mutações entre as espécies em pouquíssimo tempo ? Ou qual é a lógica matemática de ter 6 bilhões de pessoas em pouco mais de 5 mil anos ?

Isto não é ser cético, porque o Dilúvio não pode ser respondido cientificamente, e sim, holisticamente.

Quanto a sua segunda pergunta, que 200 milhões de pessoas morreram em nome de *ateus*, meudeusdocéu Isaias ?

Diga uma coisa, você estudou pelo menos até a 8a. série ?

A morte causada pelos CRISTÂOS, foram as piores atrocidades já acontecidas neste mundo.

Ah, mas não eram cristãos, eram católicos não é mesmo (rsrsrsrs).

Comentar por Ricardo Muradas

Coicidentemente, o post mais recente do Michelson: “Oceanos podem estar escondidos dentro da Terra.”

http://criacionista.blogspot.com/2009/08/oceanos-podem-estar-escondidos-dentro.html

Comentar por Darjo

MVR, explica-me isto:

“a matéria sempre existiu.

Sem falar na expansão que cria o tempo…”

Há um ponto de pressão e temperatura em que não há matéria como a conhecemos mas sim um plasma.
O tempo é uma característica do tecido do Universo. É a quarta dimensão que sentimos (Altura, Largura, Comprimento e Tempo). Ou seja, as 3 dimensões espaciais mais a dimensão temporal.

Comentar por Dário Cardina

Então a energia sempre existiu. Qualquer coisa pode ter existido desde sempre, menos Deus, para os ateus.

Se não há problemas para aceitares que sempre existiu alguma coisa, então também não deverias encontrar problemas para aceitar que Deus sempre existiu.

Comentar por MVR

e vice-versa, ou não?

Comentar por Dário Cardina

Dizes que: A existência de fósseis marinhos no topo de altas montanhas como o Evereste e os Himalaias mostram isso mesmo, que eles já estiveram debaixo das águas.

Falso! O Everest nunca esteve debaixo de agua. As camadas fossiliferas que o constituem e’ que formaram a partir de sedimentos que se depositaram nos fundos ocenanicos… mas isso foi ha muitos milhoes de anos… muuuuuuuito antes de os criacionistas terem sido inventados, num dia de tedio, por Deus…

Comentar por manuel

Falso! O Everest nunca esteve debaixo de agua.

Como é que sabes? Estavas a morar no Everest desde que a terra começou?

As camadas fossiliferas que o constituem e’ que formaram a partir de sedimentos que se depositaram nos fundos ocenanicos… mas isso foi ha muitos milhoes de anos…

Epa, mas eu vi bem tu mesmo a dizer que o Everest nunca esteve debaixo de água.

Então, só há uma explicação: O monte Everest não se chamava Everest quando estava debaixo da água, já que não podes provar nem que o Everest nunca ficou debaixo da água e nem que se passaram milhões de anos.

Comentar por MVR

Como é que sabes? Estavas a morar no Everest desde que a terra começou?

Meu “amigo” é necessário saber um pouquinho de Geologia para entender estas coisas.

A frase: “Estavas a morar no Everest desde que a terra começou?” é das refutações pseudocientíficas mais idiotas e reveladoras de ignorância geológica que já ouvi.

Este comentário: “Epa, mas eu vi bem tu mesmo a dizer que o Everest nunca esteve debaixo de água.” segue na mesma linha da completa ignorância de temas geológicos.

Querem falar do Evereste? De Tectónica de Placas? Então estudem Geologia!, em vez de passearem a vossa ignorância mascarada de argumentação pseudointeligente.

Passe bem!

Comentar por Jose

E assim ele ganha o debate 🙂

O everest não esteve debaixo d’água, mas esteve.

E toca xingar e mandar estudar 🙂

Comentar por MVR

Parafraseando o MVR: não creem em Deus, porque é impossível que Ele tenha sempre existido; mas creem no Big Bang, na grande explosão de matéria (que não se sabe de onde veio) por todo o caos… por essa ótica, a matéria seria Deus, pois ela sempre existiu!

Pessoal, antes de apedrejarem o dilúvio: só me expliquem de onde saiu aquela matéria!!!

Comentar por Stéfan R. Simon

“Se a superfície terrestre estivesse ao mesmo nível, a água que temos nos oceanos seria suficiente para cobrir o globo”

Um exemplo típico de uma frase oca e totalmente destituída de utilidade e de sentido nesta discussão, mas que, mesmo assim, é atirada para a frente como argumento válido e de peso!

Onde é que há evidências de que, em tempos bíblicos, a superfície terrestre tivesse estado toda ao mesmo nível? Não havia montanhas na altura? Não havia bacias oceânicas?

E se não esteve, então porque invocar argumentos e pressupostos falsos, à partida?

Já agora poderia afirmar-se que, na altura do dílúvio, talvez toda a terra ocupada estivesse abaixo do nível do mar e por isso era mais fácil de inundar… Não se lembraram desta, não foi?! Agora só falta provar que assim foi… só…

Comentar por Rita

De acordo com o esquema da Catastrophic Plate Tectonics de Steven Austin e de John R. Baumgardner:

“We agree with many previous theorists in flood geology that the pre-Flood/Flood boundary should stratigraphically lie at least as low as the Precambrian/Cambrian boundary”.

Veja-se: http://www.icr.org/research/index/researchp_as_platetectonicsl/

Lendo este parágrafo, de um ponto de vista estritamente geológico, então o dilúvio universal ocorreu ou iniciou-se na base do Câmbrico, na passagem Pré-Câmbrico/Câmbrico.

Depois, noutra passagem, refere-se que: “Therefore, we tentatively place the Flood/post- Flood boundary at approximately the Cretaceous/Tertiary (K/T) boundary.”

Ou seja, de acordo com estes senhores, o dilúvio durou do Câmbrico à fronteira K/T? Incrível!

Não entendo… qualquer puto do Secundário sabe e creio que Austin e Baumgardner também, já que usam esta terminologia geológica/estratigráfica (e querem fazer-nos pensar que sabem do que estão a falar…) que os vestígios da humanidade só surgem acima. Mesmo bastante acima, estratigraficamente, da fronteira K/T.

E estamos a falar de estratigrafia, não de milhões de anos que, aqui, são irrelevantes. Se usam a terminologia estratigráfica (para parecerem inteligentes) então que mostrem que sabem do que estão a falar!

Não há quaisquer fósseis ou registo de actividade humana em rochas de idade câmbrica! Nem em qualquer rocha até aos finas do Cenozóico! Seja qual for a idade cronológica que lhe seja atribuída, seja ela aproxim. 600 Ma (para a base do Câmbrico) ou apenas meia dúzia de milhares de anos… O mesmo em relação à fronteira K/T.

E quanto ao clima, afirma-se que: “By the time Flood waters had settled into the post-Flood basins, they had accumulated enough heat to leave the oceans as much as 20 or more degrees centigrade warmer than today’s oceans”.

Oceanos 20 graus mais quentes que actualmente?! Isto é de doidos! Gostaria de saber que vida marinha eles acham que sobrevive a mais 20ºC de temperatura do que aquela a que está adaptada! E não estamos a falar de bactérias! E tudo isto desde o Câmbrico até ao final do Cretácio, intervalo estratigráfico em que a Paleontologia revela uma abundância de faunas e floras distintas e exuberantes, de vários tipos climáticos, quer terrestres quer marinhos…

Basta pensar que os famosos dinossáurios, animais terrestres, que viveram do final do Triásico ao final do Cretácico… Não houve logar para eles na Arca? Foi? Fartaram-se deles? Portaram-se mal, eles, foi?

Continuamos a não falar de milhões de anos… apenas de estratigrafia e de posicionamento estratigráfico.

E depois temos todos os grupos marinhos que se extinguiram nesse intervalo estratigráfico, das amonites e ceratites às trilobites e arqueociatos, passando por diversos grupos de corais (tabulados, tetracorais), de bivalves (como os rudistas) e de braquópodes, além de vertebrados marinhos como os Mosassáurios e os Ictiossáurios… para referir apenas alguns, poucos. Também se fartaram deles e “afogaram-se” no dilúvio, foi?

Esta teoria da tectónica de placas (e toda a visão criacionista) é, realmente, catastrófica! Não para a natureza, claro, mas para a inteligência humana…

Comentar por Rita

José,

“mas isso foi ha muitos milhoes de anos… muuuuuuuito antes de os criacionistas terem sido inventados, num dia de tedio, por Deus…”

Desculpa… estavas lá ou conheces alguém que esteve lá?
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Rita,

“Não há quaisquer fósseis ou registo de actividade humana em rochas de idade câmbrica! Nem em qualquer rocha até aos finas do Cenozóico!”

Olha que parece-me que há, foi é considerado pelos evolucionistas como uma anomalia singular. Não sei se já ouviste falar do livro Forbidden Archaeology de Michael Cremo e Richard Thompson. O livro de 900 páginas documenta muitos “OOPARTS” (Out Of Place Artifacts), que destroem a teoria da evolução. Ainda não o mandei vir por causa do preço, mas é certamente um livro que qualquer evolucionista que se preze devia dar uma vista de olhos.

“Basta pensar que os famosos dinossáurios, animais terrestres, que viveram do final do Triásico ao final do Cretácico… Não houve logar para eles na Arca? Foi? Fartaram-se deles? Portaram-se mal, eles, foi?”

Mas os dinossauros foram na arca. Tanto assim foi como existem evidências disso. Os homens antigos fizeram representações de animais que hoje sabemos que são dinossauros. Se eles nunca conviveram com o ser humano, por que razão há representações de dinossauros?

Comentar por alogicadosabino

Sabino, você fez referência a teoria de John Baumgardner das placas tectônicas catastróficas, mas eu gostaria de saber o que você pensa também sobre a teoria das hidroplacas, de Walt Brown.

Qual das duas é a melhor teoria sobre o dilúvio, afinal?

Comentar por Maximiano

eu só gostaria de enfatizar e encorajar vcs a um estudo mais aprofundado sobre a estratigrafia, pois ela apresenta inúmeros problemas, vou citar alguns exemplos:

a estratigrafia possui uma ordem na qual esta proposta e que apresenta uma ordem cronológica da “eras”, “periodos”, da terra, o problema é que num chega a 20% as regiões no mundo q possuem essa ordem correta, muitas delas faltam várias camadas, algumas as quais deveriam estar separadas por bilhões de anos mas que aparecem bem próximas, sem falar dos fósseis de árvores que atravessam até 12 camadas, e camadas que deveriam vir bem antes de outras mas que aparecem bem depois, ou melhor, bem acima, animais extintos bem antes dos dinossauros mas que por incrível que pareça, aparecem em camadas superiores ás destes e etc…

obrgado e por favor, busquem a verdade.

Comentar por joao marcos

Olá :

Conheço sobre a estratigrafia, agora, uma coisa é uma coisa, e outra coisa é outra coisa, como dizia já o nosso saudoso ex-presidente do *Curinthia*.

Agora, me diga algo, você SABE como faz o cálculo baseado nas eras e para saber se um determinado fóssil possui milhões de anos ?

Desculpe perguntar, mas hoje em dia, há tanto criacionista *8a. série*, que existe até um tal de Robson *Calebe*, que contesta o Carbono 14.

Tive o prazer de conversar em uma das suas *burricidades*, quando eu me apresentei e disse que estava muito feliz (rsrrs), com suas palestras.

Daí eu perguntei para ele, duas questões simples :
1o) Robson, meu *irmão* (embora ele seja do Nordeste, não é corinthiano), diga para mim a diferença entre : Isótopos, Isótonos e Isóbaros
—> ehhhhhhh, mas porque ?

2o) Tudo bem, sem problemas, embora isto seja algo que até um graduado respondesse, porque é imprescindível vc saber o que é o isótopo 14 do Carbono, agora me diga, você já viu, e sabe como funciona um ESPECTRÔMETRO DE MASSA ?
—> Nâo nunca vi.

3o) Bom, nem vou falar para você, o que é o Ciclo de Calvin-Benson, que é IMPRESCINDÌVEL conhece para saber o ciclo dos isótopo 14 de Carbono sem instável.

Esses Criacionistas… sempre fazendo nós docentes rir e muito.

Prof. Dr. Ricardo Muradas

Comentar por Ricardo Muradas

Excelentíssimo Senhor Prof. Dr. Eng. Catedrático Ponto & Vírgula Noves Fora Nada e Vai Um Ricardo Muradas,

Engraçado começar o seu comentário por falar em “milhões de anos” e depois o resto do seu comentário incidir sobre o Carbono-14, um método que não vai para além dos milhares de anos.

Como se costuma dizer: muita parra pouca uva.

Atentamente,
Dr. Marcos Sabino

Comentar por Marcos Sabino

“Eu gosto de dizer que não foram as águas que estiveram em cima do Monte Evereste mas sim que o Monte Evereste esteve em baixo das águas. Isto é, já existiam montanhas altas antes do dilúvio, no entanto, eram bem mais baixas do que as montanhas mais elevadas que existem hoje. ”

Como que as montanhas cresceram em tão pouco tempo? Qual foi o(s) processo(s) que fez(fizeram) com que as montanhas crescessem rapidamente em tão pouco tempo? Porque hoje em dia as montanhas não crescem tão rápido?

Comentar por Calberto

Deus vai rir muito disso tudo quando forem ao seu encontro,mas tenho certeza que ele não irá condená-los por terem usado o cérebro que ele mesmo lhes deu,usarem seu livre arbítrio.Mas vocês não precisam se atacar tanto assim também.Tem alguns que só discutem desse modo por vaidade,não para tentar fazer algum sentido deste mundo.De qualquer modo,deviam aproveitar mais a maravilha deste mundo,porque a vida é curtinha,só uma escola.Bom dia pra vocês.

Comentar por linda elizabeth

Romanos 1.17-22
1.17 visto que a justiça de Deus se revela no evangelho, de fé em fé, como está escrito: O justo viverá por fé.
1.18 A ira de Deus se revela do céu contra toda impiedade e perversão dos homens que detêm a verdade pela injustiça; 1.19 porquanto o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou.
1.20 Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas. Tais homens são, por isso, indesculpáveis;
1.21 porquanto, tendo conhecimento de Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças; antes, se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se-lhes o coração insensato.
1.22 Inculcando-se por sábios, tornaram-se loucos
Lucas 10.21
Naquela hora, exultou Jesus no Espírito Santo e exclamou: Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque ocultaste estas coisas aos sábios e instruídos e as revelaste aos pequeninos. Sim, ó Pai, porque assim foi do teu agrado.
Hebreus 11.1
Ora, a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem.

Comentar por Cesar Ramos

Já demonstrei matematicamente que NÃO existe água suficiente no planeta para cobrí-lo. Nem mesmo a água contida no ar na forma de vapor, nem no subsolo e nas calotas polares seria suficiente, uma vez que essa substância atinge densidade máxima a 3,98 ºC, com valor de 0,999973 g/cm³. Para o gelo derretido cobrir a Terra até o pico mais alto, Everest, como d = m/v, a densidade deveria ser da ordem de bilhões, uma coisa sem noção, apenas vista no interior de buracos-negros.

(1) V (terra) = 4/3 . 3,141592654 . (6 378 km*)³ = 1 086 781 293 000 km³, ou seja, mais de um trilhão de kilômetros cúbicos

(2) V (terra até a altura do Everest + 15 côvados hebreus bíblicos ou 44,7 cm) =
= 4/3 . 3,141592654 . (6 378* km + 8,84843 km + 0,000447 km)³ = 1 091 310 993 000 km³, ou seja, quase a quantia anterior.

Como o volume desejado seria o de água até o monte mais alto, ignorando uma série de variáveis a fim de obter o volume de água máximo, temos que:

(2) – (1) = 1 091 310 993 000 – 1 086 781 293 000 = 4 529 700 000 km³ de água

O que, convertendo para litros, dá o valor absurdo de 4 529 700 000 000 000 000 000, ou seja, 4,5 sextilhões ou 4,5 bilhões de bilhões de litros de água.

Sendo então o volume terrestre (o que recalculei devido a um pequeno erro) 4,53 x 10^21 litros e o volume de água da Terra (intervalo do centro da “esfera” até o pico do Everest) de 1,26 x 10^21 litros, para cobrí-la por completo ainda faltariam 3,7 x 10^21 litros de água. Será que essa água veio do nada? hahahahahaha

* Levei em conta o raio terrestre equatoriano, além de dispensar a existência de outras elevações, depressões e montes, o que só aumentaria o volume de tudo. Também considerei a Terra como uma esfera perfeita, e não um geóide.

Não adianta dizer que “dentro” da Terra há espaço suficiente. Por Teorema de Tales se acha a circunferência e, pela relação C = 2 π R, acha-se o raio. Com o raio, o volume, v = 4/3 π R³ (demonstrável com cálculo integral), pode ser achado.

Comentar por Davidson Lima

ceticos não da pra entender,o cara explicou zilhoes de veses,e o cara começou a inventar teorias contra,é só isso que evolucionistas fazem,criar teorias,vergonhoso.

Comentar por daniel




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