No princípio criou Deus os céus e a Terra


Um canyon em algumas horas
Julho 31, 2009, 9:51 pm
Filed under: Evolução/Big-Bang

Sexta-feira à noite não existia. Sábado de manhã estava lá.

Falamos de um canyon que foi “esculpido” rapidamente na cidade inglesa de Durham, após as fortes chuvas terem feito o rio Wear transbordar e as suas águas terem convergido num grande campo de cevada. Em 7 horas, a água escoou, tendo deixado a sua marca na paisagem geológica – um canyon com 5 metros de profundidade e 182 metros de comprimento. Os locais chamam-lhe o Grand Canyon de Durham.

Esta é uma imagem do Google Maps que mostra o terreno antes da inundação:

durham1

Após a inundação, o terreno ficou assim:

durham2durham3

O Daily Mail diz que o Grand Canyon de Durham é “uma ilustração extraordinária do poder da natureza – e mostra que água suficiente a fluir à velocidade suficiente não necessita de décadas para criar um caminho terra dentro“.

CONCLUSÃO

Este é só mais um exemplo de acidentes geológicos que os evolucionistas afirmam necessitar de centenas de milhares de anos para se formarem a surgirem em pouco tempo… com testemunhas oculares para registarem o fenómeno. Depois de ver casos como o do Grand Canyon de Durham, fica difícil compreender por que é que os evolucionistas são tão relutantes em aceitar que uma inundação de proporções bíblicas poderia muito bem ser responsável por formações como o Grand Canyon, em relativamente pouco tempo.

Um “mini-dilúvio” de algumas horas fez aquilo que vimos nas fotos. O que faria um dilúvio de 40 dias de chuva torrencial incessante mais os restantes meses de escoamento das águas?

Caros amigos criacionistas, não se esqueçam de uma coisa. Nós, criacionistas, temos evidências empíricas que justificam a nossa crença de que muita água a actuar em pouco tempo poderia ser responsável pela geologia actual do planeta. Os evolucionistas não têm. Eles apenas mantêm a sua fé enorme nos milhões de anos que nunca ninguém viu e nos métodos de datação que se contrariam uns aos outros.

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24 comentários so far
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Mais e mais deturpação jornalistica da tua parte.

Todo e qualquer cientista sabe que uma chuvada torrencial em território propicio provoca estas coisas. A àgua e detritos tem de passar por algum lado. Quase sempre pelas linhas de água (eh eh eh) perfeitamente conhecidas e que os homems insistem em tapar com contruções, zonas de cultivo, terraplanagens, ect.

Perfeitamente normal e nada catastrofico. No monte do meu cunhado há dois anos as chuvas em 3 horas encheram a ribeira, subindo o nivel em mais de 10 metros, e obviamente onde encontraram zonas bloquedas, levaram á frente. bem mais de 180 metros.

Bom chamar um canyion a um ribeirrozito de 5 metros é um exegero, Mas tá bem, para quem te conhece já sabia que gostavas e ias pegar nisso.

O que eu gostav era de ver uma inundação provocar um vale de 5 metros em granito ou basalto. Bom mas é outra conversa.

Já agora, em gaito divertia-me a fazer “canyons” eheh com mais de meito metro de profundidade. Impressionante ~eh eh

Bastava bloquer com pedras um ribeirozito que ia dar ao mar. Ao desviar-se do curso normal em pouco mais de meia hora a correr na areia lá tinhamos o nosso impressionante canyoon e a prova de que não é preciso tempo para moldar a terra.
A prova provada do poder de deus. eh eh eh eh
Quem havia de dizer que em criança eu era a mão de deus a moldar a terra.

Comentar por Joaquim Coelho

Bom, temos alguém que agora já não acha o dilúvio uma lenda completa…

Comentar por MVR

Não, acho uma parvoice completa 🙂

Comentar por Joaquim Coelho

“Mais e mais deturpação jornalistica da tua parte.”

Onde é que está a deturpação jornalística?

Joaquim, faz um canyon relativamente grande e depois manda fotos aqui pó pessoal ver.

Comentar por alogicadosabino

deturpação é. jornalística nao.

Comentar por rasputin

Onde é que está a deturpação jornalística?

1. primeiro está na versão original.
Aquilo é uma ribeira e não um canyon

2. Tu aproveitas e insinuas que os processos geológicos podem ser rápidos (o que é verdade) e que isso pode explicar a oronomia da terra (o que é mentira)

Sabes perfeitamente que água em grande quantidade é um erosor rápido de solos e materiais arenosos ou de consistência ligeira. Não de rochas. A água não tem o poder erosivo que descreves na grande maioria do material que origina os solos: as rochas.

Portanto fazes uma análise dos factso, que tu sabes perfeitamente que não pode ser extensiav a grande parte dos fenomenos que originam a toponomia terrestre, de forma insinuante que explica uma rápida formação da terra.
Deixa ainda em entrelinhas que isto é uma supresa para os cientistas e que a forma de ver que eles têm é errada e que tem de ser mudade por causa desta curiosidade (não passa disso).
E isso é em absoluto falso. Não só a ciência conhece bem estes processos e temn capitulos da geologia geral a eles dedicados, como em nada altera a visão de formação lenta dos solos modelação da terra de uma forma geral.

Mas eu não te preciso de te dizer isto. Tu sabes Sabino.
Ao contrário do Mats que acredita de olhos fechados em tu o que acha que suporte o delirio dele, tu não.
Tu questionas estas coisa como ciência, tens fortes dúvidas sobre o que afirmas. Sabes que não são possiveis do ponto de vista meramente cientifica. E acreditas piamente que elas aconteceram, mas porque Deus meteu lá uma patinha, e não por processos naturais.
Eu já vos vou conhecendo 🙂 , bem isto não é ciência, apenas um palpite meu eh eh eh

Comentar por Joaquim Coelho

Sabes perfeitamente que água em grande quantidade é um erosor rápido de solos e materiais arenosos ou de consistência ligeira. Não de rochas. A água não tem o poder erosivo que descreves na grande maioria do material que origina os solos: as rochas.

O que não quer dizer que a água não cause erosão em rochas. Certo?

Ninguém está a dizer que o Grand Canyon se formou em alguns dias.

Comentar por MVR

2. Tu aproveitas e insinuas que os processos geológicos podem ser rápidos (o que é verdade) e que isso pode explicar a oronomia da terra (o que é mentira)

Opa, temos alguém que sabe o que é impossível de acontecer.

Me admira que ainda não tenhas recebido o Nobel.

Comentar por MVR

O que não quer dizer que a água não cause erosão em rochas. Certo?

Certo. E também que os padrões de erosão e tempos estão completamente estudados. E não são compativel com a treta da terra novinha.

Comentar por Joaquim Coelho

Me admira que ainda não tenhas recebido o Nobel

Dava jeito.

Mas em lugar de assistir a missas e rezas estudei 6 anos geologia, e vi e aprendi algumas coisitas.
Ps. Rezas não estavam incluidas, nem a mão de deusitos

Comentar por Joaquim Coelho

Mas em lugar de assistir a missas e rezas estudei 6 anos geologia, e vi e aprendi algumas coisitas.
Ps. Rezas não estavam incluidas, nem a mão de deusitos

Mas os milhões de anos de certo que estavam.

Epa! Estudaste só 6 anos? 6 anos literais, ou quis dizer 6 milhões?

Certo. E também que os padrões de erosão e tempos estão completamente estudados. E não são compativel com a treta da terra novinha.

Deixar ver: O processo de formação do petróleo e de carvão durante milhões de anos também está completamente estudado…

Comentar por MVR

Deixar ver: O processo de formação do petróleo e de carvão durante milhões de anos também está completamente estudado

Exacto. E nada diz que está errada. Até agora os pressupostos têm funcionado bem.
A teoria abiogênica de formação de hidrocarbonetos, tão do agrado da escola geologica Ucraniana e Russa, desde de 1950, ainda não conseguiu evidências de que essa á forma de craição de petroleo e carvaõ. Apenas demonstrou que tal é possivel.
Tem aspectos a favor e contra, e possivelmente há a formação das duas maneiras.
A formação de petroleo em especial em bacias sedimentares contraria a hipotese abiogenica.

E como é obvio os geologos conhecem esta versão
Não estão descartadas, mas ainda têm de poercorrer um longo percuros até provarem a sua viabilidade.
De notar que a teoria abiogênica também necessita de muito tempo anos, para os processos geologicos que as trazem do interior do manto para a superficie.
Até agora nada indica que o processo de abiogenese seja responsavel pela formação da maior parte do petroleo e carvao.

Mas mesmo que isso venha a ser demosntrado, não coloca em causa a idade da terra, já que esses produtos que teriam ficado no interior do manto, teriam de ter esperado pelo arrefecimento da terra, pelas movimentações tecónicas e pelos processos de ascensão até à crusta terrestre.

Isto mostra mais uma vez que vocês exploram as divergências cientificas para concluir parvoices que nenhum cientista conclui. Mesmo que seja abiogenico a formação do petroleo não altera em nada a geologia global.

DE notar que a escola que propos esta teoria, a russo-ucraniana, foi também a proponente da teoria da tectonica vertical de placas, que foi amplamente descartada e demonstrada como impossivel. De notar também que essa teoriria vertical, serviu de base para a geologia criacionista num dos livros mais estúpidos sobre geologia criacionista jamias escritos.
E por sinal foi completamente deitada de rastos por um geologo criacionista, mais honesto, e menos literalista.
Aplicou meia dúzia de formulas de resitência dos materiai e demonstrou de forma in equivoca que a tectonica de placas verticais era uma bosta.

Comentar por Joaquim Coelho

Marcos,

Se encontrares um exemplo análogo mas com a agua a cavar uma vala de 5m de profundidade em granito sólido é mais convincente. É que os canyons não se formam em terra mole. Em maciços graníticos como os himalaias ou os andes tens canyons com vários quilómetros de profundidade. E os slot canyons, como este, também não são parecidos com a foto que mostras.

Comentar por Ludwig

E explicação mais plausível, para não contrair a intrepretação minoritária da Bíblia que data a terra de seis mil anos é :

Foi milagre!

O cronista da bíblia esqueceu-se de relatar o facto certamente porque o grande Canyon ficava bué de longe….

Isto é quase como discutir a veracidade ou não do Pai Natal….

Comentar por João Melo De Sousa

A bíblia não data a terra de 6 mil anos, são os criacionistas que datam, se vc puder e tiver vontade de le o primeiro capítulo de Gên. vai ver que antes do 1º dia criativo, jah havia terra, assim como não se fala o espaço de tempo entre Deus criar “céu e terra”, pode ter sido qualquer tempo. Assim como os dias não significam necesssariamente mil anos, mas isso é outra história.

Só não confunda a bíblia com os que leem ela.

Comentar por Edrick

foi mal, saiu dois

Comentar por Edrick

A bíblia não diz que a terra tem 6 mil anos, são ops criacionistas, se vc puder e quizer ler o primeiro cap. de Gên. verá que jah existia terra (por tempo indeterminado) antes do primeiro dia criativo. Assim como não se sabe qual o espaço de tempo em Deus criar “céu e terra”. Bem como não se pode afirmar que cada dia tenha necessariamente correspondido a mil anos. A bíblia nãa é um estudo pormenorizado de como se deu cada fato da criação, isso caberia a curiosidade do homem (além do mais, jah pensou se Deus deixasse lah como ele fez, o homem não entende direito nem como uma gota de chuva se forma).

Não confunda a bíblia com quem a lê.

Comentar por Edrick

Epa! Estudaste só 6 anos?
Quando não sabemos, mas vale ficar calado.

6 anos de geologia: 10º, 11º, 12º Anos 1º, 2º, º3 Anos da Faculdade. (depois mudei para matemáticas aplicadas) .Em portugal só existia geologia como area autonoma a partir do 10º Ano.

Ao todo Estudei 18 anos, dos quais 6 incluiam geologia.

Comentar por Joaquim Coelho

Isto continua do melhor :

Há uma carga de água que arrasta areias logo o mesmo pode acontecer a granito !

Desgraça e patifundio da evolução !

haleluia!

O granito desfaz-se em minutos, ou horas, ou em dias, mas sempre consistente com os seis mil anos.

O que não for consistente ou não constar na crónica foi milagre!

Aleluia!

E Deus nos dê paciência para vos aturar que são mais eficazes que os ateus…..

Comentar por João Melo De Sousa

E isso prova que o que pode arrastar areia logo pode desgastar granito…os evolucionistas perderam porque toda a gente sabe que que o Darwin, Deus lhe perdoe, se baseava no granito, que como toda a gente sabe, durante o dilúvio – coisa estudada em todas as universidades – diluía granito e calcário em horas ou dias. Ou mesmo em minutos ou segundos!

Aleluia e fim dos evolucionistas e outros cientistas!

A terra tem seis mil anos e a nossa interpretação da bíblia, contra ventos e marés, é a verdadeira…..

heheheheh!

Pois !

E o Pai Natal….rsrsrrsrsrsrssr!

Comentar por João Melo De Sousa

Horas?! Acho que o Grand Canyon foi criado em apenas alguns minutos! talvez ate em segundos! A forca de Deus e imparavel!

Comentar por Siem

Onde é que está a semelhança entre o Grand Canyon e este acontecimento?? Expliquem-me.. não a vejo!!

Como é possível… como??

Comentar por Joanorsky

como?.. isso aplica-se a qualquer entrada deste blog.
Realmente da pena…

Comentar por rasputin

Em que consistiu essa pesquisa no Grand Canyon?
Dra. Elaine: Estudamos os sedimentos que ficam acima do Pré-Cambriano, na coluna geológica. Dedicamos especial atenção a um tipo de formação que tem areia e lama cimentando pedras muito grandes (boulders, ou “matacões”). Em vários lugares do mundo verificamos o mesmo tipo de interface entre o Pré-Cambriano e o Cambriano. Acima do Pré-Cambriano temos sempre essa seqüência de rochas sedimentares: arenito, folhelho e calcário. É justamente na base do arenito que encontramos os boulders gigantes, alguns maiores que uma casa. A questão é: Como foram parar ali? Para estarem nesse local, foi necessária muita energia, e percebemos que esses depósitos são característicos de águas profundas. Isso sugere que houve uma tremenda atividade catastrófica no passado.

Segundo pesquisadores da Nasa, o tremor ocorrido na Ásia, e que levou cerca de 300 mil pessoas à morte, alterou a forma do globo terrestre, reduzindo em um décimo de bilionésimo a forma achatada dos pólos, encurtou o dia em 2,68 milionésimos de segundo e deslocou o Pólo Norte em 2,5 centímetros. A senhora concorda com esses dados? Do que seria capaz um dilúvio global, com todas as suas conseqüências catastróficas?
Dra. Elaine: De acordo com Gênesis, o Dilúvio durou mais de um ano, e houve atividades vulcânicas durante esse tempo, impacto de asteróides, mares subindo e descendo, áreas de terra sendo submergidas e outras levantadas. São efeitos muito complexos e que continuaram ocorrendo muito tempo depois. Os efeitos do rompimento da crosta terrestre possivelmente estejam ocorrendo até hoje.
Quero acompanhar de perto essas pesquisas relacionadas com o maremoto na Ásia, até porque no passado foram detectadas mudanças no campo magnético numa região em que houve terremotos, nos Estado Unidos. Por isso, creio que é bastante possível ter havido mudanças na Terra, e muito mais mudanças relacionadas com o evento catastrófico do Dilúvio.

Na sua opinião, quais são as duas principais fragilidades da teoria da evolução?
Dra. Elaine: Na área da Geologia, são os intervalos de tempo no registro geológico. Faltam sinais de erosão entre as camadas da coluna geológica. Se cada estrato ficou exposto às intempéries por milhões de anos, onde estão esses sinais? As camadas são planas.
Outra fragilidade são as lacunas no registro fóssil e as extinções em massa. Os fósseis bem preservados nos dizem que os animais foram sepultados e mineralizados muito rapidamente, sem se decompor ou ser devorados por outros animais. Um bom exemplo são os fósseis de Santana do Araripe, no Ceará. Na parte superior da formação há os ictiólitos (peixes), com órgãos e até mesmo a cor das escamas preservados. Em condições normais, esse tipo de fossilização não ocorre.

http://www.scb.org.br/entrevistas/Entrevista_6.htm

Comentar por Fabricio Lovato




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