No princípio criou Deus os céus e a Terra


Parados no tempo
Julho 26, 2009, 12:20 pm
Filed under: Evolução/Big-Bang

Em Dezembro de 2006, uma equipa de cientistas anunciou a descoberta de vários organismos, entre os quais bactérias, fungos e algas, em âmbar “datado” de 220 milhões de anos. Até esta descoberta, os organismos mais antigos fossilizados em âmbar “datavam” de 135 milhões de anos. Mas isto não é o facto mais interessante. Parafraseando o artigo [meu destacado]:

Surprisingly, these microscopic organisms look quite familiar to today’s scientists. […] Alexander Schmidt and colleagues from the Humboldt University of Berlin, Germany, report that the microbes have undergone few or no physical changes since the Triassic period—from 245 million to 208 million years ago” – (Surpreendentemente, estes organismos microscópicos são bastante familiares aos cientistas. […] Alexander Schmidt e os seus colegas, da Universidade de Humboldt de Berlim, anunciaram que os micróbios sofreram pouca ou nenhuma alteração física desde o período do Triássico)”

O artigo diz que durante as muitas épocas geológicas e mudanças climáticas, milhões de espécies apareceram apenas para voltar a desaparecer ou evoluir. Apesar disso, estes microorganismos parecem estar relacionados aos organismos do presente dia.

O prémio Afirmação Evolucionista Mais Estúpida da Semana vai para o doutor Schimdt, principalmente pelas partes a sublinhado:

Although there were big changes in the composition of forests from the Triassic to recent [times] … their microhabitats probably changed little, even during extinction events” – (Apesar de terem existido grandes mudanças na composição das florestas desde o Triássico até aos tempos recentes… os seus micro-habitats provavelmente mudaram pouco, inclusive durante as extinções).

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Temos aqui mais exemplos de não-evolução, apesar dos longos milhões de anos que os evolucionistas dizem ter decorrido. Bactérias e fungos supostamente de 220 milhões de anos que são iguais às bactérias e fungos de hoje. Até hoje não evoluíram. Nem as diversas alterações climáticas, deriva continental, eventos de extinção, etc, funcionaram como pressão evolutiva.

Considerem o seguinte: ao contrário dos seres humanos, a geração das bactérias é efémera. A geração das que se reproduzem mais rápido é de 20 minutos. A das mais lentas é de alguns dias. Vamos considerar que uma geração humana é de 40 anos. A Lucy, alegado antepassado humano, só precisou de 3,2 milhões de anos (3.200.000) para tornar-se um homem moderno. Em 220 milhões de anos (220.000.000), e dada a sua veloz reprodução, seria de esperar reconhecer bactérias dos nossos laboratórios em bactérias presas em âmbar de 220 milhões de anos?

O processo evolutivo é um processo muito muito lento, já dizem os evolucionistas. Se calhar é tão lento que ainda nem chegou a acontecer.

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5 comentários so far
Deixe um comentário

anunciaram que os micróbios sofreram pouca ou nenhuma alteração física desde o período do Triássico

hehe
Impressionante. Dinossauros aparecem e desaparecem mas o minúsculo micróbio fica practicamente na mesma durante milhões de anos.

Esta teoria é um espanto.

Comentar por Mats

Muito engraçado. hahahahah… sempre me fazes rir Sabino.

Comentar por arthgar

Isto me fez lembrar daquelas “Dez perguntas aos evolucionistas”.
Uma delas: “Para que a ameba sequer se incomodaria de evoluir para criaturas “mais avançadas” tais como o dodô e os dinossauros, uma vez que estas vieram a ser extintas, enquanto que a ameba ainda está por ai?”
As amebas continuam amebas, as moscas continuam moscas, os macacos continuam macacos…

Comentar por Isaias S. OLiveira

“(Surpreendentemente, estes organismos microscópicos são bastante familiares aos cientistas. […] Alexander Schmidt e os seus colegas, da Universidade de Humboldt de Berlim, anunciaram que os micróbios sofreram pouca ou nenhuma alteração física desde o período do Triássico)”

Mas será que não sabem?
É exatamente isso que a evolução prevê!
Evolução lenta, quando não é rápida!

Comentar por Fabricio Lovato




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