No princípio criou Deus os céus e a Terra


De milhões de anos a uma década – Repensando paradigmas
Julho 14, 2009, 1:26 am
Filed under: Evolução/Big-Bang

A filosofia uniformitarista, que diz que as formações geológicas actuais são o resultado de processos lentos e graduais ao longo de muito muito tempo, obriga os geológos a pensarem que são necessários milhões de anos para que determinados processos geológicos ocorram. A formação de rochas metamórficas é um deles.

Uma descoberta em rochas denominadas eclogitos, na Noruega, revelou algo diferente do que os geólogos assumiam [meu destacado]:

Conventional wisdom says that changes to crustal rocks pushed down deep when continents collide develop over millions of years. But it seems that some metamorphism may be caused by tectonic events lasting only a decade.” (In Nature)

Aquilo que os geólogos pensavam que necessitava de milhões de anos afinal só precisa de… uma década… ten yearsdix ans.

Sobre o mesmo assunto, outro cientista dizia:

Such short timescales are indicative of rapid tectonic processes associated with catastrophic deformation events (earthquakes).

Rápidos processos tectónicos e terramotos… aquilo que fez parte do dilúvio bíblico.

Esta é mais uma evidência que mostra que não é preciso esperar milhões de anos para a ocorrência de determinados processos geológicos, neste caso, a formação de rochas metamórficas. Se os geólogos pusessem um bocadinho de lado os óculos evolucionistas e colocassem um par de lentes bíblicas, não seriam enganados pelas aparências com tanta frequência.

Aceitando um dilúvio catastrófico, os hipotéticos milhões de anos deixam de ser necessários para explicar a Geologia do planeta. É por isso que os evolucionistas não podem aceitar que tal evento tenha sido uma realidade. Deve ser também por isso que a bíblia diz que, ao rejeitarem o dilúvio bíblico, eles são ignorantes de propósito (II Pedro 3:5).

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21 comentários so far
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Dez milhões para dez anos é uma variação catastrófica!

Sinceramente, não há outro ramo da ciência onde se podem alterar fundamentos essenciais da teoria sem que a teoria seja ao menos questionada.

Os ateus vêem coisas como esta a serem empiricamente confirmadas (rápida formação de camadas geológicas após eventos catastróficos) mas assumem que aquilo que nós vêmos a acontecer hoje não acontecia no passado. Rejeitam as observações como forma de justificarem a sua rejeição a Deus.

Não existe religião mais inconsistente que o ateísmo.

Comentar por Mats

Dez milhões para dez anos é uma variação catastrófica!

Haha!

Comentar por MVR

Sabino, como potencial jornalista na area cientifica devias ter vergonha do que dizes.

1. Lês apenas o cabeçalho de uma noticia e concluis abusivamente e de modo lato.

2. Assumes que o talvezs é certeza porque dá jeito. (E até deve ser, não é a questão).

3. Extravasas para todo o metamorfimos um fenomeno local. Extravas para todo o metafirmismo que é aceite que todos os fenomenos metamorficos duram milhões de anos.

Ora isso é falso. nenhum geologo o afirma. Podes ter rochas metamorficas geradas em pouco tempo. Basta que entrem em contacto com um meio de arrefecimento rápido, como água ou gelo e sejam rochas quebradiças que exponham assim uma maior area a esse arrefecimento. São conhecidos vários exemplos.

A norma é levar bastante tempo, mas há muitos exemplos fora da norma.

Quando estudei rochas metamórficas aprendi que em situações de intensa actividade tectónica em zonas com mar podemos ter a transformação de uma nova rocha noutra de forma rápida.

A natureza do metaformisfo mantém-se: regra geral resulta do da pressao e aqueciemnto provocado pelo peso das rochas superiores, reagrupamento dos minerais e nova consolidação resultando rochas diferentes.

Esta é anorma, a excepção são rochas derivadas a fenomenos cataclisticos.

Não sabes do que estás a falar, não tentas perceber, concluis para o lá que tá dá jeito (o mesmo facto cientifico atá pode dar para os dois lados segundo as tua conclusões.)

Não me preocupa que um pregador evangélico como tu diga balelas destas, pensado que assim está na luta pelo seu deuseco e que este lhe vai agradecer.

Preocupa-me que um possivel futuro jornalista de ciencia diga de forma tão descarada tolices sem sequer saber o que está a dixer.

É melhor ires para pastor (dá mais dinheiro) e esquecer o jornalismo 🙂

Comentar por Joaquim Coelho

“3. Extravasas para todo o metamorfimos um fenomeno local. Extravas para todo o metafirmismo que é aceite que todos os fenomenos metamorficos duram milhões de anos.”

Mas é o que dizem as evidências. As evidências mostram que não precisamos de tantos milhões.

Comentar por MVR

Evidências ? Bem só na imaginação de alguns

QUe evidências mostram que uma metamorfização forte com equilibrio quimico pode ser feita em pouco tempo ?

Apresenta-me uma única e eu se for válida retiro o que disse.
Eu não estudei pela biblia mas por manuais de geologia.

Não tenho problemas em assumir que existiam muitas coisas imcompletas e erradas.
Se estudasse pela biblia batia o pé e fazia birra.
Assim se me mostrarem uma hipotese cientifica nova com pés e cabeça tudo bem.
E se demonstrarem que uma hipotese estava errada, incompleta ou mal interpretada, tudo bem.

Comentar por Joaquim Coelho

PS. Como estudantes de jornalismo deves saber que os titulos e resumos de entrada têm por missão chamar a atenção do leitor e que na maioria dos casos estes fica decepcionado pois o corpo do texto pouco tem a ver com o titulo. Aconclusão é exagerada e pouco importante para o todo.
Gostava de ler todo o artigo que indicaste mas é preciso pagar. Só tem o titulo e resumo para chamar a atenção.

PPS: Exemplo de possivel metamorfismo rápido: por contacto.

Comentar por Joaquim Coelho

Dez milhões para dez anos é uma variação catastrófica!

Fixe Mats, explica lá como é que concluis essa de dez milhões para dez ?

Mais uma interpretação á la carte porque parece dar jeito ?

É que em lado nenhum se afirma que uma mesma amostra deu milhões e dezenas.

O sr. diz: Here we use 40Ar–39Ar data coupled with a thermal model to constrain the time-integrated duration of an orogenic cycle (the burial and exhumation of a particular segment of the crust) to be less than 13 Myr. We also determine the total duration of associated metamorphic events to be 20 kyr, and of individual heat pulses experienced by the rocks to be as short as 10 years.

Ora só muita ignorância ou má fé pode concluir o que tu concluis.

Mas já é habitual 🙂

Comentar por Joaquim Coelho

Mats dou-te uma ajudinha: ciclo orogénico é diferente de eventos metamorficos e os dois são diferentes de súbitos aquecimentos individuais de rochas.

Fazem todos parte do mesmo processo mas têm durações e processos diferentes.

Comentar por Joaquim Coelho

Podemos falar do petróleo, do carvão mineral… Do Santa Helena… São as evidências de que não precisamos nem de 1 milhão de anos, que dirá bilhões.

Comentar por MVR

Ah, e os fósseis dos dinossauros de milhões de anos que conservam pele e outros tecidos.

Comentar por MVR

E de madeira petrificada, que se sabe que não é preciso tanto tempo assim…

Comentar por Fabricio Lovato

O que é o o Santa Helena tem a ver ?
Desde sempre que os geologos sabem que as rochas magmáticas se formam ´rápidamente” quando em contacto com a água ou o ar.

O vulcanismo é um fenomemno bem conhecido e não tem nada de especial.

Petroleo rápido ? Explica como, que eu formo logo uma empresa de prospecção.

Comentar por Joaquim Coelho

Sim! Exlpica como, aliás explica como se faz esse processo rapidamente e na prática

Comentar por Dário Cardina

E por fim
http://www.wnd.com/news/article.asp?ARTICLE_ID=59991

Comentar por MVR

Joaquim,

Não sei se, para este caso, prospecção é o termo certo para a empresa (em inglês).

http://truthmatters.info/2008/05/13/oil-and-coal-do-not-require-millions-of-years-to-form/

Mais aqui(uma extensão do assunto em forma de discussão):

http://www.talkrational.org/showthread.php?t=1324

“We already DID put my position in proper scrutiny and it is quite clear to anyone whose minds are not clouded by Darwinism and Millions-of-Years that oil, petroleum, whatever you want to call it does not require millions of years to form. It just takes the right conditions. What should come under proper scrutiny at this point is your view of millions of years. Because it is clear to me that you and others here are experiencing what Michael Denton calls the Priority of the Paradigm. IOW, your preferred paradigm must survive at all costs. It just CAN’T be wrong. You are doing the very thing that creationists are accused of when people say they are blinkered by their view of an inerrant Bible.” Afdave

Comentar por Darjo

Consegues colocar a informação essencial aqui?

Comentar por Dário Cardina

Dário,
Já visitei o “site” da empresa e reli a discussão (muito “ranting” e outras distrações pra filtrar). Extraí o essencial, mas preciso de mais um tempo pra fazer algumas versões e postar aqui. Um abraço!

Comentar por Darjo

Tempo,
Um Problema para os Modelos da História da Terra

http://origins.swau.edu/papers/global/time/port/index.html

Lamento pela extensão do artigo, mas para aqueles que estão interessados…

Comentar por Fabricio Lovato

“Rápidos processos tectónicos e terramotos… aquilo que fez parte do dilúvio bíblico.”

Gostava de saber em que parte da Bíblia se fala de rápidos processos tectónicos e de terramotos associados ao Dilúvio Universal? Ou será que isto é apenas uma afirmação abusiva do relator, na vontade de dar uma ar mais científico à sua fábula do Dilúvio?

Comentar por Joana

De maneira não sequencial, o que segue é um extrato com base no conteúdo dos dois links (e em referências acessórias)(a versão de algumas partes, obviamente, está sujeita a correções, que são bem-vindas):

De acordo com a teoria biogênica, o petróleo é formado a partir de zooplâncton e algas. Essa matéria orgânica, misturada com lama é submetida a alta pressão e alta temperatura sob a crosta terrestre. A pressão e a alta temperatura causam mudanças químicas (diagênese); mais calor gera mudança para líquido e hidrocarbonetos gasosos (catagênese). Nesse processo, imbute-se a idéia de que sejam necessários milhões de anos para tudo acontecer.

Dave Hawkins aponta o exemplo da empresa Changing World Technologies para mostrar que o “ingrediente” “milhões de anos” não é necessário para a receita acima.

Essencialmente, o que empresa faz é replicar o processo de produção de petróleo que ocorre na crosta terrestre, com aplicação de calor e pressão a alguns tipos de matéria prima – principalmente vísceras/partes de perus. Não é usado nenhum catalizador.

“Em 20 minutos, o processo reproduz o que a terra profunda faz com plantas e animais mortos ao longo dos séculos, dividindo longas e complexas cadeias moleculares de hidrogênio e carbono em cadeias moleculares menores.”

1) As matérias primas são praticamente as mesmas quimicamente.
2) O processo é praticamente o mesmo: calor + pressão
3) Os produtos finais são os mesmos – gasolina, diesel, fertilizantes, etc

O petróleo, portanto, não requer milhões de anos para se formar. Basta que haja as condições corretas.

Tanto o processo natural quanto o artificial começa com biomassa e ingredientes em estado natural.
Tanto o processo natural quanto o artificial produzem petróleo bruto, que após refinamento pode ser usado como combustível (incluindo o produto de especificação D396)
Tanto o processo natural quanto o artificial usam alta pressão e calor para produzir petróleo bruto (o artificial, em vinte minutos), o natural, num período incerto de tempo.

Dave afirma: “Parece que a principal razão porque os geólogos acreditam que o petróleo leva milhões de anos para se formar é que este é o dogma que lhes tem sido ensinado. E a maioria nunca pensou em questionar este dogma.”

Durante a discussão (segundo link), Dave contesta algumas tentativas de desqualificação do exemplo vindo da fábrica e também as explicações dadas por um dos defensores dos “milhões de anos” porque essas explicações não passam de meras assertivas sem embasamento(uma delas pressupunha uma taxa de sedimentação de 1 a 6 cm a cada 1.000 anos). De onde vem este dado? Esse seria o total de sedimentos? Ou só de material orgânico? A sedimentação orgânica que está ocorrendo hoje ocorre em área muito pequena, segundo Dave, para justificar a quantitade de petróleo existente. Em resumo, não há uma explicação plausível de como suficiente matéria prima poderia ser “coletada” e “preservada”, para ser naturalmente transformada em petróleo ao longo de milhões de anos.

Para Dave, os problemas mais evidentes para a tentativa de justificar os “milhões de anos” são a já mencionada baixa quantidade de sedimentação orgânica ocorrendo numa porção muito pequena dos oceanos, o problema da preservação desses sedimentos orgânicos de modo que eles se tornem viáveis como matéria prima para produção do petróleo natural e o problema em propor um cenário plausível para a necessária elevação e retração/diminuição dos continentes ao longo de milhões de anos, a fim de conseguir um área maior de preservação de depósitos orgânicos (Dave reconhece que o nível dos aceanos são mais altos hoje do que já foram, mas devido a uma única era do gelo ocorrida depois do dilúvio, e também concorda com o fato de que os continentes tenham ficado submersos, mas não, obviamente, por milhões de anos).

Dave afirma que ainda não desenvolveu ainda um modelo diluviano adequado para a formação do petróleo, mas lembra que sua intenção na discussão era saber por que alguns “acreditam” serem necessários milhões de anos para a essa formação.

No site da empresa, na parte separada para o que se tem dito sobre a tecnologia, são muitos os elogios e fica evidente a euforia de alguns com a nova forma de produção.

Um dos assinantes faz uma pergunta que gera reflexão: “Como a nação que levou o homem à lua não descobriu isso antes?”

Certamente dever haver mais de uma razão. Uma delas, como costuma dizer Cornelius Hunter, no seu site “Darwin’s God”, “a religious conviction that drives science, and it matters”, “uma convicção religiosa que dirige a ciência, e isso importa”.

Comentar por Darjo




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