No princípio criou Deus os céus e a Terra


Mutações – A matéria-prima da Evolução é um poço de doenças
Junho 18, 2009, 12:56 am
Filed under: Evolução/Big-Bang

Na altura de Darwin, a ciência da Genética ainda não estava desenvolvida. Darwin não tinha conhecimento dos erros de transcrição do ADN – as chamadas mutações genéticas. A selecção natural proposta por Darwin era insuficiente para explicar toda a biodiversidade existente. Anos mais tarde, os evolucionistas juntaram as mutações à selecção natural, esperando ter assim a dupla necessária para criar toda a biodiversidade. Nascia, assim, o NeoDarwinismo.

No entanto, o que a investigação científica tem revelado é que as mutações são as principais responsáveis pelas doenças do nosso sistema biológico. Apenas utilizando investigação publicada em 2009, vemos que:

1) Uma mutação é responsável pelas doenças do coração;

2) Algumas mutações aumentam o risco de se ganhar cancro da próstata;

3) Uma mutação que faz com que os ratos desenvolvam resistência ao veneno é, muito provavelmente, a causa das doenças dos ossos e calcificação vascular. Nos seres humanos, é provável que a mesma mutação seja a responsável pelas mesmas doenças;

4) Uma mutação é responsável por uma doença neurodegenerativa chamada encefalopatia necrotizante aguda.

5) Uma mutação é responsável pela insónia familiar fatal, uma doença que impede a pessoa de dormir acabando por provocar a morte, ao fim de alguns meses;

6) Uma mutação é responsável pela aquisição de cardiomiopatia hipertrófica, uma doença responsável pela morte súbita em atletas jovens;

7) Uma mutação é responsável pela síndrome das pernas irrequietas, um distúrbio neurológico que prejudica o sono das pessoas.

E isto é só investigação publicada no presente ano. Em anos anteriores descobriu-se que as mutações são responsáveis por outras doenças e perturbações como o autismo, cancro do cérebro, esquizofrenia, enxaquecas, cancro da mama, doença pulmonar fatal, etc.

CONCLUSÃO

Se as mutações realmente fossem a matéria-prima responsável por produzir todos os órgãos e sistemas biológicos de todos os seres vivos, as notícias acerca delas deveriam ser muito diferentes. Elas deveriam trazer muitos mais exemplos de mutações benéficas para o indivíduo e não o contrário.

As mutações malignas claramente ultrapassam as raras benéficas. Com o passar do tempo, as mutações vão-se acumulando. A sua acumulação conduz à degeneração e, porventura, à extinção e não a um progresso evolutivo. Erros genéticos não são capazes de criar os complexos e afinados sistemas biológicos dos seres vivos, como receptores solares naturais ou sensores acústicos naturais.

O evolucionista quer que tu tenhas fé nas mutações, apesar de hoje observarmos que elas são maioritariamente degenerativas e responsáveis pela maior parte das doenças.

Ver também: Os milagres da teoria de Darwin

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47 comentários so far
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Engraçado… ainda não percebeste.

Toda e qualquer mudança no corpo, seja ela para conferir rapidez, estabilidade, energia, para dar alguma vantagem num determinado meio é uma mutação. Muitas doenças são referentes a mutações também.

O que é certo é que te centras em meia dúzia de doenças causadas por mutações e não reparas que todas as mudanças em organismos são devidas também a mutações.

Para além disso há mutações que causam doenças e que são benéficas.

Mutações não são mais do que mudanças no nosso DNA. Numa determinada zona de mutação pode não fazer nada, pode modificar a proteína produzindo outra e dará vantagem, ou conferá desvantagem, poderá modificar uma zona não codificada e esta passar a codificar.

Comentar por Dário Cardina

Pois, Dário, mas mutação não é evolução. Que as mutações acontecem, isso é incontorverso. Agora, que as mutações conduzam à um aumento de informação genética necessária para a evolução, é controverso mesmo entre os evolucionistas.

Mutações “mutam” o que já existe. A evolução veio para explicar a origem do que não existe.

Comentar por Mats

Uma mutação pode fazer o organismo produzir mais uma enzima, por exemplo. Isto é mais informação. Ou não??

Comentar por Dário Cardina

Não. É organização de informação que já existia… Se tu recortas um jornal e muda os lugares das letras, tu não adicionou informação, só mudou a informação que já existia.

Comentar por MVR

E agora imagine fazer uma informação melhor recortando estas informações… Sem ver (A evolução não enxerga, se lembra?)

Comentar por MVR

De facto, a evolução é cega. As mutações são aleatórias. Uma zona não codificante do DNA passar a codificar uma proteína é nova informação. É de facto. O código genético desse organismo tem, agora, mais uma proteína. Gasta mais energia para a codificar mas tem a vantagem de a codificar.

Comentar por Dário Cardina

“O que é certo é que te centras em meia dúzia de doenças causadas por mutações ”

1,2 mil.
http://www.advsaude.com.br/noticias.php?local=1&nid=767

Comentar por Fabricio Lovato

Sabes quantas mutações há e os tipos que há. 90% serão mutações sem sentido. Várias mutações dão o mesmo resultado. Algumas dão em doenças. 1,2 mil poderá resumir-se a 1,2 mil mutações. Sabes quantas mutações estamos susceptíveis. 1,2 mil não é mais de 0,1%…

Comentar por Dário Cardina

O problema, Dario é que a evolução pode fazer o que nem os engenheiros genéticos podem.

Comentar por arthgar

Igor,
Mutações podem ser benéficas, o problema aqui parece ser semântica. Eu diria que existe a possibilidade de uma mutação ocorrer forçosamente pelo processo de seleção natural, e não como em um jogo probabilístico dos dados.
Compelido pela necessidade, os organismos contingentes aparecem.
Mas, compreendo o cerne do tópico.

Respeitosamente,
Marcus.

Comentar por Marcus

O que é que a evolução consegue fazer que nós não conseguimos?

Comentar por Dário Cardina

Não se tem nem perspectiva de como acrescentar (através de mutações) um mecanismo biológico funcional no histórico genético de um organismo, ou seja, mudar o gene até que as mutações possam ser transcritas na forma de um novo órgão. Como criar um órgão?Como fazê-lo funcionar? Como instruir os instintos do organismo no’manual de uso’ do novo órgão? E como aprimorá-lo por pequenas mutações?

Para mim até agora isso não está respondido, se souber a resposta, me diga.

Comentar por arthgar

E tem mais, uma coisa é fazer no laboratório, outra é o acaso…

Comentar por arthgar

Sabes como foi evoluindo o coração? São etapas pequenas, um degradée de modificações até ao que temos hoje. Deve haver informação fidedigna no Google.

Comentar por Dário Cardina

“Sabes como foi evoluindo o coração? São etapas pequenas, um degradée de modificações até ao que temos hoje.”

É a tua fé. Não tenho nada contra ela. Pena que não haja evidências disso.

Comentar por alogicadosabino

Não sei se você consegue entender o meu lado, ou se isso também é curioso para ti Dario, mas eu simplesmente não consigo conceber esses acontecimentos naturalmente. Não sei se aconteceu, mas sei que algo aconteceu; O problema é como aconteceu.

Eu não afirmo sem dúvida que não pode ter havido uma derivação total das espécies, porém, essa hipótese ainda me parece menos plausível que resposta nenhuma.

Comentar por arthgar

Mutações ao longo de milhões de anos numa estrutura não chega para a alterar de forma a modificar suficientemente o organismo? A minha posição é que pode ter acontecido. Chegamos a um limite em que não conseguimos ver as coisas por necessitares de neormes quantidades de energia ou por serem processos bastante lentos e/ou complexos.

Aí, podemos dizer que foi natural e tentar descobrir como foi por processos naturais ou podemos não investigar e dizer que foi uma força sobre natural. Podemos escolher a hipótese que quisermos até estar devidamente comprovado.

Comentar por Dário Cardina

Ok,só que o fato de se conceber uma origem natural não anula nem a possibilidade de uma investigação paralela, nem a necessidade de se entender os meios.

Comentar por arthgar

Uma mutação é capaz de conferir resistência à infecção pelo vírus HIV.
Uma mutação é capaz de conferir resistência à malária.

Comentar por kamikaze

Uma mutação pode ser favorável, mas perceba os tipos de mutação que são exemplificadas, tanto no caso das famosas mariposas quanto o caso das africanas com defesa celular ao vírus hiv, elas não respondem a questão que coloquei, são um tipo de mutação numa área de possibilidades pouco comprometedoras(como uma alteração aleatória na pigmentação, ou uma cobertura na detecção de corpos,que afinal ainda se tem muito a saber sobre este caso).

Comentar por arthgar

não percebi…

Comentar por Dário Cardina

Totalmente irrelevante para o neodarwinismo, já que esse ganho de resistência se deve a uma mutação que elimina informação genética.

Comentar por alogicadosabino

A informação genética não se elimina

Comentar por Dário Cardina

Nesse seguimento as mutações que causam as doenças também são irrelevantes para o neodarwinismo, porque também elimina informação genética…

Ah assim faz sentido. Não. Espera… então as mutações são todas irrelevantes? Estranho…

Comentar por kamikaze

quais são as mutações relevantes?

Comentar por alogicadosabino

Falaste em mutações deletérias. Esqueceste-te de falar em mutações neutras (que não afectam o organismo) e mutações benéficas.

Comentar por kamikaze

Mutações neutras são relevantes?
Mutações benéficas produzem nova informação genética?

Comentar por alogicadosabino

1ª: Mutações neutras podem vir a ser vantajosas noutro ambiente, logo, podem ser relevantes.
2ª: Sim.

Comentar por kamikaze

“1ª: Mutações neutras podem vir a ser vantajosas noutro ambiente, logo, podem ser relevantes.
2ª: Sim.”

Dá exemplos.

Comentar por alogicadosabino

Nem um se faz favor…?

Comentar por kamikaze

se faz favor

Comentar por alogicadosabino

exactamente

Comentar por Dário Cardina

Belo blogue o seu, passarei a freqüentar para aprender algo sobre astronomia e física, acredito que tem muito a oferecer.

Comentar por arthgar

obrigado

Comentar por Dário Cardina

Sim é verdade. A maior parte das mutações são as “sem sentido”

Comentar por Dário Cardina

‘Sabes como foi evoluindo o coração? São etapas pequenas, um degradée de modificações até ao que temos hoje’

Isto não seria um milagre, e uma admissão de senso de harmonia e estética natural?

Comentar por arthgar

A conclusão é clara. Não há quantidade de mudança genética acidental que possa fazer com que uma espécie de vida se transforme em outra espécie. Como disse certa vez o biólogo francês Jean Rostand: “Não, decididamente não posso obrigar-me a pensar que estes ‘deslizes’ da hereditariedade puderam, mesmo com a cooperação da seleção natural, mesmo com a vantagem dos imensos períodos de tempo em que a evolução opera sobre a vida, construir o mundo inteiro, com sua prodigalidade e seus refinamentos estruturais, com suas estonteantes ‘adaptações’.”30
30 Similarmente, o geneticista C. H. Waddington declarou a respeito da crença nas mutações: “Esta é realmente a teoria de que, se começar com quaisquer quatorze linhas em inglês coerente, e mudar uma letra por vez, retendo unicamente as coisas que ainda têm sentido, terminará por fim com um dos sonetos de Shakespeare. . . . isso me soa como uma espécie lunática de lógica, e acho que deveríamos poder raciocinar melhor.”31
31 A verdade é como declarou o prof. John Moore: “Sob exame e análise rigorosos, qualquer asserção dogmática . . . de que as mutações genéticas são a matéria-prima de qualquer processo evolucionário que envolva a seleção natural, significa declarar um mito.”32

Ex: para cada mil mutações, uma pode ser benéfica. Como 999 erros para cada um acerto pode gerar um orgão como o cérebro?Como um carro que comete 999 erros para cada um acerto em uma rodovia pode gerar algo mais harmônico? Como um relógio que durante 1 ano gera 999 erros em seu horário para cada um acerto pode ser mais preciso? Como pode uma fábrica cujo as máquinas cometem 999 erros para cada um acerto pode produzir algo melhor? Como um engenheiro que comete 999 erros para cada um acerto em seu cáculos pode produzir um aparelho melhor?E,aida assim , essas mutações tem limites, segundo cada espécie, aí entra os genes predominantes, um bovino pode ser menor, maior, marrom, rosa , azul, mais vai continuar sendo bovino, “segundo a sua espécie”, como diz a bíblia (Gên.1:21). Isso sim jah foi comprovado científicamente.

Comentar por Edrick

Há um livro muito bom ” A vida, qual a sua origem – Evolução ou Criação?”.

Comentar por Edrick

Faltam aí as mutações sem sentido, que é a maior parte. Imagina o que é 999 a cada mil mutações em nós ser malévola. Morríamos em poucos dias.

Comentar por Dário Cardina

Um “paper” (em inglês, óbvio), que pretendia refutar Behe, acaba por mostrar que, quando o assunto é o potencial das mutações, a fé darwinista tem de ser mesmo muito, muito grande:

http://intelligentreasoning.blogspot.com/2009/05/refuting-evolutionism-waiting-for-two.html

“Se leva 100 milhões de anos para se ter duas mutações específicas numa população humana, o que isso diz sobre a premissa de que os humanos evoluíram de não-humanos em 7,5 milhões de anos?
100 milhões é menos, igual ou maior que 7,5 milhões?”

https://www.blogger.com/comment.g?blogID=17489641&postID=3817629220788118833

Aqui a parte final (a resposta foi dividida em cinco partes) do que Behe escreveu sobre o paper:

“Here’s a final important point. Genetics is an excellent journal; its editors and reviewers are top notch; and Durrett and Schmidt themselves are fine researchers. Yet, as I show above, when simple mistakes in the application of their model to malaria are corrected, it agrees closely with empirical results reported from the field that I cited. This is very strong support that the central contention of The Edge of Evolution is correct: that it is an extremely difficult evolutionary task for multiple required mutations to occur through Darwinian means, especially if one of the mutations is deleterious. And, as I argue in the book, reasonable application of this point to the protein machinery of the cell makes it very unlikely that life developed through a Darwinian mechanism.”

Comentar por Darjo

Toda a logica ateista consiste em acreditar na selecao natural e em “genes egoistas” com vontade propria e consciencia de si mesmo.Quem tem um pouquinho de bom senso acredita em um ser superior com as mesmas caracteristicas.O mistico Richard Dawkins afirma,do alto do seu analfabetismo espiritual,que nao passamos de burros de carga de genes.A razao da existencia,da vida,seria a propagacao e perpetuacao dos tais genes egoistas.(os mesmos genes responsaveis pela intuicao do bem e do mal,pela consciencia,bons sentimentos…tudo isso apesar do seu “egoismo”)

A turma do intelecto superior agradece em peso tamanha contribuicao para a elevacao da dignidade humana…

Comentar por Claudinei

“Mutação e seleção natural são fatores que podem gerar diversidade em populações naturais, levando provavelmente, aliadas a outros fatores, à formação de novas raças e espécies, ou seja, mudança genética limitada. Mutação e seleção natural podem modificar informações, mas elas não podem criar novas informações. Portanto, estes fatores nunca poderiam levar a um aumento de complexidade, indispensável para a teoria da evolução. E não existe nenhum mecanismo genético plausível que possa levar a este aumento de complexidade.”

Comentar por Fabricio Lovato

A ‘Doutora’ falou muito bem em duplicação genética. Mas algo no seu cérebro, certamente super-desenvolvido, não achou de relevância abordar esse assunto na sua conclusão.

A duplicação de um gene, ou outra porção do cromossoma, pode levar a um incremento (quantitativo) de informação.

Era agradável que soubessem o tipo de mutações que podem ocorrer para discutirmos o assunto como deve de ser.

Comentar por kamikaze

Aumento quantitativo é irrelevante para explicar o aparecimento de novas funções. Uma tartaruga que tenha uma mutação e nasça com duas cabeças não explica como é que a informação para a cabeça apareceu em primeiro lugar.

Comentar por alogicadosabino

Got it.
Duplicação génica com subsequente subfuncionalização ou neofuncionalização.
P.S. Uma mutação explica o aparecimento de uma mosca com 2 pares de asas. Sei que não é o mesmo que uma cabeça, mas se queres quantitativo e qualitativo, foste servido.

Comentar por kamikaze

Mutação pode criar nova informação.
Por exemplo; em uma estrutura primária de uma proteína contendo uma seqüência de 146 de diferentes aminoácidos, a substituição do aminoácido ácido glutâmico (sexta posição na seqüência) por um aminoácido valina, resulta na hemácia falciforme.
Simplificando; a seqüência original fornecia a informação de que após a hemácia ficar em forma de foice por causa da perda da molécula de oxigênio, ela deveria voltar ao normal, com a modificação da seqüência a surgiu uma nova informação de que a hemácia permaneça exatamente em forma de foice após a perda da molécula de oxigênio.
Quem gostou da minha explicação, dá um joinha.

Comentar por Fernando


3) Uma mutação que faz com que os ratos desenvolvam resistência ao veneno

O que sucede, por causa das mutações, é que de numa ninha basta que um consiga sobreviver aquele tipo de veneno, transmite os genes que lhe permitiram resistir ao veneno aos descendentes e nova colónia surge.

um bom exemplo de evolução

Comentar por Nuno Dias




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