No princípio criou Deus os céus e a Terra


A grande extinção do Pérmico – A catástrofe que não está lá
Abril 30, 2009, 11:25 am
Filed under: Evolução/Big-Bang

Os evolucionistas referem-se à extinção do Pérmico como um evento que ocorreu há 252 milhões de anos e que matou 90% de todas as espécies marinhas e 70% dos vertebrados terrestres. O que teria causado esta grande extinção? A teoria prevalecente dizia que a extinção tinha sido provocada pelo impacto de um asteróide ou cometa (os evolucionistas muito gostam de asteróides para explicar extinções).

No entanto, nova análise geológica revela que esta extinção é um “não-evento“, que nunca aconteceu. O título da Science é engraçado: “A catástrofe que não era” (Pode ser lido aqui).

Geólogos norte-americanos passaram alguns anos a estudar rochas sul africanas que os evolucionistas utilizavam como evidência desta extinção em massa e notaram:

… the so-called unique layer associated with the event “couldn’t be traced more than about 100 meters laterally,” meaning it could not represent a global phenomenon.

Claro que isto assume que as diferentes camadas sedimentares representam períodos separados por milhões e milhões de anos. A existência de fósseis poliestráticos (fósseis que atravessam múltiplas camadas sedimentares, supostamente separadas por milhões de anos) mostram que não se passou assim tanto tempo entre elas.

O geólogo diz ainda:

Because the boundary event bed doesn’t occur at the same position in the rock record,” Gastaldo says, “there can be no one, unique event.

Então o que terá causado esta grande extinção da vida marinha e terrestre? Em 2007, a LiveScience lançou um artigo sobre um dos grandes mistérios da vida… “O que causou as extinções em massa?

O cristão que acredita em Génesis sabe a resposta a essa pergunta – o Dilúvio global, tal como ele nos é apresentado na Bíblia. O facto de 95% do registo fóssil ser constituído por invertebrados marinhos é deveras sugestivo.
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Adenda às 15h24 de 30 de Abril de 2009:

Este episódio também serve para mostrar que as rochas não se interpretam a si mesmas. Elas são interpretadas segundo a visão do mundo que os geólogos têm em mente. Aqui vemos mais um mito evolucionista a ruir em frente aos nossos olhos.

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“A existência de fósseis poliestráticos (fósseis que atravessam múltiplas camadas sedimentares, supostamente separadas por milhões de anos) mostram que não se passou assim tanto tempo entre elas.”

A ausência de erosão entre essas camadas sedimentares também.

“Faltam sinais de erosão entre as camadas da coluna geológica. Se cada estrato ficou exposto às intempéries por milhões de anos, onde estão esses sinais? As camadas são planas.
Outra fragilidade são as lacunas no registro fóssil e as extinções em massa. Os fósseis bem preservados nos dizem que os animais foram sepultados e mineralizados muito rapidamente, sem se decompor ou ser devorados por outros animais. Um bom exemplo são os fósseis de Santana do Araripe, no Ceará. Na parte superior da formação há os ictiólitos (peixes), com órgãos e até mesmo a cor das escamas preservados. Em condições normais, esse tipo de fossilização não ocorre.”

Elaine Kennedy
Geóloga, com mestrado em Geologia
http://www.scb.org.br/entrevistas/Entrevista_6.htm

Comentar por Fabricio Lovato




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