No princípio criou Deus os céus e a Terra


Rocha mais antiga afinal é a mais nova
Março 30, 2009, 2:18 am
Filed under: Evolução/Big-Bang

Num grande exemplo da fiabilidade dos métodos de adivinhação (“datação”) evolucionistas, foram re-datadas rochas que se dizia possuírem matéria orgânica pertencente às formas de vida mais antigas. Agora essa rocha está no extremo oposto da coluna geológica evolucionista.

No boletim da The Geological Society of America, Donald R. Lowe (Universidade de Stanford) e Gary R. Byerly (Universidade do Estado de Louisiana) dizem que as fontes hidrotermais anteriormente datadas como sendo do Arqueano, afinal são do Período Quaternário. O Periodo Quaternário, segundo a geologia evolucionista, é o mais recente da tabela geológica (entre 10.000 a 1,8 milhões de anos). Por outro lado, o Arqueano tem entre 2,5 biliões de anos (2.500.000.000) a 3,85 biliões de anos (3.850.000.000), segundo a datação convencional.
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Exemplos como este mostram-nos que devemos confiar a 100% na ciência, no que toca às nossas origens… not ! Ainda bem que o desenvolvimento de veículos (ciência experimental) não está sujeito à mesma especulação presente na determinação da idade das rochas. Bem que andavamos a pé todos os dias.rochas

Há por aí algum ingénuo que julga que a nova data atribuída às fontes hidrotermais é a palavra final no que toca à sua idade? Se a interpretação evolucionista errou fortemente na idade anterior, o que faz crer que a nova idade esteja correcta? Temos que rejeitar a Bíblia porque os métodos de datação contradizem-na. Só é pena que os métodos de adivinhação sejam tão fiáveis como uma raposa no galinheiro.

É absolutamente ilógico o cristão contorcer a Bìblia para acomodar conclusões que são baseadas em métodos falíveis. Para quê acomodar os “milhões de anos”, se temos evidência empírica que esses métodos e as conclusões subsequentes são altamente especulativos?

Este é o tipo de post para ter sempre à mão, sempre que um evolucionista vier com a conversa furada de que a coluna geológica é uma evidência contra a Bíblia. Qual terá sido a margem de erro na atribuição da idade desta rocha? Alguém se atreve a calcular? Seria difícil encontrar um exemplo tão concreto da palhaçada da datação evolucionista. Mas ele aqui está.
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Modificado a partir do original DarwinismoRocha Mais Antiga Afinal é a Mais Nova

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15 comentários so far
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http://www.scb.org.br/artigos/FC03_UmExameCritico.asp

Esse artigo cai bem aqui tbm.
Pena que é bastante extenso. 😀

Comentar por Fabricio Lovato

É isso Sabino.
A datação pelo método do carbono 14 é um dos grandes logros do Evolucionismo. Continua o bom trabalho e não pares de divulgar A Rocha da nossa Salvação: Cristo.

Abraço

Comentar por Jorge Oliveira

Pois é Jorge

Um grande logro é o teu comentário.

O Carbono 14 não é usado para datar rochas.
Impossível, já que apenas pode fazer a datação de restos de organismos vivos.

90 % do que é dito neste site é puro desconhecimento ou deturpação e os 10% restantes dizem se está errado então é Deus,.
Ora se está errado certamente existe uma explicação correcta sem a necessidade de Deus.

Comentar por Joaquim Coelho

O C14 é um grande logro para os criacionistas, já que é detectável em organismos que os evolucionistas dizem ter milhões de anos.

Comentar por alogicadosabino

Não há qualquer problema nisso.
Apenas signifca que houve actividade orgânica (como microbacteriana) posteriormente.

Comentar por Joaquim Coelho

Isso é a resposta ad-hoc evolucionista.

Comentar por alogicadosabino

É penas a verdade. Tens de provar que não é possivel para dizeres o que dizes.

Comentar por Joaquim Coelho

Caro Joaquim Coelho,
Mas quem é que disse que o Carbono 14 era usado para datar rochas? Esse é um dos problemas da maior parte dos evolucionistas, lêem (e datam) mais do que está à frente dos seus olhos.

Referi o logro do C14 porque é sabido das correntes correcções de datas efectuadas por esse método. Como deve saber (sim, porque fiquei com a ideia que sabe 100% de tudo), o Carbono 14 é uma técnica aplicável na madeira, sedimentos orgânicos, ossos, conchas marinhas, grafites, diamantes e todo o material que conteve carbono. Portanto dizer que só serve para fazer a datação de restos de organismos vivos é demasiado redutor.

Este método só determina a idade de amostras que tenham até cerca de 50 mil a 70 mil anos de idade, como os evolucionistas necessitam de milhões de anos para justificar a sua teoria, esse é o grande logro do C14.

Cito o eminente cientista Robert Lee num artigo que apareceu no Anthropological Journal of Canada “Os problemas do método radiocarbono de datar são inegavelmente sérios e profundos … não é surpreendente, portanto, que metade das datas são rejeitadas. É estranho, certamente, que a outra metade é aceita.”

http://evolution-myth.blogspot.com/2008/04/carbono-14-objetivo-ou-subjetivo.html

Um abraço

Comentar por Jorge Oliveira

Jorge

A datação pelo método do carbono 14 é um dos grandes logros do Evolucionismo

Jorge isto são afirmações suas.
Ora se o C14 não serve para medir a idade de rochas e tem um periodo de meia vida de cerca de 6000 e pode ser perfeitamente compativel com as tretas criacionistas, e não tendo qualquer utilização prática na geologia e mesmo restrita na paleontologia, então porque afirma que é um logro para o evolucionismo ?

É que não basta mandar umas postas de pescada para o ar.

Se num post sobre a idade das rochas e os seus metodos de datação, você fala num logro do c14 sem qualquer enquadramento ou explicação, o que é que quer que as pessoas pensem ?
Que se armem em deusitos e advinhem o que lhe vai na cabeçita ?

Você afirmou preto no branco que o C14 é um logro da evolução quando se falava de datação de rochas.
Explique porque carga de água o fez se sabia que nada a tinha a ver com o assunto ?

Comentar por Joaquim Coelho

Caro Jorge, tenha calma e estude um bocadinho mais estes temas antes de esoernear 🙂

Referi o logro do C14 porque é sabido das correntes correcções de datas efectuadas por esse método. Como deve saber (sim, porque fiquei com a ideia que sabe 100% de tudo), o Carbono 14 é uma técnica aplicável na madeira, sedimentos orgânicos, ossos, conchas marinhas, grafites, diamantes e todo o material que conteve carbono. Portanto dizer que só serve para fazer a datação de restos de organismos vivos é demasiado redutor.

Não é redutor. Do que afirma apenas o Diamante não é de origem orgânica. E para os cientistas (tirando os criacionistas) não é possivel existir c14/c12 nos diamentes a não ser por contaminação.

O C14 não é usado para as medições o que é usado é a relação de c14 com c12 que só é possivel em organismos vivos. Existir c14 num material não significa que pode ser usado para medição.

O carbono-14, C14 ou radiocarbono é um isótopo radioativo natural do elemento carbono, recebendo esta numeração porque apresenta massa atómica 14. Este isótopo apresenta dois neutrons a mais no seu núcleo que o isótopo estável carbono-12.

Entre os cinco isótopos instáveis do carbono, o carbono-14 é aquele que apresenta a maior meia-vida, que é de aproximadamente 5730 anos.

Forma-se nas camadas superiores da atmosfera onde os átomos de nitrogênio-14 são bombardeados por neutrons contidos nos raios cósmicos:

7N14 + 0n1 → 6C14 + 1H1
Reagindo com o oxigênio do ar forma dióxido de carbono ( C14O2 ), cuja quantidade permanece constante na atmosfera. Este C14O2 , juntamente com o C12O2 normal, é absorvido pelos animais e vegetais sendo, através de mecanismos metabolicos, incorporados a estrutura destes organismos. Enquanto o animal ou vegetal permanecer vivo a relação quantitativa entre o carbono-14 e o carbono-12 permanece constante.

Quando o ser vivo morre inicia-se uma diminuição da quantidade de carbono-14 devido a sua desintegração radiativa. No carbono-14 um neutron do núcleo se desintegra produzindo um próton ( que permanece no núcleo aumentando o número atômico de 6 para 7 ) com emissão de uma partícula beta ( elétron nuclear ). O resultado da desintegração do neutron nuclear do carbono-14 origina como produto o átomo de nitrogênio-14:

6C14 → 7N14 + -1β0
Como essa desintegração ocorre num período de meia-vida de 5730 anos é possível fazer a datação radiométrica de objetos ou materiais arqueológicos com idades dentro desta ordem de grandeza. O método não é por isso adequado à datação de fósseis que têm idades na casa dos milhões de anos e que são datados por métodos estratigráficos e por decaimento de outros elementos radioativos.

Este método só determina a idade de amostras que tenham até cerca de 50 mil a 70 mil anos de idade, como os evolucionistas necessitam de milhões de anos para justificar a sua teoria, esse é o grande logro do C14.

Mas que raios de lógica a sua. É pior a emenda que o soneto.
Se o C14 não mede idades superiores a cerca de 70.000, então só se pode fazer uma coisa: não o usar para medições em idades superiores.
É que deve saber que existem muitos outros elementos que se podem usar e com periodos de meia vida bem maiores. Alguns exemplos (há muito mais)
Isótopo-pai Isótopo-filho Meia-vida (anos) Materiais datados
Urânio (U-238) Chumbo (Pb-207) 4,5*10^9 Zircão
Urânio (U-235) Chumbo (Pb-207) 0,7*10^9 Zircão
Potássio (K-40) Árgon (Ar-40) 1,4*10^9 Biotite, moscovite, rochas vulcânicas
Carbono-14 (C-14) Azoto (N-14) 5730 Conchas, calcários, materiais orgânicos

Os problemas do c14 (que todos os cientistas conhecem e têm em atenção) devem-se a medir idades relaticvamente pequenas e a ter uma margem de erro significativa.
E em 10000 anos um erro de 500 ou mil já é importante.
Em milhões de anos já não temos esse problema.

Comentar por Joaquim Coelho

Joaquim,

“É penas a verdade. Tens de provar que não é possivel para dizeres o que dizes.”

Não é a verdade. É aquilo que os evolucionistas gostariam que fosse a verdade. É aquilo que é assumido. Se não se pode detectar c14 em material com mais de 80.000 anos, então quando se detecta c14 em material com mais de 80.000, então só pode ser fruto de contaminação da amostra porque os evolucionistas sabem que essa amostra tem mais de 80.000 anos.

As evidências estão a favor do lado criacionista. Vocês é que precisam de torcer as observações para a vossa religião não desmoronar. A teoria da evolução apenas não é refutada porque: 1) não é científica, porque as teorias científicas estão susceptíveis à falsificação; 2) Deus nos livre da outra hipótese (criação sobrenatural).

Comentar por alogicadosabino

Joaquim

Imagino infelizmente que não leste o artigo que postei. =(

Comentar por Fabricio Lovato

Fabricio li, mas não tem qualquer relevância para o assunto aqui debatido porque o C14 não é usada para este tipo de datações.

Depois o autor do post cria uma grande confusão na explicação que dá com vários erros á mistura e cria cenários sem credibilidade ou jsutificação cientifica.
Os cientistas ao contrário do que ele diz têm em atenção a variabilidade do C14 ao longo da história incluindo as alterações provocadas pelas bombas atómicas.
Por último as margens de erro destas medições incluem estes factos e outros possiveis.

Há ainda uma forma muito fácil de verificar as datações pela comapração da dendrologia com o C14/C12.

Comentar por Joaquim Coelho

Joaquim

Percebi que realmente não leste o link que coloquei.
Tu podes ter lido o do Jorge, não o meu.
O que eu coloquei, tirado do site da Sociedade Criacionista Brasileira, fala sobre a datação de rochas.
Sobe a página de comentários e olha o 1º.

Comentar por Fabricio Lovato

O erro faz parte da construção do conhecimento.
Me considero religioso, mas se valer de um erro de uma ciência para desqualifica-la totalmente é uma leviandade.
Se isto for aplicado na religiões muitas não existiriam mais, só por exemplo, vide idade média, e claro que existem outros erros contemporâneos.

Comentar por João B. Tombely




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