No princípio criou Deus os céus e a Terra


A sobrevivência das plantas ao Dilúvio de Noé (Parte 1)
Janeiro 25, 2009, 1:15 am
Filed under: Convicções / Fé

Abordar esta questão é simples. Basta saber como elas sobrevivem e florescem hoje e teremos aí a nossa resposta.

1) Há florestas subaquáticas, isto é, crescem debaixo de água (Ex: AQUI e AQUI). Ou seja, a água não constitui nenhum óbice ao seu desenvolvimento;

2) A erupção do vulcão do Monte de Santa Helena, em 1980, destruiu toda a vida animal e vegetal. 25 Anos depois, a biodiversidade voltou a aparecer na região. Este exemplo mostra-nos que a mãe Natureza arranja formas que nós nem imaginamos. O mesmo se passou com a catástrofe de Krakatoa;

3) Muitas plantas são capazes de reprodução assexuada;

4) As sementes podem ter sido transportadas pelo vento. É o chamado aeroplâncton – organismos vivos que flutuam levados pelo vento;

5) Muitas sementes têm dispositivos que lhes permitem prenderem-se aos animais;

6) Muitas sementes de plantas terrestres conseguem sobreviver por longos períodos de tempo debaixo de água ou a flutuar. Ironicamente, experiências conduzidas por Darwin mostraram isso mesmo;

7) As sementes podem ter sobrevivido em tapetes flutuantes de vegetação ou em cima de troncos ou carcaças;

Há quem diga que as plantas que necessitam de insectos para efectuar a polinização morreriam, dada a inexistência de insectos. O argumento assume que não haveria insectos quando isso não é verdade. Os insectos poderiam ter sobrevivido de várias maneiras, como iremos ver noutro post. Segundo, mesmo que não existissem insectos, os críticos parecem desconhecer o conceito de autopolinização e as suas várias modalidades. Na ausência de agentes polinizadores, a polinização das plantas ocorre de outras maneirasplantas.

CONCLUSÃO

Não faltam possibilidades para as plantas terem sobrevivido ao Dilúvio. Só quem não conhece a realidade é que ainda acha que este aparente problema é um osso duro de roer para os criacionistas.
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Ver Parte 2

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19 comentários so far
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1) Há florestas subaquáticas, isto é, crescem debaixo de água (Ex: AQUI e AQUI). Ou seja, a água não constitui nenhum óbice ao seu desenvolvimento;

Não constitui nenhum óbice a essas plantas. E estamos a falar de algas. Mais: <>. Em águas pouco profundas onde haja luz obviamente. O que seria difícil com as águas a cobrir as montanhas mais altas. Mas se estás a afirmar que a vegetação que hoje existe descente toda de algas…

2) A erupção do vulcão do Monte de Santa Helena, em 1980, destruiu toda a vida animal e vegetal. 25 Anos depois, a biodiversidade voltou a aparecer na região. Este exemplo mostra-nos que a mãe Natureza arranja formas que nós nem imaginamos. O mesmo se passou com a catástrofe de Krakatoa;

Uma erupção vulcânica é um evento um bocadinho diferente de uma cheia. E não foi milagre nenhum. É um facto bem sabido que a lava e cinzas vulcânicas são muito férteis. Claro que as plantas não nascem por magia das cinzas…

3) Muitas plantas são capazes de reprodução assexuada;

Claro que a partir do momento em que elas morrem todas não lhes adianta de muito isso. Aliás, o dilúvio deveria ter extinguido todas as plantas assexuadas.

Quanto à sobrevivência de sementes, não se coloca esse facto em questão. O ponto crucial é de quantas sementes teria de sobreviver ao dilúvio para a vegetação se recompor. Mais: seria necessário muito tempo após o dilúvio para a vegetação começar a crescer novamente. Como é que os ocupantes da arca foram sobrevivendo com a fraca vegetação que haveria logo após terem saído da arca?

Comentar por Luís

Como é que os ocupantes da arca foram sobrevivendo com a fraca vegetação que haveria antes de terem saído da arca?

Comentar por Ska

1) Há florestas subaquáticas, isto é, crescem debaixo de água…

Isto são “florestas” de algas. ALGAS MARINHAS! As algas são vegetais aquáticos e as Laminárias (Kelp) são marinhas. Só quem não percebe nada de biologia poderia avançar um argumento destes…

2) A erupção do vulcão do Monte de Santa Helena, em 1980, destruiu toda a vida animal e vegetal. 25 Anos depois, a biodiversidade voltou…

Isto são eventos catastróficos repentinos locais. O dilúvio, dizem, foi global e durou cerca de um ano.

3) Muitas plantas são capazes de reprodução assexuada…

Mas muitas não são. Que aconteceu às que não eram? E para ter reprodução assexuada é necessário ter plantas para reproduzir. Em vasinhos?…

4) As sementes podem ter sido transportadas pelo vento…

Em suspensão no ar durante mais de um ano? Todas elas? E as sementes de Araucaria e afins que podem ser bastante pesadas? Também foram levadas pelo vento durante um ano? Já experimentaste levar um caroço de abacate pelo ar? Ou até uma amêndoa?

5) Muitas sementes têm dispositivos que lhes permitem prenderem…

Mas a maior parte não têm. Os animas na arca deviam estar carregados de sementes… não havia mais animais para as sementes se agarrarem.

6) Muitas sementes de plantas terrestres conseguem sobreviver por longos períodos de tempo debaixo de água…

Gostava de ver as sementes de todos os nossos cereais e de árvores de fruto e afins a sobreviver debaixo de água salgada por mais de um ano…

7) As sementes podem ter sobrevivido em tapetes…

Para isso as sementes teriam de estar próximo de zonas onde esses tapetes são formados. Nas zonas áridas e desérticas não há tapetes de vegetação flutuante, nem as sementes dessas plantas teriam modo de chegar a algo do género.

Conclusão, cá para mim as sementes foram levadas para o espaço — em caixas especiais — pelos aliens da Cientologia e devolvidas depois, de acordo com um protocolo previamente assinado com deus. E quem é que vai conseguir destruir esta minha hipótese?

A questão de como sobreviveram os animais da arca (óé e família incluídos)com a fraca vegetação e falta de animais (só havia um par de cada) pós-dilúvio (as árvores custam a crescer) continua por esclarecer.

Comentar por José

A todos,

Apenas dei várias hipóteses, com exemplos daquilo que se conhece hoje, para mostrar que as plantas poderiam ter sobrevivido de maneiras diferentes.

Até fico surpreendido como é que concluem certas coisas das minhas afirmações como o “sugerir que toda a vegetação descende das algas”.

Dei várias opções que se aplicariam a diferentes organismos. Não ia dizer as opções de sobrevivencia das algas, as opções das palmeiras, as opções de sobrevivencia dos carvalhos, as opções de sobrevivencia das bananeiras,…

Dizer que “Uma erupção vulcânica é um evento um bocadinho diferente de uma cheia. E não foi milagre nenhum. É um facto bem sabido que a lava e cinzas vulcânicas são muito férteis. Claro que as plantas não nascem por magia das cinzas…” é apelar à ignorância de causa. “É bem sabido que a lava e cinzas vulcânicas são muito férteis” mas as previsões pessimistas que se faziam a respeito da repovoação do Monte de Santa Helena estiveram longe daquilo que realmente aconteceu.

A catástrofe do diluvio não meteu só água. Actividade tectónica (Salmos 104:8 ) e vulcanismo (Génesis 7:11) fizeram parte do processo.

Na catástrofe do monte de santa helena também morreram organismos marinhos tais como peixes e plantas marinhas. Não obstante, também eles voltaram a aparecer na área.

Hoje não há problema em vermos a biodiversidade voltar a ocupar terrenos completamente destruídos anteriormente. Chega à história do dilúvio, já nada poderia ter sobrevivido. Os vossos comentários são bons para mostrar uma coisa: a vossa posição de céptico não se deve às evidências, mas sim a uma posição filosófica independente das evidências.

Comentar por alogicadosabino

Deste várias hipóteses e todas foram refutadas. A questão é, ou consegues dar resposta às perguntas que te fazem ou aquela evangelização que tentas levar a cabo (acho eu) a pessoas minimamente lúcidas de mente que não sejam carneirinhos que comem tudo nunca funcionará.

É um bocado assim que funciona. Tu falas, as pessoas têm dúvidas e perguntam.

“Na catástrofe do monte de santa helena também morreram organismos marinhos tais como peixes e plantas marinhas. Não obstante, também eles voltaram a aparecer na área.”

Que raio de comparação. Não foi uma razia global. Foi só local, logo houve repovoação, duh!!! A questão é, se erradicas as plantas (e insectos, ainda não percebi bem) da face da terra, como é que eles ainda andam por aí. Facto: as sementes (99,999% delas) não aguentam um ano a flutuar ao vento; facto: as sementes (99,999% delas) não aguentam um ano debaixo da água do oceano global.

A questão é, onde é que elas ficaram?

Comentar por Ska

Ska,

eu não estou preocupado em fazer-te acreditar ou não. As respostas aqui servem, essencialmente, para os cristãos saberem que os putativos problemas que os cépticos apresentam em relação à arca, não passam de falsos problemas. Até porque tu não estás preocupado com as explicações, facto comprovado por ainda perguntares como é que as térmitas não comeram a madeira da arca mesmo depois de já te terem dito que os insectos não foram na arca.

“a pessoas minimamente lúcidas de mente que não sejam carneirinhos que comem tudo nunca funcionará.”

Engraçado… essas pessoas lúcidas de mente engolem as explicações “evoluiu porque evoluiu”. Quando se trata de evolução, não é preciso darem-se muitas explicações para se engolir a história. Quando se trata da bíblia, nenhuma explicação é suficiente. Abençoado Darwin.

Em relação ao teu penultimo paragrafo… quero dados científicos. Já chega de ter aqui o ateu a dizer todo o tipo de barbaridades que lhe vêm à mente, só porque acha que não dava. Um diz que o chichi fazia a madeira da arca estalar, mas não consegue dar exemplos de embarcações onde isso tenha acontecido.

Quero trabalhos científicos que indiquem que “as sementes (99,999% delas) não aguentam um ano a flutuar ao vento; as sementes (99,999% delas) não aguentam um ano debaixo da água do oceano global.”

Fico à espera.

Comentar por alogicadosabino

Por mim, Sabino, também não estou preocupado a fazer-te ver que as tuas ideias não são consistentes, porque parece que não queres ouvir o que te dizem. Mas tal como tu disseste, estás a tentar mostrar a outros crentes que os problemas que colocamos são falsos. Só que não são, tal como acabamos de mostrar. É contra essa desonestidade intelectual que eu luto.

Quanto a demonstrações mais científicas do que se acabou de dizer, postarei em breve aqui alguns factos.

Cumprimentos,

Comentar por Luís

“por ainda perguntares como é que as térmitas não comeram a madeira da arca mesmo depois de já te terem dito que os insectos não foram na arca.”

É pena tanta treta e tanta soberba e não leres o que te respondem.

Cito:

“Tens razão bino (é de mim, ou com estas minhas perguntas ficas facilmente irrascivel e agressivo?), muda a pergunta das térmitas para

“Como raio é que ainda há insectos hoje em dia.””

Comentar por Ska

desculpem, nao ha argumentacao possivel para quadradismo deste tipo! incrivel, o sabino usa com cada argumento!!!!Foi deus e acabou, nem vale a pena tentares procurar argumentacao cientifica!!!

Comentar por hermogenes

“Quero trabalhos científicos que indiquem que “as sementes (99,999% delas) não aguentam um ano a flutuar ao vento; as sementes (99,999% delas) não aguentam um ano debaixo da água do oceano global.”

Os trabalhos científicos são feitos com o objectivo de responder a questões científicas pertinentes e concretas do mundo em que vivemos, não para refutar baboseiras criacionistas.

O espaço nas revistas científicas é caro, não pode ser desperdiçado a contradizer criancices de quem não percebe o b-a=ba da Biologia e da Geologia (para já não falar de ciência em geral)…

Ainda não vi trabalhos ou resultados de prospecção geológica ou anunciando a descoberta de novas vacinas por equipas criacionistas, baseadas nos princípios do Intelligent Design, em revistas da catequese… ou quaisquer outras.

A propósito, e eu quero os resultados práticos, concretos, da ciência criacionista! Qualquer resultado prático! Qualquer vacininha me serve! Qualquer coisinha útil para o nosso dia-a-dia…

Comentar por José

José,

Ciência criacionista? Isso não existe. O criacionismo não é uma teoria científica. Não podes pedir resultados de uma coisa que não existe.

Comentar por Luís

hermogenes,

“desculpem, nao ha argumentacao possivel para quadradismo deste tipo! incrivel, o sabino usa com cada argumento!!!!”

Uso evidência empírica, coisas que se sabe que acontecem hoje. Mas como a tua posição filosófica não se deve às evidências… é-te igual ao litro.
_________________________________________

Jose,

“Os trabalhos científicos são feitos com o objectivo de responder a questões científicas pertinentes e concretas do mundo em que vivemos, não para refutar baboseiras criacionistas.”

Se alguém me está a dizer algo que pode ser constatado através da ciência empírica, é perfeitamente normal eu pedir para ele me mostrar a base empírica das suas afirmações.

“O espaço nas revistas científicas é caro, não pode ser desperdiçado a contradizer criancices de quem não percebe o b-a=ba da Biologia e da Geologia (para já não falar de ciência em geral)…”

Para tua infelicidade, eu cito diariamente a propaganda científica para refutar o mito darwinista.

“Ainda não vi trabalhos ou resultados de prospecção geológica ou anunciando a descoberta de novas vacinas por equipas criacionistas, baseadas nos princípios do Intelligent Design, em revistas da catequese… ou quaisquer outras.

A propósito, e eu quero os resultados práticos, concretos, da ciência criacionista! Qualquer resultado prático! Qualquer vacininha me serve! Qualquer coisinha útil para o nosso dia-a-dia…”

O design inteligente na pesquisa médica; Os ramos da ciência moderna não foram desenvolvidos por evolucionistas; A técnica da imagiologia por ressonância magnética foi co-desenvolvida por Raymond Damadian, criacionista; e outros exemplos, basta procurares no http://www.creationontheweb.com

Por outro lado, a fantasia evolucionista só serviu para atrasar os avanços na medicina e na fisiologia, ao rotular dezenas de órgãos de “vestigiais”.

Comentar por alogicadosabino

“Ciência criacionista? Isso não existe. O criacionismo não é uma teoria científica. Não podes pedir resultados de uma coisa que não existe.”

Bom, já chegámos a uma conclusão positiva, a de que o assim chamado “scientific creationism” ou “creation science”, a base conceptual do “intelligent design” e da “special creation” afinal não existe.

Eu também acho que não existe nenhuma “ciência” criacionista e que o criacionismo não é ciência! Agora, isto levanta uma outra questão pertinente: como se pode debater ciência, biologia, evolução, geologia, astronomia, origem da Terra, fósseis ou o que quer que seja de concreto neste nosso mundo natural, físico, numa base assumidamente não científica? É como tentar rebater alhos, com bugalhos! É como fazer experiências de química analítica numa aula da catequese para tentar perceber como deus transformou água em vinho … não funciona! Não pode! São “campeonatos” diferentes!

Obrigado, ao fim de tanto tempo, já tiro daqui algo de positivo, fico satisfeito.

Scientific Creation: http://www.creationscience.com/onlinebook/

Comentar por José

Nunca vi tanto discurso falacioso junto.

A discussão “Criação vs Evolução” não é uma discussão acerca de factos. É uma discussão acerca de diferentes formas de ver o mundo. Uma discussão acerca de diferentes interpretações dadas aos mesmos factos. “Ciencia vs. religiao” é um falso dilema. Quanto muito é “Naturalismo vs Religião”. A “ciencia” evolucionista faz afirmações de fé. A “religiao” criacionista recorre à ciência.

Comentar por alogicadosabino

“Por outro lado, a fantasia evolucionista só serviu para atrasar os avanços na medicina e na fisiologia, ao rotular dezenas de órgãos de “vestigiais”.”

É verdade, Sabino. Lembro-me, com base num cenário darwinista, daquela explicação para dores nas costas depois de certa idade e do seu remédio: grosso modo, algo como não exercitar-se muito, afinal andar ereto já seria (literalmente?) “forçar a barra”. (LOL)

E também não nos esqueçamos: se adolescentes recusam verduras, é só porque a evolução está a protegê-los de ser envenenados. Se gostam de verduras, é só porque a evolução os quer fortes e saudáveis. (LOL)

Retiradas do creationweb, algumas contribuições de criacionistas (sem mencionar Newton, Kleper e outros), começando pela Química:

“The creationist Robert Boyle (1627–1691) fathered modern chemistry and demolished the Aristotelian four-elements theory. He also funded lectures to defend Christianity and sponsored missionaries and Bible translation work.
Cell phones depend on electromagnetic radiation theory, which was pioneered by creationist James Clerk Maxwell (1831–1879)
Computing machines were invented by Charles Babbage (1791–1871), who was not a biblical creationist but was a creationist in the broad sense. He ‘believed that the study of the works of nature with scientific precision, was a necessary and indispensable preparation to the understanding and interpreting their testimony of the wisdom and goodness of their Divine Author.’
The creationist brothers Orville (1871–1948) and Wilbur Wright (1867–1912) invented the airplane after studying God’s design of birds.”

http://creationontheweb.com/content/view/5620/

Comentar por Darjo

Boa darjo. Sabes que tens 5 metros de maior. ah, sabes em que ano foi publicado o “origin …”?

É que não foi no século 17. E engenheiros aeronáuticos, pouco bitaite podem mandar quando a processos biológicos, não?

Comentar por Ska

“sabes em que ano foi publicado o “origin …”?”
“É que não foi no século 17. E engenheiros aeronáuticos, pouco bitaite podem mandar quando a processos biológicos, não?”

Ska, já andas a disparar comentários sem ler o histórico.
Para atender a quem insinua que ciência é o clube exclusivo de não-criacionistas e que pede, entre outros exemplos, “qualquer coisinha útil”(lê acima), os exemplos bastam.

Pelo histórico e por tendência, os darwinistas do séc 19 tiveram suas historinhas. Os do séc 20, as suas. E os do séc 21 vão querer deixar por menos?

Dependendo do que se entenda por “processos biológicos”, se calhar, pode ser que o “naturalista” Darwin tivesse tanto a mandar quanto o “economista” Malthus ou o “advogado” e depois “geólogo” Lyell sobre o mesmo assunto, mas isso não foi motivo para diminuir o fervor da fé darwinista.

“ I think it can be explained… I believe… I do not doubt… if we in imagination… as I believe… supposing… may have… must formerly have… will have… must assuredly have… it seems to me… therefore I see no difficulty… I can see no difficulty in supposing that… we cannot doubt that… nor can I see any insuperable difficulty in further believing it possible… it is conceivable that… we may conclude… thus, to return to our imaginary illustration… I can see no difficulty… we might expect… yet reason tells me… the difficulty of believing can hardly be considered real… I can see no very great difficulty in believing… he who will go thus far ought not to hesitate to go further… we ought in imagination… we must suppose… may we not believe… no doubt… we should be extremely cautious in concluding that an organ could not have been formed by numerous gradations of some kind… I can indeed hardly doubt… but it is conceivable… now I think no one will dispute… therefore I do not doubt… we are far too ignorant to argue that no transition of any kind is possible — we may attribute… I dare say… I have no doubt… no doubt… thus we may hardly believe… we may further venture to believe… therefore we may infer… we may also believe…”

http://pos-darwinista.blogspot.com/2009/01/darwin-e-sua-confissao-de-westminster.html

Comentar por Darjo

Vamos por partes:

“1) Há florestas subaquáticas”…

Com espécies especificamente evoluídas para este meio, e não com outras. Hipótese errada.

“2) A erupção do vulcão do Monte de Santa Helena (…) 25 Anos depois, a biodiversidade voltou…”

Mera e simplesmente pq tinha locais a salvo, como fontes de inóculo. Isso não ocorreria num dilúvio GLOBAL. Sua hipotese é errada.

“3) Muitas plantas são capazes de reprodução assexuada”

E? Morrem se submersas do mesmo jeito. Hipótese ridícula.

“4) As sementes podem ter sido transportadas pelo vento. É o chamado aeroplâncton”

Ok. Abacates também, eu suponho. Hipótese ridícula.

“5) Muitas sementes têm dispositivos que lhes permitem prenderem-se aos animais”

Os, quais, por sinal, morreram afogados…


A sobrevivência das plantas ao Dilúvio de Noé (Parte 1)
Janeiro 25, 2009, 1:15 am
Arquivar em: Convicções / Fé
Abordar esta questão é simples. Basta saber como elas sobrevivem e florescem hoje e teremos aí a nossa resposta.

1) Há florestas subaquáticas, isto é, crescem debaixo de água (Ex: AQUI e AQUI). Ou seja, a água não constitui nenhum óbice ao seu desenvolvimento;

2) A erupção do vulcão do Monte de Santa Helena, em 1980, destruiu toda a vida animal e vegetal. 25 Anos depois, a biodiversidade voltou a aparecer na região. Este exemplo mostra-nos que a mãe Natureza arranja formas que nós nem imaginamos. O mesmo se passou com a catástrofe de Krakatoa;

3) Muitas plantas são capazes de reprodução assexuada;

4) As sementes podem ter sido transportadas pelo vento. É o chamado aeroplâncton – organismos vivos que flutuam levados pelo vento;

5) Muitas sementes têm dispositivos que lhes permitem prenderem-se aos animais;

6) “Muitas sementes de plantas terrestres conseguem sobreviver por longos períodos de tempo debaixo de água ou a flutuar”

Em água salgada? Reveja seus conceitos… Afora o coco e o feijão do mar… enfim, hipótese errada.

“7) As sementes podem ter sobrevivido em tapetes flutuantes de vegetação ou em cima de troncos ou carcaças;”

Ah, sim, muitas o fazem. E assi colonizam ilhas. Mas… as que não suportam água salgada (maioria) ou maresia (muitas tb) não pode fazê-lo. Hipótese razoável.

Sobre autopolinização, vc sabe que a imensa maioria das espécies continentais não consegue, não é?

Comentar por Ravick

Esse problema com as plantas resulta em parte de imaginarmos que as coisas antigamente eram exatamente como as de hoje. Formulei uma teoria chamada “invólucro impermeável”, ou seja, ûma casca que não deixasse penetrar água protegeria a semente durante o diluvio. Quando a agua baixou as sementes “sentiram” um fator hidrográfico mais favoravel ao seu desenvolvimento e germinaram.

Comentar por Fabiano




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