No princípio criou Deus os céus e a Terra


8 Pessoas cuidaram de todos os animais da arca
Janeiro 15, 2009, 8:44 am
Filed under: Convicções / Fé

Em Noah’s Ark: a feasibility study, baseando-se na força de trabalho humana empregue para tratar de animais em casas de gado, currais, estábulos, galinheiros e outras casas de animais, John Woodmorappe mostra que a família de Noé não teria de trabalhar 30 horas por dia, como os críticos querem fazer pensar. Neste ponto, os críticos também ignoram o papel da hibernação e dos aparelhos self-service presentes na arca como factores de redução de trabalho.

Alguns casos documentados no livro de John Woodmorappe, onde as condições de trabalho não eram mais sofisticadas do que pás, baldes e carrinhos de mão:

1) Uma só pessoa foi responsável pelo tratamento de 842 porcos (Maton et al. 1985, p. 304);
2) Uma só pessoa foi responsável pelo tratamento de 500 touros (Hervey 1953, p. 106);
3) Uma só pessoa foi responsável pelo tratamento de 2000 pombos (Levi 1957, p. 552);
4) Uma só pessoa foi responsável pelo tratamento de 2000 a 9000 galinhas (Parks 1950, p. 23; Maton et al. 1985, p. 356);
5) Uma só pessoa foi responsável pelo tratamento de 250 a 333 avestruzes (Bertram 1984, p. 29);
6) Uma só pessoa foi responsável pelo tratamento de 900 lagartos (Langerwerf 1980, p. 37);
7) Uma só pessoa foi responsável pelo tratamento de 1000 patos (van Arsdall 1980, p. 36);

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Os quadros que se seguem representam o tempo gasto para desempenhar determinadas funções em relação a determinados animais – alimentação, mudança de água e remoção de excrementos – com base nas condições de trabalho que se conhecem.

labor1

labor2

labor3
_______________________________________________________________

Os interessados em ler as 9 páginas que John Woodmorappe dedica a este assunto podem fazer o download AQUI (Se ficar offline digam-me).

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24 comentários so far
Deixe um comentário

Cá para mim, havia uma cantina self-service (já provado por um outro senhor, noutro post) a bordo. A família Noé distribuía cheques-refeição a todos os casais (leões, girafas, porcos, galinhas, elefantes, etc., etc., em números de várias dezenas de milhares de casais, só para falar nos mamíferos actuais e de toda a história da Terra… e depois havia os répteis, os peixes de rio, as aves, os anfíbios… os dinossáurios, etc., etc…) à entrada, juntamente com os folhetos que indicavam o camarote de todos os casais, e eles depois que se desenrascassem.

Era assim uma espécie do barco do amor, mas com pocilgas, cavalariças, galinheiros, aquários, terrários, tanques e estábulos…

Difícil, difícil, foi impedir que se comessem uns aos outros (tal como no barco do amor!)… e que os herbívoros comessem as plantas… e que as bactérias e os vírus infectassem tudo e todos… E havia aquele problema de saber se as cobras (muitas centenas de casais) também entravam ou não depois daquele incidente chato no paraíso com a Eva… Mas deve ter resultado pois o mundo actual é a prova viva de que a coisa resultou! Né? 🙂

Comentar por Jonas

Mas há uma alternativa: de que a estória da Arca de Noé seja treta 😛

Comentar por Rui Passos Rocha

A hibernação, já houve alguém que falou sobre isso.

Comentar por Ska

Eu creio que mtas historias do AT são “sombras de acontecimentos” e antitipos (ex: Jonas na baleia = Jesus no sepulcro, Jacó brigando com anjo no deserto = Israel negando o Messias, caracteristicas individuais das 7 noivas citadas na biblia = 7 épocas da igreja de Apocalipse)

ou ainda como dizem os judeus: são “midrashs”

N entendo tudo literalmente

Comentar por Bruna

http://ruubra.multiply.com/notes/item/3
interessante

Comentar por Bruna

Bruna,
O que é que entendes por “literalmente”?

Comentar por Mats

Bruna, obrigado pelos comentários submetidos.

Eu também não entendo tudo o que vem na biblia literalmente. Jesus disse que era o sal da Terra, mas eu não acredito que ele tivesse sido sal. O salmista David dizia que Deus montou uma tenda para o sol, mas eu nao acredito que o sol habitasse por baixo de uma tenda.

O que eu faço é entender a biblia contextualmente. As parabolas entendo como parábolas, a linguagem poética entendo como linguagem poetica, as profecias entendo como profecias, os relatos historicos entendo como relatos historicos, etc

Comentar por alogicadosabino

bom..
eu creio num diluvio local
não universal, por nao ter provas..existem sinais de civilizações e materiais anteriores à suposta data do diluvio universal

Comentar por Bruna

Bruna, e se ele não ter ocorrido nesta data, mas muito antes do que imaginamos. A Bíblia em nenhum momento fala de 6000 anos, ela diz que Matusalém era filho de Enoque, mas e se entre Enoque e Matusalém se passaram 4.000 ou 3.0000000 anos de descendentes que não são citados por que não eram profetas?

Comentar por Rodrigo César Nunes Pino

acho que em alguams historias biblicas existem um certo exagero proposital.

Comentar por Bruna

Bruna.
Queres dizer que escolhes as partes da Bíblia em que deves acreditar?

Se achas que não há evidências de um dilúvio universal, leia o seguinte [fragmento de]texto do criacionista Michelson Borges.

** EVIDÊNCIAS DE UM DILÚVIO UNIVERSAL

Em 1929, o arqueólogo inglês Sir Leonard Woolley realizou uma série de escavações em um terreno junto ao Tell al Muqayyar, na Arábia. Alguns poços foram cavados, tendo sido achados vários vestígios de civilização. Continuaram cavando para ver até onde iriam os sinais de cultura e vida humana. De repente, os vestígios acabaram e Woolley pensou ter chegado ao fim das escavações. No fundo do poço havia apenas uma camada de puro limo, do tipo que só se forma pela sedimentação da água.

Woolley recusou-se a acreditar que fosse o leito de um rio (o mais próximo era o Eufrates, cujo leito estava muito abaixo da camada de limo), e continuou as escavações. Para espanto dos pesquisadores, cerca de três metros de limo depois, novos vestígios de civilização foram encontrados, onde se esperava que houvesse terra virgem; vestígios, entretanto, bem diferentes dos que haviam sido encontrados acima da camada de limo. O Dilúvio – essa era a única explicação possível para a enorme jazida de lama sob a colina de Ur que separava nitidamente duas épocas humanas. Para tirar toda dúvida, Woolley mandou cavar outros dois poços distantes dali, e o resultado foi o mesmo: restos de vasos e utensílios, uma camada espessa de limo (à mesma profundidade da anterior), e, novamente, vestígios.

Na verdade, os geólogos têm encontrado dezenas de depósitos sedimentares por toda parte do mundo, onde existem remanescentes de animais, plantas e artefatos fabricados pelo homem, fossilizados, como se fossem gigantescos cemitérios. Isto leva a crer que houve um mecanismo de sepultamento extremamente rápido, como aconteceria no caso de uma grande inundação.

O significado dos fósseis de moluscos e peixes encontrados nas rochas em diversas partes do mundo parece um mistério. O pesquisador Immanuel Velikovsky (1895-1979) fez a seguinte observação: “Quando um peixe morre, o corpo flutua na superfície ou afunda. É rapidamente devorado, no máximo, numa questão de horas, por outros peixes.” Contudo, os fósseis de peixes encontrados em rochas estão muito bem preservados, inclusive com todos os ossos intactos. Cardumes inteiros de peixes em extensas áreas, atingindo bilhões de espécimes, são encontrados num estado de agonia, com a boca aberta em sinal de sufocação, mas sem qualquer marca de ataques de animais.

Há outros fatores até mais surpreendentes como o de folhas que foram preservadas num estado de pleno viço. A clorofila está tão bem preservada, que é possível reconhecer os tipos alfa e beta. Um outro fato extraordinário foi a preservação de partes tenras de insetos com músculos, derma, epiderme, ceratina, melanina, lipocromo, elementos facilmente perecíveis, desintegrando-se, no máximo, em poucos dias ou mesmo horas. O que quer dizer que a incrustação foi rapidíssima.

Existem inúmeros depósitos marinhos nos continentes. Na verdade, mais ou menos a metade dos sedimentos nos continentes é de origem marinha. Como isso é possível? A invasão geral das terras continentais (que são mais elevadas) pelos oceanos é certamente uma situação muito diferente da situação presente, e concorda com a idéia de um dilúvio global. Além disso, muitas camadas sedimentares de geologia singular cobrem regiões tão grandes que é difícil acreditar que foram depositadas lentamente, sob condições não catastróficas. Por exemplo, o conglomerado Shinarump, no sudoeste dos Estados Unidos, com cerca de 30 metros de espessura, cobre quase 260.000 km2. A formação Morrison se estende sobre 1.000.000 km2 desde o Kansas até Utah, e desde o Canadá até o Novo México.

A ausência de erosão entre as camadas geológicas é outro grande indício de um dilúvio. As camadas geológicas são usadas pelos evolucionistas para determinar idades e são sobrepostas umas às outras. Geralmente uma chega a ser considerada 100 milhões de anos mais antiga que a seguinte. O que chama atenção é a ausência de camadas intermediárias que deveriam existir de acordo com a escala de tempo evolucionista, e a ausência de vestígios de erosão de uma camada para outra, uma vez que supostamente estiveram expostas por longo tempo às intempéries. A falta de erosão nesses intervalos da coluna geológica sugere rápida deposição, como se esperaria em uma grande inundação. Além disso, foram encontradas árvores fossilizadas atravessando camadas. Quer dizer que uma parte da árvore pode ser milhões de anos mais nova que outras partes?! Por mais absurda que seja, essa teria que ser a conclusão dos que negam o Dilúvio.

Há também sistemas ecológicos incompletos. Em várias camadas fossilíferas, como nos Arenitos do Coconino e formação Morrison, encontramos muitas evidências de animais, porém, pouca ou nenhuma evidência de plantas. Animais alimentam-se de plantas. Como poderiam sobreviver esses animais por milhões de anos sem uma nutrição adequada? A atividade de separação das plantas e animais pelas águas de um dilúvio parece ser um modelo mais de acordo com a realidade observada.

O carvão é outra boa evidência do Dilúvio. Muitas das camadas de carvão ocupam enormes extensões e são bastante espessas. Atualmente não vemos carvão se formando nessa escala. Os enormes depósitos antigos de carvão bem podem ser explicados pelo transporte catastrófico e separador da vegetação durante o Dilúvio de Gênesis. Um bom exemplo disso é o carvão encontrado em Morewell, Austrália, com uma espessura de 170 metros!

Jesus confirmou o Dilúvio em Mateus 24:36-39: “Mas a respeito daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos Céus, nem o Filho, senão o Pai. Pois assim como foi nos dias de Noé, também será a vinda do Filho do homem. Porquanto, assim como nos dias anteriores ao dilúvio comiam e bebiam, casavam-se e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e não o perceberam, senão quando veio o dilúvio e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do homem.”

Comentar por Fabricio Lovato

Querido Fabrício. Linda história que me contaste. Também sei contar histórias bonitas, e sem dar erros de português.

Mas o que é que isso interessa para o que a gente está a falar aqui?

Comentar por Ska

Fabricio,

“O significado dos fósseis de moluscos e peixes encontrados nas rochas em diversas partes do mundo parece um mistério. O pesquisador Immanuel Velikovsky (1895-1979) fez a seguinte observação: “Quando um peixe morre, o corpo flutua na superfície ou afunda. É rapidamente devorado, no máximo, numa questão de horas, por outros peixes.” Contudo, os fósseis de peixes encontrados em rochas estão muito bem preservados, inclusive com todos os ossos intactos. Cardumes inteiros de peixes em extensas áreas, atingindo bilhões de espécimes, são encontrados num estado de agonia, com a boca aberta em sinal de sufocação, mas sem qualquer marca de ataques de animais.”

De que forma é que o dilúvio pode ter sido a causa da fossilização da morte em massa desses animais todos? Se foi por sufocação depois da Terra ter secado então os peixes já não se encontrariam debaixo de água, logo não poderiam ter fossilizado.

Um pormenor engraçado: “são encontrados num estado de agonia, com a boca aberta em sinal de sufocação”.

Sim, porque os peixes são animais tão expressivos, não são? É ridículo concluir que o facto da boca estar aberta é sinal de sufocação.

“Jesus confirmou o Dilúvio em Mateus 24:36-39: “Mas a respeito daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos Céus, nem o Filho, senão o Pai. Pois assim como foi nos dias de Noé, também será a vinda do Filho do homem. Porquanto, assim como nos dias anteriores ao dilúvio comiam e bebiam, casavam-se e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e não o perceberam, senão quando veio o dilúvio e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do homem.””

Esta é a minha parte favorita. Esta história bíblica é verdade porque aqui na bíblia dizem que é.

Comentar por Luís

Ska,

Eu e tu podemos contar muitas histórias, mas ninguém supera as histórias do Darwin.

Comentar por alogicadosabino

Ska.
Me mostre onde estão os erros de português.
[me refiro ao porutguês do Brasil.]

Comentar por Fabricio Lovato

*português

Comentar por Fabricio Lovato

“Esta é a minha parte favorita. Esta história bíblica é verdade porque aqui na bíblia dizem que é.”

Luís.
Isso não foi para você, mas para a Bruna.
Apenas mostra que não podemos tomar partes da Bíblia como literais e outras não, a nosso bel-prazer.

Comentar por Fabricio Lovato

Fabricio,

“Isso não foi para você, mas para a Bruna.
Apenas mostra que não podemos tomar partes da Bíblia como literais e outras não, a nosso bel-prazer.”

Então devo um pedido de desculpas. Não tinha percebido.
Mas e do resto do comentário? Não tens nada a dizer?

Comentar por Luís

“em um “. Com ou sem acordo ortográfico, é “num”.O ponto básico não era esse, é que tu escreves um texto fenomenal, citado e a citar mas sem indicar UMA única fonte de forma exacta ou clara.

Comentar por Ska

Ska e Luís.

Vi agora os seus comentários.
Desculpe a demora.
Respondê-los-ei se possível, ainda hj.

Comentar por Fabricio Lovato

eu acredito em tudo que a biblia diz: porque tudo que ela fala é verdade mentirozo sao os homens

Comentar por fabiana

deus é um so nada de deuses

Comentar por fabiana

Fantastico!

Comentar por Arthur Vergara

Sabino, admiro seu trabalho.

Comentar por Arthur Vergara




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