No princípio criou Deus os céus e a Terra


O Gladiador bem merece o nome que tem
Novembro 2, 2008, 1:46 pm
Filed under: Evolução/Big-Bang

Na Namíbia, foram descobertos insectos que se pensava estarem extintos há 35 a 50 milhões de anos. Apelidados de “Gladiadores” por causa do seu aspecto “temível” e da armadura que os cobre, estes insectos foram primeiro descobertos fossilizados em âmbar.

Dada a proliferação de animais que não sofreram macroevolução, os evolucionistas procuram fazer deles meras curiosidades que “não refutam em nada a teoria da evolução”. Chegam ao ridículo de me dizerem que os “fósseis vivos” (animais que foram primeiro descobertos no registo fóssil e, mais tarde, descobertos vivos) não são prova para a criação bíblica!!! Isso mesmo… a bíblia diz que a macroevolução não aconteceu… no entanto, a existência de animais que corroboram este cenário não é prova para o criacionismo bíblico! Muito bom!

É surpreendente encontrar tais “fósseis vivos”, considerando os grandes intervalos de tempo (milhões de anos) de evolução que os evolucionistas dizem ter decorrido, desde que as criaturas se fossilizaram. “Esta descoberta é comparável a encontrar um mastodonte ou um tigres dentes-de-sabre“, disse Piotr Naskrecki, director da iniciativa da Conservação Internacional da nova Diversidade de Invertebrados. É surpreendente para os evolucionistas já que os criacionistas sabem que esses milhões de anos nunca tiveram lugar e apenas alguns milhares de anos se passaram desde que estas criaturas se fossilizaram.

Os vastos exemplos de “fósseis vivos” mostram que os milhões de anos nunca ocorreram e que, independentemente do tempo que passe, a evolução de partículas para pessoas não acontece.

 


25 comentários so far
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Sabino, com uma crise financeira e económica como a que vivemos e a tu a dizeres parvoices criacionitas e a demonstrar total ignorância dos mecanismos de evolução.

Se queres um conselho, dedica-te antes à economia que és capaz de dizer menos tolices🙂

Os fósseis vivos representam, talvez, menos de 0,001 % de todas as espécies conhecidas (fósseis e vivas).

Então o facto de a esmagadora maioria das espécies estarem extintas nada significa ?
(Só o museu de ciência de Londres tem 70 milhões)

O facto de por cada espécie viva existente, dezenas estarem extintas nada implica ?

Não, o que é importante é que dos milhões de espécies vivas hoje uma ou duas dezenas tenha sido dado como extinta, mas não estar.

Segunda a maldita ciência (histórica eh eh eh🙂 ) a duração média previsivel de um espécie é de 10 Milhões de anos , podendo algumas espécies durar apenas milhares de anos e outras centenas de milhões. Mas a expectativa de vida de uma espécie é cerca de 10 milhões de anos.

Explica lá mas é como é que o que dizes afecta do ponto de vista cientifico a evolução e os milhões de anos. Com dados e pesquizas, e não atordoadas tolas para o ar🙂

Comentar por Joaquim Coelho

A ordem é que se pensava estar extinta e não esta espécie em particular. Continuas aldrabão e desonesto como sempre!

Comentar por Beowulf

Joaquim,

“Os fósseis vivos representam, talvez, menos de 0,001 % de todas as espécies conhecidas (fósseis e vivas).”

0,0001%? Deves… só a quantidade de fósseis marinhos vivos é assoladora (corais, esponjas, estrelas do mar, algas, etc). Isto sem falar dos peixes, insectos, plantas terrestres, etc

“Explica lá mas é como é que o que dizes afecta do ponto de vista cientifico a evolução e os milhões de anos.”

Ainda não te deste conta? O registo fóssil não suporta a evolução gradual ao longo de milhões de anos. 98% do registo fóssil aparece de forma abrupta. Os restantes cerca de 2%, como já há ossos para mexer, é interpretado e construído pelos evolucionistas de forma a parecer que o registo fóssil suporta a evolução gradual.
______________________________________

Beowulf,

Eu sou um aldrabão de primeira😀

Espécie ou ordem, o facto é que foram descobertos insectos que se pensava estarem extintos há 35 a 50 milhões de anos. Chamas-lhe o que quiseres.

“Both of the insects Zompro observed in London and Berlin appeared related to the 40-million-year-old fossilized insect encased in amber.”

Comentar por alogicadosabino

0,0001%? Deves… só a quantidade de fósseis marinhos vivos é assoladora (corais, esponjas, estrelas do mar, algas, etc). Isto sem falar dos peixes, insectos, plantas terrestres, etc

Sabino, não sejas preguiçoso, faz as continhas:

Estimativas conservadoras apontam para a existência de um mínimo de 30.000.000 de espécies vivas (máximo 150.000.000). 0,0001% daria 30.000 fósseis vivos. Mostra lá uma estatisca com este número.

Mas eu disse 0,001 % de todas as espécies fósseis e vivas.
Calculando só a partir do câmbrico (média de 500.000.000 anos) e atendendo a que a maldita ciência estima o tempo médio de sobrevivência de uma espécie em cera de 10.000.000 de anos, temos que por cada espécie viva estarão extintas 50.

Assim temos 30.000.000 * 50 +30.000.000 o número de espécies que existem e existiram desde o câmbrico.

Qualquer coisa como 1.530.000.000,00 espécies desde o câmbrico.

De onde, 0,0001% representam 150.000 fósseis vivos. Cadê eles ? (e isto no limite inferior)
Usando o limite superior teríamos 765.000 mil fósseiszitos vivos. Mostra aí as evidências disto.

Então quem enfia o capuz do “deves”, tu ou eu ?

O registo fóssil não suporta a evolução gradual ao longo de milhões de anos.

Dizes tu.
Só do pequeno dinossauro com ossos ocos até a uma asa formada temos
5 transições bem documentadas:
Pata 4 dedos -> pata alongada com 3 dedos -> dedos alongados -> alongamento do dedo central + aproximação dos dedos laterais -> ossatura da asa

Comentar por Joaquim Coelho

“O registo fóssil não suporta a evolução gradual ao longo de milhões de anos. 98% do registo fóssil aparece de forma abrupta. Os restantes cerca de 2%, como já há ossos para mexer, é interpretado e construído pelos evolucionistas de forma a parecer que o registo fóssil suporta a evolução gradual.”

Sabino,
E, para mim, o contraste aqui é óbvio: os vários exemplos de fósseis vivos são, de fato, evidências (não há “mexer de ossos”) em oposição ao que Roy Spencer (o Mats divulgou esse link num post) classificou, quando se refere à prática evolucionista, de “not arguing based upon the evidence but instead from the lack of evidence”.

http://www.tcsdaily.com/article.aspx?id=080805I

Comentar por Darjo

Reparem como o Joaquim mudou o assunto.
A questão não é “quantos fósseis vivos existem” mas “porque é que eles existem”. O Joaquim na sua resposta diz que eles são uma minoria. E depois?

Então o facto de a esmagadora maioria das espécies estarem extintas nada significa ?
(Só o museu de ciência de Londres tem 70 milhões)

Significa que essas espécies estão extintas. Nada mais e nada menos.

O facto de por cada espécie viva existente, dezenas estarem extintas nada implica ?

Read above.

Não, o que é importante é que dos milhões de espécies vivas hoje uma ou duas dezenas tenha sido dado como extinta, mas não estar.

O que é importante é que se a teoria da evolução fosse verdade, não deveria haver nenhum “fóssil vivo”.

Nem tentes mudar de assunto.

Já posso mais ou menos “prevêr” a tua resposta:
“Ah e tal, ams a teoria da evolução não prevê nada sobre os fósseis vivos!”.

Pois. A teoria da evolução não prevê, mas acomoda todos os cenários possíveis. Vide o caso do celecanto.

Se amanhã se encontra-se um tigre Dentes-de-Sabre, isso não haveria de fazer tremer a fé darwinista no registo fóssil. Porquê? Porque a teoria acomoda todas as situações possíveis.

Comentar por Mats

Mats, não mudei de assunto. Respondi ao Sabino quando ele questionou que seriam 0,0001%.
Respondi com dados e números ao contrário de vocês que é só treta.

Porque a questão do porque é que existem está há muito respondida: porque se adaptaram extremamente bem ao meio.
A ciência não diz que não podem existir, diz que são uma minoria como os números provam.

Portanto respondi a dúvida do Sabino “0,0001% deves …” e tu é que mudaste de assunto.
Depois do que escreveste hoje no teu blogo apiando assassinos não estou com muita pachorra para te aturar.
Mas isto passa, é só apanhar um pouco de ar limpo🙂

Comentar por Joaquim Coelho

não deveria haver nenhum “fóssil vivo”.

Apesar de monumental não tinha visto esta parvoíce.
Um fóssil vivo é apenas um animal que se encontrou primeiro o fóssil e depois ao vivo, ou que tem uma idade avassaladora.
O que tem de estranho ?
Nada na teoria da evolução diz que os animais não podem viver milhões e milhões de anos apenas com ligeiras adaptações.
Pelo contrário: se não tiverem predadores, tiverem alimento com fartura e estiverem bem adaptados ao meio não há razão para grandes evoluções.

A evolução resulta do facto de uma alteração dar vantagem a quem a tem e a partir daí os seus descendentes terem mais hipótese de procriar que os que não têm essa alteração.
Se não há vantagem é pouco provável que as alterações vinguem porque os que não a têm são muitos mais e em condições de igual competição é mais provável que sejam eles a sobreviver.
A selecção da evolução faz-se nas população e não nos indivíduos, como saberias se em vez de leres ficção lesses ciência e o livro que tanto criticas: a evolução das espécies.

Comentar por Joaquim Coelho

“Nada na teoria da evolução diz que os animais não podem viver milhões e milhões de anos apenas com ligeiras adaptações.”

Nem podia dizer, senão a teoria não poderia ser considerada. Para não ser descartada, diz-se que ela não diz que os animais não possam estar iguais à 500 milhões de anos : )

“Estimativas conservadoras apontam para a existência de um mínimo de 30.000.000 de espécies vivas (máximo 150.000.000). 0,0001% daria 30.000 fósseis vivos. Mostra lá uma estatisca com este número.”

Pois… se se der 5 nomes a um mesmo animal, não admira que os cientistas digam que haja um número tão grande de espécies. Basta ver o exemplo dos dinossauros. O que nós vemos são diferentes tipos de animais vivos, apesar de os evolucionistas dizerem que têm milhões de anos… peixes, insectos, plantas, répteis…

Praticamente todas as principais formas de vida aparecem de forma abrupta no cambrico e em avalon, iguais a hoje. É engraçado os evolucionistas tentarem fazer passar a ideia de que são apenas uma minoria e que o registo fossil suporta a evolução.

Comentar por alogicadosabino

Fónix Sabino, deves estar a gozar comigo.Nós estamos na mesma ordem que o musaranho, e no entanto não vais usar fóseis antigos de musaranhos para justificar que nos andamos cáhá mais tempo do que se pensava pois não?! É aldrabão sim, e de primeira. Duvido que não saibas a diferença entre estar na mesma ordem e etar na mesma espécie. Só não fazes a distinção aqui para enganar os mais ignorantes e conseguires fiéis lá para o Belomonte!!!

Comentar por Beowulf

Pois… se se der 5 nomes

Na minha terra isto é considerado uma desculpa de mau pagador, ou melhor de criança com birrinha🙂

Tu fazes considerações sobre descobertas de cientistas que usam a nomencleatura cientifica e é sobre essa base que falamos, não é ?
Sim porque não podes misturar alhos com bolotas.
Se fossem especies biblicas (se isso exitisse) então os fosseis diminuiam em proporção. Ou não ?

A questão do câmbrico é fácil de explicar mas fica para amanhão.

Comentar por Joaquim Coelho

Praticamente todas as principais formas de vida aparecem de forma abrupta no cambrico e em avalon, iguais a hoje

Desculpa lá perguntar-te isto: tu drogas-te ?🙂
Iguais a hoje. Andas a meter ácido para as veias.
Ah! não é ópio é religião, pronto já percebi ….

Comentar por Joaquim Coelho

Praticamente todas as principais formas de vida aparecem de forma abrupta no cambrico e em avalon, iguais a hoje

Bota ai meia dúzia de exemplos?

A Explosão cambriana ou câmbrica foi um evento na história da vida, registrado por fósseis depositados em extratos de cerca de 550 milhões de anos, durante o período Cambriano, quando subitamente houve uma explosão na biodiversidade do planeta. A maioria destes animais não deixaram descendentes, tendo muitos deles formas bastante diversas das encontradas nos animais modernos.

Até o início do Cambriano, a vida na Terra consistia basicamente de algas, bactérias, protozoários, celenterados e poríferos. (A fauna do período anterior ao Cambriano é também conhecida como Fauna Ediacarana). Entretanto, num curto espaço de tempo na escala geológica (estimado em 5 milhões de anos), surgiram praticamente todos os filos animais conhecidos, inclusive os precursores dos vertebrados, além de outros que a ciência não consegue classificar, todos eles organismos marinhos. O registro da existência destes seres é evidenciado através de fósseis encontrados em poucos lugares do mundo, como em Burgess Shale, no Canadá, e na província de Yunnan, na China.

Formas de vida bizarras tomaram lugar nos oceanos, juntamente com trilobitas, crustáceos, moluscos, anelídeos, equinodermos, e outros filos animais existentes hoje em dia.

E sabino, falamos de filos, não de espécies.
Não existe nenhuma espécie do câmbrico viva.

Eram muito pequeninos, a maioria sem vertebreas ou segundo alguns já havia alguns bichinhos com umas incipientes verterbras que deram origem por evolução aos vertebrados.

http://curlygirl.no.sapo.pt/tempogeologico.htm

Comentar por Joaquim Coelho

“Na minha terra isto é considerado uma desculpa de mau pagador, ou melhor de criança com birrinha “

Não. No meu planeta isto chama-se má ciência ou para não ser tão mau… ciência imperfeita, como documenta o autor do paper na Nature.

“A questão do câmbrico é fácil de explicar mas fica para amanhão.”

Pois é… o facto é este: os fósseis aparecem sem qualquer antecedente evolutivo, como se não tivessem evoluido. Agora a interpretação não passará disso mesmo… uma interpretação.

“Desculpa lá perguntar-te isto: tu drogas-te ?🙂
Iguais a hoje. Andas a meter ácido para as veias.”

Sim iguais às de hoje. Corais, moluscos, esponjas, águas vivas de pente, algas, dos que me lembro agora sem ir pesquisar. Por igual refiro-me ao tipo de organismo. Não considero uma esponja verde diferente de uma esponja vermelha, já que a reprodução é segundo a espécie, conforme o relato bíblico.

“Bota ai meia dúzia de exemplos?”

Pah, isso é questão de ires ao google pesquisar. Echinodermata, Mollusca, Arthropoda, Chordata, etc. Sim, falamos de phyla, eu sei. Aparecem quase todas no cambriano, sem antecedentes evolutivos.

Comentar por alogicadosabino

Sabino

Podes enganar algumas pessoas menos atentas, mas a mim e a qualquer pessoa que se interesse pelo assunto, não enganas:

Sim iguais às de hoje. Corais, moluscos, esponjas, águas vivas de pente, algas, dos que me lembro agora sem ir pesquisar. Por igual refiro-me ao tipo de organismo. Não considero uma esponja verde diferente de uma esponja vermelha, já que a reprodução é segundo a espécie, conforme o relato bíblico.

Absoluta mentira, não há estas espécies, mas os seus antecessores.
Tu mesmo o dizes “Sim, falamos de phyla, eu sei”, o resto é areia para os olhos e mau perder, tal como a nomencleatura.

E a explosão do câmbrico é normal e tem a ver com o facto de ser nessa altura que surgiram os genes homeóticos.
E a semelhança entre genes homeoticos de todas as espécies é assombrosa. Tão assombrosa que se retirares um gene de um embrião de uma mosca e colocares o gene correspondente de um embrião de outro animal, homem incluido, nasce uma mosca exactamente igual ás outras.
Era para falar sobre o tema, mas é inútil, se quiseres compra uns livritos de biologia.
Com vocês é inútil discuitir pois a vossa cabeça está fechada a tudo o que não seja a biblia.
O meu interesse aqui, é apenas para que certos leitores menos atentos, não se deixem levar pelas vossas patacoadas e se interessem pela ciência.

Comentar por Joaquim Coelho

Como é que sabes que foi na altura do câmbrico que surgiram os genes homeóticos?

Comentar por alogicadosabino

Como é que sabes que foi na altura do câmbrico que surgiram os genes homeóticos?

Bom, como não estava lá ninguém para assistir, foi através de ciência histórico/forense como diria o Mats🙂

Mas tu podes esclarecer isso, já que havia uma testemunha. Ligas a Deus e fazes-lhe uma entrevista para a TV Ciência sobre o assunto. Ele certamente poderá dizer-te o que viu in loco, e como o fez.🙂

Comentar por Joaquim Coelho

Ou seja, tu gostavas/desejavas/rezaste para que tivesse sido assim.

Comentar por alogicadosabino

Eu não rezo, Sabono.
Penso que já deves ter notado que sou ateu🙂

Comentar por Joaquim Coelho

Sabino,
Por falar em evidências, só para divulgar:

“Enquanto o papa discute evolução com cientistas em Roma, um evento paralelo também ocorre lá, com cientistas que discordam dos paradigamas darwinistas. Leia o resumo das palestras (em inglês) aqui.” (Texto extraído do blog do Michelson – Criacionismo)

“The scientists who will speak at the Sapienza University conference agree with Nobel Prize-winning biochemist Sir Ernst Chain, who said that evolution was an “hypothesis based on no evidence and irreconcilable with the facts.”

http://www.remnantnewspaper.com/Archives/2008-1027-worldrenowned_scientists_evolution.htm

Ernst Chain e o que pensava sobre a evolução:

“These classic evolutionary theories are a gross oversimplification of an immensely complex and intricate mass of facts, and it amazes me that they were swallowed so uncritically and readily, and for such a long time, by so many scientists without a murmur of protest.”

http://www.icr.org/article/3767/

Comentar por Darjo

Obrigado pelos links Darjo.

“it amazes me that they were swallowed so uncritically and readily, and for such a long time, by so many scientists without a murmur of protest.”

Isto é uma grande verdade que ele diz. Ninguém questiona a evolução, acreditam em tudo que lhes seja dito, desde que não meta deuses ao barulho.

Comentar por alogicadosabino

Tudo bem que ainda não foi encontrado um fóssil de mamífero em extratos geológicos nos alegados 400 milhões de anos. Mas, como o próprio Futuyma [cientista evolucionista] admite: “Não dá para tirar um mamífero de uma bactéria de uma hora para a outra, deve haver passos intermediários.” O que dizer, então, da “explosão cambriana”? Um trilobita, por exemplo, era quase tão complexo quanto um mamífero. Pelo menos em nível bioquímico, era. Ele era pluricelular (e suas células possuíam toda complexidade para funcionar como as células atuais), se reproduzia sexualmente (com toda complexidade envolvida nessa forma de reprodução) e tinha até olhos de calcita. O problema (para o modelo evolucionista defendido por Futuyma, é que não existem “passos interemediários” de trilobitas no Pré-cambriano…

http://www.criacionismo.com.br

Comentar por Fabricio Lovato

Fabrício, mesmo que encontrassem um mamífero “fora do lugar”, os evolucionistas tratariam de mudar o nome da camada geológica porque, como toda a gente sabe, os mamiferos não existiam há mais de 200 milhões de anos.

Já os vimos a fazer isso, não seria a primeira vez.

Comentar por alogicadosabino

hehe!

Eles diriam algo do tipo:
“Isso não refuta a evolução. Apenas mostra que os mamíferos estavam na terra muito antes do que pensávamos.”
😀

Comentar por Fabricio Lovato

Sabino, quando possível, responda-me no Orkut!
🙂

Comentar por Fabricio Lovato




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