No princípio criou Deus os céus e a Terra


Por quê o Cristianismo?
Outubro 14, 2008, 4:48 pm
Filed under: Convicções / Fé

Há evidências para o Cristianismo? É a pergunta que muitos ateus fazem, se bem que o fazem tendo já uma resposta em mente. Por quê o Cristianismo e não outra religião qualquer? É outra das questões mais colocadas.

Antes de mais, por que as pessoas acham que não há evidências para o Cristianismo? Posso apontar as razões que considero mais significativas:

1) A maioria das pessoas está apática em relação às questões da fé e nem sequer dispende tempo a pensar neste assunto. Não é que não haja evidências, o problema é que a maioria das pessoas nem sequer pára para pensar neste assunto. Estão demasiado ocupadas para pensarem nisto e nem se incomodam a olhar a evidência.

2) Há também aquelas pessoas que já estão com a sua mente “trancada” às evidências a favor do Cristianismo. Jeremias 29:13 diz:

Buscar-me-eis, e me achareis, quando me buscardes de todo o vosso coração.

As evidências são claras para aqueles que estejam dispostos a procurar, mas são vagas para aqueles que já tomaram a sua decisão. Se eu não estiver interessado em atentar para as evidências, elas não me vão agarrar pelos colarinhos e obrigar-me a olhar para elas.

Nos posts que se seguem vou enumerar 16 factores (poderei acrescentar mais) que mostram o por quê de o Cristianismo não poder ser uma “religião” falsa. Ocasiões onde o Cristianismo “fez a coisa errada” a fim de se tornar uma “religião” de sucesso.  Ocasiões onde o Cristianismo certamente deveria ter falhado ou morrido mas, em vez disso, está connosco no século XXI e longe de ser sepultado. A única forma de o Cristianismo ter tido sucesso é porque realmente é uma fé revelada. Dizer meramente que foi “por sorte” não será uma resposta adequada.

São razões que nunca falei aqui. Portanto, não vou incluir as constatações óbvias do “nada dá origem a nada”, “vida só surge da vida”, etc. Nem vou incluir as razões do por quê a Bíblia ser única entre os livros ditos sagrados, uma vez que já falei nisso (Ver: A Bíblia – a Palavra de Deus e Quem é o dono legítimo?).

Estes factores são adaptados do textoA fé impossível ou Como não começar uma religião no mundo antigo“.
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Ver Parte 1

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31 comentários so far
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CRISTO,é o maior exemplo de vida e a melhor maneira de encontrarmos a nós mesmos, sem mandamentos e leis determinantes para ter salvação,foi transformado em religião. Cristo nos mostrou como viver livres atravez do amor, e como curar o sofrimentos e as agustias das nossas almas, atravez do seu maior legado que foi
o AMOR E O PERDÃO para com todos.È SÒ ACREDITAR!!!!!

Comentar por MARIA L.DE ARAUJO

Do ponto de vista da história do cristianismo, e não da história da igreja, a razão do surgimento do cristianismo foi uma disputa cultural entre gregos e judeus. É o antídoto contra o judaísmo.

Comentar por Nicomedina

Me prove isso!
Um homem ser Deus é blasfemia para o judaísmo, um Deus se deixar prender e matar, e morrer por seres que lhe são inferiores, é loucura para os gregos e romanos.
Para nenhuma dos dois povos Cristo fazia sentido.

Comentar por Rodrigo César Nunes Pino

Se você for procurar direitinho nos livros de história, verá que que, no primeiro século da Era Comum, o conflito cultural entre gregos e judeus atingiu o auge. Os gregos encontravam-se sob domínio romano. Por outro lado, os judeus mantinham um bom relacionamento com os romanos que, inclusive, lhes garantiram o direito de continuarem com as suas tradições. O sectarismo destes havia provocado o ódio grego pelos fato de terem rejeitado se fundirem ao ideal universal helenístico, que propunha a fusão da humanidade nem povo só. Além do mais, o proselitismo judeu estava obtendo sucesso com os gregos menos favorecidos das periferias das cidades. Você acha que os gregos deixaram o barco rolar? Claro que não. Como não possuíam nada capaz de enfrentar o Antigo Testamento, a unica saída foi criarem um antídoto, um judaísmo grego para desautorizarem o judaísmo histórico.

Comentar por Nicomedina

Nicomedina – “Por outro lado, os judeus mantinham um bom relacionamento com os romanos que, inclusive, lhes garantiram o direito de continuarem com as suas tradições.”

Mas na verdade o que os judeus mais queriam era se livrar do jugo romano.
Na revolta judaica de 66-70 DC morreram mais de 1 milhão de pessoas. Número alto hoje, imagine naquela época!

Na queda de Jerusalém em 70 pelo general Tito, a provincia da Judéia, que já era uma das mais conturbadas, se tornou bem mais controlada ainda pelos romanos, causando mais ódio então nos judeus.

Ora, o cristianismo veio de um judeu-Jesus, e os apóstolos eram judeus. E seu ensino foi aberto a todos que desejassem: judeus, gregos, romanos, árabes … etc.
Não tem sentido vc dizer que o cristianismo seria um judaismo grego.

Comentar por Cícero

A tese de que na religião aconteceu algo parecido com a Teoria da Evolução (de uma religião originou as outras…) tem evidência até dentro do cristianismo, pois se antes era só um tipo de cristão, hoje tem um monte.

(Jesus é filho de Deus, não Jesus é Deus, não são Dez mandamentos, não são nove, pois o sábado não ratificado, são as boas obras que salvam, não é a fé, não…)

Comentar por Clayton Luciano

Clayton,
antes de tudo quero parabenizá-lo pela sua notável lógica no bule voador, ao exigir provas deles da não existência de Deus, já que eles gostam tanto de afirmar isso, mas não conseguem prová-lo.

Já deletaram alguns comentários meus lá.
Por isso não volto mais naquele site preconceituoso e discriminatório aos cristãos.

Sobre o que vc disse veja:
tem um monte de cristãos de vários países com usos e costumes e tradições diferentes mas TODOS seguem o mesmo CAMINHO para o céu através da fé em Cristo. Jesus é bem dinâmico, não veio só para os judeus …

E somos salvos pela confiança (fé) e graça Nele sim:
Ef 2:8 – Gl 2:16 – 3:11 – Tt 3:5
Romanos caps. 3 e 4.
abs.

Comentar por Cícero

Cícero:

“antes de tudo quero parabenizá-lo pela sua notável lógica no bule voador, ao exigir provas deles da não existência de Deus, já que eles gostam tanto de afirmar isso, mas não conseguem prová-lo.”

Para voce ver que eu não estou nem do lado dos crentes nem do lado dos ateus.

E quando o Mats me expulsou do site dele (medida desesperada), um dos seus colegas aí usou a quase minha expulsão do Bule Voador como prova de que o Mats agiu certo em me expulsar.

Comentar por Clayton Luciano

Apenas a Igreja Católica vem dos apóstolos, Clayton Luciano, e ela se desenvolve, mas o verdadeiro catolicismo não evolui e nada tem a ver com as loucuras que surgiram depois do Vaticano II, que foi um Concílio falível e não mecheu em questões de fé. Nunca um dogma foi abolido, nunca a crença da Igreja Católica foi modificada. Os piores papas foram justamente aqueles que menos mecheram com assustos religiosos.Foi isso que Jesus prometeu com o auxilio do Espirito Santo: que as portas do inferno não preveleceriam sobre a Igreja Católica, mas ele não estava se referindo as igrejas protestantes.
As igrejas protestantes são invenções humanas, e somente tem de verdadeiro naquilo que elas conservam do Catolicismo. Uma dessas coisas é a fé na Bíblia.

Comentar por Rodrigo César Nunes Pino

Rodrigo Cesar:

Eu disse sobre as mutações religiosas, e voce apenas disse o porque desta mutações.

Comentar por Clayton Luciano

Rodrigo,

Na bíblia não consta as palavras católico, protestante, Papa. A Igreja é a reunião universal dos salvos em Cristo de todas as eras.

Segundo o sistema católico, a sequência Papal não pode ser quebrada, e dizem que Pedro seria o primeiro papa, mas não há nenhuma prova bíblica que Pedro esteve em Roma.

E Pedro morreu por volta de 67 DC.
Ora a igreja católica surgiu em 325 DC através do imperador Constantino.
Então pergunto, quem teriam sido os supostos papas entre Pedro e até 325 DC.

Saiba também que até 325 os cristãos eram duramente perseguidos, dando suas vidas por Cristo nas arenas dos leões e outras formas de suplício.

E eram chamados da seita O CAMINHO – At 19:23 e 24:14. Este seria o verdadeiro nome da igreja então.

Comentar por Cícero

Nicomedia.

Até o ponto em que dizes que havia grande embate entre os judeus e gregos concordo.Mas afirmar que o cristianismo surgiu da parte dos gregos como antídoto contra os judeus ortodoxos isso é uma enorme falácia. Não há nenhuma evidência histórica concreta que sustente sua tese. O cristianismo teve boas razões para ser demolido logo no início caso não tivesse uma carta na manga. Esta sua tese pode ser facilmente destruída se analisarmos o pensamento predominante e a cultura judaica do primeiro século.

Primeiro é fato histórico que um certo Jesus que viveu em Nazaré, carpinteiro, começou a pregar junto com doze discípulos tais como são narrados nos evangelhos. Segundo a questão envolvendo a possibilidade de milagres não é uma questão histórica e sim filosófica, se ocorreu milagres ou não temos que analisar filosoficamente. As objeções de David Hume podem ser refutadas sob uma análise crítica, a filosofia não pode proibir milagres a não ser que fique provado que não há nenhuma realidade fora da natureza.

Mas a nossa questão não é especificamente sobre milagres mas sim sobre o surgimento do cristianismo embora ambos se relacionem. Os judeus após a volta do exílio a mando de Ciro se fecharam bastante em relação a cultura dos povos que o rodeavam, tanto que eles resistiram a helenização de sua cultura, adoravam unicamente a YHWH e buscavam seguir a lei contida no Torá( o pentateuco), umas das esperanças dos judeu era sobre a vinda do messias o grande rei filho de Davi que viria libertar a nação do domínio romano e restaurar o reino, ou seja, o cumprimento da profecia de Ezequiel do vale de ossos secos( ver Ezequiel 37). Os judeus esperavam uma ressurreição escatológica, isto é, a ressurreição do ultimo dia, uma ideia de ressurreição para vida eterna antes do tempo era absurda. O fato é que os judeus nunca misturariam a divindade com a humanidade criando um personagem e nem inventando a absurda idéia da ressurreição de um homem que alegava ser Deus. Os discípulos abandonaram Jesus no seu martírio, ficaram com medo e acabaram voltando para o seu cotidiano. E derepente do “nada” a fé volta revigorada e de simples pescadores passam a ser célebres pensadores lutando até a morte para pregar sobre a pessoa de Jesus. O fato é que foram muitos os empecilhos tanto da parte dos judeus como das nações que o rodeavam que iria minar o surgimento do cristianismo mas não dá para mim comentar em poucas linhas todos esses problemas para o cristianismo. Então por que o cristianismo não foi destruído? usando o pensamento lógico-racional sob uma perspectiva histórica, filosófica e piscicológica eles tinham algo que acreditavam ser verdadeiro que desacreditava todo pensamento da época, um trunfo poderoso contra todas cosmovisões existentes na época. Sem falar que atualmente é quase um consenso entre os grandes historiadores da atualidade seja ele cético ou crente que a tumba naquela manhã de domingo de páscoa foi achada vazia mas a resposta para este fato é que divergem. Existem cinco teorias formuladas para explicar a tumba vazia, são elas a teoria da ressurreição, a do roubo do corpo, a de que o novo testamento é mito, a da alucinação e a da sincope; não vou esplanar sobre nenhuma delas mas a verdade é que a ressurreição de Jesus é a melhor delas.

O historiador que quer desacreditar a ressurreição terá que respoder racionalmente, sem falácia ou incorencia, o porque de os discípulos se transformarem em grandes pensadores sendo levados até o martírio por pregaram a ressurreição, também teriam que responder o porque de o cristianismo não ter sido minado logo no começo, o por quê de a teoria da ressurreição ser a menos provável e as demais prováveis, ou seja, teram que provar a irracionalidade da ressurreição e racionalidade e coerência das demais. A rigidez do crivo tem que ser o mesmo usada contra a ressurreição. A ônus da prova pertence aos céticos.

Rodrigo:

É uma enorme falácia dizer que os apostolos deixaram a igreja católica romana como a unica e verdadeira, a esposa do cordeiro. Isto é uma alegação dos católicos sem nenhum fundamento bíblico. Quando a palavra diz em Mt 16:18 de que as portas do inferno não prevelaceriam contra a igreja referia a todas as igrejas que pregam o Jesus vivo, ressurreto, que salva, cura, liberta e batiza no Espírito Santo. Aquele que assenta a direita de Deus e é Senhor nos céus e na terra. Se existe a igreja protestante foi porque algo teve que ser feito para deter a heresia da igreja católica que perpetuava por gerações, uma atitude teve que ser tomada para ir contra aqueles líderes que tinham em suas entranhas a inquisição. Graças a Deus que Martinho Lutero se levantou e encontrou apoio para ir contra a igreja católica se não poderíamos até hoje estar com pensamento escravizado por aqueles que diziam ser representante de Jesus mas que na verdade eram agentes de Satanas. A igreja Católica até hoje está repleta de heresia, basta ver suas tradições que são meramente humanas, e veras que não tem nenhum fundamento bíblico(leia colosenses). Muitos católicos diante disto comparam as tradições católicas e os credos que fundamentam suas heresias com a palavra de Deus. Enorme blasfemia. Além do mais estas tradições não são dos apóstolos, foram inventadas séculos mais tardes, porque as verdadeiras tradições foram usadas como fonte para escrever os evangelhos. Tudo isso é paganismo levado para dentro da igreja por Constantino.

Se você verdadeiramente crê na bíblia veras que sua igreja de Cristã tem pouco ou nada. Talvez só a nomeclatura. Além do mais não vou pregar sobre placa de igreja porque que ela não salva ninguém, quem salva é Jesus. Uma vez que conheceu ele e decidiu viver para ele deve buscar ao máximo com a graça maravilhosa do Espírito santo andar como ele andou, isto é a garantia da Salvação e não estar frequentando uma igreja e viver da sua maneira que estaras salvo. A igreja é ultil porque é a casa de oração, aonde nossa Espírito é alimentado, mas ela não salva ninguém. Se uma igreja prega Jesus e não se desviou da sã doutrina é verdadeira e nisto não há melhor ou pior.

Que conheças verdadeiramente a verdade. Esta é minha oração sobre sua vida.

Comentar por Allef

“Esta sua tese pode ser facilmente destruída se analisarmos o pensamento predominante e a cultura judaica do primeiro século.”

Pode não. Sempre que a dificuldade com a história se evidencia para justificar a história da Igreja, corre-se para a filosofia. A estratégia de atrair o interlocutor para o campo da retórica é uma antiga mania grega, na qual o cristianismo se apóia com toda fé. No entanto, insisto nos fatos, o ponto mais fraco da falácia cristã.

“Primeiro é fato histórico que um certo Jesus que viveu em Nazaré, carpinteiro, começou a pregar junto com doze discípulos tais como são narrados nos evangelhos.”

Não é fato histórico não. É um compromisso imposto aos historiadores desde o século IV. A maioria dos historiadores conhecidos endossa a história da Igreja por uma obrigação ideológica, quando não moral. Aqueles que se especializaram em história da educação são os cristãos mais apaixonados. Qual o motivo disso? O cristianismo nunca foi uma simples religião como se apregoa. Trata-se de uma cultura religiosa, que diferente da religião, detém ou deteve o poder civil. A primeira providência de uma cultura que se impõe é com a educação e o ensino.

“A ônus da prova pertence aos céticos.”

Absolutamente, são dois mil anos de escorregadias desculpas, de palavrório intelectuísta, de fraudes pias e uma total carência de evidências para todos, céticos e cristãos.

Creio que a dificuldade de se admitir que a origem do cristianismo seja grega, não está no aspecto fantástico que envolve uma grande e bem sucedida conspiração do passado. Conspirações, em todos os níveis, sempre existiram e a diplomacia mundial, de todas as épocas, registra histórias inacreditáveis. Capacidade para muito mais do que isso o ser humano tem de sobra. Não há de ser este o motivo da não-admissão, certamente que não. Tampouco porque a Igreja impôs por séculos a fio o que lhe seria conveniente. Isso é forte e pesa muito sim, mas não chega a paralisar o cérebro.

De acostumados que estamos não nos damos conta da importância dos gregos antigos em nosso cotidiano. São eles os idealizadores e foram por muito tempo os gestores da cultura ocidental. Chegaram a se imaginar os verdadeiros tutores da humanidade.

Existem aspectos mais evidentes e menos abarcados, como a arquitetura, por exemplo. Esta então chega a ser escandalosa: o estilo neoclássico se impôs aos prédios públicos, escolas, universidades, residências, templos religiosos etc. Até o passado recente não se concebia um prédio importante com outra solução arquitetônica. Era marca de status intelectual. Mas a arquitetura está mudando e ela não muda sozinha. É sinal de que muito mais está a mudar.

Creio que o verdadeiro motivo de se admitir a origem do cristianismo como grega seja a vergonha de reconhecer que fomos enganados por tanto tempo, e de forma tão desconcertantemente óbvia e pueril. Isso constrange demais.

Comentar por Nicomedina

Cícero
Quem conta a história é o vencedor. Os judeus sabiam que era estupidez se levantar contra o jugo romano. De burros eles nunca tiveram nada. O próprio Josefo, quando esteve em Roma bem antes da referida guerra, constatou isso. Paul Johnson admite que essa guerra, no fundo, foi Greco – judaica. Gessio Floro foi transferido da Ásia Menor para aquele posto. Muito suspeito, não? Eram ex-escravos anatolianos influentes no governo que nomeavam os procuradores para a Judéia. Os romanos foram usados espertamente como um aríete contra os portões do judaísmo. Tanto que depois dessa guerra, Vespasiano entendeu como um grande erro nomear-se libertos para cargos importantes no governo, como fez Cláudio e Nero. Essa guerra foi uma tentativa grega de eliminar o judaísmo de uma vez por todas com a destruição do templo e a evasão dos judeus. No entanto, a perda da maior referência deles Não surtiu o efeito desejado.

Comentar por Nicomedina

Nicomedina
Se os judeus não eram burros como vc disse, por que não ouviram Josefo que certamente falou da loucura em enfrentar os romanos, e era voz influente entre os judeus.

O ódio dos judeus já vinha antes de G.Floro e a gota d’água foi quando, após muitas arbitrariedades, Floro requisita 17 talentos do tesouro do Templo, a revolução estoura. Os judeus escarnecem do procurador, fazendo uma coleta para o “pobrezinho” Floro.

Resultado: Floro entrega para os seus soldados uma parte de Jerusalém, para que seja saqueada e crucifica alguns homens importantes da comunidade judaica. O povo, em supremo desprezo, não reage diante do saque, e o desprezo é vingado: há uma carnificina geral.

O próprio Josefo participa da guerra e é capturado.
É difícil ver uma ligação disso tudo com os gregos, se houver …é secundária.

Mas o importante é que o cristianismo universal crescia cada vez mais, e esta guerra já estava profetizada, dando um caráter divino ao cristianismo.

Comentar por Cícero

Meu caro
Jerusalém naquele momento era um saco de diversos gatos. Muitos galileus jovens e pobres, que nada tinham a perder, perambulavam por lá. Uma massa de manobra fácil nas mãos dos inimigos do judaísmo, cultos como os gregos e incultos como os zelotes. Você não desconhece que quem iniciou toda essa confusão foram os gregos em Cesárea por causa da disputa de um terreno com os judeus. Depois a violência se espalhou por toda Judéia e Síria, havia cidades gregas por lá, atiçada pelos mesmos zelotes. Os judeus de verdade não queriam a guerra, tanto que o termo “Galileu” no meio judaico é sinônimo de bandido. Os zelotes atearam fogo nos paióis de provisões deixando a cidade sem comida para forçar a entrada dos judeus de verdade na guerra. Não justifico Josefo. Como já eu disse, o historiador Paul Johnson chama essa guerra de Greco-judaica.
“É difícil ver uma ligação disso tudo com os gregos, se houver …é secundária.”
Quando a gente não quer ver não há quem nos leve a isso.

Comentar por Nicomedina

Meu amigo já que você levantou outra hipótese acerca da origem do cristianismo teras que apresentar evidencias substanciais. Não venha com suas opniões. Além do mais quando disseste que os cristãos apelam para filosofia quando não conseguem encontrar bases históricas, é porque na maioria das vezes a objeção em relação à algo tido como histórico é meramente filosófico. Quem apela para a retórica são vocês!!!! o maior problema em admitir a ressurreição de Jesus como fato histórico e como verdadeira origem da fé Cristão não é a falta de sentido para isso, ou a irracionalidade da mesma e nem muito menos a falta de evidências históricas concretas mas sim a de partir de um pressuposto meramente materialista, que não admite a possibilidade de milagres.

Você também pula o córrego quando afirma indiretamente que Jesus e o novo testamento não são históricos, é o que dá para entender. Enorme disparate. Atualmente a maioria esmagadora de estudiosos neotestametários, independente de sua cosmovisão, aceita a historicidade de Jesus e somente uma pequena parcela ignorantes por demais ou desonestos negam os fatos. Sinceramente foi um dos maiores absurdo que já vida em meu debates e no campo da argumentação a sua afirmação de que a historicidade dos eventos narrados no novo testamento não são históricos e sim contos empurrados guela baixa pela comunidade acadêmica. Mais uma opnião sem fundamentos, parecido com as teorias de conspiração, tais como a do Zeitgeist.

Para finalizar você tera que refutar os pontos que levantei e não só estes, mas os principais acerca da veracidade de fé cristã. Não me venha com interpretações subjetivas e nem opniões infundadas, mas venha com argumentos racionais e concisos livres de qualquer falácia ou ambiguidade, sendo objetivo mostrando as evidências históricas que sustentam sua argumentação. Vamos estabelecer como parâmetro o fato de que a verdade é objetiva e possível de ser encontrada. A contradição não converge com a verdade.

Comentar por Allef

“Meu amigo já que você levantou outra hipótese acerca da origem do cristianismo teras que apresentar evidencias substanciais. Não venha com suas opniões. Além do mais quando disseste que os cristãos apelam para filosofia quando não conseguem encontrar bases históricas, é porque na maioria das vezes a objeção em relação à algo tido como histórico é meramente filosófico. Quem apela para a retórica são vocês!!!!”

Calma lá. Pra começar, não me vejo numa guerra ideológica contra o cristianismo. Não só o historiador Edward Gibbon reclamava da bruma que envolve os primórdios do cristianismo. Eu (como muitos) me empenhei em decifrar esse mistério e me dou por satisfeito.

“Enorme disparate. Atualmente a maioria esmagadora de estudiosos neotestametários, independente de sua cosmovisão, aceita a historicidade de Jesus e somente uma pequena parcela ignorantes por demais ou desonestos negam os fatos.“

Como você já excluiu a minha opinião de cara, apresento alguns “ignorantes por demais e desonestos” que duvidaram da existência do Jesus histórico e da veracidade do Novo testamento. Se acaso o deixei em dúvida devo dizer que não dou uma fração de centavo pela possibilidade de um Jesus histórico e pelo valor histórico dos contos do Novo Testamento.

Abraham Dirk Loman, 1882, “Quaestiones Paulinae,” in Theologisch Tijdschrift. Professor de teologia em Amsterdã que declarou que todas as epístolas paulinas datam do segundo século. Loman explicou que o cristianismo era a fusão do pensamento judaico ao helenístico-romano. Ao perder a visão, Loman acabou enxergando através das trevas da história da igreja.

Samuel Adrianus Naber, 1886, Verisimilia. Laceram conditionem Novi Testamenti exemplis illustrarunt et ab origine repetierunt. Classicista que viu mitos gregos escondidos dentro das escrituras cristãs.

Thomas Whittaker, 1904, Origens da Cristandade. Declarou que Jesus era um mito.
Mangasar Magurditch Mangasarian, 1909, A Verdade Sobre Jesus? Ele É um Mito? Perspicaz ministro presbiteriano que enxergou o mito por trás da farsa.

Arthur Drews, 1910, Die Christusmythe (O Mito de Cristo). 1910, Die Petruslegende (A Lenda de Pedro). 1924, Die Entstehung des Christentums aus dem Gnostizismus (A Emergência do Cristianismo a partir do Gnosticismo). Eminente filósofo que foi o maior expoente da Alemanha na argumentação em favor do caráter mitológico de Cristo. Segundo Drews, os evangelhos historicizaram um Jesus mítico pré-existente cujo caráter foi derivado dos profetas e da literatura sapiençal judaica. A Paixão foi baseada em especulações de Platão.

Rudolf Bultmann, 1921, A História da Tradição Sinótica. 1941, Novo Testamento e Mitologia. Teólogo luteraon e professor da Universidade de Marburgo, Bultmann foi o expoente da “crítica formal” e fez muito para desmistificar os evangelhos. Identificou as narrativas sobre Jesus como teologia expressa em linguagem mítica. Observou também que o Novo Testamento não é a história de Jesus, mas o registro da crença dos primeiros cristãos. Argumentou que a busca por um Jesus histórico era infrutífera: “Nós não podemos saber praticamente nada a respeito da vida ou da personalidade de Jesus.” (Jesus e a Palavra, 8)

Alvin Boyd Kuhn, 1944, Quem É o Rei da Glória? 1970, Renascimento para o Cristianismo. Jesus não foi uma pessoa, mas um símbolo da alma humana que existe em cada ser humano.

Michael Kalopoulos, 1995, A Grande Mentira. Historiador grego que descobriu paralelos notavelmente semelhantes entre os textos bíblicos e a mitologia grega. Denunciou a natureza astuta, mentirosa e autoritária da religião

O meu “Ignorante demais e desonesto” predileto é Bruno Bauer (1809-1882), filósofo, teólogo e historiador alemão, licenciado em teologia lecionava na universidade de Bonn. Por ser um investigador minucioso e um estudioso intelectualmente honesto, depois de investigar as fontes do Novo Testamento chegou à conclusão de que este livro era mais grego do que judeu, que Jesus Cristo era um mito criado no segundo século e o cristianismo não surgiu diretamente do judaísmo. Por causa disso perdeu o emprego de professor.
http://plato.stanford.edu/entries/bauer/

A sua fúria religiosa encontrará cada vez mais obstáculos porque o tempo trabalha a favor da verdade.

“Sinceramente foi um dos maiores absurdo que já vida em meu debates e no campo da argumentação a sua afirmação de que a historicidade dos eventos narrados no novo testamento não são históricos e sim contos empurrados guela baixa pela comunidade acadêmica.”

O emérito historiador e professor da Sorbonne, Henri Irénèe Marrou (1904-1977), aconselhou aos futuros historiadores: “O historiador não avança sozinho ao encontro do passado. Aborda-o como representante do seu grupo.” Evidentemente, digo que ele “aconselhou” como um eufemismo, porque desde o quarto século da nossa Era a versão religiosa daquilo que se converteria na história universal tornou-se obrigatória. A razão disso é que o cristianismo nunca foi uma simples religião, como se imagina. O cristianismo já nasceu como uma cultura religiosa. (Isso eu já expliquei).

Comentar por Nicomedina

“O historiador que quer desacreditar a
ressurreição terá que respoder racionalmente, sem falácia ou incorencia, o porque de os discípulos se transformarem em grandes pensadores sendo levados até o martírio por pregaram a ressurreição, […]”

Você argumenta com teologia e desafia exigindo uma resposta com base histórica. Pois bem, os discípulos só existem na história da Igreja. Somente numa mente ingênua, gente simples da Galiléia se transformaria em grandes pensadores.

“também teriam que responder o porque de o cristianismo não ter sido minado logo no começo, […]”

Nas suas contas desconheço, mas nas minhas ele não foi minado porque era grego e os gregos controlavam culturalmente a situação no mundo antigo.

“o por quê de a teoria da ressurreição ser a menos provável e as demais prováveis, ou seja, teram que provar a irracionalidade da ressurreição e racionalidade e coerência das demais.”

Para quem gosta de passar o tempo discutindo literatura pode ser interessante optar por uma dessas teorias que você alega. No entanto, não é do meu gosto perder o meu tempo discutindo coisa que nunca existiu.

“A rigidez do crivo tem que ser o mesmo usada contra a ressurreição. A ônus da prova pertence aos céticos.”

Esse truque fraquinho de se pedir prova da não-existência (seja do que for) tentando inverter a situação que desfavorece a história oficial do cristianismo é de uma tolice inigualável. Prove que a avó do pato Donald não era lésbica.

Comentar por Nicomedina

Nicomedina,
Parabéns, vc e seus amigos que citou confirmam mais do que nunca as veracidades do Livro de Deus. A perseguição a Cristo e aos cristãos é fato notório ontem e hoje.
“Somos injuriados, e bendizemos; somos PERSEGUIDOS, e sofremos;” 1Co 4:12
“PERSEGUIDOS, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos;” 2Co 4:9
“E também todos os que piamente querem viver em Cristo Jesus padecerão PERSEGUIÇÕES” 2Ti 3:12

Mas saiba que a historicidade de Jesus é mais confiável do que personagens tipo Alexandre o Grande e Tibério César, que deveriam ser considerados mitos, pelos critérios adotados.

Cristo é citado historicamente por 42 autores numa sucessão de 150 anos. 9 autores tradicionais do Novo Test. 20 escritores cristãos fora da bíblia, 4 escritores heréticos e mais 9 fontes não cristãs. Enquanto apenas 10 autores mencionam Tibério César imperador de Roma durante a vida de Cristo. A proporção aqui é de 10 para 42. Ou seja Jesus é mais confiável historicamente. Porém não temos nenhuma dúvida da existência de Tibério César.

O mesmo acontece com Alexandre que tem apenas 2 biografias mais antigas escritas por Adriano e Plutarco depois de mais de 400 anos após a morte de Alexandre, onde sua história ficou quase intacta nos primeiros 500 anos. Mas ninguém duvida do “mito” de Alexandre que perde bem feio para as citações e comprovações históricas de Jesus.

E para apagar Cristo da história teria que se destruir todo um contexto histórico geográfico onde ele teria habitado e influenciado. Será que os apóstolos e seguidores morreriam por um defunto, uma lenda… até hoje? E os milagres operados em seu nome desde aquela época até hoje? Seria uma conspiração como vc diz, para enganar os ateus? Não seja mais um escravo do inimigo Nicomedina.

Mas saiba que pessoas como vc e seus amigos aceleram a vinda de Cristo, cumprindo literalmente as profecias referente à Igreja de Jesus.

Comentar por Cícero

Cícero:

“Cristo é citado historicamente por 42 autores numa sucessão de 150 anos. 9 autores tradicionais do Novo Test. 20 escritores cristãos fora da bíblia, 4 escritores heréticos e mais 9 fontes não cristãs. Enquanto apenas 10 autores mencionam Tibério César imperador de Roma durante a vida de Cristo. A proporção aqui é de 10 para 42. Ou seja Jesus é mais confiável historicamente. Porém não temos nenhuma dúvida da existência de Tibério César”

1. Voce se esqaueceu de citar os escritos evangélicos da atualidade dizendo sobre Cristo, logo é mais uma prova de que Cristo existiu.

2. Hórus se chamava “Cristo” também?

Comentar por Clayton Luciano

Clayton,
é mesmo nem tinha me lembrado dos escritos atuais. Bom!

Veja Clayton, ligar Jesus um homem judeu também, com hórus (um deus pagão egípcio, que na verdade não é deus, mas apenas mais um disfarce de satanás para receber adoração) é duro, não tem base bíblica e nem extra-bíblica histórica.

Mas para negar ou manchar o nome de Jesus vale tudo não é mesmo! e isso é bíblico.
Fantasias sobre Jesus é que não faltam …

Comentar por Cícero

Cícero

Não se faça de vítima, como um cristão. Quem perseguiu verdadeiramente foi o cristianismo e muito antes da Inquisição. O meu interesse é pela verdade e não por ideologia alguma. Nesse sentido, não sou um admirador dos Jovens hegelianos. Meu caro, meu interesse é ajudar a libertar a história do favorecimento ideológico ao qual há muito ela está submetida.

Mircea Eliade, um dos mais respeitados historiadores da religião diz que na Antiguidade o homem religioso partia do pressuposto de que os deuses surgiram num tempo mítico, um tem que nada o precedia. O homem religioso tornava-se contemporâneo dos seus deuses criadores durante as festas, uma das manifestações pelas quais zelava pelos laços indissolúveis com aqueles que o criou. O tempo mítico era o tempo sagrado. No entanto, o cristianismo resolveu inovar ao afirmar a historicidade de Jesus. O tempo mítico fora deixado para trás para que o personagem Jesus se fizesse no tempo cronológico, o tempo histórico.

O problema está aí. Não vejo problema algum que as pessoas pensem diferente e tenham diferentes necessidades em suas vidas. Acreditar em Jesus, orar etc. não trás problema algum. As dificuldades começam com a institucionalização e imposição de um credo. Ora, a história não pertence somente aos cristãos e por isso, necessariamente, todo não-crente há de ser inimigo da sua fé. Não, sou amigo da história e considero o cristianismo o evento mais importante da história da Humanidade. O evento real, não o oficial e fictício.

“E para apagar Cristo da história teria que se destruir todo um contexto histórico geográfico onde ele teria habitado e influenciado. Será que os apóstolos e seguidores morreriam por um defunto, uma lenda… até hoje? E os milagres operados em seu nome desde aquela época até hoje?”

Receio que mais uma vez você esteja enganado. Fosse feito de supetão, uma vez cancelado o compromisso que a história mantém com o cristianismo, haverá um grande burburinho no dia seguinte, muita tristeza da parte de muitos, alguma alegria da parte de uns poucos, muita seriedade da parte da maioria, crianças irão para as escolas, senhoras às compras, homens ao trabalho e vida continuará como sempre. Nunca existiu Jesus Cristo, apóstolo algum e tampouco milagres. O cristianismo do primeiro século é ficção pura dos gregos contra os judeus e também uma vingança contra Roma.

“Seria uma conspiração como vc diz, para enganar os ateus? Não seja mais um escravo do inimigo Nicomedina.”

Como já expliquei a conspiração grega era para que o mundo antigo não se tornasse judeu. A preocupação com ateus é toda sua. Agora você vem com essa conversa mansa depois de demonstrar a sua fúria religiosa ─ “ignorantes por demais ou desonestos”. A sociedade precisa ficar atenta com vocês. Se algum dia tiverem o poder necessário, não hesitarão em mandar muitos para fogueira. Pelo amor de Jesus Cristo, é claro.

Comentar por Nicomedina

Nicomedina,
“Quem perseguiu verdadeiramente foi o cristianismo e muito antes da Inquisição”

É verdade que, em nome da igreja, da religião, do papa, de Deus, de Jesus, de alá, …muito sangue tem sido derramado (inquisição, cruzadas, jihad islâmica) mas isto não ofusca o poder a majestade a glória o amor e a justiça de Deus. Se os homens erraram dentro da história do cristianismo, isso apenas indica que eles estavam fora dos padrões de Deus.

“O tempo mítico fora deixado para trás para que o personagem Jesus se fizesse no tempo cronológico, o tempo histórico.”
Concordo,… o homem judeu Jesus nasce na história, trazendo Luz e dissipando os misticismos.

Existem mais de 10 mil religiões no mundo, se fosse alguma coisa boa o mundo já estaria um pouco melhor não acha? Mas foi justamente contra os religiosos da época (fariseus, saduceus) que Jesus proferiu as mais duras palavras “serpentes, raça de víboras como escapareis da condenação do inferno?”

Jesus foi o maior revolucionário da história. Os judeus esperavam um messias militar, e veio Jesus pregando o amor, libertação, curas, sinais, transformação pessoal “E vendo a multidão teve grande compaixão deles, porque andavam desgarrados e errantes como ovelhas que não tem pastor”. Seu foco era o homem e não o sistema.

Pelo seu falar e agir com obras, dava esperança real de vida nova aqui e no porvir aos seus seguidores. Ele quebrou o sistema religioso amarrado em mitos, regras e preceitos humanos escravizantes, … e a quebra de paradigmas com certeza traria conflitos da liderança religiosa, civil e imperial.

“As dificuldades começam com a institucionalização e imposição de um credo.”

Jesus não força ninguém a segui-lo, e sim os sistemas religiosos de olho no domínio humano e riquezas terrenas. A verdadeira identificação dos cristãos era “Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos AMARDES uns aos outros”. Veja, O HOMEM PRECISA DO AMOR DE CRISTO E NÃO DE SISTEMAS RELIGIOSOS, SEJAM QUAIS FOREM.

“uma vez cancelado o compromisso que a história mantém com o cristianismo,”

Que compromisso?? história é simplesmente a narração de fatos antigos e presentes, nos quais o cristianismo como vc disse: “o evento mais importante da história da Humanidade” está inserido de forma destacada, mesmo manchado pelos corruptos “sistemas religiosos humanos”.

A influência dos verdadeiros cristãos nos primeiros séculos era fantástica e transformadora. “Estes que tem transtornado o mundo chegaram aqui também” At 17:6b.
Estudiosos dizem que até o ano 200 cerca de 1/5 do império romano era cristão. Duvido que isso fosse uma mera conspiração grega contra os judeus.

“A sociedade precisa ficar atenta com vocês. Se algum dia tiverem o poder necessário, não hesitarão em mandar muitos para fogueira.”

Isto já acontece em países anticristãos como Coréia do Norte, Irã, Somália, Iêmen …, mas quando o anticristo dominar este mundo, usará o sistema religioso dominante para fazer isso de forma global!

Comentar por Cícero

“Que compromisso?? história é simplesmente a narração de fatos antigos e presentes, nos quais o cristianismo como vc disse: “o evento mais importante da história da Humanidade” está inserido de forma destacada, mesmo manchado pelos corruptos “sistemas religiosos humanos”.

Não vou dizer que você está se fazendo de ingênuo porque é ingênuo mesmo. O Conceituado historiador cristão Arnold chamou o cristianismo de religião heleno-judaica. Sabemos que o primeiro nome se refere à origem, ou seja, nipo-brasileiro, ítalo-americano etc. Portanto, Toynbee admite a existência um judaísmo grego.

“[…]. Mas a Hélade conquistadora não conseguiu cativar a Jerusalém cativa, e sua tentativa de introduzir a civilização, tal como a entendia, na Judéia rústica, foi rejeitada com indignação. Por fim, a Hélade frustrada chegou a termos com a Judéia indomável, adotando uma versão helenizada da sua religião fanática. Esse tempestuoso encontro e a final união do helenismo com o judaísmo deram origem ao cristianismo o ao islamismo, duas religiões heleno-judaicas que são hoje professadas pela metade da raça humana. […]” (TOYNBEE, 1983, p. 173)

TOYNBEE, Arnold J. Helenismo – História de uma civilização. Rio de Janeiro: Zahar, 1983.

Nem Toynbee ou outro historiador qualquer explica esse “tempestuoso encontro” e muito menos como a “Hélade frustrada chegou a termo com a Judéia indomável”. Ficou tudo no ar para que o conto dos evangelhos prossiga como se história fosse. Estudar história não é ingerir irrefletidamente o que nos dizem os historiadores. Mas, antes de tudo, digerir as notícias históricas que os mesmos nos oferecem com um mínimo de censo crítico.

O conteúdo filosófico do cristianismo eu não discuto. Agora, não venha você me dizer ou me desdizer porque você não tem conhecimento para isso.

Comentar por Nicomedina

Nicomedina,
Esta estória deste tal TOYNBEE, não encontra apoio de outros historiadores da antiguidade, e mesmo que fosse verdade, está falando também de “introduzir a CIVILIZAÇÃO, tal como a entendia, na Judéia rústica…” Esta civilização fala de costumes, tradições culturais e não meramente religião.

Ex. a língua grega, era oficial na época. Mas o texto diz “adotando uma versão helenizada da sua religião fanática.” Ora, então foram os gregos que adotaram um tipo de judaísmo? foi o contrário então? como vc disse “ficou tudo no ar”… é essa a sua base de argumentos?

Mas é óbvio que a origem do cristianismo é o judaismo. Jesus e os apóstolos eram judeus, os escritores do Ant. e Novo Test. eram judeus, os dois testamentos se harmonizam um com o outro.
E as citações sobre a Grécia na bíblia são meramente geográficas. Também não vemos nenhuma helenização no Novo Test.
Esta sua teoria é derrubada por Luciano de Samosata que foi um autor grego do século II cujas obras contêm críticas sarcásticas ao cristianismo:”

“Os cristãos, como sabes, adoram um homem até hoje-o personagem distinto que introduziu seus rituais insólitos, e foi crucificado por isso…Essas criaturas mal-orientadas começam com a convicção geral de que são imortais, o que explica o desdém pela morte e a devoção voluntária que são tão comuns entre eles; e ainda foi incutido neles pelo seu legislador original que são todos irmãos, desde o momento em que se convertem, e NEGAM os deuses da GRÉCIA, e adoram o sábio crucificado, e vivem segundo suas leis. Tudo isso adotam como fé, e como resultado desprezam todos os bens mundanos, considerando-os simplesmente como propriedade comum.” (Death of pelegrine, 11-3).

Pelo seu absurdo em dizer: “Nunca existiu Jesus Cristo, apóstolo algum e tampouco milagres. O cristianismo do primeiro século é ficção pura …”.
Então vc precisa negar também a existência de Aristóteles, Sócrates, Alexandre, Hamurabi, César, Nero …pois possuem menos documentação histórica que Jesus sabia?

O Novo Test. detém mais que qualquer outro documento escrito da história antiga, o maior número de manuscritos de antiguidade. A arqueologia continuamente confirma detalhes de suas obras. Se o registro do NT não é confiável, então não temos esperança de nenhum conhecimento autêntico dos eventos antigos.

Comentar por Cícero

“Existem mais de 10 mil religiões no mundo, se fosse alguma coisa boa o mundo já estaria um pouco melhor não acha? Mas foi justamente contra os religiosos da época (fariseus, saduceus) que Jesus proferiu as mais duras palavras “serpentes, raça de víboras como escapareis da condenação do inferno?”

Sim. O cristianismo mudou o quê?

“Jesus foi o maior revolucionário da história. Os judeus esperavam um messias militar, e veio Jesus pregando o amor, libertação, curas, sinais, transformação pessoal “E vendo a multidão teve grande compaixão deles, porque andavam desgarrados e errantes como ovelhas que não tem pastor”. Seu foco era o homem e não o sistema.”

Bobagens, mais uma vez. A Torá diz que ele, o messias: Construirá o terceiro Templo Sagrado (Yechezkel 37:26-28); Levará todos os judeus de volta à Terra de Israel (Yeshayáhu 43:5-6); Introduzirá uma era de paz mundial, e terminará com o ódio, opressão, sofrimento e doenças. Como está escrito: “Nação não erguerá a espada contra nação, nem o homem aprenderá a guerra.” (Yeshayáhu 2:4); Divulgará o conhecimento universal sobre o D’us de Israel – unificando toda a raça humana como uma só. Como está escrito: “D’us reinará sobre todo o mundo – naquele dia, D’us será Um e seu nome será Um” (Zecharyá 14:9).

Estou ficando cansado de tanto despreparo, de tanta ingenuidade e de tanta besteira.

Comentar por Nicomedina

Cícero:

A TE tem condições de sustentação, agora se é verdade absoluta, já é outra estória.

Comentar por Clayton Luciano

Cícero

“Esta estória deste tal TOYNBEE, não encontra apoio de outros historiadores da antiguidade, e mesmo que fosse verdade, está falando também de “introduzir a CIVILIZAÇÃO, tal como a entendia, na Judéia rústica…” Esta civilização fala de costumes, tradições culturais e não meramente religião.”

Cara, você não sabe do que está falando. Quer dar a impressão de que sabe muito e não sabe nada. Está me dando pena.

“Ex. a língua grega, era oficial na época. Mas o texto diz “adotando uma versão helenizada da sua religião fanática.” Ora, então foram os gregos que adotaram um tipo de judaísmo? foi o contrário então? como vc disse “ficou tudo no ar”… é essa a sua base de argumentos?”

Que besteira de língua oficial da época o quê! Isso nunca existiu. É mais uma desculpa cristã para enganar os trouxas. Porque nunca existiram textos cristãos da época em aramaico ou hebraico. O cristianismo é o judaísmo grego, ô meu santo. Vou desenhar para você: Toynbee não explica satisfatoriamente isso que ele diz. Seria preciso se desligar da versão oficial para entrar em detalhes que comprometeriam o cristianismo, mas Toynbee era cristão. A base da minha argumentação é a minha pesquisa de décadas.

“Mas é óbvio que a origem do cristianismo é o judaismo. Jesus e os apóstolos eram judeus, os escritores do Ant. e Novo Test. eram judeus, os dois testamentos se harmonizam um com o outro.”

Rapaz, como você é ingênuo!

“Então vc precisa negar também a existência de Aristóteles, Sócrates, Alexandre, Hamurabi, César, Nero …pois possuem menos documentação histórica que Jesus sabia?”

Os personagens que você cita não são tão historicamente ridículos quanto o seu Jesus.Note bem: eu disse históricamente.

“O Novo Test. detém mais que qualquer outro documento escrito da história antiga, o maior número de manuscritos de antiguidade. A arqueologia continuamente confirma detalhes de suas obras. Se o registro do NT não é confiável, então não temos esperança de nenhum conhecimento autêntico dos eventos antigos.”

Como história o NT é um lixo.

Comentar por Nicomedina

Nicomedina,
“Sim. O cristianismo mudou o quê?”

Mudou e muda a vida de milhões e milhões de pessoas. Estude o NT e saberá o que estou dizendo. Se não fossem as Escrituras é bem provável que o mundo já teria se despedaçado.

“Bobagens, mais uma vez. A Torá diz que ele, o messias: CONSTRUIRÁ …,
…naquele dia, D’us será Um e seu nome SERÁ Um” (Zecharyá 14:9)”.

Notou que os verbos estão TODOS no futuro: Levará, terminará, divulgará, …Não se preocupe, quando Jesus voltar pela 2a vez cumprirá estas profecias.

“Estou ficando cansado de tanto despreparo, de tanta ingenuidade e de tanta besteira.”

Desespero. Quando os céticos começam a se espernear sem argumentos, começam a falar tolices que não edificam em nada o debate.

“Cara, você não sabe do que está falando. Quer dar a impressão de que sabe muito e não sabe nada. Está me dando pena.”

Mais desespero. Apenas fiz uma análise realista e crítica do Toynbee, coisa que vc não fez.

“Que besteira de língua oficial da época o quê! Isso nunca existiu. É mais uma desculpa cristã para enganar os trouxas. Porque nunca existiram textos cristãos da época em aramaico ou hebraico …”

Boa! Veja, o NT utilizou o grego coiné (comercial), amplamente conhecido e utilizado no século I, como conseqüência do império de Alexandre. Esse idioma possuía muitos recursos lingüísticos e precisão técnica, não encontrados no hebraico, o que permitiu uma maior e mais rápida propagação dos textos entre os povos. (era o inglês da época).
Certamente os escritores do NT não queriam um evangelho limitado aos judeus.

Existem várias palavras e frases hebraicas e aramaicas traduzidas pelos autores do Novo Testamento que torna injustificável a defesa de um original hebraico para o NT.

Tipo:.. TALITA CUMI, que, traduzido, é: Menina, a ti te digo, levanta-te.”
“ELOÍ, ELOÍ, LAMÁ, SABACTANI? que, traduzido, é: Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?”
“Disseram-lhe eles: RABI (que, traduzido, quer dizer Mestre), onde pousas?”
“Havemos achado o MESSIAS (que, traduzido, quer dizer Cristo) …etc.
Mas segundo a tradição cristã, o Evangelho de Mateus teria sido primeiramente escrito em hebraico, visto que a forma de escrever visava alcançar os judeus.

“Rapaz, como você é ingênuo! ”

Como você é cego, enxerga mas não quer ver, esta é a pior cegueira. (da alma).

“Os personagens que você cita não são tão historicamente ridículos quanto o seu Jesus.Note bem: eu disse históricamente.”

Ótimo! já está aceitando que Jesus existiu historicamente (real). Já é um bom progresso.

“Como história o NT é um lixo.”

Eis aí mais uma profecia se cumprindo literalmente. Nicomedina você é uma benção.
Só um conselho: estude mais história, nem que leve mais algumas décadas para descobrir a verdade.
“Eu sou o caminho, e a VERDADE e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.” Jo 14:6
“E conhecereis a VERDADE, e a verdade vos libertará.” Jo 8:32.

Tenha um bom final de semana.

Comentar por Cícero

Olha, você é mesmo um bobo. Imagine-se o evangelho em inglês pregado só para quem sabe esse idioma. Rsrsrsr O resto não vou nem comentar.
Patético

Comentar por Nicomedina




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