No princípio criou Deus os céus e a Terra


A semana que passou – 26 de Junho
Junho 26, 2008, 8:41 pm
Filed under: Descobertas recentes

O genoma do anfioxo dá novas pistas sobre a evolução humana. O anfioxo é um animal marinho com cerca de 5 centímetros. O esforço colectivo de mais de 30 cientistas de todo o mundo permitiu que o genoma desta criatura fosse sequenciado. Os cientistas têm interesse neste ser porque acreditam que ele está no meio da transição evolutiva entre invertebrados e vertebrados. Porquê? O sexto parágrafo do artigo diz: “Uma vez que o anfioxo está a evoluir lentamente – a sua estrutura corporal permanece similar aos seus fósseis do período Cambriano – o animal serve como um intrigante ponto de comparação para descobrirmos como os vertebrados evoluíram e se adaptaram“.

Ou seja… o anfioxo existe hoje e aparece também no registo fóssil nada mais nada menos do que no período Cambriano (há uns 520 millhões de anos). Também é interessante notar o vocabulário utilizado para se referir a este facto. Para não considerarem o facto de que ele não mostra evolução da maneira como os evolucionistas querem crer, dizem “Uma vez que o anfioxo está a evoluir lentamente“. Lentamente, muito lentamente.

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Minerais revelam que água já existe há mais tempo do que aquilo que se pensava. Em linguagem evolucionista, como não se tinha encontrado rochas mais antigas do que 4 biliões de anos, os cientistas pensavam que não existia água na Terra primordial, durante os primeiros 550 milhões de anos, fazendo com que o planeta fosse um autêntico “inferno”, impedindo, assim, a formação de rochas sólidas. Mas a análise de elementos em minerais “antigos” sugere que a água já existe há mais de 4 biliões de anos.

A existência de água foi “antecipada” em 100 milhões de anos. Não está mau, mas ainda é necessário atrasá-la mais uns milhõezinhos de anos. Isto porque a água já existe desde a criação da Terra (foi criada no primeiro dia Génesis 1:2).

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Alguns peixes de recife “voam” nas profundezas. Uma equipa de investigadores descobriu que alguns peixes de recife utilizam as suas barbatanas para “voar” debaixo da água. As suas barbatanas são parecidas com asas. Este mecanismo permite que eles sobrevivam às correntes ciclónicas. A parte final da notícia tem como subtítulo “Pedir emprestado à Natureza“. Estes investigadores estão a tentar utilizar o mecanismo destes peixes para desenvolver uma técnica de submersão de controlo à distância. Eles também dizem que a técnica destes peixes “pode sugerir alguma nova técnica de natação para o homem utilizar“.

A expressão utilizada no subtítulo é muito interessante… “Pedir emprestado à Natureza“. O ser humano está constantemente a “pedir emprestado” coisas à Natureza. Os cientistas têm-se inspirado e baseado no mecanismo de diversos animais para criarem utensílios e ferramentas cujo propósito é auxiliar o Homem. Este auxílio tem-se alargado ao nível da saúde. Apesar de tudo, o cientista evolucionista é um mal-agradecido por dizer que estes mecanismos apareceram espontaneamente, através de processos naturais. O ser humano tem a inteligência para aproveitar as capacidades dos animais e trabalhá-las em prol de todos nós. Porém, acredita que tanto a sua inteligência como as capacidades dos animais surgiram por acaso.

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Um fóssil raro desenterrado na Austrália sugere que os dinossauros atravessaram o vasto antigo continente de Gondwana. Esse único osso da pata superior do animal sugere que dinossauros foram capazes de percorrer o vasto continente pré-histórico de Gondwana, diz a equipa comandada por Nathan Smith, do University of Chicago’s Field Museum. Até agora, os cientistas acreditavam que os animais australianos estivessem isolados das formas de vida de outras porções de Gondwana, ao longo da maior parte do cretáceo, por causa da geografia e do clima. “O que temos agora é uma demonstração de que deve ter havido algum intercâmbio de animais entre a Austrália e as demais porções de Gondwana, cerca de 100 milhões de anos atrás”, disse Smith. Porém, o casal australiano que liderou a escavação do terópode não está convencido quanto à nova teoria. Patricia Vickers-Rich, paleontologista da Universidade Monash, afirmou: “É muita interpretação baseada apenas num único osso” (ver imagem mais abaixo).

Só separei esta notícia para mostrar como a maioria dos delírios evolucionistas são feitos. Basta encontrar um osso para se começar a desenvolver uma nova teoria sobre as origens. Isto também serve para muitas teorias sobre fósseis. Agita-se uns ossinhos e surge um novo antepassado.

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“Árabe” descoberto numa sepultura dinamarquesa da Idade do Ferro. Um dinamarquês com genes do povo árabe faz parte de um estudo de ADN que sugere que os Escandinavos de há 2000 anos tinham uma variedade genética maior. O estudo analisou 18 corpos bem preservados, desenterrados de dois locais entre 0 e 400 anos depois de Cristo, na Dinamarca. Linea Melchior, investigador do Instituto de Medicina Forense da Universidade de Copenhaga, disse: “À medida que recuamos no tempo encontramos muito mais diversidade genética“.

É verdade. A criação inicial de Deus foi “muito boa”. Desde a entrada do pecado no mundo, toda a criação tem-se corrompido. As mutações, acumulativas e degenerativas, não produzem nova informação genética, limitando-se a prejudicar o material genético já existente. Deus criou tanto o ser humano como os animais com grande variedade genética, com capacidade de se reproduzirem de acordo com a sua espécie.

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Esta catatua dá um show. A Snowball dança ao ritmo e ao tempo da música, coordenando os seus movimentos de acordo com o som que ouve. A percepção de ritmo desta catatua pode servir para dar umas luzes no tratamento da doença de Parkinson. Por sua vez, investigação com macacos levou à conclusão que eles preferem o silêncio à música (AQUI ou AQUI ou AQUI).

Segundo a hipótese da Evolução, na “árvore da vida” os macacos estão mais próximos do ser humano do que os pássaros. No entanto, enquanto os macacos não gostam de ouvir música, esta catatua não só gosta de curtir um som como até dança ao seu ritmo, de forma coordenada. Tal facto leva os cientistas a teorizarem possíveis explicações para este facto. Mas por que é que eles ficam admirados? Porque pensam que o macaco é primo do ser humano e, como tal, deveria mostrar comportamentos mais semelhantes a ele do que os restantes animais.

Vejam um vídeo desta catatua a dançar ao som de Queen:

[Youtube=http://www.youtube.com/watch?v=cJOZp2ZftCw]

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4 comentários so far
Deixe um comentário

Amigo, a água foi criada no primeiro dia da criação (gen 1:2)

Comentar por natenine

pois é… corrigido

Comentar por alogicadosabino

as diferenças entre o português do Brasil e de Portugal são maiores do que eu imaginava, por aqui SIMILAR não é sinônimo de IDÊNTICO

Comentar por W. Lazoti

qual a dúvida?

Comentar por alogicadosabino




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