No princípio criou Deus os céus e a Terra


7 maravilhas do Monte de Santa Helena
Maio 9, 2008, 11:57 pm
Filed under: Evolução/Big-Bang

A 18 de Maio de 1980, a Mãe Natureza decidiu deixar o Uniformitarismo de lado e surpreendeu os evolucionistas com surpreendentes alterações geológicas num curto espaço de tempo. Após muitos anos de inactividade, o Monte de Santa Helena, situado no Estado de Washington, entrou violentamente em erupção. Resultado:

1) Em apenas 9 horas, a paisagem ficou irreconhecível. As fortes erupções vulcânicas juntamente com o terramoto que se fez sentir resultaram na destruição de 1/4 das árvores do monte. O próprio rio que banhava o norte e o noroeste do monte ficou submergido. A extrema devastação fez com que, em apenas 9 horas, a região circundante do Monte de Santa Helena ficasse irreconhecível.

2) Canhões (canyons) formados em apenas 5 meses. O fluxo piroclástico e a lama resultante da erupção originaram a formação de dois canhões. Entre cada canhão corria um riacho. A explicação evolucionista típica diz que um riacho pode originar um canhão ao fim de muitas centenas de anos. No caso do Monte de Santa Helena, os canhões foram formados em apenas alguns meses e um riacho começou a correr entre eles.

3) A topografia do local mudou em apenas 5 dias.

4) Estratificação em apenas 3 horas. Os evolucionistas afirmam que a formação de várias camadas sedimentares é um processo que demora longos e enfadonhos anos (o enfadonhos é meu). Contudo, neste caso apenas foram necessárias 3 horas para ser possível observar estratificação. A estratificação foi rápida, ao contrário do que contam as ideias convencionais da Geologia. A erupção vulcânica mostrou que a estratificação é um processo rápido.

5) Um novo canal formado em apenas 9 horas. Uma outra erupção vulcânica no mesmo monte derreteu uma grande quantidade de neve que se tinha acumulado na cratera durante o inverno. A água misturada com o material solto na encosta do monte originou um grande fluxo de lama. Em nove horas, este fluxo abriu um canal de drenagem, reabrindo, assim, a conexão com o Oceano Pacífico, anteriormente impedida por culpa da primeira erupção, em 1980.

nvbm

6) A acumulação no fundo do mar dos troncos que se afundaram sugere a ideia de várias florestas de diferentes gerações. Cerca de um milhão de árvores foram “varridas” para o Spirit Lake no dia da erupção. Com o passar dos anos as árvores foram-se afundando. Ao fim de 10 anos, elas dão a aparência de que cresceram e morreram onde se encontram, uma floresta após outra ao longo de milhões de anos. Mas tudo isso aconteceu em 10 anos.

nbvmxc

7) Um novo modelo para a formação do Carvão. O cientista Steve Austin avançou com um novo modelo para a formação do carvão. Um modelo que conta uma história diferente daquela que conta a maioria dos evolucionistas. O resultado foi um doutoramento para Steve Austin na Pennsylvania State University. O modelo foi comprovado 10 anos após a erupção no Monte de Santa Helena.

Milhões de anos? Mesmo?

Quando um geólogo evolucionista olha para formações como o Grand Canyon ou as Montanhas Rochosas no National Park vem logo à cabeça aquela ideia dos milhões de anos. Estas grandes formações só podem ser o resultado de milhões de anos de acumulação de sedimentos, certo? Errado. Este exemplo do Monte de Santa Helena mostra-nos que não são precisos milhares ou milhões de anos para que estas formações grandiosas se originem.

Uniformitarismo?

A datação de várias rochas originadas pela erupção deu idades completamente disparatadas. Rochas que se sabe que têm cerca de 20 anos foram avaliadas em milhões de anos. Certamente também merecerá a minha atenção num futuro post. Parece que o pressuposto filosófico do Uniformitarismo, neste caso, não resulta. Agora pensem: quantas erupções vulcânicas já aconteceram e que são do nosso conhecimento? Muitas. É só procurar no Google ou no Youtube algo do género “vulcão em erupção”. Umas metem mais medo que outras. Agora pensem: quantas erupções vulcânicas terão acontecido no passado? Erupções que ninguém teve a oportunidade de documentar…? Apesar de exemplos como este, os mais tapados pela hipótese da Evolução continuam com uma fé cega no Uniformitarismo, dizendo que “é o melhor que temos”.

O Dilúvio de Noé?

O que aconteceu no Monte de Santa Helena é uma oportunidade rara para estudar processos geológicos que produziram, em apenas alguns meses, coisas que os geólogos pensavam que apenas poderiam acontecer em milhares ou milhões de anos. O catastrofismo do Monte de Santa Helena é apenas uma amostra daquilo que foi o Dilúvio nos tempos de Noé. Tal como este vulcão entrou em erupção repentinamente, após 127 anos de inactividade, matando 57 pessoas, também nos tempos de Noé ninguém contava com o Dilúvio. E tal como este vulcão originou aquilo que originou em apenas algum tempo, o que terá originado o Dilúvio de Noé? Estamos a falar de chuva torrencial non-stop durante 40 dias em TODO o mundo juntamente com os movimentos vulcânicos (“naquele mesmo dia se romperam todas as fontes do grande abismo, e as janelas dos céus se abriram” – Génesis 7:11).

Podes continuar a ignorar os factos ou podes começar a considerar coisas que até agora nunca tinhas considerado.

Anúncios

21 comentários so far
Deixe um comentário

O dilúvio de Noé. Se aconteceu foi numa escala pequena, pois para acontecer no planeta inteiro teríam de ocorrer situações incompatíveis. Vejamos:
1- Teriam de haver muitas núvens de precipitação… e muita água para evaporar

2- Havia muita água para evaporar?

3- Para a água aguentar muito tempo na atmosfera em forma de núvens tería de haver uma condição metereológica impossível (se o desastre fosse global).

4- Como é que tanta água aguenta, em forma de núvem, em todo o planeta ao mesmo tempo?

5- Como houve tanta evaporação?

6- Com uma evaporação tão rápida e forte tería dessecado todas as plantas

7- Sem luz (por causa das supostas núvens) plantas e animais morríam.

Comentar por Dário Cardina

Mas o dilúvio aconteceu mesmo,leia a Bíblia que você verá lá,viu?

Comentar por nah

Os acontecimentos rápidos são pontuais, não podes pensar que foi assim em todo o globo.
Aliás, sabemos quando houve mudanças drásticas devido às partículas sedimentares características.

Comentar por Dário Cardina

Dario,
Mas tu fazes o erro de assumir que toda a água veio das nuvens.
Segundo, vê o texto Bíblico e repara que havia uma camada de água suspensa à volta da Terra. Foi essa que desabou na Terra durante os 40 dias e 40 noites. No entanto, grande parte da água veio das camadas existentes no subsolo (“as fontes do grande abismo”). Essa aguas rebentaram a crosta e explodiram em direcção aos céus em velocidade incrível.
Portanto, não há conflito entre o Dilúvio de Noé e a ciência. Sim, há coisas que nós, totalmente longe do evento, não podemos compreender, mas há evidências suficientes que fazem a crença no Dilúvio de Noé, e crença na Biblia acima de tudo, uma fé lógica, não uma fé cega.

Comentar por Mats

Mas há problemas impossíveis de resolver.
Não existe água líquida no Espaço, a água evapora instantaneamente, dissocia-se nos seus compostos e perde-se. Qualquer cientista sabe isso (mas tu não és, pois não…).

Comentar por Dário Cardina

Muita água veio do subsolo. Imagine a velocidade dela sob a pressão das placas continentais.

Não há água no espaço?
Cometas são, em enorme parte, gelo.

Comentar por JeremiasMezenga

Não me digas que os cometas são fruto da água que explodiu na Terra. por favor, não! Água em estado líquido no espaço desaparece. Se ela explodiu é porque a pressão era elevada, suficiente para a projectar para o espaço, onde se perderia. Simplesmente evapora.

Comentar por Dário Cardina

Desde sempre que as erupções vulcânicas fazem parte da teoria geológica global.
São até elas que hoje explicam a formação de muitas areas.

2) Canhões (canyons) formados em apenas 5 meses. As caracteristicas (forma e material) são mutio difrenetes dos vales de rios comuns.
Se queres mais um exemplo de rápidos vales tens os formados pela deslocação de imensas camadas de gelo e neve.

4) Camadas sedimentares formaram-se em apenas 3 horas.
Estas a falar de rochas metamórficas (não sedimentares. A estratificação deve-se ao facto do material incandescente arrefecer em alturas diferentes.
Não tem nada a ver com a estratificação sedimentar comum que resulta da acumulação de material sedimentar que cria estratos ao longo de milhares de anos devido ao peso das camadas superiores.

Tudo o que indicas está amplamente explicado pela geologia há muitos e muitos anos.

Quando estudei Eng. geológica fazi parte da disciplina introdutória designada geologia geral.

Comentar por Joaquim Coelho

Se ainda me permites a ousadia de voltar a pegar neste tópico apos algum tempo…

só quero que me respondas a uma coisa: como me garante a Geologia que outras formações rochosas tenham sido de facto formadas através de milhões de anos e não rapidamente, numa catástrofe natural?

Comentar por alogicadosabino

só quero que me respondas a uma coisa: como me garante a Geologia que outras formações rochosas tenham sido de facto formadas através de milhões de anos e não rapidamente, numa catástrofe natural?

Sabino:
1. as rochas igneas são formadas por vulcanismo ou nos rifts oceânicos, ou na littosfera. Aqui podem ser formadas muito rápidamente. A velocidade depende apenas da forma de arrefeciemto. Isto acontece numa escala no máximo de poucos milhares de anos ( e pode ser de muito curta se o magama entrar em contacto co m água.
É aqui que podem surgir aparentes estratos rápidos por diferentes alturas de arrefecimento. Mas isto não tem nada a ver com os estratos sedimentares que levam milhões de anos.
É o caso dos granitos e basaltos.

2. As rochas metamórficas formam-se devido a alterações fisicas e quimicas de outras rochas devido à pressão e temperatura. São formadas a grandes profundidades. Para que aconteçam estas alterações é necessário que as condições de pressão e temperatura elevados se mantenham ao longo de muitos milhares e por vezes milhões de anos.
As condições necessárias à alteração das rochas de forma a obter outras foram testadas laboratorialmente e são consistentes com a teoria.
É o caso de mármores e xistos.
Nota: no caso da terra jovem não podiam existir rochas metamorficas, esta classificação seria então um erro cientifico.

3. Rochas sedimentares
De forma geral (pois ultrapassa isto) as rochas sedimentares são compostas por sedimentos carregados pela água e pelo vento, acumulados em áreas deprimidas. Correspondem a 80% das rochas nos continetes. O processo de acumulação e compactação leva milhares a milhões de anos.
É o caso dos arenitos e calcários e são as rochas ideias para os fósseis e estratificação.
No caso das rochas sedimentares detriticas o processo desde a erosão de outras rochas até à total compactação e transformação em rocha necessita de imenso tempo.
Experiências laboratorias confirmam o processo e tempo necessário para a maioria das rochas sedimentares.

Comentar por Joaquim Coelho

gosto quando dizes: “Experiências laboratorias confirmam o processo e tempo necessário para a maioria das rochas sedimentares.”

não andes por aí a dizer senão ainda pode haver quem acredite mesmo nisso.

Comentar por alogicadosabino

Sabino, que não acredites é problema teu.

Mas para saber o tempo de erosão de uma rocha não precisamos de milhões de anos, basta calcular em laboratório sob condições controlodas e em pequena escala. Depois usas um programa simulador e entras com as várias variaveis. Aplicas uma margem de erro cautelosa, e voilá, o milagre aconteceu.
Para calulares o efeito da pressão é o mesmo, usas equipamento especial para calcar os detritos e vais anotando as diferenças em termso microscópicos, depois usas o mesmo processo.
Podes aferir os resultados comparando o resultado laboratorial com sediemntos naturais cujas idades e ecosistema são conhecidos. E não é que bate certo.
Isto é incrivel, as datações radiométricas batem certas com as expectativas laboratoriais.
Devem estar as duas erradas, não sabino.

A tua “ignorância” cientifica as vezes espanta-me outras aborrece-me (copiando o lema de um famoso bloguista). Não teria mal nenhum se não te embrenhasses em discussões onde esses conheciemntos são essenciais. Assim perdes qualquer credibilidade.

Ou achas que quando os engenheiros de resistência dos materiais fazem calculos para uma ponte, constroem um modelo à escala 1:1 ?
Ou quando se quer saber os danos de uma onda de 20 metros provocada por um tsunami se cria uma ?

Nunca ouviste falar em escalas e em modelos ?
E em modelos computacionias ?
Ou achas que isso tudo não passa de fé na ciência ?

Comentar por Joaquim Coelho

Camadas sedimentares formaram-se em apenas 3 horas.

Mats, traduziste mal o que está escrito é Camadas estratificadas formaram-se em apenas 3 horas.
O que é muito diferente
Resultaram das cinzas do vulcão e do arrefeciemtno diferenciado. Não é um processo de sedimentação tipico. Nem sei como os geologos classificam essas rochas, pois tens em pouco tempo altas pressões, cinzas (poderão ser consideradas sedimentos ? não sei) e altas temperaturas. Como é evidente o comportamento destes fenomenos é apenas verificável nas situação especifica de vulcanismo.

Comentar por Joaquim Coelho

“Mas para saber o tempo de erosão de uma rocha não precisamos de milhões de anos, basta calcular em laboratório sob condições controlodas e em pequena escala. Depois usas um programa simulador e entras com as várias variaveis. Aplicas uma margem de erro cautelosa, e voilá, o milagre aconteceu.
Para calulares o efeito da pressão é o mesmo, usas equipamento especial para calcar os detritos e vais anotando as diferenças em termso microscópicos, depois usas o mesmo processo.”

esqueceste de dizer que isto tudo é baseado em índices observados nos dias de hoje. É assumido que aquilo que acontece hoje sempre aconteceu no passado.

Comentar por alogicadosabino

esqueceste de dizer que isto tudo é baseado em índices observados nos dias de hoje. É assumido que aquilo que acontece hoje sempre aconteceu no passado.

Com efeito Sabino, é com base nesse pressuposto que muita coisa funciona. A ciência pressupõe que as leis fisicas são imutéveis e que se há alterações num procediemnto se devem a outra lei fisica.

Calro que fazer uma escala à vontade do freguês dava jeito aos criaccionistas. Cria-se uma taxa de variabiliade à medidad do necessário.
Radiação, a taxa mudou x. Mas então contradiz a taxa Y. Não faz mal o criacionista joga loga uma alteração á taxa Y embroa contradiga todas as teorias e observações.

Não Matts, não é assim que isto funciona. Na geologia fazem-se calculos de taxas de sedimentação com base em emxperiências, sobre determinadas condições.
Depois é a prova de fogo: comparam-se com o que existe no planeta. E se bate tudo certo é porque devem estar certos.

As leis da gravidade não mudam, senão estava tudo lixado. As leis da pressão, da temperatura, das reacções nucleraes são constantes.

Um exemplo: sabes a veolcidade de decaimeto de um atomo hoje. Com base nisso calculas a idade de uma rocha. De seguida comapras essa idade com outras medidas de outros atomos, e com medidas relativas e outras. Bate tudo certo.
Era estranho todas as constantes terem mudado de repente e mesmo assim os calculos baterem certo.
Não Matts essa não me parece muito lógica.

Comentar por Joaquim Coelho

Desculpa Sabino, por te ter chamado Matts, mas como dizem a mesma coisa, às tantas já não sei a quem estou a responder 🙂

Comentar por Joaquim Coelho

Comparar uma erupção com um dilúvio: OK.
Comparar uma erupção com a normal de formação de rochas: Mal.
Pegar numa erupção e inferir evolução a partir daí: Ridículo…

Comentar por kamikaze

Agora imagina múltiplas erupções, o estrado que não fariam na paisagem geológica.

Comentar por alogicadosabino

quantos anos o monte santa helena tem ????????????

Comentar por dayanne

Quanta besteira…Como o ser humano conseguiu evoluir tanto desde o homem de cro-magnun ?
Daqui a pouco vão falar que o diluvio veio das gotas de orvalho de Yggdrasil.

Comentar por Everton

Eu acho que o que tá acontecendo hoje,vulcões em erupção não tem nada a ver com o dilúvio.

Comentar por nahh




Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s



%d bloggers like this: