No princípio criou Deus os céus e a Terra


A semana que passou – 29 de Abril
Abril 29, 2008, 3:03 am
Filed under: Descobertas recentes

Grupo de lagartos mostra rápida adaptação. Em 1971, um grupo de biólogos retirou cinco pares de lagartos adultos do seu habitat natural e colocou-os numa outra ilha. Em 2007, os cientistas notaram consideráveis mudanças na estrutura destes mesmos lagartos, resultante da sua adaptação ao novo ambiente. Os biólogos notaram que a cabeça dos lagartos tinha aumentado de tamanho, as suas mordidas eram mais fortes e até o sistema digestivo tinha sofrido uma alteração. Estes animais não precisaram de milhões ou milhares de anos para ficarem diferentes. Há evolucionistas a perguntar como é que, por exemplo, as 500 raças de cães que hoje existem podem ter surgido em apenas alguns milhares de anos… como é que existe tanta biodiversidade se a Terra tem apenas alguns milhares de anos. É possível. Foi Deus que assim ordenou.

Claro que este exemplo foi entendido pelos biólogos como “evolução em acção”, apesar de estes lagartos, ao fim de 36 anos, não obstante todas as mudanças na sua estrutura, continuarem a ser lagartos. Reparem logo no título do artigo: “Lagartos mostram evolução rápida após contacto com um novo habitat”. É preciso ter cuidado ao ler estes artigos dos jornais e revistas científicas porque eles, normalmente, estão de “mãos dadas” com a Evolução e de costas voltadas para Deus. E como não há exemplos de “moléculas para homem”, os evolucionistas querem-nos fazer crer que estas adaptações são “evolução em acção”. (Para esclarecer conceitos ver: O que é a Evolução?)

jghjlo
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Os níveis de carbono na atmosfera estão a aumentar a um grande ritmo. A National Geographic and Atmospheric Administration disse que o nível de dióxido de carbono na atmosfera atingiu quase 385 partes por milhão (ppm) no último ano. Um aumento significativo em relação ao ano de 1850 cuja concentração de CO2 era de 280 ppm. Nós sabemos que o rácio C-14/C-12 não permaneceu constante ao longo dos anos. Os cientistas sabem que houve alturas (ex: Revolução Industrial) em que a libertação de CO2 para a atmosfera foi maior mas, apesar de tudo, são adoptadas premissas uniformitaristas no método de datação do Carbono-14. Os factos são desconsiderados. Várias infestações de escaravelhos estão a destruir florestas no Canadá, fazendo com que seja libertado mais carbono. São exemplos que nos mostram que o rácio C-14/C-12 não é nem foi constante, logo o método de datação através do Carbono-14 pode dar idades erradas. Isto parece não ser problema para os evolucionistas pois quando os factos não condizem com a sua teoria, as premissas uniformitaristas são deixadas de lado.

mrteww
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O Homo floresiensis foi ao dentista? A controvérsia à volta do Homem de Flores parece estar longe de terminar. Agora foi Maciej Henneberg, paleontólogo da University of Adelaide, na Austrália, a levantar uma questão no mínimo bizarra: o Homo floresiensis tem um dente chumbado? Henneberg reparou, através de fotos, numa irregular “vestimenta” dentária no 1º molar do Homem de Flores. Está agora à espera de uma oportunidade para poder analisar melhor a boca do hobbit. Esta ideia parece ser um “disparate” para Peter Brown, um dos cientistas que desenterrou os fósseis, e mesmo a antropóloga dentária Shara Bailey, que teve contacto com o fóssil do hobbit, apesar de reconhecer que a constituição do molar é estranha, não acredita que o dente tenha sido chumbado: “Fiquei surpreendida com a opacidade e a brancura do dente, mas não me pareceu que tivesse sido chumbado. O canino e o incisivo tinham o mesmo aspecto geral. Se alguém tivesse chumbado o molar, também teria chumbado o incisivo e o canino e isso não é normal.” Uma coisa é certa… se o Homo floresiensis tem mesmo um dente chumbado é impossível ter 18.000 anos, por razões óbvias. Não percam os próximos episódios da novela “Hobbit”. (Ver também: Homo floresiensis – afinal quem foste tu? e Homo floresiensis – Não tão primitivo quanto isso?)

nbvm

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4 comentários so far
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Sabino

No caso do carbono 14/12 estás a dizer é errado.
A quantidade de CO2 existente (desde que em quantidade suficiente e esta sempre existiu)) não afecta a taxa de absorção pelas plantas, que é a base do processo.

A relação C12/C14 nos seres vivos não depende da quantidade de C02.

A datação é feita tendo em conta a relação de c12/14 num ser vivo actual ou n atmosfera e no corpo morto.

O carbono 14 se forma na atmosfera da Terra através da colisão entre raios cósmicos e átomos de nitrogênio 14. Os átomos de carbono 14 se ligam ao oxigênio, formando o dióxido de carbono (14CO2) que é absorvido pelos seres vivos. Uma vez que a planta ou animal morre, a troca de carbono com a atmosfera é interrompida e, portanto, a quantidade de carbono 14 só diminui com o tempo, já que ele é radiativo. Medindo a razão entre o carbono 14 e o carbono 12 em um objeto, podemos então medir sua idade.

Q que pode afectar e afecta a velocidade de decaimento do C14 são as explosões nuclerares. Mas os cientistas sabem isso e têm-no em conta.

Por outro lado a datação por carbono não tem a minima importância na datação geológica.

Mais uma falaa intrepretação devido a ignorância cientifica.
É normal, todos fazemos, eu faço-o com frequência. Agora é preciso e reconhe-lo e questionar sempre o que se diz. (metodo cientifico)

Se estiveres interessado (acho que não, mas …) está aqui tudo explicado:

http://www.cph.ipt.pt/angulo2006/img/01-02/datacaoarqueologia.pdf

Comentar por Joaquim Coelho

O C-12 é encontrado no CO2 que está na atmosfera que, por sua vez, é absorvido pelas plantas que, por sua vez, são comidas pelos animais.

Não sendo sempre constante a presença de C-12 na atmosfera, é natural que o rácio C-14/C-12 não tenha sido sido nem seja sempre o mesmo. Isto faz com que a utilização deste método dê idades erradas.

Comentar por alogicadosabino

Sabino
Não percebeste nada, ou não quiseste perceber. leste o texto sobre o carbono do link ?

1. A quantidade de CO2 absorvido pelas plantas nãp é afectado pela quantidade disponivel. Isto é haja mais ou menos a absorção é sempre a mesma.

2. O C14 obtem-se a partir do N14 e é rápidamente Oxidado em CO2

3. A relação C12/C14 só é válida após a morte dos organismos já que é aí que o C14 começa a diminuir sem ser reposto.

4. A comparação é feita entre a relação C12/C14 do organismo morto e de C12/C14 de tecido vivo actual.

Assim não há relação importante entre CO2 disponivel e datação radiométrica por C14.

De qualquer forma a datação por carbono não tem interesse para a geologia e a Idade da Terra. Só para arqueologia e datas recentes.

A relação C12/C14 não é influenciavel por condições ambientais mas é constatemente variável de forma ligeira.
Por isso todas as datações incluem uma margem de
erro.
Uma coisa que influenciou e influencia a datação foi o lançamento de bombas nucleares e testes nucleraes. Mas são conhecidas as taxas antes e depois e tidas em conta.

Comentar por Joaquim Coelho

Sabino!

Apesar deste post ser meio antigo, já…
Quando o Homo floresiensis foi ao dentista, pelo visto, o Neanderthal foi junto com ele:

http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI1899119-EI319,00.html

Comentar por Fabricio Lovato




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