No princípio criou Deus os céus e a Terra


A semana que passou – 21 de Abril
Abril 21, 2008, 10:05 pm
Filed under: Descobertas recentes

Uma nova análise do Grand Canyon indica que ele tem cerca de 65 milhões de anos. É muito mais antigo do que se supunha e é possível que os dinossauros tenham andado por lá. Durante muitas décadas, baseando-se nos métodos radiométricos, os cientistas afirmavam que o Grand Canyon tinha 6 milhões. No mês passado, utilizando uma variação dos métodos radiométricos, através da análise de minerais que se encontravam no tecto das caves, uma equipa de cientistas revelou que o Grand Canyon terá começado a formar-se há 17 milhões de anos. Sabe-se agora que os dinossauros do último período do Cretáceo podem ter andado por lá. O Grand Cayon ficou 59 milhões de anos mais velho em apenas algumas décadas. É bom saber que a Evolução está a evoluir.

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As borboletas não têm sempre sexo em mente quando mudam de cor. A teoria da selecção sexual de Darwin dizia que alguns animais mudavam de aparência e agiam de forma diferente do habitual com o intuito de atrair o sexo oposto. Uma pesquisa sugere que uma espécie de borboletas actua de forma diferente não para engatar alguém, mas para se proteger contra determinado perigo. Juntando este estudo àquele que concluiu que as pavoas nem sempre escolhem o pavão com as penas mais pomposas, podemos perguntar: será que alguém se enganou no porquê de alguns animais agirem de modo diferente do habitual?

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Os ratos têm capacidade de pensar como os humanos. No teste ao qual foram submetidos, os ratos usaram a experiência para abstrair regras gerais e conseguir comida. As suas atitudes revelaram que eles têm a capacidade de aprender novas regras e aplicá-las em situações diferentes, uma habilidade considerada, até então, uma prerrogativa da mente humana. Os cientistas do University College de Londres e da Universidade de Oxford afirmaram que os ratos também possuem a capacidade do pensamento abstracto. Estejam atentos! Talvez devêssemos olhar para este estudo com uma nova perspectiva. Quem sabe se o rato não é o primo mais próximo do ser humano? Na Evolução tudo é possível!

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As probabilidades de um planeta ter condições propícias à Vida são baixas (como se nos estivessem a dizer alguma novidade). A ver pelo valor calculado – 0,01% – eu diria que são impossíveis. Mas isso sou eu que acredito em Deus. Porque quem não acredita que Alguém criou um planeta que funciona segundo determinadas leis, acredita que esse planeta e essas leis surgiram espontaneamente. Para o naturalista, até as probabilidades mais estupidamente insignificantes podem dizer muito. É o caso dos optimistas apontados pela notícia, que dizem que a possível existência de milhares de planetas como a Terra tornam o valor de 0,01% muito prometedor. A fé dos naturalistas, por vezes, ultrapassa a fé dos cristãos.

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14 comentários so far
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A sempre continua evolução das datas evolucionistas. E nós somos supostos atirar a Bíblia fora, e acreditar naquilo que está sempre em evolução?

Comentar por Mats

“É bom saber que a Evolução está a evoluir.”

Temos pena que a religião não evolua mas a culpa é de quem acredita que os erros na bíblia são a verdade.

“A teoria da selecção sexual de Darwin ”

Como tu mencionaste é uma teoria (do grego θεωρία , é o conhecimento especulativo, puramente racional)! ele propôs essa teoria, pelas observações comuns é isso que parece ocorrer, a menos que tu prefiras raparigas feias e gordas.

“actua de forma diferente não para engatar alguém, mas para se proteger contra determinado perigo”

Aí tens uma vantagem fenótípica dessas borboletas que provém do seu código genético, uma provável evolução dessas mesmo borboletas, era aí que querias chegar??

“Quem sabe se os ratos e os humanos não partilham o mesmo ancestral?”

Lol vai abrir mares ao meio que é bem mais lógico

“As probabilidades de um planeta ter condições propícias à Vida são baixas (como se nos estivessem a dizer alguma novidade). A ver pelo valor calculado – 0,01%”

1 em 10000 será assim tao impossível?

Comentar por Tiago

“Temos pena que a religião não evolua mas a culpa é de quem acredita que os erros na bíblia são a verdade.”

Se acreditassem a priori nos “erros” da bíblia tinha-se evitado muitas situações lamentáveis na ciência das origens.

“ele propôs essa teoria, pelas observações comuns é isso que parece ocorrer”

qualquer observação comum é suficiente para se pensar em percurso evolutivo.

“a menos que tu prefiras raparigas feias e gordas.”

a definição “gordas” até pode ser facilmente compreendida, mas a definição “feias” é o quê? A miúda que é feia para mim pode ser bonita para ti e vice-versa.

“Aí tens uma vantagem fenótípica dessas borboletas que provém do seu código genético, uma provável evolução dessas mesmo borboletas, era aí que querias chegar??”

Mas por que razão este mecanismo de defesa é entendido como evolução? Porque não conceber que Deus já criou todos os animais com instintos e mecanismos defensivos? Agora o facto de a borboleta agir desta maneira quando há perigo iminente é provavelmente sinal de evolução? Qualquer coisa é sinal de evolução…

“Lol vai abrir mares ao meio que é bem mais lógico”

“Porque a palavra da cruz é loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus.” (I Coríntios 1:18 )

“1 em 10000 será assim tao impossível?”

Se calhar essa probabilidade era mais que suficiente para tu não apostares em determinado jogo na Bwin Liga.

Comentar por alogicadosabino

“Se acreditassem a priori nos “erros” da bíblia tinha-se evitado muitas situações lamentáveis na ciência das origens.”

Pois é tinhamos ficado tão bem na santa ignorância a viver ainda na idade média.

“a definição “gordas” até pode ser facilmente compreendida, mas a definição “feias” é o quê? A miúda que é feia para mim pode ser bonita para ti e vice-versa.”

Pronto vah bem gorda.

“Agora o facto de a borboleta agir desta maneira quando há perigo iminente é provavelmente sinal de evolução? Qualquer coisa é sinal de evolução…”

Para ti qualquer coisa é sinal que Deus existe, embora nada aponte nesse sentido.

““Porque a palavra da cruz é loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus.” (I Coríntios 1:18 )”

Pois é mais fácil ir buscar uma frase, ou se calhar não te apetece agora estares a caminhar por entre os mares.

““1 em 10000 será assim tao impossível?”

Se calhar essa probabilidade era mais que suficiente para tu não apostares em determinado jogo na Bwin Liga.”

A probabilidade do Fátima ganhar ao Porto também era baixissima, acontece às vezes. A probabilidade de acontecer o que aconteceu ao homem árvore é capaz de ainda ser mais baixa e no entanto aí está ele.

Comentar por Tiago

“A probabilidade do Fátima ganhar ao Porto também era baixissima, acontece às vezes. “

se calhar não era de 1 em 10000 😉

Comentar por alogicadosabino

«É o caso dos optimistas apontados pela notícia, que dizem que a possível existência de milhares de planetas como a Terra tornam o valor de 0,01% muito prometedor. A fé dos naturalistas, por vezes, ultrapassa a fé dos cristãos.»

Será? Vejamos…

As últimas observações contam com cerca de 100 mil milhões de galáxias no universo observável. Só a nossa galáxia possui cerca de 200 mil milhões de estrelas. No total, estima-se que no nosso universo existam, no mínimo, 70*10^22 estrelas no nosso universo, isto é: 700.000.000.000.000.000.000.000 estrelas!

Estima-se uma probabilidade de 10% das estrelas possuírem sistemas planetários. Isto dá:

70*10^22 * 10% = 70.000.000.000.000.000.000.000 estrelas com planetas à volta.

Não encontrei qualquer valor para a probabilidade de um planeta encontrar-se na zona de habitabilidade de uma estrela (existem vários já confirmados, mas não um número suficiente para extrapolar), mas, só pela piada, vamos dizer que é o tal valor ridiculamente baixo de 0,01%:

70*10^21 * 0,01% = 7.000.000.000.000.000.000 estrelas com planetas na zona habitável.

Mas, segundo o estudo que citaste, só 0,01% dos planetas com condições para desenvolver vida é que vão mesmo fazê-lo. Quanto dá isso?

7*10^18 * 0,01% = 700.000.000.000.000 planetas com vida!

Uma probabilidade de 0,01% é coisa pouca? Só quando não se fez as contas.

Comentar por leandro ribeiro

leandro ribeiro:

essas contas são todas muito bonitas. Sò há um problema com tudo isso. Não há a mínima evidência dos factos apresentados. “Estima-se que hajam X planetas”… Pois é… estima-se…

“Os céus proclamam a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos.” (Salmos 19:1)

Comentar por alogicadosabino

Sabino,

Sim, estima-se, mas, repara, foste tu que pegaste num valor estimado (0,01%) para afirmar que a probabilidade de haver mais vida no universo era muito baixa e que os “naturalistas” é que estavam a ser “optimistas”. Eu limitei-me a pegar no valor que tu pescaste para te mostrar que esse valor, que tu defendes ser pequeno, não é tão pequeno assim. Se não serve para mostrar uma coisa, também não serve para mostrar a outra e terás de te refrear nas conclusões que tiras.

De qualquer modo impõe-se perguntar: que significado achas tu que tem a palavra “valor estimado” em ciência? Achas que tem o mesmo significado que numa conversa de café? Achas que um astrofísico olha pelo telescópio e diz “pá, eu acho que que é 10%” e vem outro e diz “pá, eu acho que é 20%” e depois ganha quem tiver a voz mais bonita? Sabes alguma coisa do assunto?

É que a minha formação e profissão são na área e fico sempre um bocadinho aborrecido quando as pessoas desprezam esses valores por serem “estimados”, ignorando que toda a tecnologia que utilizam com segurança no dia-a-dia funciona igualmente com probabilidades, estatística e estimativas. Enfim…

Comentar por leandro ribeiro

Olha, só porque me apetece, aqui vai uma lista de coisinhas que funcionam com base em “estimativas”:

– telemóveis;
– GPS;
– satélites;
– computadores;
– microondas;
– frigoríficos;
– mísseis tele-guiados;
– o carro;
– o auto-rádio do carro;
– relógios de pulso;
– internet por cabo;
– internet wireless;
– rádio;
– cadeira eléctrica;
– máquina fotográfica (digital e analógica, onde se pode incluir o fotómetro, o mecanismo de regulação do shutter e o sensor, seja película ou CCD)
– leitor de mp3;
– o avião que te leva a conferências criacionistas;
– a bomba atómica;
– a produção de insulina;
– enfim, podia ficar aqui a noite toda…

Agora diz-me: costumas tomar os medicamentos que o senhor doutor te receita ou recusas porque aquilo não é mais que “estimativas”?

Comentar por leandro ribeiro

Não estou a ignorar as estimativas que a ciência experimental faz. Mas são as estimativas da ciência experimental. Depois de se estimar, vai-se testar, experimentar… até chegar a um resultado evidente.

Outra coisa diferente é a ciência que trata das origens. Essas estimativas não podem ser experimentadas ou verificadas. Todas as estimativas, previsões e teorias nessa ciência não passam disso mesmo… previsões e estimativas.

Todos os exemplos que deste são possíveis graças à ciência experimental. Vê – Deus abençoe a Ciência (verdadeira e útil)

Comentar por alogicadosabino

Marcos,

Não se verificam dados apenas em laboratório – principalmente em astronomia, por motivos óbvios. Sabemos estimar com um grau de precisão elevadíssimo a constituição do Sol e de outras estrelas. Não é possível testar esse valor em laboratório, mas tal não significa que não é possível verificar a exactidão desse valor com outras ferramentas.

É aqui que está o teu erro, que é um erro natural em quem não trabalha em ciência e sabe dela apenas através de divulgação e consulta na net: o menosprezo por certos termos devido a uma má interpretação.

Posso dar-te mais exemplos destes “abusos de linguagem”, um dos quai usei neste texto:

– exactidão: ter exactidão não significa ter um valor previsto igual ao verificado;
– precisão: precisão e exactidão são coisas diferentes e implicam matemáticas diferentes;
– valor estimado: estimar não é olhar para uma multidão e dizer “eu acho que são 100 mil”, é um processo complexo e que depende de vários estudos e ferramentas;
– erro: o erro faz parte do valor estimado, mas não significa “engano” ou “valor mau” ou seja lá o que for de negativo. Não há qualquer estudo ou experiência laboratorial que não comporte erro que resulta dos mais diversos factores. O teu computador não funciona com valores absolutamente exactos, mas com valores que se encontram dentro de um intervalo com erro experimental (e no entanto funcionam!) – daí a importância abismal dos tais valores “estimados”. Não confundas “estimativa” em ciência com “valor atirado ao ar por um cientista”!
– teoria: ataca-se muito a evolução porque é apenas uma “teoria” – e teorias posso eu ter muitas, não é? Uma teoria científica é algo muito específico e muito pouco arbitrário. Não confundas, como tanto os criacionistas têm feito, “teoria” com “especulação”. Lê o livro “O que é uma lei física”, de Richard Feynman. Popper também diz algumas coisas decentes sobre o assunto, mas fica aquém em alguns pontos, nomeadamente no que diz respeito à construção de uma teoria.

Em suma, se queres criticar este valor – 10% de estrelas terão sistemas planetários -, não te podes limitar a dizer que assim não é apenas porque é um valor “estimado”. Valores estimados são todos. O que tens de fazer é ir ver como foi estimado, como foi verificado e encontrar erros no processo; tens pedalada para isso?

E ainda: mesmo que susbstituas 10% por 0,01% (ou seja, assumir que os astrofísicos foram burros o suficiente para sacarem um valor 1000x inferior), ainda tinhas uns 7 biliões de planetas com vida.

Num universo deste tamanho, 0,01% é um número gigantesco.

Comentar por leandro ribeiro

Leandro,

mais uma vez eu digo: não estou a menosprezar ou a desvalorizar as estimativas da ciência experimental… porque são estimativas desenvolvidas, calculadas a partir de coisas evidentes, material visível, palpável, susceptível de ser reproduzido, experimentado e que, normalmente, dão resultados evidentes. E mesmo coisas que não se podem reproduzir em laboratório são, no entanto, visíveis. Vê-se HOJE, observa-se HOJE… não estamos a especular sobre algo que NUNCA vimos.

Já agora, por curiosidade: ”Sabemos estimar com um grau de precisão elevadíssimo a constituição do Sol e de outras estrelas.”

Muita desta observação é possível devido aos belos eclipses solares que ocasionalmente ocorrem. O “perfect match” da Lua com o Sol tornou possível, por exemplo, observar a cromosfera do Sol. Mais uma coisa a funcionar “ao acaso” e que torna possível o aperfeiçoamento do nosso conhecimento em relação ao nosso Universo.

Continuando… coisas como estas que referiste:
“- telemóveis;
– GPS;
– satélites;
– computadores;
– microondas;”

…não são fruto de especulações sobre um passado remoto e misterioso.

Coisas como estas:
“- exactidão: ter exactidão não significa ter um valor previsto igual ao verificado;
– precisão: precisão e exactidão são coisas diferentes e implicam matemáticas diferentes;”

… fazem todo o sentido quando aplicado à ciência experimental. Já confiar os nossos destinos e origens nas “exactidões” e “previsões” da ciência das origens é mais complicado e implica sempre pressupostos, ideias pré-concebidas.

Comentar por alogicadosabino

Marcos,

«mais uma vez eu digo: não estou a menosprezar ou a desvalorizar as estimativas da ciência experimental»

Ciência experimental é coisa que não existe, é um abuso de linguagem: o que existe é trabalho experimental dentro da ciência. A astrofísica não faz parte da ciência porque não é experimental?

Mas, mais uma vez, incorres num erro: verificar e/ou validar uma teoria não passa, necessariamente, por um laboratório. Nessa linha podes afirmar que ainda ninguém verificou a relatividade geral e que tudo aquilo não passa de especulação. Afinal, ainda ninguém verificou a relatividade geral num laboratório…

E, já agora, não, a astrofísica (já) não precisa de eclipses para estudar a constituição do Sol. Também nunca precisou deles para determinar a constiuição de Alpha Centauri ou a massa de Júpiter. É claro que isto são tudo valores “especulados”, mas, claro, já foram verificados. O que tu estás a dizer sobre a evolução (e sobre o tal valor de 10%) é como dizer que essa verificação não serve de nada porque ninguém foi lá pesar Júpiter com uma balança; e isto mostra um profundo desconhecimento sobre como é que se trabalha nestas áreas.

Mas, mais uma vez volto ao mesmo, se queres transformar estes 10% num valor sem significado, também o tens de fazer com os tais 0,01% que serviram para ilustrares a tua tese de que a probabilidade de haver mais vida no universo é muito baixa. Se recusas um, recusas os dois e terás de voltar atrás no que escreveste originalmente – ou então mostrar-me qual é o raciocínio que estou a fazer mal e que desculpa a utilização de um, mas não do outro.

Comentar por leandro ribeiro




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