No princípio criou Deus os céus e a Terra


Coitado do cavalo, que se foi meter na gruta do morcego!
Abril 15, 2008, 12:33 pm
Filed under: Evolução/Big-Bang

Em Junho de 2006, um estudo publicado por uma equipa de cientistas do instituto de Tecnologia de Tokyo na PNAS, revelou que a análise de ADN em morcegos mostrou que eles têm uma relação muito próxima com os cavalos. Mais próximos que eles só mesmo os cães e os gatos. Também na NewScientist.

A equipa liderada por Norihido Okada observou mutações genéticas causadas por retroposões, quantidades de ADN capazes de se copiarem para o ARN e realizarem o processo oposto (do ARN para o ADN), numa localização diferente no cromossoma. Espécies com relação mais próxima entre si partilham mais deste tipo de mutações do que aquelas mais distanciadas. O estudo revela que os cavalos, a nível genético, estão mais relacionados com os morcegos do que com as vacas. Pensava-se que os morcegos pertenciam ao mesmo grupo dos primatas. Segundo este estudo, eles pertencem ao mesmo grupo dos cavalos, cães, gatos, vacas, baleias e toupeiras.

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Problemas?

À parte de ser completamente ridículo o morcego e o cavalo serem primos, os evolucionistas estabeleceram um quadro de relações entre organismos vivos com base nas similaridades a nível do ADN e a nível da sua fisionomia. Segundo eles, o facto de alguns seres serem anatomicamente semelhantes deve-se ao facto de, em tempos remotos, terem partilhado o mesmo ancestral. Às vezes chega-se até a entrar no jogo tautológico do “Porque é que o homem e o macaco são tão parecidos? Porque têm o mesmo ancestral. E como é que sabes que tiveram um ancestral comum? Porque são parecidos”.

Estes dados genéticos parecem contradizer a interpretação dos evolucionistas sobre o registo fóssil. Os cavalos teriam evoluído de um pequeno grupo de quadrúpedes há uns 35 a 55 milhões de anos, assumindo a sua forma moderna actual há um milhão e meio de anos. As vacas teriam começado o seu processo evolutivo há 23 milhões de anos. Por outro lado, fósseis de morcegos (com características idênticas aos de hoje – exemplo: AQUI e, mais recentemente, AQUI) teriam aparecido há 60 milhões de anos.

Okada diz no artigo: “Penso que esta descoberta vai surpreender muitos cientistas. Ninguém esperava isto“.

E agora?

O cientista japonês acrescentou: “Temos de olhar para os fósseis com uma nova perspectiva, uma vez que deve existir um ancestral comum para os morcegos, cavalos e cães“. Eu concordo que os cientistas evolucionistas devam olhar para os fósseis com uma nova perspectiva. Deveriam tirar os óculos fragmentados da Evolução e colocar um novo par de lentes bíblicas.

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5 comentários so far
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Sabino
Isto não tem nada de extraordinário, mas não vale a pena explicar porquê.

Mas estás sempre a publicitar eventuias erros da evolução que não resisto a retribuir.

No site do criacionismo há uma entrada que diz:
Arguments we think creationists should NOT use

Nela há uma extensa lista de argumentos usados com frequência pelos criacionistas e que são aqui consiederados como falsos.

Adoro esta:
“There are no beneficial mutations.”
This is not true, since some changes do confer an advantage in some situations. Rather, we should say, “We have yet to find a mutation that increases genetic information, even in those rare instances where the mutation confers an advantage.” For examples of information loss being advantageous, see Q&A: Mutations

Então o cavalo de batalha do Jonats partiu as penas todas de uma vez.

Até lá vem a amiga 2ª lei da termodinâmica do Matts.

Comentar por Joaquim Coelho

“Sabino
Isto não tem nada de extraordinário, mas não vale a pena explicar porquê.”

O post serve para duas coisas:
1 – Mostrar como as homologias tanto a nível da fisionomia como a nível genético não têm nada a ver com evolução a partir de ancestrais comuns;
2 – Mostrar o espírito lunático daqueles que, devido a este estudo, acreditem realmente que os morcegos e os cavalos vieram do mesmo ancestral

“Mas estás sempre a publicitar eventuias erros da evolução que não resisto a retribuir.”

Em algumas situações, que eu já tratei no blog, não me atreveria a chamar “eventuais erros”. Podes sempre retribuir meu caro… também aprendo com as vossas retribuições. Mas também me cabe a mim ensinar as pedras no sapato da hipótese da evolução.

“Nela há uma extensa lista de argumentos usados com frequência pelos criacionistas e que são aqui consiederados como falsos.”

eu conheço essa lista. Já a li. Até é bom que a coloques aqui. Dás oportunidade aos outros de a conhecer. Ainda hei-de sugerir uma lista de “Things evolutionists should not use”, uma vez que há tanta gente a usar como evidência de evolução coisas que já foram descartadas e desconsideradas. Não preciso lembrar-te o teu famoso Archaeoraptor pois não? No outro dia era o Tiago a dizer (ainda) que o homem e o macaco só têm uma diferença genética de 1%… ts ts

“Até lá vem a amiga 2ª lei da termodinâmica do Matts.”

Aconselhava-te a leres TUDO o que diz sobre a termodinâmica. Não a invalida na totalidade, invalida-a em situações próprias. Não convém ficar pela embalagem, é sempre bom ver o que tem dentro dela 😉

Comentar por alogicadosabino

Sabino, não sei qual é o problema. Toda a gente sabe que só os cientistas (com o seu olhar atento e treinado) conseguem vêr a diferença entre um morcego e um cavalo.

Comentar por Mats

Joaquim,
Tens que lêr bem esse site, e vêr o que eles dizem sobre a termodinâmica.

Adoro esta:
“There are no beneficial mutations.”
This is not true, since some changes do confer an advantage in some situations. Rather, we should say, “We have yet to find a mutation that increases genetic information, even in those rare instances where the mutation confers an advantage.” For examples of information loss being advantageous, see Q&A: Mutations

Então o cavalo de batalha do Jonats partiu as pernas todas de uma vez.

Claro que não. Existem mutações benéficas, mas NENHUMA acrescente informação genética.

Até lá vem a amiga 2ª lei da termodinâmica do Matts.

E os evolucionistas ainda têm que dizer como é que a teoria consegui ir aumentado e especificando a informação existente, quando, egundo as leis da ciência, exactamente o conrário deveria ter acontecido.

Comentar por Mats

“No outro dia era o Tiago a dizer (ainda) que o homem e o macaco só têm uma diferença genética de 1%”

Mostra-me outra vez o artigo que da ultima vez não tive oportunidade de o ler.
Curioso como para algumas coisas os números não te dizem nada como no caso da mula, do burro e do cavalo terem um número de cromossomas diferente,mas quando é o caso do homem e do macaco que distam também só de um cromossoma e têm 95% de similaridade segundo o estudo que apresentaste, já afirmas de forma veemente que não são da mesma “espécie”.

Comentar por Tiago




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