No princípio criou Deus os céus e a Terra


Alterações genéticas não produzem nova informação genética! (Parte 1)
Março 5, 2008, 5:30 pm
Filed under: Evolução/Big-Bang

Para um réptil evoluir para um mamífero seria preciso nova informação genética relativa às novas funções e características desse ser. No entanto, todas as alterações genéticas resultam da cópia, perda, substituição ou duplicação de informação genética já existente. Sendo assim, os evolucionistas gostam de dizer que a duplicação de genes representa adição de nova informação genética.

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Mas a mera duplicação de genes não ajuda a explicar como é que a evolução darwiniana pode produzir nova informação genética, que resultaria na transformação de dinossauros em aves e seres marinhos em seres terrestres. Richard Dawkins considera que “nova informação genética é criada através de vários tipos de duplicação de genes”. Portanto, a resposta dele à questão que tanto lhe deu que pensar, colocada por criacionistas, é a duplicação de genes.

No entanto, durante o processo de duplicação de genes, o que de facto acontece é um gene pré-existente ser copiado, sendo que nenhuma informação nova é gerada. Em resposta ao biólogo Paul Zachary Meyers, Michael Egnor, neurocirurgião do Stony Brook University Hospital, disse: “a duplicação de genes não é para ser levada tão a sério. Se considera cópias como nova informação, então deve ter um grande problema com os plágios nas suas aulas. Aquilo que os estudantes manhosos necessitariam de dizer era: “É como na duplicação de genes. O plágio é nova informação e não cópia… você disse isso no seu blogue, professor!“.

Abordemos a questão por outro prisma. A mera duplicação de uma frase não aumenta a informação específica do seu conteúdo, de algum modo significativo. Fazer duas vezes a mesma pergunta não dobra, obviamente, a informação significativa veiculada na questão. Ou será que sim? Vamos experimentar:

– O Darwin não acredita em Deus.

– O Darwin não acredita em Deus.

E então? O facto de se ler duas vezes a mesma frase produz novos significados? Naturalmente que não. Lendo a frase pela segunda vez fico a saber o que já sabia quando a li pela primeira. O que eu posso fazer depois é inferir certas atitudes e comportamentos resultantes do facto de Darwin não acreditar em Deus (provavelmente ele não vai à igreja, não ora, não lê a bíblia, etc). É precisamente isso que os evolucionistas fazem… dizem que a duplicação de genes pré-existentes pode ser considerada nova informação genética, apesar de não acrescentar nada de novo.

Imaginem que um construtor de prédios tem um protótipo de um novo edifício, mas esse protótipo não contém todas as informações que ele necessita para dar andamento à obra. Será que ele poderia obter a informação que necessita fotocopiando o protótipo original? Isto é, duplicando a informação já existente? Claro que não!

Visto isto, será razoável pensar que a duplicação de genes já existentes pode ser entendida como adição de nova informação genética? Para o evolucionista, parece que sim. Mas a duplicação de genes, como o próprio nome sugere, representa uma simples cópia de algo que já existe.

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Ver PARTE 2

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8 comentários so far
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Um dos grandes problemas da crença da evolução do dinsauro para ave é o pulmão das aves. O pulmão das aves é diferente do pulmão dos outros vertebrados. É um bocado difícil acreditar que uma mutação causou uma alteração no pulmão de um réptil,e ele continuou a viver. A mais pequena alteração num sistema tão importante num animal como o sistema respiratório pode resultar em morte em alguns minutos!

Mas tudo é possível no mundo de Darwin.

Comentar por Mats

Semelhanças entre aves e dinossauros é uma proteína.
Um grupo de investigadores americanos recolheu e sequenciou pequenos fragmentos de colágenio, uma proteína retirada dos ossos de um Tyrannosaurus rex, com 68 milhões de anos. O estudo revela que existem semelhanças entre o colágenio dos dinossauros e o das galinhas. A descoberta, publicada amanhã na revista Science, abre caminho à captura de novas sequências de espécies únicas e agora extintas.
Os sete fragmentos, retirados dos ossos do T-Rex, vêm também alimentar a controvérsia em torno da evolução das aves e dos dinossauros. O principal autor do estudo, John Asara, refere num comunicado da revista que “algumas pessoas acreditam que as aves evoluíram a partir dos dinossauros, mas apenas se baseiam na arquitectura dos seus ossos”. Apesar de ainda não ter respostas definitivas, o trabalho de Asara vem provar que “as aves e os dinossauros estão relacionados, pois as suas sequências também estão relacionadas”.

Asara, que já tinha sequenciado fragmentos de colágenio de um mamute, com cerca de 300 mil anos, batalhou, durante um ano e meio, para conseguir sequenciar a proteína do T-Rex, através do uso de um espectrómetro de massa. Os ossos, que passaram muitas vezes despercebidos aos olhos dos investigadores, revelaram interessantes semelhanças.

O grupo de investigadores baseou-se na análise da proteína encontrada num osso de um dinossauro do Museu de Ciências Naturais da Carolina do Norte, nos EUA. A amostra de cor acastanhada foi purificada e partida em sete fragmentos. John Asara concluiu que cinco destes fragmentos pertenciam à classe Alpha I, semelhante à sequência encontrada nas galinhas.

O estudo dá a conhecer as relações existentes entre as espécies e mostra que é possível obter sequências de animais com cerca de 68 milhões de anos. Lewis Cantley, professor na Harvard Medical School, disse à revista Science que “cada vez estaremos em melhores condições para fazer extracções de sequências” e adianta que, em breve, “será possível comparar espécies antigas, analisar sequências maiores e obter novas sequências de espécies únicas”.

Comentar por luis marques

Partamos do seu exemplo (aliás errado porque no inicio Dawrwin era crente e depois tornou-se céptico, não descrente.):
->
O Darwin não acredita em Deus
->
Crie uma duplicação como diz:
->
– O Darwin não acredita em Deus.
– O Darwin não acredita em Deus.
->
Agora pegue na cópia e aplique-lhe algumas mutações:
->
– O Darwin não acredita em Deus.
– O Deus Darwin não acredita em .
->
– O Darwin não acredita em Deus.
– O Deus não Darwin acredita em .
->
– O Darwin não acredita em Deus.
– O Deus não acredita Darwin em .
->
– O Darwin não acredita em Deus.
– O Deus não acredita em Darwin .
->
Aplique-lhe agora uma substituição ou uma perda e temos:
->
– O Deus não acredita em Darwin .
->

Muito diferente do primeiro, e nova informação.

De qualquer forma eu chamaria a isto a lógica da batata.

Maria Rodrigues

Comentar por Olare

Maria Rodrigues,
Nova combinação de letras que já existiam. no entanto com essas letras não podes construir a palavra “Jesus Cristo é o Senhor”. Porquê? A informação não está lá.

Comentar por Mats

Porque é que alguem iria querer escrever “jesus cristo é salvador” nessa combinação de letras???? seria isso fundamental para a duplicação aceitável da frase (genes)?

i dont think soo……

quando é que os criacionistas vão perceber que Deus é geneticista?????

Comentar por luis marques

Então, sendo assim, com o genoma só podes formar palavas com A, T, G e C. Errado. O genoma não serve para combionar letras, serve sim, para produzir proteínas e elemntos de regulação. Um gene GGTTAGTCCGAC codifica uma ou mais proteínas. Se ficar mutado poderá produzir menos, mais, nenhuma proteína ou até proteínas diferentes.

Comentar por Dário Cardina

olha… lembrou-se de comentar posts da idade de Adão. 🙂

Claro que o exemplo das palavras e frases não pode ser aplicado ao genoma humano. Só usei como exemplo para clarificar isto da duplicação de informação.

Comentar por alogicadosabino

Estou pasmo. Q loucura. Como fala uma “música” popularesca, “cada um no seu quadrado”, mentes quadradas, vidas quadradas, terra quadrada…
Aliás, dá uma olhadinha no q escrevi sobre a “Quadralândia”:

http://lerliberdade.blogspot.com/2008/12/incrvel-terra-est-ficando-quadrada.html

Comentar por João Lins




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