No princípio criou Deus os céus e a Terra


Maravilhas do Criador – Lua
Fevereiro 27, 2008, 1:12 am
Filed under: Maravilhas do Criador

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A Lua – envolta em mistério desde o amanhecer da Humanidade – ilumina o céu escuro do nosso planeta como nenhum outro corpo celestial o faz. A sua origem permanece um mistério para os evolucionistas que desenvolveram, pelo menos, 4 teorias para a sua formação.

A sua principal finalidade é iluminar a noite. Ela reflecte para nós a luz do sol, mesmo quando ele se encontra no outro lado da Terra. A quantidade de luz reflectida está dependente da área da superfície da Lua, pelo que temos sorte (ou não se trata apenas de sorte?) de ter uma lua tão grande. Tão grande? Sim. A Lua é, proporcionalmente, o maior satélite natural do nosso Sistema Solar.

Outra coisa que a Lua faz é mostrar as estações do ano. A sua órbita à volta da Terra dura quase um mês causando, assim, fases regulares. Dessa forma, os calendários puderam ser feitos de acordo com diferentes estações, permitindo às pessoas saber qual a melhor altura do ano para plantarem determinado legume ou fruto.

Ela é a principal responsável pelos efeitos das marés que ocorrem na Terra. Enquanto a Lua completa a sua órbita à volta do nosso planeta, há um ciclo de duas marés altas e duas marés baixas que ocorrem a cada 25 horas, aproximadamente. As marés são vitais para a vida na Terra. Elas purificam a costa dos oceanos e ajudam a manter as suas correntes sempre em circulação. Elas beneficiam o Homem ao abrir novos canais de navegação e ao ajudar a diluir as descargas poluidoras de muitos barcos e fábricas. Em alguns casos, as pessoas aproveitam a enorme energia das marés para gerar electricidade.

A Lua é um excelente exemplo de os céus declararem a glória de Deus (Salmos 19:1). Ela faz aquilo para o qual foi concebida, e é vital para a vida na Terra. E se não houvesse Lua? E se existissem duas luas? Ainda bem que uma das 4 teorias dos evolucionistas puderam criar este corpo celestial magnífico!
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“E fez Deus os dois grandes luminares: o luminar maior para governar o dia, e o luminar menor para governar a noite; e fez as estrelas.” (Génesis 1:16)

“Porque assim diz o Senhor que tem criado os céus, o Deus que formou a terra, que a fez e a estabeleceu, não a criando para ser um caos, mas para ser habitada: Eu sou o Senhor e não há outro.” (Isaías 45:18)

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12 comentários so far
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Amen!
E sem a lua a órbita da Terra não seria tão estável, e, para terror dos evolucionistas, a composição da lua é TOTALMENTE diferente da composição da Terra. A pergunta que se faz é:
Donde é que veio a lua?

A proposição “Deus criou a lua” está mais de acordo com as evidências do que qualquer alternativa.

Existem outros problemas, mas os que mencionaste em cima são suficientes para dar pesadelos a qualquer materialista.

Comentar por Mats

http://video.google.com/videoplay?docid=-1437724226641382024

da uma olhada se tiveres tempo…

Comentar por lalal

pycocandy@hotmail.com (ja deves saber )lol

é claro que isto ñ impossibilita a existencia de deus? achas que deus pode ser um campo magnético? e não necessariamente bom ou mau!

Comentar por lalal

esse vídeo tem 2 horas 😐 lol

mas eu vou vê-lo este fim de semana…

Comentar por alogicadosabino

A LUA tinha uma distância inicial de aproximadamente de 22.000 km de distância da TERRA. Quando se formou a LUA ocupava, visualmente, cerca de um-quarto do céu da TERRA.

No site da Space.com o cientista informa que simulações feitas em 1997 estabeleceram um distância de aproximandamente 14.000 milhas (22.500 km) entre a Terra e a Lua na época da sua formação, que foi consequência do impacto entre um objeto massivo (Theia) e a Terra, 100 milhões de anos após a formação do sistema Solar.

Sobre Theia:
De acordo com a composição isotópica da Lua, o objecto deve ter tido origem dentro da órbita terrestre. Inicialmente pensava-se que a força gravitacional da Terra agregou todo o material ao seu alcance para formar o planeta. No entanto, conforme sugerido em 1772 pelo matemático Lagrange, existem cinco pontos na órbita da Terra nos quais os efeitos da gravidade do planeta se anulam em relação ao Sol. Dois dos pontos de Lagrange – L4 e L5 – são considerados estáveis uma vez que qualquer material que lá se encontre só pode ser libertado por colisão ou qualquer outro evento catastrófico. L4 e L5, situados a 150 milhões de quilómetros da Terra, são, portanto, zonas com potencial para permitir acrecção planetária em competição com a Terra. Foi em L4 que se pensa que Theia se terá começado a formar há 4,5 mil milhões de anos.

Com o decurso da acrecção, Theia aumentou progressivamente de tamanho, atingido uma dimensão comparável à de Marte. Este crescimento tornou instável a sua posição em L4, a partir de 20 a 30 milhões de anos do seu aparecimento. Nesta altura, a força gravitacional impulsionava Theia para fora do ponto lagrangiano, ao mesmo tempo que a força de Coriolis puxava o planeta de volta para a origem. Esta combinação de forças levou ao desenvolvimento de uma órbita cíclica em ferradura: Theia adquiria velocidade e escapava de L4 até um determinado ponto, sendo depois puxada de volta. Num novo ciclo, o planeta adquiria velocidade e alcançava um ponto mais distante até a força de Coriolis ganhar o balanço de novo. Esta órbita em ferradura, continuou até Theia adquirir massa suficiente para escapar de vez a L4.

Quando Theia cresceu o suficiente para escapar do ponto lagrangiano entrou numa órbita caótica e a colisão com a Terra tornou-se inevitável, visto que ambos os planetas ocupavam a mesma órbita. Os investigadores acreditam que o impacto – o Big Splash – possa ter acontecido escassas centenas de anos após o escape definitivo. A colisão não foi frontal, mas sim de lado, e ocorreu a uma velocidade de 40.000 quilómetros por hora. Parte substancial do núcleo de Theia afundou-se na Terra e o seu material incorporou o núcleo terrestre. O resto do planeta e parte da zona superficial da Terra foram projectados para o espaço. O que sobrava do núcleo estabilizou a cerca de 22.000 km da Terra apenas 27 horas depois do impacto, segundo a modelação utilizada pelos cientistas, num percursor do que seria a Lua.

Depois do Big Splash, o material resultante do impacto foi acreccionado às sobras do núcleo de Theia e pouco a pouco a Lua como satélite adquiriu consistência. À medida que a Lua crescia, as forças gravitacionais afastaram-na para longe da Terra até estabilizar na distância de 385.000 km que hoje ocupa. Calcula-se que cerca de 90 por cento do seu material seja originário dos destroços do planeta Theia. O Big Splash explica as duas características da Lua que mais têm intrigado os cientistas: a Lua tem a mesma composição isotópica das rochas da Terra porque o seu percursor (Theia) se desenvolveu na mesma distância relativa do Sol; tem uma proporção de núcleo ferroso bastante inferior porque a parte principal do núcleo de Theia afundou na Terra na altura da colisão.

Rare Earth: Why Complex Life is Uncommon in the Universe
by Peter Ward and Donald Brownlee

http://www.space.com/scienceastronomy/pl

Comentar por Dário Cardina

Como faço para calcular a distância da Terra até a lua?

Comentar por Luana

responde logo !! por favor!! =)

Comentar por Luana

não sei. O Dário Cardina é capaz de saber responder a isso.

Comentar por alogicadosabino

pelo tempo de viagem que um raio de luz leva pra ir e voltar,
Ou seja se é projetado um feixe de luz na lua, no momento em que se captar a luz, o feixe fez duas viagens(ida e volta), aí é só calcular usando a velocidade da luz como 299 mil km/segundo.

Comentar por Arthur

384.405km é a distância, o que significa que o feixe levou pouco mais de 2 segundos pra ir e voltar
2,56 segundos pra ir e voltar.

Comentar por Arthur

A teoria de theia

Comentar por Arthur

Não sei se foi isso, mas se não fosse pela lua, heim…

Comentar por Arthur




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