A primeira imagem é uma paródia ao jogo de adivinhação que vai na “ciência” da datação.

- “Como podes acreditar na Bíblia? A Bíblia não é fiável. Os cientistas têm as respostas que mostram que não se pode acreditar na Bíblia!“
- “Vê a idade da Terra. Eu acredito em pessoas em quem se pode confiar!“
Ilustração:
75.000 anos
100.000 milhões de anos
98 milhões de anos
20-40 milhões de anos
4,5 biliões de anos
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A segunda imagem é uma paródia aos “factos” que os cépticos usam contra a Bíblia, factos esses que mudam mais facilmente que a posição de treinador no Benfica.

- “Por que é que vocês não acreditam literalmente na Bíblia? Vocês não são teólogos?“
- “Não podemos acreditar literalmente na Bíblia. Ela foi escrita por homens!“
- “Homens inspirados por Deus!“
- “O que quer que seja! Os factos fiáveis são escritos por cientistas!“
- (Espera um pouco)
- “Estás a usar o livro de Ciência dos anos passados! Este aqui tem todos os novos factos!“
- “Como eu estava a dizer, os factos fiáveis são escritos por cientistas…“
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Modificado a partir do original Darwinismo - A Fiabilidade das Opiniões Humanas
Este desenho animado mostra um pouco o ridículo da hipótese evolucionista. O mais triste é que há quem realmente pense que isto foi possível.
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… e eu acho que sei porquê. Ele devia olhar-se todos os dias ao espelho.




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Deus - nunca uma coisa imaginária teve tantos inimigos.
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Post relacionado: A loucura dos ateus
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Não acreditam em Deus… mas sentem-se realizados ao dizer mal de Deus. Perdem tempo a ler e a discutir sobre algo que eles SABEM QUE NÃO EXISTE! Como se não fosse suficiente, perdem tempo a criar sites “anti-Deus”, aquele Ser que ELES SABEM QUE NÃO EXISTE!
Discutir ou lutar contra algo que não existe são sintomas de quem não revela uma boa saúde mental!
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Um ateu passeava num bosque, admirando tudo o que aquele “acidente da evolução” tinha criado. “Mas que árvores majestosas! Que poderosos rios! Que belos animais!”, lá ia ele dizendo consigo próprio.
À medida que caminhava, ao longo do rio, ouvia um ruído nos arbustos atrás de si. Ele virou-se para olhar. Foi então que viu um corpulento urso-pardo caminhando na sua direcção. Ele disparou a correr o mais rápido que podia. Olhou por cima do ombro e reparou que o urso estava demasiado próximo. Aumentou a velocidade. Era tanto o seu medo que lágrimas lhe vieram aos olhos.
Foi, então, que tropeçou e caiu desamparado. Rolou no chão rapidamente e tentou levantar-se. Só que o urso já estava em cima dele, procurando apanhá-lo com a sua forte pata esquerda e, com a outra pata, tentando agredi-lo ferozmente. Nesse preciso momento, o ateu clamou: “Oh meu Deus!”.
Então o tempo parou. O urso ficou sem reacção. O bosque mergulhou em silêncio. Até o rio parou de correr. À medida que uma luz clara brilhava, uma voz vinda do céu dizia: “Tu negaste a minha existência durante todos estes anos, ensinaste a outros que eu não existia, e reduziste a criação a um acidente cósmico. Esperas que eu te ajude a sair desse apuro? Devo eu esperar que tenhas fé em mim?”
O ateu olhou directamente para a luz e disse: “Seria hipócrita da minha parte pedir que, de repente, me passasses a tratar como um cristão, mas talvez possas tornar o urso cristão?!” “Muito bem”, disse a voz. A luz foi embora. O rio voltou a correr. Os sons da floresta voltaram. Então o urso recolheu as patas, fez uma pausa baixou a cabeça e falou:
“Senhor, abençoe este alimento que agora vou comer. Amém”.
