No princípio criou Deus os céus e a Terra


Coitado do homem, que levou um coice do cavalo
Novembro 13, 2009, 11:18 pm
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Já te sentiste com vontade de dar coices? Se calhar isso deve-se ao facto de o teu genoma ser espantosamente semelhante ao do cavalo. O genoma do cavalo foi descodificado e foi liderado por uma equipa internacional de cientistas, a cargo do Projecto Genoma do Cavalo. Os resultados foram publicados na Science.

Qual não foi a surpresa dos evolucionistas ao constatarem que o animal partilha muito do seu ADN com os humanos.

Por que é que isto importa?cavalo-paraguaio

Um dos argumentos evolucionistas usados para defender a relação humano-chimpanzé são as similaridades genéticas partilhadas por ambos. Há alguns anos, diziam eles que esta similaridade era de 99%. Essa ideia já foi desmascara e exposta. Hoje, só evolucionistas desinformados ou desonestos é que ainda usam este valor (Ver: Mentiras que demoram a morrer).

Ora, se o ser humano possuir mais similaridades genéticas com outros animais que não aqueles que supostamente estão mais próximos dele na hipotética “árvore da vida”, isso mostrará que as mesmas não traduzem supostas ancestralidades e passados evolutivos.

Numa óptica evolucionista, quanto mais afastado um animal está do ser humano, evolutivamente falando, menores deveriam ser as semelhanças genéticas, já que muito tempo passou desde a divisão das linhagens.

Propensão tendenciosa ou só impressão minha?

Os únicos seres vivos que tiveram o seu genoma totalmente mapeado foram o canguru, o ornitorrinco, o camundongo, o rato, o chimpanzé, o macaco-rhesus e o ser humano. Os genomas do canguru e do ornitorrinco só foram descodificados há bem pouco tempo (Ver AQUI e AQUI, respectivamente). É impressão minha ou os evolucionistas inclinaram-se, primeiramente, para animais que eles acreditam estarem evolutivamente mais perto da linhagem do ser humano?

Realmente, pensando bem,… se só os genomas do ser humano, do chimpanzé e do macaco-rhesus tivessem sido mapeados, seria fácil dizer que o chimpanzé era o animal que partilhava mais informação genética com o ser humano e, depois, usar esse facto para promover a teoria da evolução.

Quando os dados que se têm são seleccionados e redutores, é fácil provar a evolução.

Design comum

Por sua vez, as semelhanças genéticas fazem sentido na perspectiva do design. Quando Deus criou os seres vivos, criou-os para viverem debaixo das mesmas condições atmosféricas, para se alimentarem das mesmas coisas (frutos, vegetais, água, etc) e para terem funções semelhantes (acasalar, reproduzir-se, etc). Seria de esperar que os diferentes seres tivessem alguma informação genética semelhante.

cavaloCONCLUSÃO

À medida que mais animais vão tendo o seu genoma descodificado, mais se nota que as similaridades não confirmam a regra evolucionista supramencionada. O genoma do canguru mostrou-se surpreendentemente semelhante ao do ser humano. Agora é o cavalo que mostra a mesma coisa.

Qual será o próximo animal a mostrar que as homologias genéticas não têm nada a ver com alegadas ancestralidades comuns?

(PS: Para mais peripécias evolutivas do cavalo, ver Coitado do cavalo, que se foi meter na gruta do morcego)



Tecidos musculares orgânicos encontrados em salamandra de 18 milhões de anos
Novembro 13, 2009, 12:40 am
Arquivado em: Evolução/Big-Bang

Dados científicos mostram que ADN e proteínas não se aguentam num organismo por mais de cerca de 2,7 milhões de anos, na melhor das hipóteses. Portanto, é de esperar que animais fossilizados que tenham mais de 2,7 milhões de anos não contenham esse tipo de estruturas.

E se encontrarmos este tipo de estruturas celulares em animais com mais de 2,7 milhões de anos?

Se isto acontecer, das duas uma:

1) se fores pela ciência, isto é, se a teoria em que acreditas for científica, ela irá colocar a observação empírica acima dela e outra virá substituí-la, para que se adapte aos dados;

2) se a ciência não te diz muito mas apenas estás interessado em manter uma ideologia ou uma crença religiosa, vais manipular a teoria em que acreditas, de forma a forçar os dados a encaixarem nela.

O que nos mostram as observações?

As observações mostram que existem estruturas moleculares em vários fósseis de animais que os evolucionistas dizem ter milhões de anos (1,2,3,4). Ora, mediante aquilo que foi falado em cima, se a teoria da evolução fosse realmente uma teoria científica, ela concluiria que estes animais não podem ter os milhões de anos que lhe são atribuídos, caso contrário este tipo de material orgânico já se teria deteriorado e desaparecido há muito tempo.

salamanderAgora, juntamos um novo exemplo à colecção. Cientistas conseguiram extrair tecido muscular orgânico de um fóssil de uma salamandra que eles dizem ter 18 milhões de anos. Eles disseram: “Reparámos que houve muito pouca degradação desde a altura em que fossilizou, tornando-se na preservação de tecido mole com a maior qualidade alguma vez registada no registo fóssil” [meu destacado]. Segundo eles, isto prova que a preservação de tecidos altamente susceptíveis à deterioração são mais comuns no registo fóssil do que o que se pensava. Publicado na Proceedings of the Royal Society B.

Mais uma vez, não temos nenhum tipo de experimentação empírica disto,… apenas a confirmação daquilo que é necessário provar. Já mostrei neste post e volto a mostrar aqui como funciona a circularidade do raciocínio evolucionista, mudando só os valores e o animal:

1) Sabemos que esta salamandra tem 18 milhões de anos;

2) Sabemos, com base em ciência experimental, que tecidos moles não duram milhões de anos, quanto mais 18 milhões;

3) Sabemos que foi possível encontrar tecidos musculares orgânicos nesta salamandra de 18 milhões de anos. Logo:

4) Deve haver algum erro nos cálculos mencionados no ponto 2). Tem de ser possível tecidos moles durarem 18 milhões de anos. Constatamos isso porque…

5) … Sabemos que esta salamandra tem 18 milhões de anos.

Reparem como os pontos 1) e 5) são iguais, o que revela a circularidade de raciocínio dos evolucionistas.”

CONCLUSÃO

A escala de tempo evolucionista é falsificada pelas observações científicas.



Hienas batem chimpanzés em testes de resolução de problemas de forma cooperativa
Novembro 11, 2009, 8:28 pm
Arquivado em: Evolução/Big-Bang

Segundo a teoria que afirma que nabos e seres humanos estão relacionados numa grande árvore da vida biológica, o chimpanzé é o primo mais próximo do ser humano (quer dizer, depende de quem conta a história). Tendo assumido isto, os evolucionistas procuram constantemente provas da grande inteligência dos chimpanzés, para depois poderem dizer: “Vês? Eles fazem isto tudo porque partilhámos um ancestral com eles“.

Mas a verdade é que os cientistas têm descoberto muitos outros animais, afastados do ser humano nessa tal “árvore da vida” (falsa como Judas), que apresentam níveis de inteligência tão grandes ou ainda maiores do que a dos chimpanzés. Considerem, por exemplo, a recente investigação que mostra que as hienas se dão melhor que os chimpanzés na execução de testes de resolução de problemas de forma cooperativa.

hienasPares de hienas-manchadas (Crocuta crocuta) que precisavam de puxar duas cordas ao mesmo tempo, de maneira a obter comida, cooperaram com êxito e aprendiam a ultrapassar os problemas de forma rápida. As hienas mais experientes até ajudavam as inexperientes a aprender o truque.

Quando confrontados com uma tarefa idêntica, os chimpanzés e os outros primatas muitas vezes necessitaram de extenso tempo de treino.

Apesar do bom material que forneceu aos criacionistas, a antropóloga evolutiva Christine Drea não vai poder deixar de levar para casa o prémio Afirmação Evolucionista Mais Estúpida da Semana, pelas conclusões que ela tirou da sua investigação [meu destacado]:

A investigação de Drea mostra que os carnívoros sociais como as hienas-manchadas, que caçam em grupo, podem ser bons modelos para investigar a resolução de problemas em cooperação e a evolução da inteligência social

Portanto, deves agradecer às hienas o facto de teres inteligência social.

A cientista conta ainda uma coisa muito interessante, que revela quais as verdadeiras prioridades da ciência evolucionista. Ela conta que estas experiências foram realizadas nos anos 90, mas teve muitas dificuldades em encontrar um jornal científico que estivesse interessado em publicar estudos de cognição social em não-primatas.

Ninguém queria nada a não ser estudos de cognição em primatas, nessa altura“, disse Drea.”Mas este estudo mostra que as hienas-manchadas são mais competentes neste tipo de estudos de cooperação e resolução de problemas em laboratório do que os chimpanzés“, concluiu.

De facto, o edifício evolucionista está mais preocupado em forçar evidências que possam justificar a relação humano-chimpanzé do que em estudar o reino animal de forma imparcial. Se calhar, por isso, não seja de admirar que este estudo não venha publicado na Nature ou na Science, mas na Animal Behaviour. Vocês acham que se isto tivesse sido registado em chimpanzés, a publicação não viria na Nature ou na Science?

CONCLUSÃO

Este tipo de investigação serve para tu mostrares a um evolucionista sempre que ele vier com os grandes feitos dos chimpanzés e companhia. Mais um mito darwinista foi derrubado:

Os cientistas focaram-se nos primatas durante décadas com a suposição de que um funcionamento cognitivo mais elevado em animais com grande cérebro deveriam possiblitar um trabalho de equipa organizado. Mas os estudos de Drea demonstram que os carnívoros sociais, incluindo os cães, podem ser muito bons a resolver problemas que exijam a cooperação, mesmo apesar de os seus cérebros serem comparativamente mais pequenos“.



Mentiras que demoram a morrer
Novembro 10, 2009, 7:10 pm
Arquivado em: Estupidez/Fanatismo/Ignorância ateísta, Evolução/Big-Bang

A LiveScience voltou a usar a ideia há muito mostrada falsa de que os seres humanos e os chimpanzés partilham 98,8% do seu ADN.

Há poucos dias, a LiveScience também apresentou uma lista com os 10 principais órgãos vestigiais dos seres vivos. O 1º lugar foi atribuído ao apêndice, quando já se sabe há mais de 10 anos que o apêndice é um órgão que desempenha importantes funções no crescimento do feto e no sistema imunitário de um adulto.

Isto irrita-me. Por que razão é que ainda se usam argumentos falsos como evidência da teoria da evolução? Se ela tem tantas evidências como dizem os evolucionistas, por que motivo é que as evidências falsas são constantemente recicladas e apresentadas a nós como sendo verdadeiras?

Conhecem mais alguma teoria que se diz científica que usa constantemente mentiras para mostrar a sua veracidade?



Deu no twitter d’A Lógica do Sabino (12 a 13 de Outubro)
Novembro 9, 2009, 12:08 am
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Estes foram os tweets que A Lógica do Sabino lançou entre os dias 12 a 13 de Outubro. Vou explaná-los um pouco mais aqui.
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1) Conheçam a aranha vegetariana. É a primeira aranha predominantemente vegetariana a ser identificada por cientistas.

spider1Ao olharmos para animais como esta aranha, lembramo-nos de um mundo que uma vez foi muito bom, mas que foi amaldiçoado (e continua a ser) por nossa causa. Todavia, a promessa de Deus é que tudo um dia será novo. Novos céus e nova terra , sem predação, morte e outras crueldades. Isto está ao alcance de todos aqueles que acreditarem que Jesus Cristo morreu na cruz para estabelecer a ponte para chegarmos até Deus.
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2) Cientistas criam escaravelhos-robôs. Parte insecto, parte máquina, o escaravelho-robô foi testado com sucesso pelos seus criadores da universidade da Califórnia, em Berkeley. O escaravelho é controlado através de um computador portátil. A notícia diz-nos que a comunidade científica ficou em êxtase com este robô.

escaravelho-roboOlha que coisa. A comunidade científica responsável por este projecto fica excitada com a criação de um escaravelho artificial, mas, por outro lado, diz que é científico afirmar-se que os originais, maiores em complexidade, design e inteligência, não tiveram um criador mas surgiram através de erros genéticos aleatórios. Incrível!

O ateísmo cega as pessoas.
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3) Resultados científicos do passado, que sofreram revisão de pares, são agora questionados. Dois artigos científicos de um cientista especialista em engenharia de proteína do Duke University Center, nos Estados Unidos da América, estão agora a ser questionados. A reanálise dos dados dá resultados diferentes daqueles produzidos em 2003.

proteinIsto é só um exemplo dos muitos existentes que mostram que o sistema de revisão de pares não é sagrado nem é sinónimo de ausência de erro. Só após 7 anos é que os resultados aparentemente falsos estão a ser colocados à vista. E isto trata-se de erros em ciência experimental, em ciência que se pode repetir as vezes que quiser. Agora imaginem a quantidade de erros e falsidades que os jornais “científicos” publicam a respeito da especulação evolucionista, aqueles dados que ninguém pode testar nem repetir em laboratório.

Só Deus sabe a quantidade de histórias falsas foram e são publicadas a respeito da evolução.
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4) Revistas científicas que possuem revisão de pares recebem constantemente imagens fabricadas em photoshop. O número de imagens manipuladas em photoshop publicadas nos jornais científicos é cada vez maior.

No seguimento do ponto anterior, estes casos servem para mostrar que não é o facto de algo ser publicado em revistas científicas com sistema de revisão de pares que aquilo que é dito neles é automaticamente verdade. Dezenas, ou até centenas, de falsas informações são publicadas todos os anos em revistas científicas. Algumas são descobertas, outras não.

O cristão nunca deve ficar “intimidado” com a informação publicada nessas revistas científicas que vão contra aquilo que diz a Palavra de Deus. A palavra humana é falível, a de Deus nunca falha.
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Para seguir diariamente estas e outras notícias a respeito do debate “Evolução vs. Criação”, segue A lógica do Sabino no twitter.



A Bíblia e os dinossauros (Parte 3) – Dinossauros na Bíblia?
Novembro 6, 2009, 8:24 am
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Ver Parte 2.
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tanniynA palavra tanniyn aparece várias vezes na bíblia. Ela é traduzida de diferentes maneiras em diferentes passagens. Às vezes como “dragão“, outras como “serpente voadora” ou só “serpente” e outras ainda como  “monstro marinho“. Tanniyn parece ter sido algum tipo de réptil gigante. Estas criaturas são mencionadas quase trinta vezes no Antigo Testamento e são encontradas tanto em terra, como na água e no ar. Vamos ver alguns exemplos:

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Naquele dia o Senhor castigará com a sua dura espada, grande e forte, o leviatã, a serpente fugitiva, e o leviatã, a serpente tortuosa; e matará o dragão que está no mar.” (Isaías 27:1)

Desperta, desperta, veste-te de força, ó braço do Senhor; desperta como nos dias da antigüidade, como nas gerações antigas. Porventura não és tu aquele que cortou em pedaços a Raabe, e traspassou ao dragão” (Isaías 51:9)

Assim saí de noite pela porta do vale, até a fonte do dragão, e até a porta do monturo, e contemplei os muros de Jerusalém, que estavam demolidos, e as suas portas, que tinham sido consumidas pelo fogo.” (Neemias 2:13)

Criou, pois, Deus os monstros marinhos, e todos os seres viventes que se arrastavam, os quais as águas produziram abundantemente segundo as suas espécies; e toda ave que voa, segundo a sua espécie. E viu Deus que isso era bom.” (Génesis 1:21)

Tu dividiste o mar pela tua força; esmigalhaste a cabeça dos monstros marinhos sobre as águas.” (Salmos 74:13)

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Neste link podem ver em que passagens foi utilizada a palavra hebraica tanniyn e como foi traduzida para o inglês. Se forem ver a correspondência na vossa bíblia portuguesa provavelmente vão ver a palavra traduzida em algumas passagens como “chacais”. Bem… não são chacais. Os tradutores apenas imposeram uma palavra moderna, sem saber a Kronosaurque animal a bíblia se referia. O mesmo acontece com traduções noutras línguas.

Quando nós tiramos as lentes evolucionistas e partimos da bíblia para entender o mundo que nos rodeia, apercebemo-nos de coisas que nunca daríamos conta caso não atentássemos para ela. Por que razão os “monstros marinhos” que a bíblia fala não poderiam ser, por exemplo, criaturas como o Cronossauro ou o Plesiossauro?

Tem outras passagens interessantes que falam de uma “serpente voadora”:

Oráculo contra a Besta do Sul. Através da terra de aflição e de angústia, de onde vem a leoa e o leão, o basilisco, a áspide e a serpente voadora, levam às costas de jumentinhos as suas riquezas, e sobre as corcovas de camelos os seus tesouros, a um povo que de nada lhes aproveitará.” (Isaías 30:6)

Por que é que esta serpente voadora não pode ser um Pterodon ou um Pterodáctilo?pterodactilo

Não se esqueçam que somos nós que damos os nomes às coisas. Não é pelos antigos terem chamado outros nomes àquilo que nós hoje chamamos de “dinossauros” que eles não tiveram contacto com eles ou que estavam a criar lendas e mitos.

Hoje em dia também existem dragões. Não existem? Claro que existem! Se fores à Indonésia vais ver dragões-de-komodo, ou não?

E todos os anos são encontrados dragões. Em Outubro de 2002, a BBC anunciou a descoberta de um “dragão marinho” pré-histórico. Em Outubro de 2004, a BBC voltou a anunciar a descoberta de outro “dragão”, desta vez um “dragão adormecido”. Em Dezembro de 2006, foi anunciada a descoberta de um “dragão” de duas cabeças. A semana passada, referindo-se à forma como morreu um Plesiossauro, a National Geographic disse: “Ossos de monstro marinho revelam apetite desordenado dos tubarões antigos“.

CONCLUSÃO

Portanto, quando algum céptico aparece aí com intenções de gozar e pergunta: “Crente burro, então acreditas em dragões?“, nós podemos facilmente fazê-lo notar a sua preguiça mental, dizendo algo como: “Claro que acredito. Alguns ainda estão vivos hoje. Além disso, todos os anos são desenterrados dragões“.

A resposta é: sim! A bíblia refere os dinossauros. E até descreve dois com grande pormenor. Descubram na Parte 4.



A Bíblia e os dinossauros (Parte 2) – A ligação entre dragões e dinossauros
Novembro 5, 2009, 8:30 am
Arquivado em: Convicções / Fé, Evolução/Big-Bang

Ver Parte 1
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A bíblia utiliza a palavra hebraica tanniyn muitas vezes, referindo-se a criaturas portentosas. Em algumas passagens esta palavra foi traduzida como “dragão”. Não deixa de ser curioso os imensos relatos que povos por todo o mundo possuem a respeito de interacção com criaturas reptilinias, possuindo corpos alongados, pescoços serpentinos, cabeças contendo chifres, dentes aguçados, caudas longas, com ou sem asas membranosas. Estas histórias, chamadas de lendas de dragões, “têm estado com a humanidade desde o princípio da História[*1], e são, segundo o famoso evolucionista Carl Sagan, “um fenómeno global[*2].

A exposição “Monstros Marinhos” do Oceanário de Lisboa tem um texto mais ou menos à entrada que diz o seguinte [*3] [meu destacado]:

Antigamente, a forma como entendíamos o mundo baseava-se numa mistura de observação, imaginação e, por vezes, superstição. Contos de aventuras fantásticas e imaginativas e registos gráficos por vezes incompletos de criaturas vislumbradas parcialmente eram passados de mão em mão. Mitos e lendas sobre monstros marinhos misteriosos podem ser encontrados em todas as culturas costeiras do mundo.

Navegadores a caminho de novas descobertas, pescadores isoladores em ilhas desertas e em busca de sustento são apenas algumas das personagens que ao longo dos tempos imaginaram lendas e mitos acerca de misteriosos e terríveis monstros marinhos, para explicarem fenómenos que não eram completamente entendidos. O nosso medo de criaturas desconhecidas que se escondem sombriamente da superfície dos oceanos é uma constante em todas as culturas“.

Portanto, quem não teve estas experiências sabe que aqueles que tiveram as experiências só podiam estar a sonhar ou a ver mais do que o que era. Isto porque hoje sabemos que os seres humanos e os dinossauros nunca foram contemporâneos, uma vez que a “ciência” nos diz que os últimos viveram há milhões de anos, não é verdade?

As lendas sobre dragões têm alguma base de verdade?

Curiosamente, Adrienne Mayor, uma académica de Stanford, descobriu ligações sólidas entre certos fósseis de dinossauros e os relatos de dragões. Informação suficiente para encher três livros sobre o tema.

Lendas de dragões existem pelo mundo fora em muitas, senão todas as culturas antigas. Mayor acredita que estas lendas surgiram quando os povos antigos se depararam com os fósseis de dinossauros. Na sua óptica, se um antigo se tivesse deparado com um osso que parecesse como o Dracorex, o famoso dinossauro que se parece como um dragão, seria fácil especular sobre eles.

dracorexdragon

A respeito do Dracorex, Mayor disse que “o crânio é fortemente familiar a qualquer um que tenha estudado dragões! O Dracorex tem uma semelhança extraordinária com os dragões da antiga China e da Europa medieval“. O Dracorex foi desenterrado na América do Norte e não na China ou na Europa. Então, como é que os chineses, os aborígenes, os egípcios, os babilónios, os galeses e outros povos apareceram com lendas de dragões se, supostamente, os fósseis que deram origem às mesmas são raros e estão localizados no outro lado do planeta?

Este não é o único problema com este cenário. Lembram-se daqueles desenhos da coluna estratigráfica (vulgar coluna geológica) que aparecem nos manuais escolares? As camadas que supostamente pertencem aos dinossauros são a 4ª, 5ª e 6ª. Se os fósseis de dinossauros apareciam facilmente à superfície sem ser necessário desenterrá-los lá no fundo, isso quer dizer que as camadas superiores são fictícias, tal como se tem dito aqui. Só existem nos manuais escolares.

E quanto às referências a dinossauros na Bíblia?

Vamos até à Parte 3.

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REFERÊNCIAS OU NOTAS:

[*1] – “The Spread of Dragon Myths” (1981), Science Digest, 89:103, Maio

[*2] – Sagan, Carl (1977), “The Dragons of Eden“, (New York: Random House).

[*3] – Exposição última vez visitada em Setembro de 2008



A Bíblia e os dinossauros (Parte 1) – A Bíblia fala dos dinossauros?
Novembro 4, 2009, 9:00 am
Arquivado em: Convicções / Fé, Evolução/Big-Bang

Muitos cristãos ficariam sem saber como explicar aos seus amigos onde é que os dinossauros encaixam na História bíblica sem a subverter. Isto deve-se a duas razões essenciais: 1) a falta de exposição deste tema nas igrejas e congressos bíblicos e 2) a forte influência evolucionista que, sob a pretensão de ser ciência, desenvolveu uma teoria que contradiz o que a bíblia diz sobre a História da Humanidade.

Quando foram os dinossauros criados?

Vocês podem ficar surpreendidos mas a bíblia diz quando o T-rex foi criado. A sério!

dinosaur2O T-rex era um animal terrestre, aquático ou voador? Terrestre.

Em que dia Deus criou os animais terrestres? Dia 6 (Génesis 1:24).

Sendo assim, em que dia foram criados os T-rex? É isso mesmo. Dia 6. Não é muito difícil, pois não? Agora aplica o mesmo exercício aos restantes dinossauros. Os que voavam e viviam nas águas foram criados no dia 5 (Génesis 1:20-22), os terrestres no dia 6.

Se Deus criou os dinossauros, por que eles não são mencionados na Bíblia?

Deixem-me dar-vos uma novidade. A palavra “gato” também não vem na bíblia. Alguém tem dúvidas de que eles sempre estiveram por aí?

Relativamente à palavra “dinossauro”, ela nunca poderia aparecer na bíblia pois só foi inventada/criada em 1841. Richard Owen, naturalista britânico, juntou as palavras gregas deinos (que significa poderoso, terrível) e sauros (lagarto) e formou a palavra dinossauro, como hoje a conhecemos. A tradução da bíblia por João Ferreira de Almeida foi concluída em 1676. Creio que por esta altura já todos perceberam por que razão a palavra “dinossauro” não vem na bíblia.

dinosaur1

Se a bíblia falar de dinossauros chamar-lhe-á outro(s) nome(s). Génesis 2:19 diz-nos que Adão deu nome aos animais, portanto, para encontrarmos a referência a estes animais temos de procurar os nomes hebraicos dados a estas criaturas.

Então que tal irmos à procura desses nomes? Vamos até à Parte 2.



Feedback da semana – (Fendas branquiais nos embriões humanos; semelhança embrionária)
Novembro 1, 2009, 2:45 pm
Arquivado em: Evolução/Big-Bang, Respostas a Ateus

Resposta ao comentário feita pela krysynha no post 2 anos de Lógica do Sabino.
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O comentário da autora tem por base a defunta ideia da “lei da recapitulação”, que diz que o embrião de determinado ser vivo passa pelas mesmas fases de desenvolvimento das suas alegadas espécies ancestrais. Os embriões que Haeckel haeckel1apresentou como evidência da sua ideia eram muito diferentes dos verdadeiros embriões nas suas respectivas fases de desenvolvimento.

A fraude foi desmascarada em 1874 mas, por incrível que pareça, esta ideia de que a “ontogenia recapitula a filogenia” ainda continua bem presente nos manuais evolucionistas, apesar de ter levado uma nova roupagem.

Em 1965, o conhecido evolucionista George Gaylord Simpson disse: “O facto de que a ontogenia não repete a filogenia está agora bem estabelecido[*1]. Keith Thompson, professor de Biologia na Universidade de Yale, disse: “É claro que a lei da recapitulação está bem morta. Foi finalmente exorcizada dos livros de biologia nos anos 50[*2]. No entanto, esta ideia continua a ser ensinada em muitos manuais pós-anos 50.

A persistência da ideia

Actualmente, os evolucionistas dizem que o embrião humano atravessa vários estágios de evolução, como o ter fendas branquiais como os peixes ou caudas como os macacos. No entanto, aquilo a que eles se referem como “fendas branquiais” ou “cauda” não têm nada a ver com guelras de peixes ou caudas de macacos.

O termo mais correcto para definir as chamadas “fendas branquiais” são, na realidade, arcos faríngeos. Eles delineiam as estruturas da garganta e desenvolvem-se, posteriormente, na glândula do timo, na glândula paratireóide ou em canais auditivos, não tendo nada a ver com respirar, em cima ou em baixo de água.

embryo1A embrióloga J. Langman disse: “Uma vez que o embrião humano nunca tem guelras ou brânquias, foi adoptado, neste livro, o termo “fendas ou arcos faríngeos[*3].

A “cauda” não é mais do que o coccix, um importante ponto de apoio de vários ossos.

Tristemente, os evolucionistas continuam a usar uma má definição de termos, de maneira a levar mais pessoas à crença evolucionista.

As semelhanças nos primeiros estágios de desenvolvimentos dos embriões são inevitáveis

É inevitável que haja semelhanças nas primeiras fases de desenvolvimento dos embriões dos diferentes seres. Mas isto faz sentido de um ponto de vista do design. Quando construímos alguma coisa, o nosso objecto começa por não ter forma. Só quando a nossa construção está avançada é que ele vai ficando definido, com mais detalhes e pormenores.

Uma boa ilustração é o barro e o oleiro. O oleiro começa apenas com um pedaço de barro, quer ele queira fazer um Haeckel-1874cálice ou um vaso. Na fase inicial, não se sabe em que é que aquele barro se vai transformar. Se virmos fotografias de um vaso e um cálice nas suas fases iniciais, notaremos grandes semelhanças, ou melhor, a ausência de pormenores e detalhe.

Um embrião humano é sempre um embrião humano e um embrião de um peixe é sempre um embrião de um peixe. Os embriões não recapitulam as alegadas fases evolutivas, mas tornam-se cada vez mais específicos à medida que o processo avança.

Um estágio avançado

Por outro lado, estas semelhanças superficiais não surgem nos primeiros estágios de desenvolvimento do embrião, mas sim num estágio mais avançado. Se o argumento da “ontogenia recapitula a filogenia” fosse válido, seria de esperar que as parecenças fossem visíveis nos primeiros estágios de desenvolvimento. As fotografias que vos são mostradas são de uma fase mais avançada do desenvolvimento do embrião, já que as primeiras fases as diferenças não servem de evidência a este argumento.

As diferenças nos estágios iniciais não suportam o argumento das semelhanças embrionárias se deverem a ancestralidade comum.

Sir Gavin de Beer, embriólogo e antigo director do Museu Britânico de História Natural, escreveu a respeito da falta de base genética e de embriologia para o argumento da homologia na monografia Homology, an unsolved problem. Apesar de de Beer acreditar na evolução, ele mostrou que as similaridades eram apenas aparentes e não eram consistentes com ancestralidade comum.

Criador comum é a melhor explicação

Sem dúvida que as possíveis semelhanças no processo de desenvolvimento embrionário é mais bem explicado tendo em conta a visão de um Criador ou Designer comum, que utilizou um mecanismo funcional para diferentes criações suas.
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Para mais informação:

What about similarities and other such arguments for evolution?

Does homology provide evidence of evolutionary naturalism?
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REFERÊNCIAS OU NOTAS:

[*1] – Simpson & Beck (1965), An Introduction to Biology, p. 241

[*2] – K. Thompson (1988), Ontogeny and Phylogeny Recapitulated, American Scientist 76:273

[*3] – Langman, J. (1975), Medical Embryology, (3rd edition), p. 262.



Homem moderno é um “molenga”, quando comparado ao homem antigo
Outubro 28, 2009, 11:48 pm
Arquivado em: Evolução/Big-Bang

Muitos aborígenes pré-históricos australianos bateriam facilmente o recordista mundial dos 100 e 200 metros, Usain Bolt, nas condições atuais. Os tutsi, de Ruanda, conseguiam superar o recorde de salto em distância, de 2,45 metros, em suas cerimônias de iniciação, nas quais tinham que pular pelo menos a sua própria altura para provar a sua masculinidade. E qualquer mulher neandertal venceria o ex-fisiculturista, actor e atual governador da Califórnia, Arnold Schwarzenegger, num “braço de ferro”.

Jamaica Internationa Invitational MeetEstas e outras surpreendentes revelações – que dão a entender que o homem moderno é um fracote, um tremendo molenga – estão num livro lançado pelo antropólogo australiano Peter McAllister, intitulado Manthropology, e cujo provocativo subtítulo pode ser traduzido como “A ciência do macho moderno inadequado“. Já na abertura do livro, McAllister demonstra o que está por vir: “Se você está lendo isso, então você, ou o macho que comprou esse livro para você, é o pior homem da História. Sem ‘talvez’, sem ‘porém’. Isso mesmo: o pior homem da História. Como classe, somos, na verdade, o mais patético dos Homo sapiens a andar pelo planeta“, diz o autor.

Usando um vasto material de pesquisa, McAllister garante ter encontrado evidências mostrando que o homem moderno é inferior aos seus antepassados, entre outras modalidades olímpicas, nas áreas de corrida e de salto. Suas conclusões sobre a velocidade dos aborígines australianos de 20 mil anos atrás são baseadas em pegadas, preservadas num lago fossilizado, de seis homens perseguindo uma presa.

A análise das pegadas de um dos homens mostra que ela alcançava velocidades próximas dos 37 km/h, numa superfície lamacenta, perto de um rio. Em comparação, Bolt atingiu a velocidade de 42 km/h durante seu recorde olímpico de 9,69 segundos durante os Jogos Olímpicos de Pequim (substituído este ano por outra marca, de 9,58 segundos, no Campeonato Mundial de Atletismo, em Berlim).

Entrevistado na Universidade de Cambridge, onde reside temporariamente, McAllister afirma que, com treinos Pigmeumodernos, calçado adequado e pistas de tartan, os caçadores aborígines teriam alcançado velocidades de 45 km/h. “Acreditamos que eles estavam correndo no seu limite quando perseguiam uma presa. Mas se conseguiam atingir 37 km/h em um solo bastante macio e flexível, seriam grandes as chances de que eles pudessem superar Usain Bolt se tivessem as mesmas facilidades que ele tem. Podemos ver isso pela forma como o homem analisado corria, acelerando, até o final“, disse.

Segundo ele, qualquer um dos outros companheiros do homem pré-histórico estudado também poderiam correr tão rápido.
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Como podemos perceber pelo relato bíblico de Génesis, o Homem antigo batia o Homem actual em todos os requisitos. Basta pensar nas pirâmides e noutros monumentos megalíticos por eles construídos, e que permaneceram até aos dias de hoje. Muitos, inclusive, avançaram com teorias de extra-terrestres terem sido responsáveis por estes monumentos Piramides_Egipto_453896uma vez que, quando foram descobertos, a tecnologia da altura era insuficiente para erigi-los.

Hoje nós temos tecnologia para fazer construções ainda mais majestosas. Isso deve-se ao facto de que a informação e o conhecimento é acumulável. Daqui a 100 anos, as pessoas desse tempo vão fazer coisas que hoje são uma utopia para nós. No entanto, apesar de termos mais informação, perdemos em tudo para o homem antigo: força, memória, longevidade, inteligência, etc.

Aquela imagem de propaganda evolucionista que mostra o homem a ficar cada vez mais alto e robusto é falsa. A verdade é que o contrário aconteceu. Os nossos antepassados tinham cérebros e estruturas corporais maiores. Vivemos o processo de involução a partir de uma origem superior, decadência essa ocasionada pelo pecado.

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Modificado a partir do original CriacionismoHomem moderno é um “molenga”