Caros ateus… atentem para o ninho de madeira da imagem. Se eu vos perguntasse de onde é que ele veio, o que diriam?

Claro que diriam logo que alguém o fez e o prendeu àquela árvore, mas… como é que sabem isso? Afinal de contas, vocês não viram ninguém a construi-lo… como sabem que ele não apareceu espontaneamente, por acidente? (Na verdade, estou a ser bastante sério. Tal como vós, eu também acredito que o ninho de madeira teve de ser construído por alguém, mas eu quero que vocês ponderem o porquê de terem chegado a essa conclusão).
Eu teria respondido desta forma: apesar de não ter visto ninguém a construir o ninho, posso ver que que ele tem um certo nível de complexidade e organização que, embora limitado, nunca surge através de processos naturais, sem assistência externa. Alguém teve de o fazer e prendê-lo à árvore.
E agora mais três questões:
1) O ninho de madeira pode absorver a energia solar e convertê-la em alimento? Não, não pode!
2) O ninho de madeira pode reparar-se a si mesmo, caso se danifique de alguma maneira? Não, não pode!
3) O ninho de madeira pode gerar cópias de si mesmo que, por sua vez, podem gerar mais cópias? Não, não pode!
No entanto, a árvore onde se encontra o ninho pode fazer todas estas coisas. O processo de fotossíntese exibido pela árvore é extraordinariamente complexo e o ser humano ainda nem conseguiu duplicá-lo na perfeição. Apesar de tudo isto, vocês dizem que a árvore não teve um criador… dizem que ela é apenas um produto do tempo e do acaso. Onde está a lógica disso?
Se o ninho de madeira teve um criador (como nós acreditamos que teve), também a árvore que o segura teve. E é, certamente, um criador mais inteligente do que aquele que construiu o ninho de madeira!
____________________________________________________________________________________
“Pois os seus atributos invisíveis, o seu eterno poder e divindade, são claramente vistos desde a criação do mundo, sendo percebidos mediante as coisas criadas, de modo que eles são inescusáveis” (Romanos 1:20)
O “Homem de Nebraska” não ficou muito atrás do “Homem de Piltdown”, nem na publicidade que se fez do assunto nem no grande erro ou engano. A partir de um dente imaginaram-se as coisas mais espantosas. Aliás, os evolucionistas possuem uma fértil imaginação, assim como os artistas que conceberam os mais diversos “retratos” dos pseudo-antepassados. O fóssil foi descoberto em 1917 e apresentado em 1922 como um dos ancestrais primitivos do ser humano (Hesperopithecus haroldcookii).
Os artistas convidados para desenharem o “Homem de Nebraska” imaginaram e pintaram quadros que nada tinham a ver com a realidade. Aliás, a realidade era desconhecida, pois a partir de um dente que realidade se poderá imaginar? Para além disso, fizeram questão de o pintar juntamente com a sua família.

O “Homem de Nebraska” foi apresentado como evidência de Evolução humana. Em 1925, em face do aparecimento de outros fósseis, verificou-se que, afinal, aquele dente pertencia a uma raça de porcos extinta! O “Homem de Nebraska” foi despromovido de ancestral humano a porco!
Por esta altura, há ateus que dizem: “Os erros foram descobertos por cientistas e não por religiosos!“. Esta afirmação é estapafúrdia por duas razões:
1º) Assim como não esperamos que seja um cientista a cozer no forno o pão que nós comemos ou a consertar os bombitos do nosso carro, também não será um padeiro ou um mecânico a descobrir os erros da “ciência”. Cientistas inventam histórias com fósseis, cientistas retratam-se das histórias com fósseis;
2º) Na medida em que o religioso que acredita na criação de Deus é o primeiro a dizer que nunca houve esta coisa de homens-macaco ou homens primitivos (também conhecida por Evolução), ele está um passo à frente dos cientistas que inventam estas histórias. Sem precisar de fazer testes, o crente já sabe de antemão que todas as histórias de homens-macaco são uma grande balela;
Há também quem se desculpe com o facto de que “a Ciência auto-corrige-se“. É por isso que eu prefiro confiar no Deus da Bíblia… Ele não precisa de um manual reeditado a cada 3 anos!
Tantas histórias em volta de um único dente! Tanta imaginação de evolucionistas, artistas e editores. Por fim, desvenda-se o mistério: um porco! Este nem sequer era um macaco ou bicho semelhante. É mais um episódio que mostra bem o desespero dos evolucionistas em tentarem encontrar, a todo o custo, alegados ancestrais primitivos. Quando se tenta encontrar evidências de algo que não existe dá nisto… erros grosseiros!

Um vídeo de 3 minutos a respeito deste fiasco evolucionista:
___________________________________________________________________________
“[Os homens] Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos” (Romanos 1:22)
A primeira imagem é uma paródia ao jogo de adivinhação que vai na “ciência” da datação.

- “Como podes acreditar na Bíblia? A Bíblia não é fiável. Os cientistas têm as respostas que mostram que não se pode acreditar na Bíblia!“
- “Vê a idade da Terra. Eu acredito em pessoas em quem se pode confiar!“
Ilustração:
75.000 anos
100.000 milhões de anos
98 milhões de anos
20-40 milhões de anos
4,5 biliões de anos
_____________________________________________________________________
A segunda imagem é uma paródia aos “factos” que os cépticos usam contra a Bíblia, factos esses que mudam mais facilmente que a posição de treinador no Benfica.

- “Por que é que vocês não acreditam literalmente na Bíblia? Vocês não são teólogos?“
- “Não podemos acreditar literalmente na Bíblia. Ela foi escrita por homens!“
- “Homens inspirados por Deus!“
- “O que quer que seja! Os factos fiáveis são escritos por cientistas!“
- (Espera um pouco)
- “Estás a usar o livro de Ciência dos anos passados! Este aqui tem todos os novos factos!“
- “Como eu estava a dizer, os factos fiáveis são escritos por cientistas…“
___________________________________________________________________________
Modificado a partir do original Darwinismo - A Fiabilidade das Opiniões Humanas
Muita propaganda se faz aos alegados fósseis transitórios sempre que um grupo de cientistas diz que encontrou uma nova peça no puzzle evolutivo (como se os restos fósseis viessem com etiquetas a dizer a idade ou coisa do género) . Temos como exemplo recente o Ventastega. O cristão que acredita na Bíblia deve ter em mente que, para o evolucionista, qualquer ossinho é prova de evolução de peixes para homens. Eles desenvolverão muitas teorias espectaculares para tentar provar que a Evolução aconteceu. Pior é quando estes delírios são desmascarados pelos próprios animais.
Apresento-vos um celacanto fossilizado e um celacanto vivo actualmente:


O celacanto era um peixe apenas conhecido no registo fóssil. Tinha 1, 80 metros de comprimento e uma antiguidade que os evolucionistas calcularam em 410 milhões de anos (uma vez que foi encontrado no período Devoniano - entre 416 e 359 milhões de anos atrás). Estaria extinto há cerca de 65 milhões de anos, ou seja, jogou às cartas com os dinossauros e desapareceu na mesma altura que eles. Nos fósseis do celacanto estaria o antepassado de todos nós.
A respeito deste peixe, os evolucionistas até diziam que ele tinha órgãos primitivos que davam a entender que ele teria rastejado para a terra. Os artistas desenharam o celacanto a sair da água em direcção à terra e esta “prova evolutiva irrefutável” foi colocada nos manuais escolares.
E eis que…
Os delírios evolucionistas caíram por terra quando um celacanto vivo foi apanhado por um grupo de pescadores em Madagáscar. O celacanto vivo era exactamente igual ao do registo fóssil. Não tinha evoluído nada nem estava extinto há 65 milhões de anos. Para além disso, os órgãos do peixe não eram nada primitivos nem coisa que se parecesse. Mais, para além de não ter saído da água para a terra, o celacanto é um peixe que actualmente vive nas águas mais profundas. Mais de 200 celacantos foram já descobertos.
Para um peixe que se extinguiu há 65 milhões de anos, não podes exigir que ele seja mais fresco do que isto:

De vez em quando, os evolucionistas apresentam supostos fósseis transitórios, dizendo que têm características primitivas que indicam que o animal estava em processo evolutivo para uma criatura diferente. A descoberta deste peixe mostrou que as construções evolucionistas não passam de contos de fada, puras ilusões interpretativas que não são nada fiáveis. É algo que não admira, uma vez que o ser humano está sujeito ao erro. A propensão ao erro aumenta quando não se quer acreditar na única testemunha ocular que presenciou a origem do mundo e da vida. O episódio do celacanto mostra-nos o quão credíveis são as especulações evolucionistas.
Não se esqueçam, amigos… quem quiser ver um peixe de 410 milhões basta deslocar-se até Madagáscar.
Aqui fica um vídeo de 3 minutos sobre este delírio evolucionista:
__________________________________________________________________________
“No princípio criou Deus os céus e a Terra” (Génesis 1:1)
Arquivado como: Evolução
A publicação da descoberta de um novo fóssil transitório deixou alguns bloggers evolucionistas em êxtase. Pergunto-me porquê a razão de tanto assombro pelo facto de alguns evolucionistas terem apresentado mais um fóssil transitório. Isto é, para os evolucionistas a hipótese da Evolução “está mais que provada”. Pelo menos, é o que eles estão constantemente a asseverar. O engraçado é que sempre que são anunciados supostos elos de transição, os artigos dos meios de comunicação social admitem coisas do género: “novo elo preenche lacuna existente”. É o caso do artigo da BBC. O subtítulo da notícia diz o seguinte: “Cientistas dizem que um fóssil de um peixe de quatro patas fornece novas luzes a respeito do processo evolutivo” (leia-se nas entrelinhas: luzes que preenchem lacunas existentes, apesar de a hipótese da Evolução estar mais que provada). De facto, desde que comecei a interessar-me pelo tema “Evolução” já li umas 4 ou 5 vezes notícias que reportavam “lacunas preenchidas” (e muitas outros “factos” remendados).
Qual a razão do espanto?
Voltando ao primeiro “porquê”… qual o espanto por mais um fóssil transitório ter sido apresentado por evolucionistas? Só os mais ingénuos é que ainda ficam em êxtase quando a “ciência” “comprova” a hipótese da Evolução. Só o pode fazer mesmo, não é?
Vejamos… este fóssil foi encontrado em rochas do período Devoniano (entre 416 e 359 milhões de anos atrás), logo a sua “idade” tinha de estar compreendida entre este período. Quando o evolucionista procura restos fósseis em X camada com idade compreendida entre Y e Z, todos os restos fósseis que lá estejam só podem ter entre Y e Z idade, caso contrário algo não está certo, não é?
Por sua vez, quaisquer restos fósseis encontrados em estratos geológicos com 300 ou 400 milhões de anos só podem provar uma de duas coisas: evolução ou evolução… não há outra hipótese. Uma vez que a Evolução “está mais que provada”, só o podem fazer, não é?
E por que é que os evolucionistas sempre conseguem criar cenários evolutivos com estes restos fósseis? Ora, uma vez que há 300 milhões de anos todas as criaturas eram primitivas, os restos fósseis deste período só podem indicar características primitivas. E uma vez que a Evolução “está mais que provada” os restos fósseis só podem indicar que estes animais se encontravam em processo evolutivo, não é? (Excepto quando aparecem por aí animais desta época, sem qualquer sinal de mudança morfológica… mas isso fica para outro conto).
Quanto ao Ventastega
Segundo os paleontólogos que o composeram (porque o fóssil final foi construído a partir de restos fósseis de diferentes criaturas), o Ventastega curonica viveu na Letónia há cerca de 365 milhões de anos. Ele foi apresentado como sendo um fóssil transitório entre o Tiktaalik e o Acanthostega:

Coisas que passam despercebidas em resultado do êxtase evolucionista:
a) O Ventastega foi um “beco sem saída evolutivo”;
b) Foi colocado a seguir ao Tiktaalik, no entanto, é uma forma mais primitiva;
c) Os cientistas acreditavam que os primeiros anfíbios evoluíram de forma linear, porém, a descoberta deste fóssil confirma que as criaturas se diversificaram em diferentes ramos ao longo do tempo;
d) Os restos fósseis do Ventastega foram descobertos em areia que, apesar de supostamente terem 365 milhões de anos, por alguma razão, não solidificaram em rocha;
e) Quando apresentaram o Tiktaalik, os evolucionistas disseram que esta criatura já teria patas adequadas para andar em terra. Contudo, este novo fóssil, alegada transição entre o Tiktaalik e o Acanthostega, ainda está à espera que lhe encontrem as barbatanas, patas, pernas, o que quer que seja (o fóssil do Ventastega resume-se ao crânio, ombro e parte da pelvis);
Apesar da grande propaganda ao Ventastega, ainda muita informação está em falta. Os cientistas dizem que ele tem a cabeça parecida com a do Tiktaalik e o corpo parecido com o Acanthostega, isto apenas faz dele uma criatura mosaico. Isto é, uma criatura totalmente operacional com características de diferentes animais. O ornitorrinco também é um animal com características de diferentes animais e, no entanto, ninguém o considera um fóssil transitório. A maioria do que se diz do Ventastega é puramente baseado em interpretação, em especulação. Tal como disse, a urgente necessidade de descobrir “elos perdidos” faz com que se veja Evolução em tudo que é resto fóssil. Ah, e não se esquecem… o desenho do Ventastega (em baixo) é apenas uma representação artística.

“Sim a evolução ainda é uma indução muito frágil, é como um desenho de ligar pontos em que só temos o primeiro, o último e dois ou três intermédios perdidos.”
_______________________________________________________________
Texto transcrito do original N9 - O Programa do Filipe
Arquivado como: Evolução
Um dos ateus residentes teve a delicadeza de me informar sobre mais um caso de inteligência animal. A notícia diz que uma investigadora portuguesa descobriu o quebra-nozes mais complexo feito por chimpanzés selvagens. Esta notícia diz muito àqueles que acreditam que o chimpanzé é o primo mais próximo do ser humano na “árvore da vida”. Eles são logo peremptórios a dizer coisas do género: “Tás a ver… o chimpanzé faz coisas inteligentes porque ele e o homem separaram-se do mesmo ancestral“. O problema é que o chimpanzé não é o único animal a mostrar sinais de inteligência. Já falei aqui da capacidade de pensamento abstracto que os ratos têm (Ver: A semana que passou - 21 de Abril - 3º tópico), da capacidade de contar dos cavalos (Ver: A semana que passou - 13 de Abril - 3º tópico) e das capacidades cognitivas das abelhas (Ver: A semana que passou - 10 de Junho - 3º tópico). Vamos agora ver outros comportamentos de inteligência animal:
O elefante
Os elefantes são muito inteligentes. Eles criam relações sociais complexas e exibem um largo leque de emoções. Os elefantes possuem uma memória avançada, ficam de luto pelos seus mortos, permanecendo, por vezes, junto ao corpo do recém-falecido por alguns dias. Já houve até um caso em que um elefante enterrou 2 seres humanos, com vegetação.
Os elefantes utilizam ferramentas com grande habilidade. Os mais velhos ensinam os mais novos a utilizar paus para esmagar moscas que os importunam e a utilizar vegetação para se coçarem. Eles próprios criam novos utensílios para matarem moscas, a partir de folhas e ramos de árvores.

Eles também têm o seu lado de artista. Fazem desenhos na terra, utilizando a sua tromba para manipular o pau que usam para o efeito. Mais impressionante ainda, alguns elefantes tailandeses foram ensinados a pintar arte abstracta, atraindo visitantes ao jardim zoológico.
Recentemente, um elefante de um zoo na Coreia do Sul aprendeu a pronunciar algumas palavras que o seu tratador utiliza constantemente. Impressionante! Mas mais impressionante ainda é o facto de o cérebro do elefante ter 0,2% do tamanho total do seu corpo. Em contraste, o cérebro dos chimpanzés ocupa 0,8% do total do corpo e o do homem 2,3%.
O corvo
Os corvos da Nova Caledónia são famosos pela sua habilidade a construir ferramentas. Mais, eles usam ferramentas para manipularem outro tipo de ferramentas e utensílios. Tais habilidades revelam que o poder cerebral dos corvos permite-lhes aplicar os seus conhecimentos em situações completamente novas, para além de utilizarem os conhecimentos assimilados em situações passadas.
O talento extraordinário destes corvos na construção de utensílios desafiam a reputação do chimpanzé, pensado como o animal mais competente no manuseamento de ferramentas. No seu habitat na Nova Caledónia, estes corvos são capazes de trabalhar um variado número de ferramentas incluindo ganchos, que utilizam para tirar comida de buracos e fendas. Um destes corvos mostrou que consegue conceber e manufacturar uma ferramenta a partir de materiais nunca utilizados anteriormente. Este feito não é conhecido em mais nenhum animal, nem nos chimpanzés.
Esta descoberta levanta muitas questões acerca da capacidade cerebral dos corvos. Kacelnik, um evolucionista da Universidade de Oxford, disse: “Não acredito que os corvos tenham uma inteligência superior aos chimpanzés, no entanto, nesta área específica de habilidade cognitiva, os corvos parecem estar em vantagem“.
O porco
Apesar dos estereótipos construídos em relação ao porco, a sua capacidade de aprendizagem é superior à dos cães.
Conclusão
Quando é o chimpanzé ou o macaco a revelar sinais de inteligência, o evolucionista não perde tempo a afirmar que isso acontece porque eles são os animais mais próximos de nós na “árvore da vida”. No entanto, há outros animais que revelam feitos extraordinários que ultrapassam as capacidades dos chimpanzés. Nestes casos, a propaganda mediática fica um pouco esquecida. Para o evolucionista isto é difícil de entender, uma vez que os elefantes e os corvos não estão tão relacionados com o ser humano como está o chimpanzé.
O chimpanzé não revela sinais de inteligência por ser próximo do Homem, mas porque Deus criou todos os animais com inteligência, sendo que o Homem foi criado à Sua imagem e semelhança. O ser humano inspira-se na inteligência e no mecanismo de vários animais para inventar coisas e ainda tem a lata de dizer que os originais surgiram por acaso.
_________________________________________________________________________________
“Pois os seus atributos invisíveis, o seu eterno poder e divindade, são claramente vistos desde a criação do mundo, sendo percebidos mediante as coisas criadas, de modo que eles são inescusáveis” (Romanos 1:20)
Um dos ateus que comenta no blogue O Criacionismo e a Teoria da Evolução disse que no debate “Razão na Criação ou Fé na Evolução” que decorreu na Faculdade de Teologia de Braga, quase tudo que o orador criacionista disse era treta. Como eu também estive lá, posso fazer o meu comentário. Citarei alguns exemplos apresentados, seguidos do meu comentário. Substituí o nome do orador simplesmente por “orador”:
____________________________________________________________________________
1. “O orador disse que o osso se tinha partido ao ser carregado para o helicóptero e que de imediato a Mary exclamou que o osso tinha nove dias. Ao mesmo tempo mostrou uma imagem que dava a entender que do osso tinham saído vigorosos nacos de carne. Soube-se depois que afinal a imagem era falsa, que a Mary não disse nada daquilo e que tudo aconteceu dentro de um laboratório.“
-> O orador, de facto, disse que o osso partiu-se ao ser carregado para o helicóptero. Se o disse numa de brincar com a situação ou se o disse a pensar que foi realmente assim, não sei… sei que nos vários sítios que li sobre o assunto foi reportado que o osso foi partido ao retirar do local onde foi encontrado.
-> O orador não disse que a cientista que descobriu o fóssil afirmou que o mesmo tinha nove dias. Ela disse que, pelo excelente estado de conservação a nível celular, o fóssil dava a sensação que tinha 9 dias. É diferente.
-> A imagem que o orador mostrou foi precisamente o que os cientistas puderam ver quando analisaram os tecidos moles encontrados ao microscópio. O “dava a entender que do osso tinham saído vigorosos nacos de carne” já é uma interpretação pessoal.
-> O “soube-se depois que afinal a imagem era falsa” é uma grande mentira. A imagem não é falsa. Podemos vê-la, entre outros sítios, aqui e aqui.
______________________________________________________________________________
2. “A treta do código genético enquanto código que exige consciência para atribuir significado (referente proteico) ao significado (complexos constituintes do ADN). É treta, e das fortes, mas que um leigo engole bem.“
-> Se o orador disse algo deste género não me lembro. Sei que disse que o código genético necessitou da acção de uma inteligência para que funcionasse. Aliás, como qualquer sistema de informação necessita.
______________________________________________________________________________
3. “A treta das “premissas naturalistas que afastam Deus à partida”. Aquilo é filosofia da ciência do mais deturpado que há, e provavelmente uma desonestidade de todo o tamanho. Penso que é a nata do orador (o texto é citado por toda a blogosfera criacionista), mas ainda por cima é historicamente incorrecto.“
-> Todos os ateus tentam-se defender dos ataques criacionistas à filosofia naturalista. Explicam-se utilizando o exemplo de Newton que atribuía a Deus as irregularidades nas órbitas dos planetas que não se encaixavam na sua teoria. Mais tarde, Einstein explicou por métodos naturalistas aquilo que Newton atribuía a Deus. No entanto, Einstein não explicou como é que a Gravidade surgiu em primeiro lugar. Deus nunca foi excluído.
-> Parece teimosia a mais querer negar que o naturalismo não impede uma “mão de Deus”. Basta ver-se os inúmeros exemplos de descobertas científicas controversas para a Evolução que levam os cientistas a definirem os seus próprios axiomas. Quando os tecidos moles do T-rex foram encontrados extremamente bem preservados, os cientistas passaram a acreditar que afinal é possível que eles durem dezenas de milhões de anos, apesar de anteriormente a essa descoberta acreditar-se que todo o material orgânico não duraria mais de 100.000 anos. Um exemplo mais recente revela ainda mais as talas do evolucionista. Quando esta pegada de um ser humano bípede avaliada entre 5 a 15 milhões de anos foi descoberta, os cientistas não disseram que ela poderia deitar por terra a Evolução. Antes, saíram-se com isto: “esta pegada provaria a existência de “outras humanidades”“… o que quer que isto queira dizer. As pressuposições naturalistas fazem com que os cientistas não vejam o óbvio.
____________________________________________________________________________
4. “A treta divisão da ciência em ciência das origens e ciência operacional (ou algo que o valha), como se a ciência fosse um tabuleiro de xadrez com casas individualizadas.“
-> Há uma diferença bem óbvia entre uma ciência que faz experiências no presente (que nos permite ter um telemóvel e um computador para criar blogues a revelar aquilo que não aprendemos na escola sobre a Evolução) e uma ciência que tenta desenhar uma história das origens, com base em certos pressupostos.
-> A verdade é que quando os cientistas se inspiram em mecanismos presentes em animais para surgirem com novas invenções, eles não precisam de estudar o suposto passado evolutivo desses animais para algo aparecer. O Louis Pasteur não precisou de estudar o suposto passado evolutivo dos germes e bactérias para dar origem à pasteurização. Os irmãos Wright não precisaram de estudar o suposto passado evolutivo dos pássaros para criarem o avião.
____________________________________________________________________________
5. “A treta da irrefutabilidade da teoria da evolução, com referência às teses do falsificacionismo de Popper - curiosamente, quando o próprio Popper admitiu que a teoria era falsificável.“
-> Não me lembro de ter referido isto. Não estou a dizer que não referiu, estou a dizer que não me recordo se o disse ou não.
____________________________________________________________________________
6. “A treta de que as mutações apenas causam perda de informação genética ou que a deturpam. Isto é das palermices que qualquer estudante de biologia do primeiro ano apanha. Imagina tu que biologicamente nem há essa coisa de mutações más e boas. Uma mutação confere mais adaptabilidade conforme o contexto.“
-> Curiosamente, o biólogo que fazia as honras evolucionistas não se pronunciou a este aspecto.
-> Biologicamente nem há essa coisa de mutações más e boas… elas conferem mais adaptabilidade conforme o contexto… sim, claro que sim… que o diga o Homem-Árvore. De certeza que se sentiu mais adaptado ao seu ambiente. (Ver também: Alterações genéticas não produzem nova informação genética - Parte 1 e Parte 2).
“Porque um Deus todo-poderoso permite as catástrofes naturais que todos os anos tiram a vida a milhares de pessoas?“, “Como pode Deus ser infinitamente bom e deixar que os terramotos e tsunamis aconteçam?“… são algumas das perguntas-tipo dos ateus. Elas são proferidas com intenções diferentes. Alguns colocam-nas porque não conseguem compreender como Deus permite que as calamidades aconteçam. Outros colocam-nas para a seguir concluirem: “Deus não existe. Se realmente existisse um Deus que nos ama, Ele não permitiria que estas catástrofes dizimassem as populações“. É essencialmente a estes últimos que este post se dirige.
Porque é que eles dizem que a morte de 30 mil pessoas num terramoto é uma coisa má? Porque a vida humana é algo precioso! Estamos todos de acordo quanto a isso, não estamos? A Bíblia sempre considera a morte como uma coisa má. I Coríntios 15:26 diz-nos que “o último inimigo a ser destruído é a morte“. Em João 10:10, Jesus disse: “Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância“. A vida é importante porque foi Deus quem a criou. Ele soprou nas narinas de Adão o fôlego da vida (Génesis 2:7). Por esta razão, a vida é algo precioso. A morte só “entrou em cena” após a desobediência de Adão e Eva.
Mas de um ponto de vista evolucionista, por que razão a morte de 30 mil pessoas numa catástrofe natural é assim tão horrível? Se o ser humano é apenas o resultado de processos químicos não-direccionados, por que razão a vida humana é diferente da vida de uma libelinha? Os mesmos processos que actuaram em nós são os mesmos processos que actuaram na libelinha. As larvas são o resultado de um processo impessoal que também actuou em nós.
Se o nosso cérebro é só um arranjo aleatório de moléculas, sem nenhum tipo de assistência ou propósito, então por que é que a morte de seres humanos em catástrofes é uma coisa má? Por que é que gostamos de ver matança de touros na arena e ficamos chocados quando um pai viola e mata a própria filha? Afinal de contas, de um ponto de vista evolucionista, são animais a matar animais. Para quem não acredita na Bíblia, os conceitos de “bom” e “mau” não passam de meras opiniões… algo completamente subjectivo. Para os sadomasoquistas a dor é uma sensação boa. Para os muçulmanos a vida terrena não tem assim tanto valor. Por que considerar a morte uma coisa a evitar?
As noções do cérebro do Sadam Hussein e do Stalin obedeceram às mesmas leis químicas que operam no cérebro da Madre Teresa de Calcutá. Com que base os primeiros foram mais cruéis do que a segunda?
O evolucionista não é coerente com a sua crença (e ainda bem que assim é). Se a nossa vida não teve nenhum propósito, se o nosso planeta é apenas o produto da soma de factores como o tempo e a espontaneidade, então matar humanos não é mais duro ou horrível do que um sapo matar moscas ou eu pisar formigas. Todos estes organismos são o resultado de uma magia biológica sem nenhuma razão de ser aparente. A vida de um ser humano não é mais especial do que a vida de um caracol pois ambos percorreram a mesma maratona evolutiva e ambos coexistem sem nenhum propósito especial.
Ainda bem que os ateus não são consistentes com aquilo que apregoam.
Arquivado como: Evolução
Todas as divisões da vida (filo) mais importantes são encontradas no Cambriano, era geológica que tem 500 milhões de anos, segundo os evolucionistas. Até há poucos anos, pensava-se que os vertebrados ainda não tinham surgido nesta era geológica.
Contudo, em 1995 descobriu-se os conodontes, que aparecem na camada geológica do Cambriano Superior (entre 501 a 488 milhões de atrás). Constatou-se que os conodontes pertenciam a criaturas parecidas com as enguias. Também os restos fósseis do Anatolepis indicam que o Cambriano não é constituído apenas por invertebrados, como pensavam os evolucionistas (acreditava-se que eles ainda não tinham evoluído).
Em 1999, paleontólogos chineses reportaram a descoberta do peixe mais “antigo” de sempre e publicaram a descoberta na revista científica Nature. O Haikouichthys ercaicunensis foi encontrado no Cambriano Inferior (entre 542 e 513 milhões de anos atrás) e mostra que os peixes já andavam por cá nesses tempos remotos. O líder da equipa que descobriu o fóssil, Conway Morris, disse: “A descoberta mostra que os peixes evoluíram muito mais cedo do que nós pensávamos“. De facto, este fóssil de vertebrado sugere que os peixes tenham evoluído 50 milhões de anos mais cedo do que os evolucionistas pensavam.
Não deixa de ser engraçado que a história das origens de várias espécies vai sendo recuada à medida que mais descobertas se fazem (Para outro exemplo, ver: O ornitorrinco não quer ceder).

