Quando tratam do assunto das contradições bíblicas apontadas, Josh McDowell e Don Stewart, experientes apologistas cristãos, escrevem:
“O que é uma contradição? O princípio da não-contradição, que é a base de todo pensamento lógico, afirma que uma coisa não pode ser ao mesmo tempo “a” e “não-a”. Em outras palavras, não pode estar chovendo e não-chovendo ao mesmo tempo…
Ao encontrar possíveis contradições, é de extrema importância lembrar que duas afirmações podem diferir entre si sem serem contraditórias. Algumas pessoas não sabem distinguir entre contradição e diferença. Por exemplo, o caso do cego em Jericó. Mateus relata como dois cegos encontraram Jesus, enquanto Marcos e Lucas citam somente um. Contudo, as duas afirmações não se negam, mas são complementares.
Suponha que você esteja falando com o prefeito e o chefe de polícia de sua cidade no prédio da prefeitura. Mais tarde você encontra um amigo e conta que falou com o prefeito. Depois encontra um outro amigo e lhe diz que falou com ambos, o prefeito e o chefe de polícia. Seus amigos ao compararem as informações, encontrarão uma aparente contradição. Mas não há nenhuma contradição. Se você tivesse contado ao primeiro amigo que você falou somente com o prefeito, você estaria contradizendo a afirmação que fez ao segundo. As afirmações que você realmente fez para o primeiro e segundo amigos são diferentes, mas não contraditórias.
Do mesmo modo, muitas afirmações bíblicas são deste tipo. Muitas pessoas pensam que encontram erros em passagens que não leram corretamente.” (McDowell, J. e Stewart, D. (1997), Respostas Àquelas Perguntas -O que os céticos perguntam sobre a fé cristã, Editora Candeia, primeira edição, pág. 228)
Ver também: Contradição bíblica ou demasiado burro para entenderes?
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Modificado a partir do original Ler Pra Crer – O que é uma contradição?
Arquivado em: Estupidez/Fanatismo/Ignorância ateísta
Acho incrível que pessoas inteligentes perguntem a um criacionista: “Se o criacionismo é verdadeiro, por que razão os criacionistas não publicam as suas ideias em revistas científicas?“.
O cristão não deve cair nesta armadilha, uma vez que o evolucionista que coloca esta questão se está a esquecer de separar “Ciência” de “Naturalismo”.
Os criacionistas, de facto, publicam a sua investigação em revistas científicas, quando o assunto é ciência. Por exemplo, O físico criacionista Robert Gentry tem dezenas de artigos publicados em várias revistas científicas com peer-review. O geofísico criacionista John Baumgardner também. O criacionista John Sanford foi um dos inventores da tecnologia de pistola de genes. Doutorado em genética de plantas, Sanford trabalha na Universidade de Cornell e também tem dezenas de artigos publicados em revistas científicas. Etc, etc, etc.
Os criacionistas publicam em revistas científicas. Isto acontece porque os mitos evolucionistas não têm nada a ver com ciência nem são um must-have para se fazer ciência.
Naturalismo obligé
A questão é diferente quando o assunto é ciência das origens. O actual edifício científico só aceita explicações naturais para a origem de tudo que está à nossa volta. Notem que o Naturalismo não é ciência, mas sim um sistema filosófico. É um sistema filosófico que só admite explicações naturais para a origem do Universo e dos seres vivos.
Aí fica óbvio por que razão criacionistas não publicam as suas ideias em revistas científicas: porque a filosofia por detrás da ciência das origens só permite considerar explicações naturais. O mesmo seria perguntar por que razão os evolucionistas não publicam em revistas criacionistas, se o evolucionismo é verdadeiro. A absurdidade é a mesma.
CONCLUSÃO
Portanto, não estamos a falar de um caso onde as evidências do lado criacionista e as evidências do lado evolucionista foram pesadas na balança e umas sobrepuseram-se às outras. Estamos a falar de um caso onde as evidências criacionistas já foram deixadas de fora da discussão e onde a mesma só é permitida dentro de moldes evolucionistas. As revistas científicas só aceitam que se discuta uma filosofia – a naturalista (e mesmo assim é preciso ter cuidado com o que se diz – vejam o que um reviewer disse a Mary Schweitzer quando ela descobriu proteína em ossos de dinossauro).
Dá sempre jeito ter um post destes à mão, para fazer Copy Paste sempre que um evolucionista lança esta questão, como se tivesse descoberto a pólvora.
Ao passear pelas comunidades do Orkut deparei-me com um tópico interessante a respeito de uma alegada contradição bíblica. O título do tópico era: “Quer confundir um crente? Pergunte como Judas morreu“. Achei interessante porque este tipo de posts permite ao crente mostrar a preguiça intelectual do ateu no que concerne aos textos bíblicos. Neste post, também temos um ateu a dizer que o episódio da morte de Judas é uma contradição bíblica irrefutável.
O ateu avança com o seguinte argumento: “Afinal, como é que Judas morreu?”, tratando de apresentar as passagens bíblicas que lhe suscitam a dúvida:
Enforcou-se: “E tendo ele atirado para dentro do santuário as moedas de prata, retirou-se, e foi enforcar-se.” (Mateus 27:5)
Caiu e as suas entranhas se espalharam: “(Ora, ele adquiriu um campo com o salário da sua iniquidade; e precipitando-se, caiu prostrado e arrebentou pelo meio, e todas as suas entranhas se derramaram.” (Actos 1:18)
A verdade é que os dois relatos descrevem fielmente o que aconteceu. Não são mutuamente exclusivos mas falam sobre um mesmo acontecimento, só que em alturas diferentes. Como relata Mateus, Judas enforcou-se. Não é muito difícil imaginar que, ao fim de algum tempo, a corda se tenha rompido e o corpo de Judas teve o final descrito em
Actos. O que acontece neste caso é que temos dois relatos sobre o mesmo acontecimento mas que descrevem diferentes momentos (contemplado no nosso Manual de compreensão bíblica para principiantes – ponto 2).
Quando o corpo morre, iniciam-se os processos normais de decomposição. Gases acumulam-se e, com a pressão, a região do abdómen pode rebentar. O mesmo aconteceu a uma baleia, quando estava a ser transportada para um centro de investigação de uma cidade de Taiwan.
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A aparente contradição está já explicada mas podemos dizer mais coisas para salientar ainda mais a preguiça mental do ateu.
Imaginem que dois amigos vossos vos contam como morreu o personagem principal de um filme qualquer. Vocês ainda não viram o filme. Um diz-vos que ele foi baleado. O outro diz-vos que ele caiu de um precipício. Mas afinal de contas, como é que morreu o tipo? Os relatos dos amigos parecem-vos contraditórios. Chegas a casa e vais ver o filme em questão. É depois de o veres que te apercebes que os dois relatos dos amigos não são mutuamente exclusivos mas sim complementares.
Afinal de contas, o tipo levou um tiro e ao ir para trás caiu de um precipício. Cada um dos vossos amigos descreveu a morte do personagem do seu ponto de vista.
O Hitler é um daqueles cristãos que todas as igrejas gostariam de ter como responsável. As suas dissertações bíblicas, as suas exegeses, as suas pregações… dificilmente haverá algum cristão mais conhecedor da Bíblia.
Hitler’s Table Talk é um livro que reúne uma série de conversas informais entre Hitler e os seus associados mais próximos (disponível AQUI). Alguns excertos:
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“The heaviest blow that ever struck humanity was the coming of Christianity. Bolshevism is Christianity’s illegitimate child. Both are inventions of the Jew.” (pág. 13)
“Let it not be said that Christianity brought man the life of the soul, for that evolution was in the natural order of things.” (pág. 13)
“Christianity is a rebellion against natural law, a protest against nature. Taken to its logical extreme, Christianity would mean the systematic cultivation of the human failure.” (pág. 57)
“The best thing is to let Christianity die a natural death. A slow death has something comforting about it. The dogma of Christianity gets worn away before the advances of science. Religion will have to make more and more concessions. Gradually the myths crumble.” (pág. 65)
“Christianity, of course, has reached the peak of absurdity in this respect. And that’s why one day its structure will collapse. Science has already impregnated humanity. Consequently, the more Christianity clings to its dogmas, the quicker it will decline.” (pág. 66)
“But Christianity is an invention of sick brains : one could imagine nothing more senseless, nor any more indecent way of turning the idea of the Godhead into a mockery.” (pág. 150)
“When all is said, we have no reason to wish that the Italians and Spaniards should free themselves from the drug of Christianity. Let’s be the only people who are immunised against the disease.” (pág. 151)
“One cannot succeed in conceiving how much cruelty, ignominy and falsehood the intrusion of Christianity has spelt for this world of ours.” (pág. 294)
Etc…
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(Este post pode parecer um pouco sem nexo, para os cristãos que não estão acostumados a debater com ateus. Mas aqui n’alógicadosabino aparece todo o tipo de desespero ateísta.
Eu dou umas luzes: há ateus que dizem que Hitler era cristão. Sim é verdade. Dizem mesmo! Não sabemos bem que definição de “cristão” eles adoptam mas ainda havemos de descobrir. Se para ser-se “cristão” o requisito necessário é ter uma bíblia em casa ou ter entrado pelo menos uma vez numa igreja, então acho que em Portugal não há ateus.)
Captei a seguinte imagem de um site ateísta:

Este ateu acéfalo (o mesmo que retira os versículos do contexto para mostrar o que ele quer: Desonesto ou ignorante? Pôr a Bíblia a dizer o que ela não diz) quer mostrar que a religião é a origem de todos os males. Reparem que este ateu pretende, de alguma forma, responsabilizar todas as pessoas religiosas pelas disputas territoriais dos israelitas e dos palestinos.
Uma coisa bonita na imagem é ver ali os ateus e os agnósticos em são convívio. Calmos, pacíficos, inocentes, assim são os ateus… ou ele gostaria que assim fossem.
Pelos vistos este ateu tem feito por seguir o pequeno guia com as Dicas sobre como te tornares um ateu intelectualmente realizado, já que se esqueceu de dizer que também não havia religiosos nos regimes comunistas, onde o ateísmo era condição essencial.
Vamos embarcar no argumento deste ateu acéfalo. Se todos os religiosos devem ser responsabilizados pelas guerras com motivos religiosos, então todos os ateus também devem ser responsabilizados pelas chacinas em nome das ideologias ateístas. Os ateus acéfalos querem que tu te responsabilizes por aquilo que acontece no Médio Oriente mas depois querem esquivar-se àquilo que Stalin ou Mao Tsé-Tung fizeram.
Amigos cristãos, não se deixem cair na estultícia que sai da boca dos ateus tolos.
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“A língua dos sábios destila o conhecimento; porém a boca dos tolos derrama a estultícia.” (Provérbios 15:2)
PERGUNTA: “O professor Richard Dawkins, de Oxford, tem sido tão comentado ultimamente que resolvi ler seu livro, Deus, um Delírio. Num dos capítulos ele contesta a precisão histórica dos quatro evangelhos, aponta muitas supostas contradições, diz até que os escritores dos evangelhos são desconhecidos e que “é quase certo que nunca conheceram Jesus pessoalmente”. No final, afirma que os evangelhos são uma ficção! Eu sou uma pessoa simples (Dawkins diria que sou “não-intelectual”) e não tenho nenhum problema em confiar em versos bíblicos como “Diz o insensato no seu coração: Não há Deus” (Salmos 14:1) e “Seja Deus verdadeiro, e mentiroso todo homem” (Romanos 3:4), mas preocupo-me com muita gente que pode ter a fé abalada pelas mentiras de Dawkins. Essas pessoas precisam de comprovações para ajudá-las a ver a verdade. Será que vale a pena um cristão comum como eu, que tem apenas a Bíblia e um certificado de ensino médio, tentar se colocar contra esse ateu tão instruído?”

RESPOSTA: Se você realmente conhece a Deus, conhece Sua Palavra e está andando com Ele, já tem tudo que precisa para envergonhar Dawkins. Não se deixe intimidar por esse homem. Ele está a fazer bluff. Ele não é nenhum especialista na “precisão histórica” dos quatro evangelhos. Ele leu alguns críticos que partem do pressuposto de que a Bíblia não é o que afirma ser e então tentam provar isso.
Já foram escritos muitos livros que provam a historicidade da Bíblia e revelam claramente que as alegações de Dawkins contra a Palavra de Deus são mentiras. Eu mesmo já escrevi muito sobre as provas irrefutáveis da autenticidade da Bíblia. Mas vamos tentar aqui uma abordagem mais simples. Acompanhe meu raciocínio:
As alegações dos críticos que atacam a autoria da Bíblia são ridículas. Eles literalmente acusam a Bíblia de ser uma fraude intencional do princípio ao fim! Eles dizem, por exemplo, que Daniel não escreveu o livro que traz seu nome. Ele teria sido escrito séculos mais tarde, por um impostor. E que prova eles têm disso?
Eles estão convencidos de que milagres não acontecem, de modo que a história dos três hebreus andando no meio de uma fornalha ardente sem sequer chamuscar os cabelos não pode ser verdade. Daniel também não poderia ter sobrevivido numa cova de leões famintos, portanto essa história também é ficção. Essa é a “evidência” que os críticos apresentam. É claro que é justamente o que Dawkins está procurando, e ele a passa adiante como se tivesse comprovado pessoalmente tudo que os críticos disseram.
O Livro de Daniel contém profecias precisas a respeito de eventos que a história registra e que ocorreram quatro séculos depois da época de Daniel. Mas os críticos não acreditam em profecia inspirada por Deus. Portanto, o que o Livro de Daniel diz sobre Antíoco Epifânio, por exemplo, não poderia ter sido escrito por alguém chamado Daniel, que viveu nos dias de Nabucodonosor, que foi testemunha ocular e participante dos acontecimentos narrados no livro que traz seu nome, e que recebeu de Deus as profecias ali registradas. “Daniel” tem que ser um impostor desconhecido que viveu 400 anos depois. O Livro de Daniel precisa ser desacreditado ou os seus leitores começarão a acreditar em profecia bíblica e milagres e, consequentemente, em Deus. A única coisa que interessa a Dawkins é desacreditar a Bíblia. Ele não quer a verdade que desmascararia seu ateísmo como a tolice que obviamente é.
O mesmo acontece com tudo o que está escrito na Bíblia, dizem os ateus. O nível de irracionalidade dessa afirmação é inacreditável. Ela equivale a dizer, por exemplo, que não existe um só autor honesto entre os escritores bíblicos; todos eles mentiram! Tudo é uma enorme fraude, do Génesis ao Apocalipse. Os discípulos devem ter sido personagens fictícias. Jesus provavelmente nunca existiu. Paulo inventou um evangelho diferente do que Jesus – aquele que nunca existiu – pregou… e os absurdos sucedem-se.
Para que uma fraude dessas proporções fosse tão bem coordenada, século após século, alguém tinha que estar supervisionando a construção da farsa! Ele teria que ser eterno e ter, pelo menos, acesso intermitente à mente humana. Quem poderia ser essa personagem?
As mentiras intencionais e a falsidade que os ateus atribuem aos homens que afirmaram ter sido inspirados por Deus para escrever as Escrituras não têm a menor credibilidade. Por outro lado, o que os escritores bíblicos dizem soa genuíno. Pedro jura solenemente: “Porque não vos demos a conhecer o poder e a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo seguindo fábulas engenhosamente inventadas, mas nós mesmos fomos testemunhas oculares [...]” (II Pedro 1:16). João diz: “O que era desde o princípio, o que temos ouvido, o que temos visto com os nossos próprios olhos, o que contemplamos, e as nossas mãos apalparam [...] anunciamos também a vós outros [...]” (I João 1:1-3). E jura solenemente: “Este é o discípulo que dá testemunho a respeito destas coisas e que as escreveu; e sabemos que o seu testemunho é verdadeiro” (João 21:24). Os ateus insistem em dizer que isso foi escrito séculos mais tarde por um impostor fingindo ser João! Que motivo ele teria, e quem lhe pagou para fazer isso?
Lucas também testifica: “[...] muitos houve que empreenderam uma narração coordenada dos fatos que entre nós se realizaram, conforme nos transmitiram os que desde o princípio foram deles testemunhas oculares [...], igualmente a mim me pareceu bem, depois de acurada investigação de tudo desde sua origem, dar-te por escrito, excelentíssimo Teófilo, uma exposição em ordem, para que tenhas plena certeza das verdades em que foste instruído” (Lucas 1:1-4). Será que Lucas também está mentindo? É preciso mais fé para acreditar nessa ridícula teoria de conspiração do que para crer na verdade. Além disso, se todos esses homens mentiram e as profecias foram escritas depois dos fatos acontecidos, por que é que eles não escreveram as profecias de uma forma mais clara, como impostores certamente teriam feito?
(Dave Hunt, The Berean Call – http://www.chamada.com.br)
REMATE: Para além daquilo que Dave Hunt escreveu… há ainda os inúmeros cristãos que a História nos diz que foram martirizados, desde os apóstolos até aos novos convertidos … tudo em nome de uma mentira?! Além do martírio, sofreram horrendas perseguições e confiscação de bens, humilhações das mais diversas… tudo por uma mentira ?! E antes de questionares (se for o caso) tais afirmações, comparando idealistas que morreram por uma causa, conta com os dedos os que o fizeram de maneira pacífica.
Sim, há muçulmanos que se explodem pela crença nas promessas de Alá. A grande diferença é que eles agem pela fé, como qualquer cristão hoje em dia. Eles não viram Alá fisicamente nem Maomé ressuscitado. Os cristãos que viveram no tempo de Jesus não tinham de agir pela fé. Ou eles viram Jesus ressuscitado, e aí estariam dispostos a segui-lo até às últimas consequências (morte), ou eles não viram Jesus ressuscitado, e aí não iam sofrer perseguições e acabar crucificados de pernas para o ar por amor a uma mentira.
Se a tese de Dawkins e outros vociferantes ateístas da actualidade estiver correta, os cristãos (e aqui refiro-me especialmente aos primeiros cristãos, aqueles que foram contemporâneos de Jesus) sabiam da “fraude” do Cristianismo, pois eles mesmos ajudaram a montá-la. Mas, como diz Dave Hunt, isto não tem absolutamente sentido algum, pois ninguém morre por algo que se saber ser mentira. É necessário, portanto, mais fé para ser acreditar nesta teoria ridícula da conspiração do que para ser um cristão convicto.
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Modificado a partir do original Pr. Artur Eduardo – Dave Hunt responde a Richard Dawkins
Arquivado em: Estupidez/Fanatismo/Ignorância ateísta, Evolução/Big-Bang, Humor, Multimédia
O grande nível de informação presente em cada ser vivo revela-nos a intervenção de uma mente inteligente, pois a informação é uma entidade imaterial que tem sempre origens inteligentes. Mas como “Inteligência” não pode fazer parte da ciência das origens, os evolucionistas fazem tudo para mostrar que ela surgiu por acaso e foi evoluindo através do erro genético.
Richard Dawkins desenvolveu o Weasel program, um software que pretende mostrar como a vida não tem uma causa inteligente. O programa de computador começa com uma sequência aleatória de 28 letras e espaços. A sequência é então copiada repetidamente, representando a reprodução biológica. São permitidos erros de cópia, representando as mutações. Sem grandes surpresas, em poucas gerações, a sequência vai de uma série de letras que nada dizem à sequência “ME THINKS IT IS LIKE A WEASEL“.
No primeiro teste vai de “WDLTMNLT DTJBKWIRZREZLMQCO P” a “ME THINKS IT IS LIKE A WEASEL“, em 43 gerações.
No segundo vai de “Y YVMQKZPFJXWVHGLAWFVCHQYOPY” ao mesmo resultado, em 64 gerações.
Et voilá, um programa de computador prova que não é necessária intervenção inteligente para a vida ficar mais complexa.
Ironicamente, em The God Delusion, Richard Dawkins fornece a explicação para o facto de o seu software ter chegado ao resultado esperado. Claro que ele não aplica aquilo que diz ao Weasel program, mas adequa-se na perfeição a este caso. Deliciem-se:
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“Os computadores fazem o que lhes manda. Obedecem cegamente a quaisquer instruções que lhes sejam transmitidas através da linguagem de programação. É assim que desempenham coisas úteis, como processamento de texto e folhas de cálculo. Mas também há um subproduto inevitável, e que é o facto de terem um comportamento igualmente robótico quando se trata de obedecer a instruções erradas.
Não têm forma de saber se uma dada instrução vai produzir um bom ou um mau resultado. Limitam-se a obedecer, tal como se espera de um soldado. É a sua obediência incondicional que torna os computadores úteis, e é precisamente isso também que os torna inescapavelmente vulneráveis a infecções de vírus e vermes de software.“
(Richard Dawkins em A Desilusão de Deus, pág. 216)
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Este tipo de jogo de computador pode ser jogado por qualquer um e alcançará sempre o objectivo para o qual foi concebido. Por quê? Porque eles foram concebidos com determinado propósito. Os programas de computador não se criam a eles próprios. São criados pelo homem. Os valores são introduzidos pelo homem. No caso do exemplo de Dawkins, até as letras aleatórias iniciais não são, de todo, aleatórias. Elas foram introduzidas pelo programador.
Não é, então, de se ficar admirado pelo programa provar aquilo que o programador quer.

“A complexidade dos seres vivos não necessita da intervenção de um designer inteligente. É apenas o produto do acaso, como eu mostrei aqui.“
*Programador inteligente com inclinação 100% anti-Deus*
*Tecnologia do século XX, programada para produzir um resultado predeterminado*
Já todos sabemos que a ciência das origens, para ser ciência, tem de adoptar filosofias naturalistas. Nenhuma espécie de divindade ou inteligência é permitida. O interesse não é apenas descobrir como o Universo apareceu em cena, mas sim descobrir como o Universo apareceu em cena de forma naturalista. Isto é admitido constantemente por cientistas naturalistas, como num artigo a 4 de Dezembro, na NewScientist, a respeito da dicotomia “Deus vs. Múltiplos Universos”:
“Sugerir que se esta teoria [a dos universos múltiplos] não convencer a opção que nos resta é sobrenatural é estar a abandonar a própria ciência“
Visto isto, não é de admirar que as hipóteses mais estapafúrdias sejam colocadas em cima da mesa. A hipótese que vos vou apresentar agora é tão estúpida, mas tão estúpida, mas tão estúpida, que vou deixar a transcrição em inglês, para mais bem captarmos o sentimento da afirmação.
O artigo da NewScientist diz: “Opor a teoria dos multiversos à religião é uma falsa dicotomia. A ciência nunca se limita à escolha entre uma de duas explicações. É sempre possível que ambas estejam erradas e uma terceira, ou quarta, ou quinta explicação esteja correcta“.
Atenção… vem agora a outra possível explicação [meu destacado]:
“What might a third option look like here? Physicist John Wheeler once offered a suggestion: maybe we should approach cosmic fine-tuning not as a problem but as a clue. Perhaps it is evidence that we somehow endow the universe with certain features by the mere act of observation. It’s an idea that Stephen Hawking has been thinking about, too. Hawking advocates what he calls top-down cosmology, in which observers are creating the universe and its entire history right now. If we in some sense create the universe, it is not surprising that the universe is well suited to us.“
That’s just awesome… brilliant. Para quem ainda não se está a rir, eu vou repetir. Nós, humanos, podemos ser os responsáveis pela sintonia perfeita do nosso Universo. Estamos a dotar o Universo com certas características, através do acto da observação. Por esta razão, se somos nós que estamos a criar o Universo, não é de admirar que ele possua as condições perfeitas para o habitarmos. Agora vamos todos cantar a música Love is in the air, substituindo o love pelo stupidity.

Mas a estupidez não acaba aqui. A frase vencedora do prémio “Afirmação Evolucionista mais Estúpida da Semana” é a seguinte:
“É especulação, mas ao menos é ciência.“
O quê? É especulação, mas ao menos é ciência? Especular com base em zero evidências é suposto ser ciência? Esta afirmação revela o que os cientistas naturalistas entendem por ciência, nos dias de hoje. Ciência é tudo aquilo que não meta divindades ou designers inteligentes ao barulho. Tudo o que não inclua essas entidades é considerado científico, mesmo que sejam as hipóteses mais estúpidas de sempre.
No fundo, esta nova hipótese para explicar a sintonia do Universo diz que nós somos os deuses. Isto é precisamente aquilo que Paulo diz em Romanos 1:23:
“E mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem do homem corruptível.“
É, parece ser oficial. A rejeição da hipótese de um Deus criador leva o ser humano a acreditar e a dizer as maiores tolices.
Às vezes, parece que o único interesse do céptico é negar qualquer argumento que possa estar relacionado, de alguma forma, com a Bíblia ou com Deus. Nesse sentido, a lógica e a razão são, por vezes, abandonadas. Todos os argumentos e afirmações que se seguem são reais e aconteceram comigo neste blogue, noutros blogues, mIRC ou fóruns do orkut, ao longo deste ano que passou. Talvez te revejas em algum deles…
És capaz de ser um ateu fundamentalista quando…
1) Mostras uma lista de cientistas evolucionistas que apresentam evidências que suportam a hipótese da evolução mas quando te mostram uma lista de cientistas criacionistas que apresentam evidências que suportam a hipótese da criação dizes que não são verdadeiros cientistas e que não percebem nada de ciência, apesar de terem graus de doutoramento nas respectivas especializações;
2) Acreditas no que Dan Brown escreveu acerca de Jesus Cristo e Maria apesar de nunca teres acreditado que Jesus Cristo existiu;
3) És banido do canal #Crentes do mIRC por teres insultado os utilizadores do canal, após vários avisos dos operadores, e vais falar em privado com o operador que te baniu dizendo: “Então um cristão não tem de perdoar?”
4) Pedes a um crente para não usar a bíblia no debate que vais ter com ele, esquecendo que a bíblia é a base da sua fé. Mas quando ele te pede para não usares a tua predisposição para a inexistência de Deus, dizes que assim era impossível apresentar o teu ponto de vista;
5) Dizes que não dá para acreditar na Bíblia porque ela narra acontecimentos impossíveis do ponto de vista humano. Dás o exemplo de Maria que, sendo virgem, concebeu. Nunca ninguém viu uma virgem a ter um filho! No entanto, o facto de nunca ninguém ter visto peixes passarem a habitar fora de água ou animais terrestres a ganharem asas e começarem a voar, não te impede de acreditares, com todas as tuas forças, que isso aconteceu.
6) Dizes que todas as refutações à teoria da Evolução que vêm de sites criacionistas, como o “Creation On The Web“, não são válidas porque provenientes de sites assumidamente anti-Evolução. Já os argumentos de sites e blogues assumidamente pró-Evolução como o “TalkOrigins” ou “Darwinblog” são válidos porque apenas se “limitam a dar informações científicas”.
7) Ficas revoltado por saber que um cesto de mantimentos destinado a ajudar pessoas atingidas por intempéries contém uma bíblia lá no meio. Não queres que Deus esteja presente na vida das pessoas mas quando acontecem homicídios ou outros actos humanos atrozes dizes revoltado: “Por que Deus permite estas coisas?”
8 ) Afirmas que a Ciência não está preocupada em provar se Deus existe ou não. Logo de seguida, utilizas a mesma Ciência (através da teoria da Evolução) para mostrares que Deus não existe;
9) Um céptico apresenta-te sites desenvolvidos por ateus, que contêm várias contradições bíblicas. De seguida, tu apresentas-lhe sites que contêm as refutações a essas alegadas contradições e ele diz: “Esses sites não são fiáveis… são feitos por religiosos”;
10) 70% Dos teus comentários é constituído de insultos ou interjeições do tipo: “LOL”, “ahahahaha”, “BANG”;
11) Vais para o terreno. Não sabes a idade de determinada rocha, mas sabes qual o método de datação a utilizar para que a rocha não dê idades erradas;
12) Dizes que um ninho de madeira, por ser pouco complexo, foi construído por alguém. Já a árvore onde ele está preso, por ser tão complexa, indica que não teve um criador;
13) Dizes que os “fósseis vivos” não constituem evidência do criacionismo bíblico, apesar de eles corroborarem o que diz a Bíblia;
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Medalha de Ouro: 11) Vais para o terreno. Não sabes a idade de determinada rocha, mas sabes qual o método de datação a utilizar para que a rocha não dê idades erradas;
Medalha de Prata: 13) Dizes que os “fósseis vivos” não constituem evidência do criacionismo bíblico, apesar de eles corroborarem o que diz a Bíblia;
Medalha de Bronze: 12) Dizes que um ninho de madeira, por ser pouco complexo, foi construído por alguém. Já a árvore onde ele está preso, por ser tão complexa, indica que não teve um criador;
Arquivado em: Convicções / Fé, Estupidez/Fanatismo/Ignorância ateísta, Respostas a Ateus
No post “Treta da Semana: A Ciência confirma a Bíblia” do blogue “Que Treta”, o autor diz que em Isaías 40:22 a Bíblia afirma que a Terra é um círculo plano e achatado. Na verdade, este versículo não lhe é suficiente para tirar esta conclusão e tem de recorrer a outros versículos… e vocês já sabem o que acontece, normalmente, quando o ateu fala de versículos bíblicos.
“Isaías 40:22 usa o termo hebraico «chuwg», literalmente círculo ou compasso (2). Isto está de acordo com a mitologia hebraica, que imaginava a Terra como um círculo plano.”
No hebraico, a palavra “círculo” é chuwg e também significa “circuito” ou “compasso”, dependendo do contexto. É uma palavra que indica algo circular, redondo e não algo achatado ou quadrangular, como os ateus sugerem.
O hebraico não tem uma palavra específica para “esfera”, isto é, um círculo tridimensional. Não quer isto dizer que os hebreus não estivessem familiarizados com o conceito de esfericidade (eles comiam romãs, por exemplo (Números 13:23)), mas simplesmente não viram necessidade de criar uma segunda palavra para isso.
Portanto, dizer que Isaías 40:22 afirma que a Terra é uma pizza achatada é apenas interpretação do ateu, na medida em que, quanto muito, o versículo só refere um padrão circular e não uma forma ou formato.
“Jó 38:12-14 diz «Desde que começaram os teus dias, deste tu ordem à madrugada, ou mostraste à alva o seu lugar, para que agarrasse nas extremidades da Terra, e os ímpios fossem sacudidos dela? A Terra se transforma como o barro sob o selo». Nem a esfera tem extremidades para agarrar nem o barro sob o selo fica esférico.”
Aqui é outro exemplo onde a firewall anti-Deus está a funcionar na perfeição. O ateu só considera aquilo que lhe interessa. Deixem-me perguntar uma coisa: a madrugada pode agarrar o que quer que seja? Óbvio que não. Então, a linguagem utilizada aqui é poética. Seria fácil de descortinar, caso a mente do ateu não estivesse tão programada contra Deus.
“Em Mateus 4 o diabo leva Jesus a uma montanha alta de onde se podem ver todos os reinos da Terra”
Vamos considerar o argumento do céptico, para mostrar o ridículo das suas afirmações. Se uma pessoa do tempo de Jesus pensasse que a Terra era plana… essa pessoa acreditaria que poderia ver todas as nações colocando-se numa montanha muito alta? Qual a diferença de a Terra ser plana ou redonda, no relato bíblico de Mateus 4? Plana ou redonda, é impossível ver toda a Terra colocando-se numa montanha alta, mesmo que não haja obstrução da paisagem, e os antigos sabiam disto muito bem, uma vez que viajavam a pé e as suas jornadas duravam, por vezes, vários dias.
Independentemente da opinião que o ateu tenha sobre a Bíblia e sobre Jesus Cristo, a verdade é que era impossível o sobrenatural estar ausente deste encontro entre Jesus e o diabo.
(1) De que maneira o diabo encontraria Jesus no deserto (Mateus 4:3)? GPS?
(2) Como o diabo levaria Jesus até ao ponto mais elevado do templo (Mateus 4:5)? Escada? Andaime?
(3) Como o diabo colocaria Jesus em um monte muito alto (Mateus 4:8)? Helicóptero? Alpinismo?
A descrição de Mateus acerca do encontro entre Jesus e o diabo envolve o sobrenatural. Então, como o diabo mostrou a Jesus “todos os reinos do mundo e a glória deles”? A resposta parece óbvia: Através do sobrenatural.
“e Daniel 4 relata uma visão de uma árvore tão alta que dela se podia ver o fim de toda a Terra.”
A passagem de Daniel 4 trata-se de uma afirmação de um rei pagão (babilónico) e não quer dizer que a Bíblia apoie essa visão. Para além do mais, Nabucodonosor está a descrever um sonho que teve. Os sonhos não têm que traduzir necessariamente uma imagem da realidade. O sonho do rei babilónico não é mais do que o sonho das sete vacas magras e sete vacas gordas do Faraó (Génesis 41).
Ao dizer “Daniel 4 relatava uma visão de uma árvore tão alta que dela se podia ver o fim de toda a Terra”, o ateu passa a ideia de que esse relato foi transmitido como sendo algo histórico, mencionado pelo profeta Daniel. Nem uma coisa nem outra! E nós sabemos que os cépticos engolem tudo o que se lhes diga contra a Bíblia, sem irem confirmar nada.
“Por outro lado, séculos antes do cristianismo já os gregos tinham demonstrado que a Terra era esférica, e a partir daí foram raras as pessoas cultas que julgavam a Terra plana.”
Calculo que por “antes do cristianismo” o autor esteja a referir-se aos tempos imediatamente após a vida de Jesus Cristo na Terra. Se assim for, a afirmação do autor está correcta. Mas o que o autor se esquece de referir é que o livro de Isaías foi escrito entre 740 e 680 A.C., ou seja, pelo menos 300 anos antes de Aristóteles ter sugerido, em “Sobre os céus”, que a Terra tinha a forma de uma esfera.
“o Rodrigo diz que a Bíblia e a ciência moderna recomendam que «[q]uando se lida com doenças, as mãos devem ser lavadas em água a correr». Mas o que a ciência recomenda é um bactericida eficaz. E a Bíblia diz que as doenças são castigo divino. Não é a lavar as mãos que alguém se safa disso.”
Uma vez que o autor já mostrou que não considera os contextos dos versículos bíblicos, ficarei à espera que ele indique o(s) versículo(s) que afirma(m) isso, bem como a explicação do porquê (contexto). Só assim se poderá comentar.
“A ciência diz para usarmos bactericida, e isso é conhecimento porque inclui a explicação que as mãos têm bactérias, que as bactérias se propagam, que a sua propagação causa doenças e até quais bactérias causam quais doenças. Essa rede de hipóteses interligadas e justificadas é conhecimento. A Bíblia não tem nada disso. O Rodrigo refere Levítico 15:13, «Quando, pois, o que tiver o fluxo e ficar limpo do seu fluxo, contará para si sete dias para a sua purificação, lavará as suas vestes, banhará o seu corpo em águas vivas, e será limpo.» Isto não é conhecimento nenhum. É um ritual religioso. Não explica, não informa, não diz por quê nem para que fim.”
É engraçado notar que aqui o autor já está preocupado com um contexto. O autor esquece-se que as ordens foram dadas por Deus, e quem melhor que Ele para conhecer todas as coisas? De resto, mesmo que fosse um ritual religioso, não invalida o facto de a prática de lavar as mãos estar referida na Bíblia como uma prática de higiene, muito antes de as bactérias serem conhecidas pelo ser humano.
Para terminar, a respeito da terra achatada, há uma declaração de Jesus que os ateus nunca usam quando abordam o assunto de a Bíblia dizer que a Terra é plana. As palavras de Jesus a respeito da sua segunda vinda (Lucas 17:34-35 e Mateus 24:40-41) não fazem sentido, se a Terra fosse plana. Numa Terra plana, o sol nasce para todos ao mesmo tempo. Não esperarias pessoas a dormir de noite, enquanto outros trabalhavam no campo.
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“O norte estende sobre o vazio; e suspende a terra sobre o nada.” (Job 26:7)
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Adenda às 17h26 de 13 de Outubro de 2008: O leitor Mário Miguel disse que a minha afirmação de que “o hebraico não tem uma palavra específica para “esfera”, isto é, um círculo tridimensional” é falsa. Acrescentou:
“As palavras “círculo” existe em hebraico e “círculo” “esfera” em hebraico são duas inequivocamente distintas:
Círculo: chuwg (חוג)
Esfera: duwr (דור)“
No entanto, a palavra duwr não significa esfera, mas sim “bola” ou, igualmente, “círculo”. O mesmo céptico poderia aqui dizer que se Isaías quisesse dizer que a Terra é redonda, ele teria utilizado esta palavra em vez de chuwg. Contudo, esta palavra não significa mais esfericidade do que aquela que Isaías utilizou em 40:22, uma vez que também é utilizada para se referir a um círculo ou um circuito:
“Acamparei contra ti em redor, e te sitiarei com baluartes, e levantarei tranqueiras contra ti.” (Isaías 29:3)
Como era suposto um exército acampar em forma de esfera à volta de uma cidade? Iam soldados para debaixo da terra e outros espalhados pelo ar?
Com base nisto, a palavra duwr refere um padrão circular e não necessariamente uma determinada forma ou formato.



