No princípio criou Deus os céus e a Terra


design na Natureza? – Esponjas
Novembro 14, 2008, 2:56 pm
Filed under: Descobertas recentes, Evolução/Big-Bang, Maravilhas do Criador

Reparem no título do artigo: “Os especialistas da natureza em “fibra óptica“! (Em português)

Segundo os evolucionistas, as esponjas representam o primeiro animal que existiu na Terra. Já existem há cerca de 500 milhões de anos e, apesar de terem sido os primeiros animais no nosso planeta, exibem um grande nível de design.

As esponjas marinhas podem projectar luz dentro dos seus corpos utilizando, para o efeito, o equivalente natural à tecnologia de fibras ópticas. A descoberta deste sistema tão futurista de transmissão de luz entusiasmou os investigadores da Universidade de Estugarda, na Alemanha. O estudo é publicado no Journal of Experimental Marine Biology and Ecology.

Há animais que circulam correntes eléctricas nos seus corpos usando células nervosas, mas as esponjas parecem ser os únicos capazes de transmitir luz pelo corpo dessa forma. Isso pode ajudar a explicar por que razão algumas esponjas conseguem crescer tanto e esclarece, também, um mistério antigo: como é que outros organismos menores conseguem sobreviver dentro dos corpos de esponjas grandes.

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Entre os três maiores grupos de esponjas, dois deles constroem os seus esqueletos utilizando estruturas especiais chamadas espículas. Essas estruturas são compostas pelo mineral sílica que são, basicamente, filamentos minúsculos de vidro. Investigações anteriores revelaram que a luz pode passar por essas estruturas. Agora, o cientista Franz Brummar e os seus colegas da Universidade de Estugarda mostraram que as esponjas usam esses filamentos de vidro como condutores de luz. A luz que chega à superfície da esponja é refletida dentro de cada espícula de forma muito semelhante àquela como a luz é refletida dentro de um cabo de fibra óptica usado para a transmissão de informação electrónica.

O cientista suspeita que as esponjas que vivem em águas profundas usam estruturas naturais de fibra óptica para recolher quantidades mínimas de luz. “As esponjas do mar profundo podem formar espículas até um metro de comprimento e dois centímetros de diâmetro”, afirma Brummer.

Para alcançar tamanhos tão grandes, as esponjas precisam de nutrientes como carbono e nitrogénio. Essas substâncias são fornecidas por organismos menores como algas e cianobactérias, com os quais as esponjas possuem um relacionamento simbiótico. Mas estes pequenos organismos necessitam de luz para sobreviver. Por causa disso, vivem na superfície das esponjas.
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Temos aqui alguns pontos interessantes. Antes de o ser humano aplicar o seu conhecimento com o objectivo de desenvolver tecnologia útil, já essa tecnologia estava presente na natureza. A Bíblia diz que aqueles que não reconhecem a assinatura do Criador na natureza são loucos.

Outro ponto interessante é a simbiose (relação mutuamente vantajosa) entre as esponjas e os organismos menores. As esponjas necessitam dos organismos menores para se alimentarem. Por sua vez, para sobreviverem, esses organismos precisam da luz das esponjas. Para puderem crescer como crescem, as esponjas necessitam da presença desses organismos que, por sua vez, necessitam da presença das esponjas para sobreviverem. Os organismos menores não iriam esperar milhões de anos para a sua fonte de sobrevivência “evoluir”.
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“Diz o néscio no seu coração: Não há Deus” (Salmos 14:1)



Crentes são mais felizes que ateus
Outubro 6, 2008, 10:20 am
Filed under: Convicções / Fé, Descobertas recentes

As pessoas que acreditam em Deus são mais felizes do que agnósticos ou ateus, de acordo com o estudo dos professores Andrew Clark e Orsolya Lelkes, apresentado na conferência anual da Royal Economic Society,  no Reino Unido.

Os investigadores dizem que os crentes lidam melhor com as condições adversas da vida como o desemprego, divórcio ou o falecimento de um cônjugue. Além do mais, quanto mais oram e vão à igreja, mais felizes ficam.

Os crentes sabem que Deus prometeu nunca abandoná-los ou esquecê-los, “porque ele mesmo disse: Não te deixarei, nem te desampararei(Hebreus 13:5), e “sabemos que todas as coisas concorrem para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito(Romanos 8:28).



Fóssil Vivo – Caranguejo-ferradura
Agosto 29, 2008, 2:55 pm
Filed under: Descobertas recentes, Evolução/Big-Bang

Os evolucionistas interpretam as rochas sedimentares como o resultado de milhões de anos de Evolução, em vez de as considerarem um registo do Dilúvio de Noé há apenas uns milhares de anos. Eles ficam surpresos sempre que fósseis de organismos como aqueles que estão hoje connosco (conhecidos como “fósseis vivos”) são encontrados em camadas sedimentares ainda mais antigas do que se conhecia.

Recentemente, foram descobertos dois fósseis de um caranguejo-ferradura em rochas que os evolucionistas acreditam ter 445 milhões de anos. Estes fósseis estavam tão bem preservados (consistente com a rápida fossilização que exige o Dilúvio bíblico) que até “havia evidência dos seus complexos olhos”. Esta descoberta puxa o aparecimento do caranguejo-ferradura apenas 100 milhões de anos para trás.

Eis o que disse o investigador David Rudkin do Royal Ontario Museum, no Canadá: “Não esperávamos necessariamente que os caranguejos-ferradura se parecessem com os modernos, mas é exactamente o que acontece”. O investigador elogiou o design destes animais, no entanto, atribuiu-o a eles próprios: “Este plano corporal que eles inventaram permaneceu com eles quase meio bilião de anos. É um bom plano”.

É um bom plano… mas para não haver cá misturas com Criadores, Designers Inteligentes ou coisas do género…é um plano que eles próprios inventaram…excelente! E cada vez há menos tempo para eles o desenvolverem por si mesmos…excelente!


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Mais “fósseis vivos” em:

A pequena formiga que resistiu a 15 milhões de anos de Evolução

Delírio evolucionista – O celacanto



Centenas de milhares de fósseis encontrados no lugar mais seco da Terra
Agosto 21, 2008, 11:03 pm
Filed under: Descobertas recentes, Evolução/Big-Bang

Ao explorarem cavernas no árido deserto de Atacama, no Chile, cientistas deram com algo totalmente inesperado: água. Não menos surpreendente, eles descobriram também centenas de milhares de ossos de animais. Muitos mais vestígios de animais foram descobertos numa outra caverna do mesmo deserto.

Nenhum local quente da Terra é mais seco que o deserto de Atacama. Muitos locais deste deserto nunca receberam uma única pinga de chuva (que se saiba). Merece nota, também, o facto de não existir nenhuma fonte de água por perto.

Judson Winne, especialista em cavernas da Northern Arizona University, disse que não encontraram “pegadas nos locais que percorreram e apenas era visível uma ligeira evidência de utilização humana”.

Agora a conclusão dos investigadores: “Não é claro se os animais foram despejados na caverna por pessoas da era pré-histórica ou se foram apanhados por uma inundação”. Centenas de milhares de fósseis e ramos de árvores enterrados juntos num lugar onde raramente chove…

Eu estou mesmo a ver um grupo de pessoas a deitar centenas de milhares de ossos de animais na caverna. Já quanto ao terem sido aprisionados por uma inundação (que é como quem diz dilúvio)… o que terá o Noé a dizer?

Assim foram exterminadas todas as criaturas que havia sobre a face da terra, tanto o homem como o gado, o réptil, e as aves do céu; todos foram exterminados da terra; ficou somente Noé, e os que com ele estavam na arca.(Génesis 7:23)
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Modificado a partir do original DarwinismoFósseis Em Lugar Onde Raramente Chove



Par eu ganho, ímpar perdes tu! – Complexidade antes da Simplicidade
Agosto 21, 2008, 4:02 pm
Filed under: Descobertas recentes, Evolução/Big-Bang

Os evolucionistas tinham assumido que as esponjas “evoluíram” antes de qualquer animal, em função da sua simplicidade. No entanto, análises ao ADN de 29 espécies de animais colocou em questão a raíz da “árvore da vida”. Este estudo coloca a frágil água-viva-de-pente, que possui tecidos bem desenvolvidos, antes da humilde esponja, que não tem “tecidos que falem por si“. Esta descoberta foi surpreendente pois os cientistas sempre acreditaram que a esponja teria “evoluído” antes das águas-vivas-de-pente, isto é, a simplicidade dar origem à complexidade.

A equipa de investigação liderada por Casey Dunn da Brown University, em Rhode Island, lembrou queao contrário das esponjas, as águas-vivas-de-pente têm tecidos bem ligados uns aos outros e possuem um sistema nervoso e, por isso, são seres mais complexos“. Enquanto os investigadores só tentarem confirmar o que eles acham que deve ser verdade, eles só vão continuar a ficar mais e mais “perplexos” à medida que os anos forem passando.

Não era suposto animais extremamente complexos surgirem antes de animais extremamente simples… mas não há problema… os evolucionistas sempre tratam de refazer a história evolutiva. Eis o que Casey Dunn disse:

Esta descoberta sugere dois cenários: ou as águas-vivas-de-pente evoluíram a sua complexidade independentemente dos outros animais ou as esponjas ficaram extremamente simples ao longo do percurso evolutivo“.

As conclusões evolucionistas são sempre do melhor. Os evolucionistas reivindicam para si todos os cenários possíveis e depois ainda dizem que não é possível refutar a Evolução porque ela está mais que provada.

Não dá para jogar ao “par ou ímpar” com um evolucionista. “Par eu ganho, ímpar perdes tu“, diz ele!



A semana que passou – 26 de Junho
Junho 26, 2008, 8:41 pm
Filed under: Descobertas recentes

O genoma do anfioxo dá novas pistas sobre a evolução humana. O anfioxo é um animal marinho com cerca de 5 centímetros. O esforço colectivo de mais de 30 cientistas de todo o mundo permitiu que o genoma desta criatura fosse sequenciado. Os cientistas têm interesse neste ser porque acreditam que ele está no meio da transição evolutiva entre invertebrados e vertebrados. Porquê? O sexto parágrafo do artigo diz: “Uma vez que o anfioxo está a evoluir lentamente – a sua estrutura corporal permanece similar aos seus fósseis do período Cambriano – o animal serve como um intrigante ponto de comparação para descobrirmos como os vertebrados evoluíram e se adaptaram“.

Ou seja… o anfioxo existe hoje e aparece também no registo fóssil nada mais nada menos do que no período Cambriano (há uns 520 millhões de anos). Também é interessante notar o vocabulário utilizado para se referir a este facto. Para não considerarem o facto de que ele não mostra evolução da maneira como os evolucionistas querem crer, dizem “Uma vez que o anfioxo está a evoluir lentamente“. Lentamente, muito lentamente.

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Minerais revelam que água já existe há mais tempo do que aquilo que se pensava. Em linguagem evolucionista, como não se tinha encontrado rochas mais antigas do que 4 biliões de anos, os cientistas pensavam que não existia água na Terra primordial, durante os primeiros 550 milhões de anos, fazendo com que o planeta fosse um autêntico “inferno”, impedindo, assim, a formação de rochas sólidas. Mas a análise de elementos em minerais “antigos” sugere que a água já existe há mais de 4 biliões de anos.

A existência de água foi “antecipada” em 100 milhões de anos. Não está mau, mas ainda é necessário atrasá-la mais uns milhõezinhos de anos. Isto porque a água já existe desde a criação da Terra (foi criada no primeiro dia Génesis 1:2).

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Alguns peixes de recife “voam” nas profundezas. Uma equipa de investigadores descobriu que alguns peixes de recife utilizam as suas barbatanas para “voar” debaixo da água. As suas barbatanas são parecidas com asas. Este mecanismo permite que eles sobrevivam às correntes ciclónicas. A parte final da notícia tem como subtítulo “Pedir emprestado à Natureza“. Estes investigadores estão a tentar utilizar o mecanismo destes peixes para desenvolver uma técnica de submersão de controlo à distância. Eles também dizem que a técnica destes peixes “pode sugerir alguma nova técnica de natação para o homem utilizar“.

A expressão utilizada no subtítulo é muito interessante… “Pedir emprestado à Natureza“. O ser humano está constantemente a “pedir emprestado” coisas à Natureza. Os cientistas têm-se inspirado e baseado no mecanismo de diversos animais para criarem utensílios e ferramentas cujo propósito é auxiliar o Homem. Este auxílio tem-se alargado ao nível da saúde. Apesar de tudo, o cientista evolucionista é um mal-agradecido por dizer que estes mecanismos apareceram espontaneamente, através de processos naturais. O ser humano tem a inteligência para aproveitar as capacidades dos animais e trabalhá-las em prol de todos nós. Porém, acredita que tanto a sua inteligência como as capacidades dos animais surgiram por acaso.

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Um fóssil raro desenterrado na Austrália sugere que os dinossauros atravessaram o vasto antigo continente de Gondwana. Esse único osso da pata superior do animal sugere que dinossauros foram capazes de percorrer o vasto continente pré-histórico de Gondwana, diz a equipa comandada por Nathan Smith, do University of Chicago’s Field Museum. Até agora, os cientistas acreditavam que os animais australianos estivessem isolados das formas de vida de outras porções de Gondwana, ao longo da maior parte do cretáceo, por causa da geografia e do clima. “O que temos agora é uma demonstração de que deve ter havido algum intercâmbio de animais entre a Austrália e as demais porções de Gondwana, cerca de 100 milhões de anos atrás”, disse Smith. Porém, o casal australiano que liderou a escavação do terópode não está convencido quanto à nova teoria. Patricia Vickers-Rich, paleontologista da Universidade Monash, afirmou: “É muita interpretação baseada apenas num único osso” (ver imagem mais abaixo).

Só separei esta notícia para mostrar como a maioria dos delírios evolucionistas são feitos. Basta encontrar um osso para se começar a desenvolver uma nova teoria sobre as origens. Isto também serve para muitas teorias sobre fósseis. Agita-se uns ossinhos e surge um novo antepassado.

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“Árabe” descoberto numa sepultura dinamarquesa da Idade do Ferro. Um dinamarquês com genes do povo árabe faz parte de um estudo de ADN que sugere que os Escandinavos de há 2000 anos tinham uma variedade genética maior. O estudo analisou 18 corpos bem preservados, desenterrados de dois locais entre 0 e 400 anos depois de Cristo, na Dinamarca. Linea Melchior, investigador do Instituto de Medicina Forense da Universidade de Copenhaga, disse: “À medida que recuamos no tempo encontramos muito mais diversidade genética“.

É verdade. A criação inicial de Deus foi “muito boa”. Desde a entrada do pecado no mundo, toda a criação tem-se corrompido. As mutações, acumulativas e degenerativas, não produzem nova informação genética, limitando-se a prejudicar o material genético já existente. Deus criou tanto o ser humano como os animais com grande variedade genética, com capacidade de se reproduzirem de acordo com a sua espécie.

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Esta catatua dá um show. A Snowball dança ao ritmo e ao tempo da música, coordenando os seus movimentos de acordo com o som que ouve. A percepção de ritmo desta catatua pode servir para dar umas luzes no tratamento da doença de Parkinson. Por sua vez, investigação com macacos levou à conclusão que eles preferem o silêncio à música (AQUI ou AQUI ou AQUI).

Segundo a hipótese da Evolução, na “árvore da vida” os macacos estão mais próximos do ser humano do que os pássaros. No entanto, enquanto os macacos não gostam de ouvir música, esta catatua não só gosta de curtir um som como até dança ao seu ritmo, de forma coordenada. Tal facto leva os cientistas a teorizarem possíveis explicações para este facto. Mas por que é que eles ficam admirados? Porque pensam que o macaco é primo do ser humano e, como tal, deveria mostrar comportamentos mais semelhantes a ele do que os restantes animais.

Vejam um vídeo desta catatua a dançar ao som de Queen:

[Youtube=http://www.youtube.com/watch?v=cJOZp2ZftCw]



A semana que passou – 10 de Junho
Junho 11, 2008, 12:04 am
Filed under: Descobertas recentes

Uma equipa de físicos afirma que o tempo já existia antes do Big Bang. O seu modelo sugere que novos universos podem ser criados espontaneamente a partir de um espaço onde nada exista. Na sua apresentação, o astrónomo Carrol explicou que ao criar um Big Bang a partir do espaço frio de um universo pré-existente, o novo universo começaria já num estado ordenado. Ele disse: “Estamos treinados para dizer que não havia tempo antes do Big Bang, quando deveríamos dizer que não sabemos se havia ou não alguma coisa – ou se havia, o que seria“.

Mais um modelo. Este diz que o tempo já existia num universo anterior ao Big Bang. Como se a hipótese do Big Bang não fosse já uma grande trapalhada, Carrol terá agora de formular como surgiu este universo pré-existente. Ele sugere que “novos universos podem ser criados espontaneamente“. Espontaneamente. Depois de acreditar que tudo surgiu de forma natural, o ateu tem a ousadia de criticar o crente por este dizer que Deus não foi criado por ninguém. Ridículo! Gostei particularmente da frase do astrónomo: “Estamos treinados para dizer…“. Realmente parece que os Big Bangers e os evolucionistas têm uma série de pensamentos que, apesar de serem completamente improváveis e cabalísticos, são proferidos como se aquilo que dizem fosse a coisa mais natural do mundo. Um universo a criar-se a si próprio e Vida complexa a surgir através da acumulação de erros genéticos… duro treino!

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Uma espécie de um pássaro de uma ilha na Nova Zelândia é capaz de modificar o seu comportamento para evitar os predadores. Uma bióloga da Universidade de Canterbury, juntamente com a sua equipa, descobriu que uma espécie de pássaros passa mais tempo no seu ninho quando o risco de ser caçada é maior. Este novo estudo acaba com a ideia largamente aceite que os pássaros das ilhas são especialmente vulneráveis a serem comidos porque não acompanharam a evolução dos seus predadores. Melanie Massaro disse: “A nossa principal descoberta é que os pássaros das ilhas não foram necessariamente presos pela sua história evolutiva, como é largamente aceite, mas eles possuem a habilidade de alterar o seu comportamento de maneira a se conseguirem adaptar“. Ela acrescentou: “Mais importante, o nosso estudo demonstra que tal adaptação pode ocorrer num espaço de anos e não de séculos“.

Que é possível ver animais a adaptarem-se ao ambiente em apenas alguns anos, não é novidade nenhuma (Ver exemplos: A semana que passou – 29 de Abril – 1º tópico e A semana que passou – 28 de Maio – 1º tópico). Mas que se pode fazer? Um cientista que não se desconecte da tomada da Evolução vai sempre achar surpreendente estas rápidas alterações, quer comportamentais, quer morfológicas. Estes pássaros têm a habilidade de se adaptarem a diferentes ambientes não porque são o resultado de uma série de erros genéticos, mas porque Deus os dotou com essa capacidade, aquando da Criação.

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Abelhas asiáticas compreendem a linguagem das abelhas europeias. Os evolucionistas dizem que as abelhas asiáticas e as abelhas europeias separaram-se do seu ancestral comum entre 30 e 60 milhões de anos atrás. No entanto, uma recente experiência mostrou que as duas espécies entendem a linguagem uma da outra. A dança que a abelha faz, através da qual comunica às restantes abelhas do enxame informações sobre a localização e qualidade da comida, é conhecida como a única forma simbólica de comunicação num invertebrado. Também se sabia que algumas famílias da abelha europeia “falavam” dialectos um pouco diferentes da asiática. No entanto, quando colocadas na mesma colónia que as europeias, as abelhas asiáticas comunicaram perfeitamente com as suas companheiras “estrangeiras”.

Escusado seria dizer que os cientistas ficaram surpreendidos com a empatia que as duas espécies demonstraram. Isto foi o que um dos cientistas disse: “Nós sabemos que as abelhas têm uma variedade impressionante de capacidades cognitivas e uma habilidade de aprendizagem espantosa“. Capacidades e habilidades espantosas… mas não… não é possível terem sido criadas por alguém Inteligente. Só o tempo e o acaso são capazes de produzir tamanhas capacidades. Em vez de ficarem surpreendidos com o resultado, por que é que os cientistas não consideram o óbvio? Nunca houve milhões de anos a separar as duas espécies. Ou será que os evolucionistas gostam de ser constantemente surpreendidos pelas suas descobertas?

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E já que estamos a falar de abelhas… Apesar do cérebro minúsculo, a abelha é capaz de fazer coisas extraordinárias. Um estudo de um grupo de cientistas revela que as abelhas lembram-se da fragrância das flores que visitam através da atribuição de diferentes tipos de memória nos seus pequenos cérebros. Os investigadores mostraram que o cérebro das abelhas está dividido em duas metades com diferentes funções, fazendo lembrar os hemisférios do cérebro humano.

Comparado à caixa cinzenta do ser humano ou de outros grandes mamíferos, o cérebro das abelhas é incrivelmente simples. Contudo, Lesley Rogers diz: “Com esse cérebro muito simples elas podem fazer coisas extraordinariamente complexas. Elas podem aprender de uma forma impressionante como nós não pensávamos que fosse possível“. A forma como a abelha age dá a entender que parece ter sido concebida com um determinado propósito. Mas não se deixem enganar… apenas “parece” que foi concebida. O cérebro delas daria muito jeito a algumas pessoas…

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Cordilheira dos Andes surgiu de forma mais rápida do que os geólogos pensavam. Geólogos da Universidade de Rochester, em Nova Iorque, desenvolveram uma nova teoria para a formação da segunda maior cadeia montanhosa do mundo. Era ensinado que a Cordilheira dos Andes havia nascido há 40 milhões de anos, mas esta nova proposta afirma que ela cresceu lentamente durante dezenas de milhões de anos e, subitamente, sofreu um brusco salto geológico entre 6 e 10 milhões de anos atrás.

Eu sei que deve ser chato estar sempre a falar das mesmas coisas mas eu não tenho culpa… são os evolucionistas que fazem estas (re)descobertas. Depois das reavaliações do Box Canyon (Ver A semana que passou – 28 de Maio – 2º tópico) e do Grand Canyon (Ver A semana que passou – 21 de Abril – 1º tópico), foi a vez da Cordilheira dos Andes ver a sua história geológica ser mudada. Desta feita, atribuindo-lhe um crescimento abrupto, a certa altura da sua vida. Quanto a vocês não sei, mas este caso faz-me lembrar os “equilíbrios pontuais” que os evolucionistas atribuem a algumas espécies. Agora parece que é a Geologia que vai adoptar este preceito. Isto é só a prova de que os modelos geológicos baseados em interpretações do passado não observável não são de confiar. Os modelos e as teorias mudam… já a Palavra de Deus permanece inalterável.

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A semana que passou – 3 de Junho
Junho 3, 2008, 5:39 pm
Filed under: Descobertas recentes

Indiana Jones e o mito da influência extraterrestre nas construções megalómanas das primeiras civilizações. O novo filme Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal remete para extraterrestres as maravilhas das civilizações mais antigas. O artigo diz: “Indiana Jones que nos perdoe, mas nenhum arqueólogo que se preze cairia no conto dos maias alienígenas, como o herói do chapéu e do chicote faz em seu último filme. [...] Duro de engolir mesmo é a ideia, muito disseminada, de que toda a civilização antiga com construções nababescas e aparente falta de tecnologia avançada só teria conseguido seus avanços com a ajuda de ET’s“.

No mundo real da Arqueologia, algumas destas construções permanecem em mistério. Porquê? A hipótese da Evolução ensina que os seres humanos, assim como a sua inteligência e capacidade racional, foram evoluindo. De acordo com esta crença, quanto mais distante no tempo for o nosso antepassado, “menos evoluído” ele estará. Logo, monumentos como as pirâmides do Egipto (A semana que passou – 13 de Abril – 4º tópico) ou o observatório astronómico dos Maias levantam a questão: “De onde vieram os conhecimentos para construções tão grandiosas?”. Isto é tudo um círculo vicioso. Se a vida na Terra evoluiu, então, ela também terá evoluído noutros planetas e, como tal, podemos especular que alienígenas terão fornecido a tecnologia para construir tudo isto. O homem moderno só permanece na dúvida por vontade própria. Quem acredita na Bíblia sabe que o primeiro homem foi criado logo com inteligência e não precisou de milhões de anos para aprender a trabalhar com metais (Génesis 4:21-22). Duro de engolir! A ideia de um Deus que um dia nos julgará faz comichão.

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Descoberta (mais uma) tribo indígena na Amazónia. Mais uma porque se pensa que em todo o mundo existam 100 tribos que nunca tiveram contacto com o mundo do DVD e da Internet. As imagens reveladas mostram os membros de uma tribo praticamente nus e armados com arcos e flechas. Alguns membros da tribo atiraram contra o avião (provavelmente pensaram que seria um monstro voador ou coisa do género). São duas pequenas aldeias, com cerca de 500 pessoas, que vivem em abrigos de palha organizados em linha. Aqui fica o vídeo da RTP.

Seria ousadia a mais eu dizer que estas pessoas são “fósseis vivos”, no entanto, parece que o período do Neolítico ainda não terminou. Vamos imaginar que tribos como estas só são conhecidas dos restos fósseis. Vamos imaginar que os paleontólogos evolucionistas encontrariam esta tribo apenas em “versão fóssil”, juntamente com as suas habitações e instrumentos. Manchete do dia: “Novas pistas sobre a Evolução do Homem“. Corpo da notícia: “O Homo fazqueesfrega vivia em casas de madeira e de palha, utilizava ferramentas rústicas para caçar e enterrava os seus mortos. Os seus utensílios revelam claramente que este género Homo tinha ainda uma inteligência limitada“. Há gente por aí a confundir muitas coisas… (Ver também: O Homo Habilis do século XXI)

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Micróbios recuam idade da origem da Vida. Uma mistura rica de micróbios que se encontram em rochas parcialmente submergidas sugerem que a Vida no nosso planeta terá surgido muito antes do que anteriormente se pensava. Esta nova descoberta sugere que a primeira vida apareceu na Terra há mais de 3,5 biliões de anos (altura em que se pensava que teria surgido a primeira vida no nosso planeta). É de ressalvar uma das afirmações do cientista que fez o achado: “Tens de permitir que haja tempo de modo a que estas complexas comunidades evoluam“.

Mais desapontante será saber que nem 505 milhões de anos chegam para que a ecologia das comunidades do Cambriano sejam diferentes das actuais (Ver A semana que passou – 5 de Maio – 3º tópico). Confesso que as notícias deste tipo começam a cansar: “Nova descoberta recua idade disto“, “Novo achado recua idade daquilo“, “Nova observação indica idade mais antiga “dacoloutro“”. Não me digam que vamos ter de alterar a Idade da Terra mais uma vez? Uma coisa é certa… o tempo é barato e não paga imposto. Não é preciso burocracias para dizer-se: “Isto agora passa a ter XXX milhões de anos”. (Ver também: O ornitorrinco não quer ceder)

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Há 380 milhões de anos já se paria. Foi descoberto um fóssil de um peixe de 380 milhões de anos que se encontrava no processo de dar à luz. A descoberta faz com que este peixe seja “a mãe mais antiga do planeta”. Este fóssil apenas puxa a viviparidade 180 milhões de anos atrás (o mais antigo exemplo datava de 200 milhões de anos). Imaginem… 180 milhões de anos… o que é isso numa cronologia evolucionista?

Por um lado, o estado em que o fóssil foi encontrado merece uma chamada de atenção muito importante: tecidos moles incluindo músculos e estruturas nervosas, cordão umbilical ainda ligado ao embrião são algumas das características que fazem com que este fóssil pareça que tenha “morrido ontem“. Realmente, é preciso fazer um grande esforço intelectual para crer que os fósseis demoram milhares de anos para se formarem, sem se decomporem. Pelo contrário, a fossilização do peixe em estado de concepção revela claramente a rápida fossilização do mesmo.

Por outro lado, este peixe “primitivo” apresenta um “avançado sistema reproductor, evoluído demais para uma criatura tão antiga“. Uma dica Dr. Gavin Young: O peixe foi criado já com este sistema reproductor e não é tão antigo quanto o doutor pensa! O Dr. Trinajstic atirou mais um pouco de areia para os olhos dos mais ingénuos: “Maravilhosos fósseis transitórios que nos estão a ajudar a entender como os peixes se deslocaram da água para a terra“. Não deixa de ser curioso o facto de os répteis e anfíbios colocarem ovos e este peixe, alegado fóssil transitório, não coloque.

Um peixe vivíparo de pelo menos 380 milhões de anos. Com esta descoberta, agora há menos tempo para que criaturas ovíparas (põem ovos) evoluam para as criaturas vivíparas. Mais surpreendente é o facto de um processo cego como é o da Evolução por meio da selecção natural ter conseguido “criar” estas complexas estruturas.

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A lignina é uma molécula encontrada nas plantas terrestres e é responsável por conferir resistência a ataques microbiológicos. É uma molécula complexa manufacturada pelas complexas enzimas das plantas. Dada a sua complexidade, o evoluir (surgir espontaneamente) uma vez já não era crível. O mais surpreendente é que os evolucionistas agora dizem que isso aconteceu duas vezes. Não se esqueçam que é suposto a Evolução ser um mecanismo impessoal, sem propósito, sem qualquer tipo de assistência racional. E reparem que esta evidência não abala a “árvore da Vida”… apenas faz com que seja necessário reinterpretá-la. Sintomático!

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Pegada humana pode negar teoria da Evolução. Um grupo de pesquisadores da Bolívia anunciou a descoberta daquela que pode ser a pegada mais antiga do mundo, encontrada próxima do lago Titicaca. As pegadas datam de entre 5 a 15 milhões de anos. Não fui eu que a datei, foram os métodos uniformitaristas de datação infalíveis. Se eles estiverem certos, o registo nega a teoria da Evolução e provaria a existência de “outras humanidades“, anterior à actual. A pegada de um pé esquerdo de 29,5cm terá sido feita por um ser humano de 1,7m com 70kg de peso, que caminha erecto (na vertical).

Ora bem… a hipótese da Evolução diz-nos que o primeiro ser da espécie Homo a pisar a Terra teria vivido há 2,4 milhões de anos. Para além disso, ele teria vivido em África e não na América do Sul (onde a pegada foi encontrada). O cientista que descobriu a pegada admitiu que “a teoria da evolução teria muitas dificuldades com esta evidência“. Apesar de o ter dito de boa fé, esta afirmação revela grande ingenuidade por parte do cientista. Ai ai… vai ser agora uma pegada de um ser humano que terá vivido entre 5 a 15 milhões de anos que vai deitar por terra a teoria da Evolução?

Arce parece não saber que todas as evidências que aparentemente estão contra a hipótese da Evolução, acabam por ser utilizadas a favor da mesma. Seja o aparecimento abrupto de invertebrados, seja a existência de fósseis vivos, seja a existência de hemoglobina em ossos de dinossauro de, pelo menos, 65 milhões de anos, seja a existência de árvores que penetram mais que uma camada sedimentar… Tudo prova Evolução. Só os mais ingénuos é que podem achar que esta nova evidência poderá abalar a teoria que diz que um dia tu foste um peixe.

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Ó Evolução… por que raio és tão ambígua?



A semana que passou – 28 Maio
Maio 28, 2008, 7:30 pm
Filed under: Descobertas recentes

Observado rápido processo de “evolução inversa” em espécie de peixe. Quando o Lago Washington estava poluído, estes peixes não precisavam de tanta armadura para se protegerem, uma vez que a lama os escondia dos predadores. Em 1968 o lago foi limpo. Antes da limpeza, apenas 6% dos peixes estavam completamente armados. Hoje, 49% dos peixes estão armados por todo o corpo. 35% dos peixes estão parcialmente armados. Porquê “evolução inversa”? Porque a tendência normal destes peixes de água doce, segundo a evolução, é “perder armadura” e não “ganhá-la”. A juntar a mais exemplos de rápida adaptação (Ver: A semana que passou – 29 de Abril – 1º tópico), estes peixes não necessitaram de milhões de anos para mudarem de aspecto, algo que o artigo da ScienceDaily constata: “É suposto a Evolução durar milhões de anos mas, por vezes, [...] o processo pode ocorrer de forma rápida e inversa“.

Catherine Peishal, da Hutchinson Cancer Center Lab, disse que esta descoberta fez com que este peixe fosse considerado como “um novo modelo para o estudo das características genéticas complexas“. “Possuir uma grande variedade genética numa população significa que se o meio ambiente mudar pode haver alguma variante de gene com melhor desempenho que o anterior sendo, assim, seleccionado pela selecção natural. A variação genética aumenta as chances de sobreviência global de uma espécie“, acrescentou.

Este peixe reverteu para a armadura completa porque essa possibilidade de adaptação ainda estava presente nos seus genes. Longe de evoluírem novos traços, os seus códigos genéticos conservaram traços que pareciam inúteis, até que as circunstâncias mudaram, fazendo com que esse “armazém genético” fosse utilizado, ajudando na sua sobreviência. Para além de ser um exemplo de rápida adaptação (e não evolução, como querem fazer crer), este é também um exemplo de bom design inicial.

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Outro paradigma de “milhões de anos” repensado após nova sugestão para a formação do Box Canyon. Uma “mega-inundação” parece ter criado um canyon profundo com forma de anfiteatro. Este canyon era considerado um exemplo clássico de formação através de erosão gradual. No entanto, a nova sugestão para a sua formação indica que o Box Canyon foi formado por uma inundação massiva. Este processo terá durado entre 35 a 160 dias. Lamentavelmente, esta sugestão apenas foi considerada pelo facto de alguns canyons em Marte se parecerem com este.

Estas situações não são nenhum espanto para aqueles que acreditam que o Dilúvio de Génesis poderia ter “produzido” a maior parte dos canyons existentes hoje.

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Cientistas descobrem segredo da juventude eterna. Os segredos da juventude eterna, pelo menos a nível celular, foram revelados por alguns cientistas. A notícia indica que este trabalho é de importância fundamental para a compreensão das propriedades de renovação das células estaminais.

Não desvalorizando o trabalho destes cientistas, deixem-me apresentar um método mais eficaz para a vida eterna: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu único filho, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna(João 3:16)



A semana que passou – 12 de Maio
Maio 13, 2008, 2:29 am
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Um holandês construiu um modelo da Arca de Noé. Após dois anos de intenso trabalho, a Arca abriu ao público no sábado passado e pretende dar a conhecer um pouco daquilo que terá sido a vida de Noé e companhia na arca. Uma das visitantes estava espantada com a grandeza do barco: “Eu conhecia a história de Noé mas nunca pensei que o barco fosse assim tão grande”. Ela ficaria, com certeza, mais espantada se soubesse que a Arca construída por Johan Huibers tem apenas metade do tamanho da Arca descrita na Bíblia. De facto, existe esta ideia errada de que a Arca seria uma pequena embarcação em que os animais estariam uns em cima dos outros, a girafa estaria com a cabeça de fora, etc. Este trabalho do construtor holandês apresenta-se como uma representação mais verosímil daquilo que foi a Arca de Noé.

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O código genético dos ornitorrincos foi revelado. Se os evolucionistas já estavam confusos acerca do aspecto físico do animal, mais confusos ficaram com o seu aspecto genético. Mark Batzer, cientista da Luisiana State University de Baton Rouge, disse: “Uma grande surpresa é o facto dos ornitorrincos terem características genéticas das aves, répteis e mamíferos”. O primeiro parágrafo do artigo da ScienceDaily refere o mesmo: “… parte ave, parte réptil, parte mamífero – e o genoma prova-o”. Outro dado curioso é que os cientistas compararam o genoma do ornitorrinco com o do homem, do rato, do cão, da galinha e do gambá e descobriram que ele tem uma similaridade de 82% com estes animais todos.

De facto, o ornitorrinco é um animal fascinante. Apresenta um mosaico de características: esporas venenosas, órgãos sensoriais eléctricos, pêlo, bico de pato, cauda de castor, põe ovos, etc. Como é que este animal evoluiu? Quantas mutações terão sido precisas para o ornitorrinco acabar com este formato esquisito? Como é que elas aconteceram? Onde estão os fósseis transitórios? Porque é que partilha características genéticas com aves, répteis e mamíferos?

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A explosão de Câmbrico e a história da Carochinha. Charles Marshall, professor de Biologia e Geologia da Universidade de Harvard, sugeriu uma nova teoria para explicar o aparecimento abrupto de variadas espécies do período cambriano. Segundo ele, “o aumento da interacção entre as espécies, como a luta por alimento, conduziu a um rápido processo de evolução de dentes, garras e a grande variedade de características que vemos hoje nos animais da Terra”. Disse mais: “Talvez a evolução [ele usa “evolução” para dizer “aparecimento”] das mandíbulas ou dos intestinos deu-se para que os animais pudessem morder a sério em vez de darem umas leves trincas”. E pronto… problema resolvido. Está explicado o aparecimento de grande parte de espécies que ainda hoje estão connosco, não de forma lenta e gradual como Darwin havia pregado, mas repentinamente. Basta desejar muito e um pulmão aparece. O mesmo para olhos, sangue, sistemas digestivos, etc. Os evolucionistas estão constantemente a apelar a milagres para resolver os seus problemas. Reparem no que ele diz também: “Pode ter sido tão simples como a evolução [aparecimento] de mandíbulas com dentes que tenham permitido a primeira mordidela a sério”. Mandíbulas com dentes aparecerem assim sem mais nem menos? Encomenda especial… um milagre para o cambriano… prontinho a sair.

Outra coisa lamentável: a ScienceDaily limitou-se a copiar (como acontece muito nestes assuntos de evolução) a press release da Instituição onde trabalha o cientista. Uma pesquisa no Google com a segunda parte do título da notícia leva-nos ao mesmo artigo, publicado pela Universidade de Harvard. Tudo copiadinho. Título, subtítulo, lead, corpo da notícia, foto. Tudo. Como é óbvio, as instituições estão mais inclinadas para apresentar apenas as coisas boas, minimizando os fiascos, insucessos e os erros. Aqui ou faltou o devido trabalho jornalístico ou o cientista não quis falar sobre o assunto. A primeira opção é a mais plausível.

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Um exemplo de mistura de factos com interpretações. O título diz: Criaturas marítimas antigas “vestiam-se” com diamantes. Já para não falar do “criaturas antigas” atentemos para o segundo parágrafo da notícia: “Cientistas descobriram que os organismos vestiam-se com pequenos diamantes feitos de carbono, trazidos no asteróide que terá aniquilado os dinossauros”. Qual é o facto? Fósseis de organismos marinhos com restos de diamantes microscópicos. Qual a parte da notícia que é interpretação? Estes diamantes terem sido trazidos ou formados com material que veio do Espaço. Há muito disto nas notícias. Misturam os factos com as interpretações naturalistas, que não são susceptíveis de confirmar. O leitor acaba por não saber distinguir aquilo que realmente é o facto, aquilo que foi encontrado, daquilo que é apenas uma interpretação fruto de pressuposições.

Mais é dito: “outros grãos presentes nos fósseis eram estranhamente ricos em metais como o níquel e cobalto, indicando a sua origem extraterrestre”. É lamentável que os problemas que a ciência naturalista não consegue resolver na Terra tenham de ser endereçados para o Espaço. Ao menos com o Espaço continuamos a não precisar de aceitar que existe um Deus a quem um dia teremos de dar contas.




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