No princípio criou Deus os céus e a Terra


A Bíblia e os dinossauros (Parte 5) – Poderás tirar com o anzol o leviatã?
Novembro 16, 2009, 8:39 am
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Ver Parte 4.
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O leviatã, à semelhança do Beemote, é outro animal portentoso e temível descrito pormenorizadamente por Deus. A sua descrição aparece no capítulo 41 de Job, a seguir à do Beemote. Ao contrário deste, que pode ser facilmente identificável com um animal que nós conhecemos bem, não se sabe ao certo que tipo de animal foi/é o leviatã. No entanto, existem algumas sugestões.

Algumas versões mais modernas traduzem “leviatã” como “crocodilo”. Contudo, o animal descrito nesse capítulo de Job não é nem de longe nem de perto um crocodilo.

Eis algumas características do leviatã, de acordo com a bíblia:

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Poderás tirar com anzol o leviatã, ou apertar-lhe a língua com uma corda?” (Job 41:1)

Ninguém há tão ousado, que se atreva a despertá-lo; quem, pois, é aquele que pode erguer-se diante de mim?” (Job 41:10)

Não me calarei a respeito dos seus membros, nem da sua grande força, nem da graça da sua estrutura.” (Job 41:12)

Quem jamais abriu as portas do seu rosto? Pois em roda dos seus dentes está o terror.” (Job 41:14)

Da sua boca saem tochas; faíscas de fogo saltam dela.” (Job 41:19)

Dos seus narizes procede fumaça, como de uma panela que ferve, e de juncos que ardem.” (Job 41:20)

O seu hálito faz incender os carvões, e da sua boca sai uma chama.” (Job 41:21)

No seu pescoço reside a força; e diante dele anda saltando o terror.” (Job 41:22)

Se alguém o atacar com a espada, essa não poderá penetrar; nem tampouco a lança, nem o dardo, nem o arpão.” (Job 41:26)

As profundezas faz ferver, como uma panela; torna o mar como uma vasilha de unguento.” (Job 41:31)

Na terra não há coisa que se lhe possa comparar; pois foi feito para estar sem pavor.” (Job 41:33)

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Podemos ver por alguns versículos, especialmente pelo último citado, que o leviatã era uma criatura bem temível, difícil de ser caçada.

A ciência tem descoberto fósseis de grandes criaturas agora extintas, como se crê. Algumas delas podiam encaixar na descrição do leviatã. Algumas criaturas propostas, segundo o conhecimento que se tem actualmente:

Tanystropheus - Réptil aquático. Passava muito tempo fora da água. Tinha um extraordinário pescoço longo (Job 41:22).

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Cronosaurus - Um dos maiores plesiossauros encontrados. Chegava a medir até onze metros de comprimento. Os seus fortes dentes permitiam-lhe tragar praticamente tudo que se movesse debaixo de água (Job 41:14).

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Thalassomedon - Muito parecido ao Cronosaurus. Podia medir até 12 metros de comprimento, sendo que 6 eram do pescoço. Também possuía forte dentição.

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Tylosaurus - Possuía cerca de 15 metros de comprimento e era um carnívoro voraz.

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Da sua boca saem tochas? Dos seus narizes procede fumaça?

Esta é uma parte da descrição que os ateus utilizam para mostrar que o animal descrito é mitológico. No entanto, não há razão para não acreditar que um animal do passado poderia soltar qualquer coisa das suas narinas. Digo isto porque hoje temos conhecimento do besouro-bombardeiro, que produz uma reacção química que explode na cara do seu predador (Ver: Escaravelho africano bombardeia ateísmo).

O mesmo poderia acontecer, em ponto maior, a um destes ou outros monstros marinhos. O certo é que é muito difícil ter acesso aos interiores destas criaturas em versão fóssil. Por exemplo, nós nunca saberíamos que os cangurus têm bolsas somente a partir dos seus fósseis. É algo que não se consegue perceber só através dos ossos.

CONCLUSÃO

O leviatã era uma criatura temível, disso não temos dúvidas. Muitas criaturas podem encaixar na descrição de Job. Também pode ser o caso de a criatura que corresponde ao leviatã não ter sido ainda desenterrada. Quem sabe…

O que sabemos é que homens e dinossauros foram contemporâneos. Sabemos isso não só pela bíblia mas pelos vários relatos e testemunhos históricos e arqueológicos. Apertem os cintos e venham até à Parte 6.



A Bíblia e os dinossauros (Parte 4) – Contempla agora o Beemote
Novembro 9, 2009, 8:00 pm
Arquivado em: Convicções / Fé

Ver Parte 3.
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A segunda metade do capítulo 40 do livro de Job é absolutamente fenomenal. Mas, para quem não conhece, vamos contextualizar. Job 40:15-24 descreve um animal portentoso, como hoje provavelmente não há nenhum – o Beemote. A palavra “beemote” significa “besta”.

Qual a razão deste nome aparecer na bíblia?

Não é muito normal vermos animais descritos na bíblia com nomes que não reconhecemos. O normal é haver tradução directa dos nomes dos animais em hebraico para as restantes línguas. Se isso não fosse possível, quem iria saber, por exemplo, que akbar se refere ao rato e cuwc ao cavalo?

A tradução dos nomes dos animais do hebraico para outras línguas era fácil. Os tradutores poderiam atentar para as descrições físicas de alguns deles e aplicar o nome correcto. Mas quando os tradutores davam de caras com o animal chamado “Beemote”, não sabiam a que animal correspondia, uma vez que não existia nenhum animal vivo que correspondesse à descrição dada pela bíblia.

Por essa razão, a palavra não foi traduzida. Antes, foi transliterada. Isto é, as letras originais do hebraico foram substituídas com as respectivas letras no português e nas outras línguas – Beemote.

Que animal é um Beemote?

A descrição física do Beemote é espantosa. Alguns excertos:

Eis que a sua força está nos seus lombos, e o seu poder nos músculos do seu ventre.” (Job 40:16)

Os seus ossos são como tubos de bronze, as suas costelas como barras de ferro.” (Job 40:18)

Eis que se um rio trasborda, ele não treme; sente-se seguro ainda que o Jordão se levante até a sua boca.” (Job 40:23)

Mas a característica chave é:

Quando quer, move a sua cauda como o cedro…” (Job 40:17)

hippo8Os cedros estavam entre as mais robustas e maiores árvores do mundo antigo. Eis algumas passagens bíblicas que falam do cedro:

…cortei os seus altos cedros…” (II Reis 19:23)

…contra todos os cedros do Líbano, altos e sublimes…” (Isaías 2:13)

Eis que o assírio era como um cedro do Líbano, de ramos formosos, de sombrosa ramagem e de alta estatura; e a sua copa estava entre os ramos espessos.” (Ezequiel 31:3)

Portanto, Deus compara a cauda do Beemote ao cedro. Que animal hoje conhecemos a quem esta comparação se adequa muitíssimo bem?

Algumas traduções mais recentes traduziram “Beemote” como “hipopótamo”. Outras como “elefante”. Eu quando estive no jardim zoológico de Lisboa (onde até tive o privilégio de ver um fóssil vivo), por mais que me esforçasse por contemplar o hipopótamo a mover a sua cauda como o cedro, a coisa não me parecia assim tão espectacular:

hippo1

O mesmo para o elefante. O Beemote não é um hipopótamo nem um elefante:

hippo10hippo11hippo4

E se…?

hippo12

Eis alguém de quem se pode dizer que move a cauda como o cedro.

hippo13

Deus se refere a ele como sendo “a obra prima dos caminhos de Deus” (Job 40:19), querendo isto dizer, portanto, que o Beemote foi o maior animal que Deus criou.

Não poderá ser uma figura mitológica?

As bíblicas católicas têm um apontamento no “Beemote” que diz que este animal era uma figura mitológica. Esta alegação não faz nenhum sentido, se levarmos em conta a narrativa conjunta. No capítulo 38 Deus descreve animais reais. No capítulo 39 Deus descreve animais reais. Chegamos ao 40, que dedica muito espaço à “obra prima dos caminhos de Deus” e já estamos a falar de um animal mitológico? Por que carga de água?

Além disso, Deus disse (e atentem para a parte a negrito): “Contempla agora o Beemote, que eu fiz contigo” (Job 40:15). O Beemote não é um animal mitológico. É um animal que foi criado por Deus, tal como o ser humano.

CONCLUSÃO

Agora eu especulando… provavelmente por saber que o tema dos dinossauros iria ser um dos mais importantes para a discussão Criação vs. Evolução, Deus dedicou estes versículos todos a este dinossauro, para mostrar como homens e dinossauros conviveram juntos.

Mas Deus não parou por aqui. Vamos conhecer o leviatã (Parte 5).



A Bíblia e os dinossauros (Parte 3) – Dinossauros na Bíblia?
Novembro 6, 2009, 8:24 am
Arquivado em: Convicções / Fé, Evolução/Big-Bang

Ver Parte 2.
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tanniynA palavra tanniyn aparece várias vezes na bíblia. Ela é traduzida de diferentes maneiras em diferentes passagens. Às vezes como “dragão“, outras como “serpente voadora” ou só “serpente” e outras ainda como  “monstro marinho“. Tanniyn parece ter sido algum tipo de réptil gigante. Estas criaturas são mencionadas quase trinta vezes no Antigo Testamento e são encontradas tanto em terra, como na água e no ar. Vamos ver alguns exemplos:

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Naquele dia o Senhor castigará com a sua dura espada, grande e forte, o leviatã, a serpente fugitiva, e o leviatã, a serpente tortuosa; e matará o dragão que está no mar.” (Isaías 27:1)

Desperta, desperta, veste-te de força, ó braço do Senhor; desperta como nos dias da antigüidade, como nas gerações antigas. Porventura não és tu aquele que cortou em pedaços a Raabe, e traspassou ao dragão” (Isaías 51:9)

Assim saí de noite pela porta do vale, até a fonte do dragão, e até a porta do monturo, e contemplei os muros de Jerusalém, que estavam demolidos, e as suas portas, que tinham sido consumidas pelo fogo.” (Neemias 2:13)

Criou, pois, Deus os monstros marinhos, e todos os seres viventes que se arrastavam, os quais as águas produziram abundantemente segundo as suas espécies; e toda ave que voa, segundo a sua espécie. E viu Deus que isso era bom.” (Génesis 1:21)

Tu dividiste o mar pela tua força; esmigalhaste a cabeça dos monstros marinhos sobre as águas.” (Salmos 74:13)

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Neste link podem ver em que passagens foi utilizada a palavra hebraica tanniyn e como foi traduzida para o inglês. Se forem ver a correspondência na vossa bíblia portuguesa provavelmente vão ver a palavra traduzida em algumas passagens como “chacais”. Bem… não são chacais. Os tradutores apenas imposeram uma palavra moderna, sem saber a Kronosaurque animal a bíblia se referia. O mesmo acontece com traduções noutras línguas.

Quando nós tiramos as lentes evolucionistas e partimos da bíblia para entender o mundo que nos rodeia, apercebemo-nos de coisas que nunca daríamos conta caso não atentássemos para ela. Por que razão os “monstros marinhos” que a bíblia fala não poderiam ser, por exemplo, criaturas como o Cronossauro ou o Plesiossauro?

Tem outras passagens interessantes que falam de uma “serpente voadora”:

Oráculo contra a Besta do Sul. Através da terra de aflição e de angústia, de onde vem a leoa e o leão, o basilisco, a áspide e a serpente voadora, levam às costas de jumentinhos as suas riquezas, e sobre as corcovas de camelos os seus tesouros, a um povo que de nada lhes aproveitará.” (Isaías 30:6)

Por que é que esta serpente voadora não pode ser um Pterodon ou um Pterodáctilo?pterodactilo

Não se esqueçam que somos nós que damos os nomes às coisas. Não é pelos antigos terem chamado outros nomes àquilo que nós hoje chamamos de “dinossauros” que eles não tiveram contacto com eles ou que estavam a criar lendas e mitos.

Hoje em dia também existem dragões. Não existem? Claro que existem! Se fores à Indonésia vais ver dragões-de-komodo, ou não?

E todos os anos são encontrados dragões. Em Outubro de 2002, a BBC anunciou a descoberta de um “dragão marinho” pré-histórico. Em Outubro de 2004, a BBC voltou a anunciar a descoberta de outro “dragão”, desta vez um “dragão adormecido”. Em Dezembro de 2006, foi anunciada a descoberta de um “dragão” de duas cabeças. A semana passada, referindo-se à forma como morreu um Plesiossauro, a National Geographic disse: “Ossos de monstro marinho revelam apetite desordenado dos tubarões antigos“.

CONCLUSÃO

Portanto, quando algum céptico aparece aí com intenções de gozar e pergunta: “Crente burro, então acreditas em dragões?“, nós podemos facilmente fazê-lo notar a sua preguiça mental, dizendo algo como: “Claro que acredito. Alguns ainda estão vivos hoje. Além disso, todos os anos são desenterrados dragões“.

A resposta é: sim! A bíblia refere os dinossauros. E até descreve dois com grande pormenor. Descubram na Parte 4.



A Bíblia e os dinossauros (Parte 2) – A ligação entre dragões e dinossauros
Novembro 5, 2009, 8:30 am
Arquivado em: Convicções / Fé, Evolução/Big-Bang

Ver Parte 1
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A bíblia utiliza a palavra hebraica tanniyn muitas vezes, referindo-se a criaturas portentosas. Em algumas passagens esta palavra foi traduzida como “dragão”. Não deixa de ser curioso os imensos relatos que povos por todo o mundo possuem a respeito de interacção com criaturas reptilinias, possuindo corpos alongados, pescoços serpentinos, cabeças contendo chifres, dentes aguçados, caudas longas, com ou sem asas membranosas. Estas histórias, chamadas de lendas de dragões, “têm estado com a humanidade desde o princípio da História[*1], e são, segundo o famoso evolucionista Carl Sagan, “um fenómeno global[*2].

A exposição “Monstros Marinhos” do Oceanário de Lisboa tem um texto mais ou menos à entrada que diz o seguinte [*3] [meu destacado]:

Antigamente, a forma como entendíamos o mundo baseava-se numa mistura de observação, imaginação e, por vezes, superstição. Contos de aventuras fantásticas e imaginativas e registos gráficos por vezes incompletos de criaturas vislumbradas parcialmente eram passados de mão em mão. Mitos e lendas sobre monstros marinhos misteriosos podem ser encontrados em todas as culturas costeiras do mundo.

Navegadores a caminho de novas descobertas, pescadores isoladores em ilhas desertas e em busca de sustento são apenas algumas das personagens que ao longo dos tempos imaginaram lendas e mitos acerca de misteriosos e terríveis monstros marinhos, para explicarem fenómenos que não eram completamente entendidos. O nosso medo de criaturas desconhecidas que se escondem sombriamente da superfície dos oceanos é uma constante em todas as culturas“.

Portanto, quem não teve estas experiências sabe que aqueles que tiveram as experiências só podiam estar a sonhar ou a ver mais do que o que era. Isto porque hoje sabemos que os seres humanos e os dinossauros nunca foram contemporâneos, uma vez que a “ciência” nos diz que os últimos viveram há milhões de anos, não é verdade?

As lendas sobre dragões têm alguma base de verdade?

Curiosamente, Adrienne Mayor, uma académica de Stanford, descobriu ligações sólidas entre certos fósseis de dinossauros e os relatos de dragões. Informação suficiente para encher três livros sobre o tema.

Lendas de dragões existem pelo mundo fora em muitas, senão todas as culturas antigas. Mayor acredita que estas lendas surgiram quando os povos antigos se depararam com os fósseis de dinossauros. Na sua óptica, se um antigo se tivesse deparado com um osso que parecesse como o Dracorex, o famoso dinossauro que se parece como um dragão, seria fácil especular sobre eles.

dracorexdragon

A respeito do Dracorex, Mayor disse que “o crânio é fortemente familiar a qualquer um que tenha estudado dragões! O Dracorex tem uma semelhança extraordinária com os dragões da antiga China e da Europa medieval“. O Dracorex foi desenterrado na América do Norte e não na China ou na Europa. Então, como é que os chineses, os aborígenes, os egípcios, os babilónios, os galeses e outros povos apareceram com lendas de dragões se, supostamente, os fósseis que deram origem às mesmas são raros e estão localizados no outro lado do planeta?

Este não é o único problema com este cenário. Lembram-se daqueles desenhos da coluna estratigráfica (vulgar coluna geológica) que aparecem nos manuais escolares? As camadas que supostamente pertencem aos dinossauros são a 4ª, 5ª e 6ª. Se os fósseis de dinossauros apareciam facilmente à superfície sem ser necessário desenterrá-los lá no fundo, isso quer dizer que as camadas superiores são fictícias, tal como se tem dito aqui. Só existem nos manuais escolares.

E quanto às referências a dinossauros na Bíblia?

Vamos até à Parte 3.

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REFERÊNCIAS OU NOTAS:

[*1] – “The Spread of Dragon Myths” (1981), Science Digest, 89:103, Maio

[*2] – Sagan, Carl (1977), “The Dragons of Eden“, (New York: Random House).

[*3] – Exposição última vez visitada em Setembro de 2008



A Bíblia e os dinossauros (Parte 1) – A Bíblia fala dos dinossauros?
Novembro 4, 2009, 9:00 am
Arquivado em: Convicções / Fé, Evolução/Big-Bang

Muitos cristãos ficariam sem saber como explicar aos seus amigos onde é que os dinossauros encaixam na História bíblica sem a subverter. Isto deve-se a duas razões essenciais: 1) a falta de exposição deste tema nas igrejas e congressos bíblicos e 2) a forte influência evolucionista que, sob a pretensão de ser ciência, desenvolveu uma teoria que contradiz o que a bíblia diz sobre a História da Humanidade.

Quando foram os dinossauros criados?

Vocês podem ficar surpreendidos mas a bíblia diz quando o T-rex foi criado. A sério!

dinosaur2O T-rex era um animal terrestre, aquático ou voador? Terrestre.

Em que dia Deus criou os animais terrestres? Dia 6 (Génesis 1:24).

Sendo assim, em que dia foram criados os T-rex? É isso mesmo. Dia 6. Não é muito difícil, pois não? Agora aplica o mesmo exercício aos restantes dinossauros. Os que voavam e viviam nas águas foram criados no dia 5 (Génesis 1:20-22), os terrestres no dia 6.

Se Deus criou os dinossauros, por que eles não são mencionados na Bíblia?

Deixem-me dar-vos uma novidade. A palavra “gato” também não vem na bíblia. Alguém tem dúvidas de que eles sempre estiveram por aí?

Relativamente à palavra “dinossauro”, ela nunca poderia aparecer na bíblia pois só foi inventada/criada em 1841. Richard Owen, naturalista britânico, juntou as palavras gregas deinos (que significa poderoso, terrível) e sauros (lagarto) e formou a palavra dinossauro, como hoje a conhecemos. A tradução da bíblia por João Ferreira de Almeida foi concluída em 1676. Creio que por esta altura já todos perceberam por que razão a palavra “dinossauro” não vem na bíblia.

dinosaur1

Se a bíblia falar de dinossauros chamar-lhe-á outro(s) nome(s). Génesis 2:19 diz-nos que Adão deu nome aos animais, portanto, para encontrarmos a referência a estes animais temos de procurar os nomes hebraicos dados a estas criaturas.

Então que tal irmos à procura desses nomes? Vamos até à Parte 2.



A Torre de Babel e as evidências arqueológicas
Novembro 2, 2009, 9:08 pm
Arquivado em: Convicções / Fé, Multimédia

Exposição realizada pelo Dr. Rodrigo Silva a respeito das evidências arqueológicas da torre de Babel.

Ver também: Ao mesmo tempo – os efeitos de Babel



Antes de apontares uma contradição, convém saberes o que é uma contradição
Outubro 31, 2009, 2:28 am
Arquivado em: Convicções / Fé, Estupidez/Fanatismo/Ignorância ateísta

Quando tratam do assunto das contradições bíblicas apontadas, Josh McDowell e Don Stewart, experientes apologistas cristãos, escrevem:

O que é uma contradição? O princípio da não-contradição, que é a base de todo pensamento lógico, afirma que uma coisa não pode ser ao mesmo tempo “a” e “não-a”. Em outras palavras, não pode estar chovendo e não-chovendo ao mesmo tempo…

Ao encontrar possíveis contradições, é de extrema importância lembrar que duas afirmações podem diferir entre si sem serem contraditórias. Algumas pessoas não sabem distinguir entre contradição e diferença. Por exemplo, o caso do cego em Jericó. Mateus relata como dois cegos encontraram Jesus, enquanto Marcos e Lucas citam somente um. Contudo, as duas afirmações não se negam, mas são complementares.

Suponha que você esteja falando com o prefeito e o chefe de polícia de sua cidade no prédio da prefeitura. Mais tarde você encontra um amigo e conta que falou com o prefeito. Depois encontra um outro amigo e lhe diz que falou com ambos, o prefeito e o chefe de polícia. Seus amigos ao compararem as informações, encontrarão uma aparente contradição. Mas não há nenhuma contradição. Se você tivesse contado ao primeiro amigo que você falou somente com o prefeito, você estaria contradizendo a afirmação que fez ao segundo. As afirmações que você realmente fez para o primeiro e segundo amigos são diferentes, mas não contraditórias.

Do mesmo modo, muitas afirmações bíblicas são deste tipo. Muitas pessoas pensam que encontram erros em passagens que não leram corretamente.” (McDowell, J. e Stewart, D. (1997), Respostas Àquelas Perguntas -O que os céticos perguntam sobre a fé cristã, Editora Candeia, primeira edição, pág. 228)

Ver também: Contradição bíblica ou demasiado burro para entenderes?

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Modificado a partir do original Ler Pra CrerO que é uma contradição?



Número de espécies de dinossauros encolhe (Noé agradece)
Outubro 28, 2009, 12:44 am
Arquivado em: Convicções / Fé, Evolução/Big-Bang

Os criacionistas sempre alertaram para o extenso número de espécies de dinossauros que os evolucionistas enumeram. Aliás, não só para as espécies de dinossauros mas também para os restantes animais (Ver: Quantos animais Noé precisou de levar na arca? (Parte 2)). Esta questão do número total de espécies animais é fulcral para percebermos que a missão de Noé era perfeitamente exequível. A actual definição de “espécie” é muito menos abrangente do que a “espécie” bíblica.

Menos dinossauros

O Triceratops é um dos dinossauros mais facilmente reconhecíveis, devido aos três cornos na sua cabeça. Ele tinha cerca de um terço do tamanho do Torosaurus, que também tinha três cornos na cabeça. Considerados há muito tempo espécies diferentes, uma equipa de paleoantropólogos anunciou que eles possivelmente são apenas uma espécie, em triceratopsdiferentes alturas da sua vida. O Triceratops terá sido um Torosaurus na sua fase de juventude.

Outro artigo interessante apareceu na National Geographic. O título era sugestivo: “Um terço das espécies de dinossauros nunca existiu?“. A questão colocada deriva do facto de os dinossauros, na sua fase de juventude, não se terem parecido nada, em morfologia, com os seus progenitores. A equipa liderada pelo paleontólogo Jack Horner levantou a possibilidade de que múltiplos dinossauros considerados como diferentes espécies são, na realidade, o mesmo tipo de dinossauro em diferentes fases da sua vida.

Horner deu como exemplo o Nanotyrannus que, ao que tudo indica, é a versão juvenil do Tyrannosaurus rex e não uma espécie diferente.pachysmanyone

Já em 2007, um grupo de paleontólogos afirmou no encontro anual da Sociedade de Paleontologia que o dinossauro “dragão” Dracorex e o Paquicefalossauro não são espécies separadas, mas pertencem à mesma espécie.

Menos dinossauros = menos animais na arca de Noé

Uma vez que existe a forte possibilidade de diferentes dinossauros serem, na realidade, o mesmo animal, isso traz boas implicações para a narrativa bíblica da arca de Noé. As 800 espécies de dinossauros identificadas actualmente não são 800 tipos de animais diferentes. Considerem, por exemplo, o género Ceratopsia:

ceratopsia

Grande parte dos dinossauros classificados como diferentes espécies são, muito provavelmente, apenas variações de um mesmo tipo de animal. Para entender isto nada melhor do que atentar para o exemplo dos cães. Existem centenas de espécies diferentes de cães, no entanto, elas são apenas variações do mesmo tipo de animal – o canídeo. Imaginem o número de espécies de cães que existiriam, caso eles fossem apenas encontrados em fósseis.

O problema é que cada cientista que desenterra um dinossauro da terra classifica-o como sendo uma nova espécie, apenas pelo facto de ter um tamanho diferente ou de estar noutro continente. O que também contribui para a falsa proliferação de espécies de dinossauros é o retorno que daí advém. Descobrir uma nova espécie de dinossauro gera financiamento para o estudo da mesma.

CONCLUSÃO

Os criacionistas sabem que Deus criou diferentes tipos de animais e que possibilitou uma grande variação dentro do mesmo tipo, com limites naturais. Noé apenas teve de levar na arca representantes destes “tipos básicos” e não representantes de cada variação.

Quando eu disse, neste comentário no blog Darwinismo, que os transicionais de dinossauros apresentados poderiam ser apenas variações do mesmo dinossauro em diferentes alturas da sua vida, um ateu crucificou-me pela minha ignorância. É bom ver que a ciência vem dar razão à minha humilde ignorância. Eu não tenho muito conhecimento. Mas eu tenho uma vantagem: tenho a verdadeira “origem das espécies” deixada pelo próprio Deus e nenhuma espécie de conhecimento irá alguma vez mostrar que essa origem está errada.



Feedback da semana – (Dados da ciência e bíblia; fiabilidade dos evangelhos; apócrifos; extremismos)
Outubro 24, 2009, 11:25 pm
Arquivado em: Convicções / Fé, Evolução/Big-Bang, Respostas a Ateus

Resposta ao comentário do leitor que assina como hermogenes, no post Design e as pegadas na areia.
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Ou melhor, usar a biblia para defender existência de Deus é um erro. Porque muito do que está lá escrito ou não vai de encontro com tudo que sabemos do mundo que nos cerca ou então é fabuloso/trágico de mais e não se adapta aos dias de hoje:

1. Dados de geologia, arquelogia, cosmologia, arqueologia indicam uma terra bastante “velha”.

Geologia e a Bíblia

Na realidade, atirar conceitos para o ar é muito fácil. Dizer “dados da geologia, arqueologia e cosmologia“, sem especificar de que dados se está a falar, não tem nenhum valor. O mesmo pode ser feito por qualquer pessoa.

Relativamente à geologia, o que os dados e as observações científicas mostram é que os métodos de “datação”, o procedimento usado por geólogos para adivinhar calcular a idade das rochas e da Terra: 1) são um fiasco, 2) dependem de pressupostos impossíveis de verificação e 3) são interpretados de acordo com as concepções do geólogo.

GrandFalls02O registo fóssil está cheio de seres vivos que se esqueceram de evoluir, isto é, seres vivos que, apesar de os evolucionistas dizerem que têm milhões de anos, permaneceram estáticos ao longo de todo esse alegado tempo (Ver, por exemplo, o caso dos insectos, plantas, peixes, medusas e osgas). Por outro lado, os chamados “fósseis intermédios” são uma ilusão, já que os mesmos são inexistentes na classe dos invertebrados, que constituem a grande fatia do registo fóssil – 95%.

Arqueologia e a Bíblia

Creio que o hermogenes se deve estar a referir à Paleoantropologia. A verdade é que esta estranha “ciência” sobrevive mais à base de marketing do que de resultados esclarecedores. Aliás, esses resultados têm afirmado, cada vez mais, a humanidade dos indivíduos desenterrados. Senão, vejamos: o Homo floresiensis é 100% humano; o estilo de andar do Homo erectus é igual ao do homem actual e, além disso, eles tinham capacidade de fala e eram capazes de grandes proezas, apesar dos seus cérebros pequenos; o Homo neanderthalensis tinha os mesmos comportamentos que qualquer de nós.

Isto para não falar dos erros e fraudes paleoantropólogicas, anunciados como verdade até serem desmascarados (Ver, por exemplo: Homem de Nebraska, Homem de Piltdown e Ramapithecus). Quantos mais Ramapithecus homo_habilisandarão por aí expostos nos museus. Ainda há evolucionistas honestos que confessam que o estudo dos fósseis de alegados antepassados humanos são uma fantasia.

Por sua vez, a descoberta de referências extra-bíblicas a pessoas, cidades e eventos bíblicos revelam que a Bíblia relata aquilo que realmente aconteceu, mostrando que a fé do cristão assenta em factos reais.

Cosmologia e a Bíblia

A Cosmologia mostra que o nosso planeta se encontra plenamente ajustado para suportar vida. Mais de 30 factores delineados ao milímetro fazem com que seja possível a existência de vida neste planeta (ex: massa dos átomos, massa do sol e distância em relação ao mesmo, massa da lua e distância em relação à mesma, força da gravidade, etc). Altera um deles o mínimo que seja e deixarás de ter um planeta capaz de sustentar vida.

Se isto não é providência, então não sei o que essa palavra quer dizer. Para não reconhecer que tudo isto é providência divina, os cientistas naturalistas lançam para a mesa as hipóteses mais ridículas.

Quanto à idade do Universo, essa é uma questão um pouco complexa e exige mais observações e dados. Mas há dados que revelam uma idade não muito antiga para o Universo. É preciso também ter consciência de que o próprio Big Bang apenas se mantém uma teoria mais ou menos fiável por recorrer a entidades não observáveis.

Fiabilidade dos evangelhos

2. As contradições nos diferentes evangelhos levanta questões de fiabilidade dos relatos biblicos.

Na realidade, os diferentes pormenores relatados pelos 4 evangelistas, a respeito da vida, crucificação e ressurreição de Jesus Cristo, mostram que os relatos são independentes uns dos outros e que não foram uma combinação entre os diferentes evangelistas. As pequenas diferenças são o que seria de esperar se os registos tivessem sido deixados por diferentes pessoas, que presenciaram os mesmos eventos (ou recorreram a testemunhas que os presenciaram, como fez Lucas) mas descreveram-nos de acordo com a sua perspectiva.

S_Lucas_Andrea_Mantegna_2Quando aconteceu o ataque terrorista às torres gémeas, no famoso 11 de Setembro, acontecia a todo o tempo os meios de comunicação falarem com diferentes pessoas que contavam diferentes pormenores em relação ao mesmo acontecimento – o ataque terrorista às torres gémeas. 100 Pessoas entrevistadas forneceriam diferentes pormenores em relação ao mesmo evento, no entanto, isso não quer dizer que elas estivessem a fabricar uma invenção. Mas pela lógica do ateu, os seus relatos não seriam fiáveis.

O que interessa é que os evangelistas concordam entre si nos eventos cruciais. Todos os quatro evangelhos concordam que:

Jesus de Nazaré foi crucificado em Jerusalém pelas autoridades romanas durante as festividades da Páscoa, tendo sido preso e acusado de blasfémia pelos líderes judaicos e então caluniado pelo crime de traição perante o governador Pilatos. Depois de várias horas ele morreu e foi sepultado na tarde da sexta-feira por José de Arimatéia em uma tumba, que foi selada com uma pedra. Algumas mulheres seguidoras de Jesus, incluindo Maria Madalena, observaram seu sepultamento, visitaram a sua tumba no domingo pela manhã e encontraram-na vazia. Jesus apareceu vivo aos seus discípulos, incluindo Pedro, que então começaram a ser proclamadores da mensagem de Sua ressurreição.

Mais pormenores sobre este tópico em Inerrância e ressurreição, no 4º ponto.

Livros apócrifos

3. Os envagelhos apócrifos EXCLUÍDOS da biblia por conterem histórias no minimo embaraçosas e patéticas (jesus transformando os amiguinhos em cabritos!) que põe a nú mais uma vez como a biblía é uma fantasiosa supercriação humana.

Os evangelhos apócrifos que falam sobre Jesus nunca foram excluídos de nada. Eles nem sequer chegaram a fazer parte do cânone bíblico. Isto porque eles nunca foram tidos como fontes históricas fidedignas. Uma das razões é que foram escritos entre um a dois séculos depois do tempo de Jesus Cristo e os seus autores eram obscuros. O que o ateu está a pedir é que nós acreditemos em livros que foram escritos 200 anos depois dos relatos que descrevem, e que não recorrem a testemunhas oculares, do que acreditarmos nos relatos de autores que presenciaram os eventos ou que recorreram a testemunhas dos eventos.crucification4

Imaginem que daqui a 200 anos surgiriam vários livros que apresentavam versões completamente diferentes do 11 de Setembro. Seria lógico aceitar-se esses livros como tendo material confiável em detrimento dos livros que foram escritos no tempo do evento que relata e que recorrem a testemunhas oculares? Óbvio que não! Mas é isso que o ateu nos pede para fazermos em relação aos livros apócrifos.

Extremismos bíblicos

4. A biblía é usada para extremismos.

Mas o facto de a bíblia ter sido usada como justificação para muitos extremismos não é evidência contra a sua mensagem. Eu também posso dizer que matei pessoas para cumprir a vontade do primeiro-ministro de Portugal, o que não quer dizer que isso faça do mesmo uma pessoa má e com uma mensagem destruidora. O que importa é o que ele realmente diz e não o facto de haver pessoas que praticam crimes e dizem que apenas estavam a seguir os seus ensinamentos.

As pessoas interpretam a sua maneira, todos alegam que são a igreja escolhida.Como saber?

A única coisa que importa é aceitar que Jesus Cristo morreu na cruz para pagar os nossos pecados e que ressuscitou, vencendo a morte. Segundo a bíblia, este é o único requisito para ser salvo (Romanos 10:9; Actos 16:31)

5. Essa biblia que já foi usada em nome de Deus para derramar sangue de inocentes

Já foi dito em cima que o que importa não é o que as pessoas fazem em nome de, mas sim a mensagem que esse nome de transmite. As pessoas que mataram “em nome de Deus” estavam a praticar o contrário da mensagem que Jesus pregou.

Mas o ponto mais interessante aqui é ver que o hermogenes apela a um padrão universal de justiça, utilizando-o para poder referir-se a “inocentes”. Mas se não existe um Legislador de Justiça absoluto – Deus -, então porque razão o mesmo sentido de justiça do hermogenes deve ser aplicável a todas as outras pessoas? Se o ser humano evoluiu, e se tudo evoluiu, porque razão o sentido de justiça deve ser igual em todas as pessoas e em todas as sociedades?

Reparem que o hermogenes, ao assumir um padrão universal de justiça, segundo o qual sabemos distinguir que há atitudes que são sempre injustas e outras que são sempre justas, ele está a revelar a existência de Deus, a referência absoluta de justiça.



Design e as pegadas na areia
Outubro 22, 2009, 11:19 pm
Arquivado em: Convicções / Fé, Evolução/Big-Bang

Todos nós já deixamos as nossas pegadas na areia da praia. Umas são grandes, outras são pequenas. Umas são mais largas, outras menos. E elas lá permanecem até que venha uma onda e as apague totalmente.

Pegadas na areiaImagina agora que vais para uma praia pouco frequentada. Reparas que há um par de pegadas na areia junto ao mar. Tu não viste ninguém a deixá-las ali. Será que aquelas pegadas foram produzidas pelas forças naturais das marés e do vento ou, antes, foram deixadas ali por alguém? Qual seria a tua resposta?

Se pensaste como eu, respondeste: foram deixadas ali por alguém. Repara que tu não viste ninguém a fazê-las nem conheces nada a respeito do autor delas. Não sabes o nome dele, onde mora, se é casado, etc… não sabes mesmo nada. Além disso, ele nunca falou contigo ou comunicou de alguma outra maneira. A tua experiência diz-te que aquele tipo de marcas são sempre o resultado da acção humana. Tu já viste várias vezes as pessoas deixarem pegadas na areia e, como tal, concluiste que aquelas também foram feitas por alguém.

Da praia para o interior dos seres vivos

Agora vamos virar a nossa atenção para os seres vivos. Muito se discute sobre como eles vieram á existência. Deus criou-os ou eles foram-se criando a eles mesmos, sem intervenção de ninguém?

Os avanços da ciência possibilitaram conhecermos o interior dos seres vivos. Dentro deles, operam verdadeiras máquinas biológicas altamente sofisticadas que, em coordenação, desempenham várias funções. Imagina a melhor máquina alguma vez construída pelo homem. Pois bem, fica sabendo que essa máquina, seja o que for, não se compara ao design encontrado nos seres vivos.

Actualmente, a ciência sabe que as esponjas possuem tecnologia de fibra óptica, os cílios primários (estruturas presentes dentro das células humanas) operam do mesmo modo que um sistema de GPS, as moscas têm sensores acústicos altamente apurados e são o mais sofisticado engenho voador do planeta, as asas das borboletas actuam como minúsculos receptores de energia solar, as escamas dos besouros actuam como cristais fotónicos, alguns insectos usam infravermelhos para encontrarem comida, o cérebro humano supera, de longe, o melhor dos computadores, as plantas possuem termóstatos, os peixes eléctricos possuem um regulador de iluminação, etc. A lista é infindável. E muitas mais estruturas faltam ser descobertas pela ciência.engenho3

Nenhum de nós viu alguém a projectar e a “construir” estes sistemas biológicos. Mas a nossa experiência diz-nos que este tipo de estruturas é sempre o resultado de uma mente inteligente. Nós sabemos, pela observação, que estruturas como fibra óptica, infravermelhos, computadores, termóstatos, etc, vêm à existência apenas porque alguém as cria. Mesmo não vendo a pessoa que as criou, nem sabendo nada a seu respeito, nós sabemos que elas foram criadas por intermédio de alguém. A nossa experiência empírica diz-nos isso.

CONCLUSÃO

Semelhantemente às pegadas na areia, também as estruturas biológicas aqui faladas foram criadas por alguém. Elas não surgiram sem intervenção inteligente. A nossa experiência mostra-nos isso, mesmo se não soubermos nada a respeito do seu criador.

Mas Deus revelou-se ao ser humano através da Sua Palavra e tu hoje podes conhecer este maravilhoso Criador. Ele já fez o trabalho todo ao morrer na cruz por cada pecado nosso. Ele não tinha de vir à Terra em forma humana… não deixaria de ser Deus. Mas Ele quis fazê-lo porque não quer que tu te percas.

E é tão fácil chegares a Deus: “Porque, se com a tua boca confessares a Jesus como Senhor, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, será salvo” (Romanos 10:9)