Arquivado em: Evolução/Big-Bang
Nós costumamos dizer que uma pessoa tem “olhos de lince” quando ela tem uma visão muito apurada. Mas talvez devessemos alterar a expressão para “ter olhos de osga”. Algumas osgas conseguem ver a cores no escuro. Os olhos destas criaturas são 350 vezes mais sensíveis que o olho humano, que no escuro apenas vê a preto e branco.
Segundo investigação publicada no Journal of Vision, os olhos das osgas consistem numa série de zonas concêntricas distintas de diferentes poderes refractivos (ScienceDaily). Este palavreado pode parecer chinês para grande parte de nós, mas para os cientistas significa que eles poderão aplicar este conhecimento de maneira a desenvolverem câmaras mais eficientes e, quem sabe, lentes de contacto multifocais.

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Assim funciona a verdadeira ciência, aquela que nos é útil e nos dá as coisas que usamos diariamente. Não são as fantasias dos devotos de Darwin que nos dão os óculos e as lentes de contacto, mas sim o esforço e dedicação daqueles que observam e estudam o funcionamento das coisas.
E este é mais um exemplo de um mecanismo que não pode ter sido criado por erros genéticos aleatórios, responsáveis por grande parte das doenças que afectam o ser humano. Praticamente todos os dias surgem exemplos que refutam o NeoDarwinismo. Quanto mais se conhecem os sistemas complexos e afinados dos seres vivos, mais evidente fica a existência de um Arquitecto Mestre (Ver página referente ao Design na natureza).
Que a verdadeira ciência continue a progredir. Os meus olhos agradecem.
3 Comentários até agora
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As osgas desenvolveram elas mesmo esse tipo de visão.
Comentário por Mats Junho 26, 2009 @ 12:46 pmO génesis diz que não, logo, estás errado e fim da conversa.
Comentário por kamikaze Junho 26, 2009 @ 7:45 pmO Gênesis e as evidências.
Comentário por Fabricio Lovato Junho 29, 2009 @ 5:57 pm