O Hitler é um daqueles cristãos que todas as igrejas gostariam de ter como responsável. As suas dissertações bíblicas, as suas exegeses, as suas pregações… dificilmente haverá algum cristão mais conhecedor da Bíblia.
Hitler’s Table Talk é um livro que reúne uma série de conversas informais entre Hitler e os seus associados mais próximos (disponível AQUI). Alguns excertos:
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“The heaviest blow that ever struck humanity was the coming of Christianity. Bolshevism is Christianity’s illegitimate child. Both are inventions of the Jew.” (pág. 13)
“Let it not be said that Christianity brought man the life of the soul, for that evolution was in the natural order of things.” (pág. 13)
“Christianity is a rebellion against natural law, a protest against nature. Taken to its logical extreme, Christianity would mean the systematic cultivation of the human failure.” (pág. 57)
“The best thing is to let Christianity die a natural death. A slow death has something comforting about it. The dogma of Christianity gets worn away before the advances of science. Religion will have to make more and more concessions. Gradually the myths crumble.” (pág. 65)
“Christianity, of course, has reached the peak of absurdity in this respect. And that’s why one day its structure will collapse. Science has already impregnated humanity. Consequently, the more Christianity clings to its dogmas, the quicker it will decline.” (pág. 66)
“But Christianity is an invention of sick brains : one could imagine nothing more senseless, nor any more indecent way of turning the idea of the Godhead into a mockery.” (pág. 150)
“When all is said, we have no reason to wish that the Italians and Spaniards should free themselves from the drug of Christianity. Let’s be the only people who are immunised against the disease.” (pág. 151)
“One cannot succeed in conceiving how much cruelty, ignominy and falsehood the intrusion of Christianity has spelt for this world of ours.” (pág. 294)
Etc…
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(Este post pode parecer um pouco sem nexo, para os cristãos que não estão acostumados a debater com ateus. Mas aqui n’alógicadosabino aparece todo o tipo de desespero ateísta.
Eu dou umas luzes: há ateus que dizem que Hitler era cristão. Sim é verdade. Dizem mesmo! Não sabemos bem que definição de “cristão” eles adoptam mas ainda havemos de descobrir. Se para ser-se “cristão” o requisito necessário é ter uma bíblia em casa ou ter entrado pelo menos uma vez numa igreja, então acho que em Portugal não há ateus.)
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Hitler no seu Mein Kampf a base ideológica do nazismo.)
Aquele que ousa levantar a mão contra a própria imagem do Senhor na sua forma mais elevada, injúria o Criador e ajuda a perder o Paraíso. Tem a obrigação, de acordo com a Vontade eterna que governa este mundo, de favorecer a vitória do melhor e do mais forte, de exigir a subordinação dos maus e dos fracos.
…..
Um estado racista deve, antes de mais, fazer sair o casamento do descrédito em que uma contínua adulteração da raça o mergulhou e conferir-lhe a santidade de uma instituição destinadaa criar seres à imagem do Senhor e não monstros ameio caminho entre o homem e o macaco.
…………..
trata-se de uma bela apreciação quando se diz que a natureza de um homem é profundamente religiosa. Retire-se à humanidade actual os principios religiosos confirmados pela educação, que são praticamente principios de moralidade e de bons costumes; suprima-se esta educação religiosa e ver-se-á o resultado sob a forma de uma profunda perturbação das bases da existência.
Então em que ficamos jogamos uma moeda ao ar ?
Comentário por Joaquim Coelho Março 28, 2009 @ 12:46 amMais Hitler
Infelizmente a nação inteira é que teve de suportar as conseqüências desse desvio, pois as conseqüências dai decorrentes sobre o relaxamento do sentimento religioso coincidiram justamente com um período em que tudo começava a enfraquecer-se e oscilar nos seus fundamentos e até os tradicionais princípios da moral e dos costumes ameaçavam entrar em colapso.
Sua vida [do judeu] só se limita a esta terra, e seu espírito conservou-se tão estranho ao verdadeiro Cristianismo quanto a sua mentalidade o foi, há dois mil anos, ao grande fundador da nova doutrina. Verdade é que este não ocultava seus sentimentos relativos ao povo judeu; em certa emergência pegou até no chicote para enxotar do templo de Deus este adversário de todo espírito de humanidade que, outrora, como sempre, na religião, só discernia um veículo para facilitar sua própria existência financeira. Por isso mesmo, aliás, é que Cristo foi crucificado, enquanto nosso atual cristianismo partidário se rebaixa a mendigar votos judeus nas eleições, procurando ajeitar combinações políticas com partidos de judeus ateístas e tudo isso em detrimento do próprio caráter nacional.
As confissões cristãs, todas duas, estão presenciando indiferentes a essa profanação e destruição de um nobre e incomparável ser presenteado à nossa terra pela graça de Deus. Para o futuro da humanidade, não importa saber se os protestantes vencem os católicos ou os católicos os protestantes, mas sim, se o homem ariano é conservado no mundo ou se desaparece. Apesar disso, essas duas confissões, longe de combaterem o destruidor da espécie, tratam apenas de se aniquilarem mutuamente. Justamente o homem de sentimentos nacionalistas devia ter a sagrada obrigação, cada um dentro do seu próprio credo, de cuidar, não só de falar sempre da vontade de Deus, mas também de cumpri-la, não permitindo que a obra de Deus seja desonrada. A vontade de Deus foi que deu aos homens sua forma exterior, sua natureza e suas faculdades. Aquele que destruir a obra de Deus está desta forma combatendo a obra divina, a vontade divina.
Para ateu e evolucionistas não está nada mal hem Sabino
Há mais ainda
Comentário por Joaquim Coelho Março 28, 2009 @ 12:48 amRealmente cristianismo e nazismo são praticamente a mesma coisa, tirando os versiculos de amar o proximo, dar a outra face para o inimigo, existem muitas semelhanças entre as 2 ideologias:
A solução final dos judeus.
O espaço vital.
A superioridade da raça ariana.
Como se ve nazismo e cristianismo tem muito em comum só não enxerga quem não quer.
Comentário por Bispo Valdomiro Santiago Março 28, 2009 @ 1:26 amO Governo do Reich, que considera o cristianismo a fundação inabalável da moral e do código moral da nação, considera do maior valor as relações amigáveis com a Santa Sé, e está empenhado em as desenvolver…»
Adolf Hitler, discurso no Reichstag em 23 Março de 1933.
«O Governo, decidido a empreender a purificação moral e política da nossa vida pública, está a criar e a assegurar as condições necessárias para uma renovação realmente profunda da vida religiosa (…). O governo nacional considera as duas confissões cristãs como os factores de maior peso na manutenção da nossa nacionalidade. Respeitará os acordos existentes entre elas e os estados federais. Os seus direitos não serão infringidos (…).
“Este nosso mundo humano seria inconcebível sem a existência prática da fé religiosa.”
“Eu sigo o caminho que Deus dita com a segurança de um sonâmbulo.”
“Como cristão não tenho a responsabilidade de me permitir ser enganado, mas tenho a obrigação de lutar pela verdade e justiça.”
“Sou e sempre fui um católico e sempre serei.”
“Hoje acredito que estou agindo de acordo com a vontade do Criador Todo-Poderoso: – ao defender-me contra os judeus, estou lutando pelo trabalho do Senhor. ”
“Quem disse que eu não estou sob a proteção especial de Deus?”
Não estou convencido que nada acontecerá comigo, para eu conhecer a grandeza do desafio para o qual Deus me escolheu.”
Por agora chega, mas há muito mais.
Nota: eu não considero Hitler um cristão, mas que usou o cristianismo para atingir os seus fins, tal como o fez com a ciencia, o eugenismo , a evolução (embora muitissimo pouco), a pobreza, a ideologia, o anti-semitismo cristão, etc.
Da mesma forma não considero Hitler um ateu.
Hitler era um mistico e acreditava na vida depois da morte e numa entitate criadora suprema (isto é num Deus), o que não encaixa num ateu.
Em que Deus e em que religião é que ele acreditava é que não faço ideia.
Comentário por Joaquim Coelho Março 28, 2009 @ 1:29 amBispo Valdomiro
De novo concordo consigo: cristianismo e nazismo não têm nada a ve.
Tal como ateismo e nazismo.
Tal como evolucionismo e nazismo.
Hitler usou o cristianismo apenas como desculpa e para convencer as pessoas, tal como fez com a ciência, o evolucionsimo, a politica, a pobreza, etc.
Nenhum tem responsabilidades activas. (embora possa haver pessoas destes grupos que as tenham).
O nazismo é algo muito especifico e que usou tudo e mais alguma coisa para se justificar.
Apenas coloco estas frases para mostrar que Hitler dizia uma coisa e o seu oposto.
E não podemos usar umas frases que nos dão jeito e fechar os olhos ás outras.
Hitler falou muito mais sobre o bom que era as religiões e usou-a como desculpas imensas vezes.
Sobre o evolucionismo as referencias contam-se pelos dedos de uma mão com dedos amputados.
Mas o sabino e o mats negam a influencia da religião e atribuem toda a influencia ao evolucionismo.
O que é uma contradição, uma mentira, e cegueira.
Há um ponto do que diz que parcialmente não concordo: A solução final dos judeus
Na minha opinião e na da maioria dos historiadores Hitler foi muito influenciado no seu anti-judaísmo pelo ódio histórico dos cristãos ao semitismo e aos judeus.
Esse anti-semitismo ainda enraizado na Austria do jovem Hitler teve certamente alguma influência no seu ódio aos judeus e na condução á solução final.
(Isto não significa que o cristianismo tenha tido qualquer responsabilidade, mas apenas que as interpretações pessoais de Hitler sobre o assunto o influenciaram em decisões futuroas)
Um dos grandes criticos do judeus que apelou á violência e à eliminação dos judeus foi o fundador do protestantismo alemão Martinho lutero.
Hitler diz que um dos grandes influenciadores da sua visão anti-judaica foi Karl Lugger, lider do partido extremista e conservador austricao “partido social-cristão”.
Este partido era conhecido pelo seu panfleto Volksblatt que era um agressivo jornal anti-semita.
Hitler diz: “Não aprovava o seu anti-semitismo agressivo, mas encontrei ali alguns raciocinios que me fizeram pensar …
Comentário por Joaquim Coelho Março 28, 2009 @ 2:42 am… a hostilidade primitiva converteu-se em franca admiração…. o meu critério sobre o anti-semistismo foi mudando…
Ele estava sendo irônico…
Comentário por MVR Março 28, 2009 @ 9:33 pmSão coisas que não possuem qualquer ligação…
É cada testamento do Joaquim Coelho. Nota-se uma tentativa exasperante de tentar “livrar” os actos perpetrados por Hitler dos motivos por detrás deles.
Ó Joaquim, com a tua idade já devias racionar com toda a massa do cérebro. Eu posso dizer qualquer coisa e atribuir qualquer coisa a Deus. Amanha posso assaltar um banco e dizer que apenas estava a cumprir o mandado de Deus. Depois de amanha posso matar pessoas numa escola e posso dizer que apenas estava a cumprir o mandado de Alá. Depois de depois de amanha eu posso esfaquear pretos e dizer que apenas estava a cumprir o mandado de Buda. Eu posso dizer qualquer coisa. Mas o que tem de se ver é o que os fundadores dos respectivos movimentos dizem sobre esses assuntos. Jesus alguma vez mandou exterminar judeus? Dá-me um versículo bíblico onde Jesus diga isso, sem retirar do contexto, por favor.
Outra coisa… para ti, o que faz de uma pessoa “cristão”? Para ti, a Madre Teresa foi tão cristã quanto Hitler, correcto?
Outra coisa… acredita em Deus por um bocadinho e diz-me, sinceramente, o que achas que Deus disse a Hitler quando este chegou à sua presença. Acho que será um bom exercício.
Comentário por alogicadosabino Março 29, 2009 @ 12:46 amSabino não percebo o que queres dizer.
Eu apenas digo que não faz sentido atribuir a culpa dos actos de Hitler ao evolucionosmo tal como não faz sentido atribuir ao cristianismo.
Hitler usava tudo para atingir os seus fins.
Tu é que colocas uns excertos para dizer que Hitler não era cristão.
Eu rebato com outros em que ele afirma ser.
Tem tanta validade uns como os outros.
Não se pode é concluir nada do que ele diz.
Aliás na resposta ao bispo está bem explicito o que digo e o que acredito.
Nota: a treta que dizes sobre Deus aplica-se sem tirar nem por ao ateismo.
Tu á que não usas a tua cabecinha para pensar, Já alguém “pensou” por ti: o calhamaço dos embustes.
Quanto á Madre apenas te digo que não tenho a minima simpatia pela senhora.
A resposta a Deus, como é evidente não faz sentido pois Deus não existe.
Mas de uma coisa tenho a certeza: a única motivação das mortes na Croacia para quem não se convertesse ao cristianismo foram religiosas e perpetradas por religiosos: um grande número por Franciscanos, entre eles o chefe do campo de “exterminio” croata.
Mas volto a dizer: esta discussão não faz qualquer sentido, é estéril, falaciosa e demagoga.
Comentário por Joaquim Coelho Março 30, 2009 @ 5:00 pmDa tua parte e da minha. Só a uso para mostar que tanto dá para um lado como para o outro.
“Tu é que colocas uns excertos para dizer que Hitler não era cristão.
Eu rebato com outros em que ele afirma ser.”
E foi por essa razão que te perguntei o que faz de uma pessoa um “cristão”. Era o que eu queria saber de ti. Se uma pessoa disser que é cristã, essa pessoa é automaticamente cristã? É o que eu quero saber de ti.
Comentário por alogicadosabino Março 30, 2009 @ 11:12 pmNão Sabino, tal como dizer que não é Cristão não faz dele automáticamente um não cristão, um ateu, ou muçilmano.
É o que tento demonstrar: é igual para os dois lados.
Comentário por Joaquim Coelho Março 30, 2009 @ 11:17 pmNão serve de argumento para ninguém.
Para ti, o que faz de uma pessoa um “cristão”?
Depois tenta descobrir o que faz uma pessoa um “cristão”, para Jesus.
Comentário por alogicadosabino Março 30, 2009 @ 11:26 pmSabino, estou-me nas tintas para a religião de cada um e para debates teológicos.
Cada um é livre de ser o que quer, e nenhum é melhor que outro por causa de um religião ou falta dela.
Comentário por Joaquim Coelho Março 30, 2009 @ 11:32 pmEstá mais que demonstrado.
Mas eu queria que me respondesses a isso, porque tu estás aí a gritar que Hitler era cristão. Eu queria saber o que faz de uma pessoa um “cristão.
Eu digo que o Hitler baseou as suas ideias na ideologia evolucionista e, de facto, ele agiu dessa forma. Eliminou aqueles que ele achava que eram os mais fracos para nao atrasarem a evolução dos mais fortes.
Tu dizes que ele era cristão, mas o problema é que ele fez tudo menos o que Cristo disse… amar o proximo como a ti mesmo. Alguma vez Jesus disse para eliminar os judeus?
Portanto, eu queria que substanciasses essa ideia do Hitler ter sido cristão.
Comentário por alogicadosabino Março 30, 2009 @ 11:37 pmNão Sabino pela 100000000 vez eu não estou a dizer que Hitler é cristão. Estou a dizer que não se pode concluir nada das palvars dele, incluindo que não é cristão como tu disseste.
O resto que dizes é parvoice. A teoria da evolução não prediz a eliminação de ninguém, nem que o mais forte deve elimar o mais fraco.
Constata que na natureza há uma pressão selectiva, quer pelo alimento, quer pelo sexo.
Coisa que é absolutamente visivel em qualquer observação da natureza. Aquele que tiver mais aptidões (não necessáriamente forçla) tem mais hipoteses de transmitir os seus genes só isso.
Se alguém interpreta de forma diferente é parvo.
E Hitler era maluco. Ele também usou a biblia e o teu amda Lutero para jsutificar a eliminação dos judeus.
Aliás o antisemitismo de Hitler é o mote de tudo o que aconteceu, partilhado pelo seu grande idolo Wagner, um cristão adepto do anti-semitismo a da raça superior.
Aliás a questão da raça superior aparaceu antes da teoria da evolução com Gobinau, outro influenciador do pensamento de Hitler
Tinha pretensões artísticas, tendo tentado ser escultor e romancista. Mas se celebrizou como ensaista ao escrever seu “Ensaio sobre a desigualdade das raças humanas” (1855)[nota: a evolução foi publicada em 1959), seu livro mais célebre, um dos primeiros trabalhos sobre eugenia e racismo publicados no século XIX.
Segundo ele, a mistura de raças era inevitável e levaria a raça humana a graus sempre maiores de degenerescência física e intelectual. É-lhe atribuída a frase [nota: depois da teoria da evolução renega-a]“Não creio que viemos dos macacos mas creio que vamos nessa direção”.
Sua segunda missão diplomática foi no Brasil. Aqui chegou em 1869, enviado por Napoleão III. Nunca escondeu sua animosidade para com o país, que deixou um ano depois (1870). Travou amizade com o imperador Pedro II que, mesmo sem compartilhar muitas de suas idéias, manteve uma amizade epistolar durante muitos anos, mesmo depois de sua partida do Brasil.
Não conseguiu ver com bons olhos nenhum aspecto da sociedade brasileira, a não ser seus encontros com D. Pedro II. Para ele o Brasil não tinha futuro, país marcado pela presença de raças que julgava inferiores. A mistura racial daria origem a mestiços degenerados e estéreis. Esta característica já teria selado a sorte do país: a degeneração levaria ao desaparecimento da população. (Brasiliana, abaixo citada, página 74). A única saída seria o incentivo à imigração de “raças” européias, consideradas superiores. Diz ele:
“Mas se, em vez de se reproduzir entre si, a população brasileira estivesse em condições de subdividir ainda mais os elementos daninhos de sua atual constituição étnica, fortalecendo-se através de alianças de mais valor com as raças européias, o movimento de destruição observado em suas fileiras se encerraria, dando lugar a uma ação contrária.”
Comentário por Joaquim Coelho Março 30, 2009 @ 11:54 pm“Ele também usou a biblia e o teu amda Lutero para jsutificar a eliminação dos judeus.”
E eu já te pedi os versos onde Cristo, a razão do Cristianismo existir, incita à eliminação dos judeus. Se usou a bíblia, então é porque a bíblia diz para o fazer, certo? Venham eles.
“Aliás o antisemitismo de Hitler é o mote de tudo o que aconteceu, partilhado pelo seu grande idolo Wagner, um cristão adepto do anti-semitismo a da raça superior.”
Não conheço o senhor. Mesmo que assim tivesse sido, voltamos à questão do “o que é que o fundador da religião diz a respeito do assunto?”. É irrelevante o que cada um pensa sobre determinado assunto. O que interessa é o que Jesus disse sobre a matéria. Tanto é que hoje tens cristãos que defendem aborto, casamento homossexual, etc…
Comentário por alogicadosabino Março 31, 2009 @ 4:27 pmTal como é irrelevante o que o que cada ateu ou evolucionista pensa. Também não há em lado nehum da teoria da evolução algo que diga: deve-se eliminar os mais fracos em favor dos mais fracos.
Apenas constata que os menos adaptados tendencialmente têm menos possibilidades de transmitir os seus genes e assim ao longo de muitas gerações desaparecem.
Mais nada.
A dualidade de critérios que vocês usam deixa-me absismado.
Comentário por Joaquim Coelho Março 31, 2009 @ 4:53 pmMuito interessante! eu naum conhecia esse livro
Além de cristão, Hitler era vegetariano e místico
Comentário por Hikari Abril 10, 2009 @ 3:59 amSe fosse tão vegetariano como era cristão, os legumes podiam estar descansados.
Comentário por alogicadosabino Abril 10, 2009 @ 4:58 pmDane-se Hitler e sua doideira, nada tem ele a ver com Cristo, tampouco era ateu.essa história sobre hitler não foi feliz,
Comentário por Arthur Vergara Abril 10, 2009 @ 5:24 pm