Arquivado em: Evolução/Big-Bang
Neste post vamos falar mais um pouco da fé que os evolucionistas necessitam de ter para acreditar na teoria da evolução.
Quase todas as religiões têm os seus milagres. A religião darwiniana não é excepção. Quais são os milagres da teoria da evolução? As mutações. Os evolucionistas prestam adoração à Nossa Senhora da Mutação, aparentemente responsável por transformar um microscópico organismo unicelular em dinossauros com 24 metros de altura e árvores com 100 metros de altura.

O cérebro humano é algo fenomenal e supera, de longe, o melhor dos computadores. A investigação de cientistas do Instituto Médico de Howard Hughes e da Universidade de Chicago leva-os a dizer que há uma enorme diferença entre o cérebro do ser humano e o cérebro dos nossos alegados primos e outros mamíferos. A EurekAlert sintetiza [meu destacado]:
“Uma das maiores surpresas é o relativo grande número de genes que contribuíram para a evolução do cérebro humano. Durante muito tempo, debateu-se acerca do fundamento genético da evolução do cérebro humano”, disse Lahn [coordenador da investigação]. Foram poucas mutações em poucos genes, muitas mutações em poucos genes ou muitas mutações em muitos genes? A resposta parece ser muitas mutações em muitos genes. Calculámos, aproximadamente, que a evolução do cérebro humano provavelmente envolve centenas, senão milhares de mutações em, talvez, centenas ou milhares de genes – e mesmo isso é uma estimativa conservadora.“
E viva o poder da fé. As mutações são erros genéticos responsáveis por 1200 doenças. O número de mutações benéficas conta-se pelos dedos. Não obstante, o evolucionista acredita que centenas, senão milhares delas (“e mesmo isso é uma estimativa conservadora“) actuaram no cérebro humano, tornando possível feitos extraordinários como este. O artigo continua:
“É surpreendente o facto de tantas mutações em tantos genes terem acontecido durante os meros 20-25 milhões de anos da linhagem evolutiva que deu origem aos seres humanos“
E o prémio Afirmação Evolucionista Mais Estúpida da Semana vai para o doutor Bruce Lahn:
” This means that selection has worked “extra-hard” during human evolution to create the powerful brain that exists in humans.” (Isto significa que a selecção [natural] trabalhou de “forma extra”, durante a evolução humana, para criar o poderoso cérebro que existe nos humanos)”
Quem diria que processos aleatórios, não direccionados e sem planeamento poderiam fazer horas extra para criar coisas. Este evolucionista personifica a selecção natural e as mutações como se estes tivessem conspirado modelar o pedaço de matéria mais complexo do ser humano. A selecção natural e as mutações seriam bons companheiros para jogar o “RISCO”, um jogo de tabuleiro onde a estratégia é a característica principal, já que, apesar de serem processos sem planeamento, até sabem planear algumas coisitas.
É com alegria que A Lógica do Sabino diz aos cristãos que acreditam no relato do livro de Génesis que nao têm por que duvidar da Palavra de Deus. É, também, com alegria que A Lógica do Sabino diz àqueles que querem conciliar a crença em Deus com a teoria evolucionista que não têm por que misturar uma teoria estúpida e impossível de acontecer com o relato bíblico das origens, que está perfeitamente de acordo com o mundo que nos rodeia.
É, também, uma boa altura para os crentes darwinistas mudarem de religião!
5 Comentários até agora
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Mas Sabino, e se a evolução nos legou um cérebro que não é capaz de interpretar corretamente a realidade?
Comentário por Fabricio Lovato Fevereiro 6, 2009 @ 2:54 pm“É, também, uma boa altura para os crentes darwinistas mudarem de religião!”
É curioso, quando falas de “religião darwinista”, creio que o fazes como metáfora para dizeres que o darwinismo é uma visão dogmática, irracional, baseada em mitologias, desfasada da realidade,e defendida a todo o custo, mesmo contra as evidências da natureza? Não é?
Pois isso diz muito mais sobre o que tu entendes por religião… do que sobre o darwinismo.
Mais uma vez, estás a confundier o “cú com as calças”. O darwinismo não é uma religião (se fosse seria muito mis fácil angariar fundos, bastava fazer passar o cesto das esmolas no domingo de manhã ou recolher o dízimo do rebanho) e a religião, que não é ciência, não se devia meter a explicar a história física e natural mundana e devia ficar ao lado de deus, nas alturas, que é onde ela faz sentido e falta.
Ah, pois, é, e Feliz Aniversário! Graças a Deus!
Comentário por António Fevereiro 12, 2009 @ 1:47 amAntónio,
Basicamente! Acho que nenhum criacionista o teria dito melhor.
Então porque é que o darwinista Michael Ruse diz que é? Porque é que Julian Huxley chama a teoria a “nova religião”?
Para quê fazer isso, se se pode mendigar ao Estado o dinheiro que TODOS NÓS pagamos via impostos? Vocês usam o NOSSO dinnheiro para ensinar a VOSSA religião aos NOSSOS filhos.
Comentário por Mats Fevereiro 12, 2009 @ 4:13 pmAcho que nenhuma igreja tem um negócio tão rentável!
“Basicamente! Acho que nenhum criacionista o teria dito melhor.”
Ou seja, acabaste de corroborar que, para ti, de acordo com a tua metáfora, uma religião é: uma visão dogmática, irracional, baseada em mitologias, desfasada da realidade, e defendida a todo o custo, mesmo contra as evidências da natureza! E que é por isso mesmo que acusas o darwinismo de ser uma religião… Burrice!
Reafirmo, isso diz muito mais sobre o que tu entendes por religião… do que sobre o darwinismo.
Quem desenvolve as novas vacinas contra os vírus da gripe que surgem e evoluem todos os anos, por exemplo, são as equipas darwinistas que tu acusas de andar a sugar o teu dinheiro.
Deverias ser coerente e abdicar das benesses que recebes da ciência darwinista e não morder a mão que te alimenta com novas variedades de plantas e te dá as vacinas que te mantêm saudável.
Concelho: Podes sempre emigrar para a Amazónia e fundar uma colónia religiosa (nem precisava de ser uma daquelas que no final cometem suicídio colectivo). Aí nem terias de pagar a investigação darwinista… nem terias vacinas! Sê coerente… vai!
Comentário por António Fevereiro 13, 2009 @ 1:42 amAntónio,
cometes o erro que 99% dos evolucionistas comete. Ninguém aqui ataca a ciência. O que aqui se ataca é a religião evolucionista. Felizmente para todos nós que os cientistas que desenvolvem métodos terapêuticos não têm que especular sobre um passado não observável.
Felizmente para nós que os cientistas que desenvolveram o telemóvel não tiveram de especular sobre o passado não observável dos componentes que o constituem.
Lá por teres a teorioa da evolução nos manuais cientificos não quer dizer que ela é científica. Os maços de tabaco da Marlboro também trazem cowboys e os cigarros não têm nada a ver com cowboys : p
Comentário por alogicadosabino Fevereiro 13, 2009 @ 8:41 pm